Estudantes discutem situação da universidade pública

05 out, 2019 Adufms

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Estudantes durante reunião para discutir situação da UFMS

– Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS Seção Sindical ANDES Sindicato Nacional







Estudantes: “Bolsonaro tira a mão do dinheiro da educação pública”

Acadêmicas e acadêmicos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) compareceram nessa quinta-feira 9 no final da tarde e início da noite em frente ao Diretório Central das e dos Estudantes (DCE) na Cidade Universitária Campo Grande para discutir a grave situação do ensino, da pesquisa e da extensão diante da medida do Governo Bolsonaro de cortar recursos orçamentários para as instituições federais de ensino superior (IFES). A reunião fez parte do cronograma de lutas traçado pelo movimento estudantil para contrapor às decisões de corte de verbas. “Vamos tentar sair da bolha”, enfatizaram @s acadê[email protected] Entre as/os participantes, uma boa parte reforçou a necessidade de se integrar à paralisação nacional da próxima quarta-feira 15 em defesa da educação.

A UFMS se inclui no afiado facão do governo federal que negligencia a educação em todos os níveis. Um grande número de [email protected] debateu, manifestou suas opiniões frente à situação. As/os estudantes começaram a formular estratégias e agenda de ações contra os ataques ao sistema educacional brasileiro.

Só a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul teve bloqueados R$ 50.716.445, o que corresponde a 33% do orçamento da instituição para este ano. “Bolsonaro tira a mão do dinheiro da educação pública”, protestaram @s acadê[email protected] durante a reunião que durou cerca de duas horas.

Além de [email protected] da graduação de vários cursos, estudantes da pós-graduação da UFMS participaram da reunião. Uma das preocupações é em relação ao fato de os programas das pós terem prerrogativa para decidir ou não sobre a adesão à paralisação nacional da próxima quarta-feira. Expressou-se a necessidade de se fazer trabalho de sensibilização da “galera da pós-graduação”.

Uma das apreensões do movimento estudantil são as estratégias de desinformação usadas pelo governo. Para rebater a contrainformação a ideia é contra-atacar pelas redes sociais. Mas não apenas isso. As/os acadêmicas/os reforçaram a importância do diálogo direto, frente a frente, com a sociedade.

Protesto

– Na próxima quarta-feira 15 de maio, dia de defesa da educação e contra a reforma da Previdência, haverá mobilização em Campo Grande. A movimentação começa às 8 horas no viaduto do Morenão, na Cidade Universitária da UFMS. Durante todo o dia acontecerão atividades envolvendo estudantes, docentes, té[email protected] [email protected] e vários outros setores da sociedade.



Assessoria de Imprensa da ADUFMS Seção Sindical ANDES Sindicato Nacional

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