Em debate na UFMS, lideranças repudiam ameaças do PL 4.330

05 maio, 2015 Adufms

Professores recebem homenagem em celebração ao centenário de Paulo Freire



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Foto: Gerson Jara – Assessoria de Imprensa/ADUFMS

O PL 4.330/04 foi repudiado ontem (04.05) pelas lideranças que participaram do debate promovido pela

ADUFMS

, em parceria com a CUT, MST, DCE-UFMS e o Sista. O evento aconteceu às 16h, no Ginásio Moreninho e contou com a participação de professores, estudantes, índios, quilombolas, negros, sem terras e acampados que integram a Marcha Unitária dos Trabalhadores do Campo, Floresta e das Cidades .

O evento reuniu mais de trezentas pessoas e contou com a presença do presidente da

ADUFMS,

José Carlos Silva, da diretora entidade no CPAQ, Ana Paula Salvador Werri e da vice-presidenta do Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães (foto), convidada para a palestra sobre a Reforma Eleitoral e a participação da mulher.

A diretora da Fetems, Sueli Veiga, resgatou a história da jornada de trabalho e a participação dos trabalhadores no mercado mundial, ressaltando que a aprovação do PL 4.330/04 ameaça as conquistas de trabalho com a carteira assinada, décimo terceiro, férias, participação nos lucros e resultados, além da falta proteção e da seguridade social.

Outro risco é a janela aberta para contratação das atividades fins das empresas e instituições, o que pode representar o fim dos concursos públicos como forma acesso à carreira na administração direta, autarquias, fundações e institutos.

A emenda que possibilitava esta medida foi arquivada, mas poderá voltar à tramitação no Senado, instância que aprecia a matéria.

No evento, os participantes salientaram a importância de ação conjunta de todos as entidades representativas dos trabalhadores para barrar o avanço na terceirização no País, cobrando o veto da Presidenta Dilma na ampliação para as atividades fins.

A marcha tem continuidade no dia de hoje, com caminhada pelas ruas centrais de Campo Grande, em defesa da reforma agrária, demarcação das terras indígenas e quilombolas e contra o PL 4.330.



Assessoria de Imprensa da ADUFMS

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