Conselho Fiscal aprecia contas de 2018 da ADUFMS-Sindicato

01 abr, 2019 Adufms

Professores recebem homenagem em celebração ao centenário de Paulo Freire







Conselho Fiscal da

ADUFMS-Sindicato

é composto por docentes com experiência administrativa e contábil

(Foto: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho Fiscal apreciou as contas de 2018 da

ADUFMS-Sindicato

. A instância eleita na gestão Autonomia Sindical é composta pelo professor Alessandro Gustavo Souza Arruda, pela professora Anamaria Santana da Silva, pelos professores José Aparecido Moura Aranha e Teófilo Fernando Mazon Cardoso (suplente).

Desde a posse em 2017 todos os balanços do Sindicato foram auditados e aprovados por docentes com experiência em gestão administrativa e contábil. A partir do processo de apreciação das contas, o Conselho apresentou sugestões incorporadas pela atual gestão que contribuíram para melhorar a transparência financeira e a otimização dos recursos gos pelos 838 [email protected] à

ADUFMS-Sindicato

.

O resumo contábil é disponibilizado aos/às associados/os por meio de publicação em jornais da entidade e enviados por

e-mail

a todos os cadastrados.  Em seguida ocorre assembleia geral em todos os

campi

e na Cidade Universitária Campo Grande da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para devida discussão e aprovação.

Anualmente acontece o plano de investimentos da

ADUFMS-Sindicato

com a devida dotação para os gastos nas atividades sindicais, de pessoal e custeios. Os investimentos de grande aporte de recursos, como da reforma da sede administrativa, em andamento, ou salão de enventos, já concluída, ambas estimada no valor de R$ 430 mil,também passam por decisão da categoria.

O planejamento financeiro, aliado a sugestões do Conselho Fiscal, possibilitou a sobra de caixa anual necessária aos investimentos em patrimônio e custeio da atividade sindical, mesmo considerando anos de grande mobilização como 2016 e 2017, anos nos quais  o volume de gastos em impressão, propaganda, viagem, seminários e caravanas contra  foi maior. Visava-se barrar as reformas implementadas pelo o Governo Temer:  trabalhista, terceirização, Emenda Constitucional 95 (congelamento de investimentos), corte de verbas para educação, cobrança de mensalidade em mestrado e doutorado, laboratórios associados,

eadização

, entre outras investidas do governo federal contra a categoria e a sociedade.





Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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