Não à mercantilização da universidade! Ato “A greve continua!”, nesta terça-feira 8 em Campo Grande

09 jun, 2015 Adufms

Professores recebem homenagem em celebração ao centenário de Paulo Freire



“…mais de um milhão



Quero ver então a gente, gente



Gente, gente, gente, gente, gente”


(‘Clube da esquina 2’ , Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges).


ATO A GREVE CONTINUA! 8 SETEMBRO 2015.insersão texto


Isso mesmo! Que a canção inspire a todas e a todos! Muita gente – docentes, estudantes e técnicos/as administrativos/as – protestando nesta terça-feira 8 de setembro a partir das 7 horas em ato no portão principal do

Campus

de Campo Grande da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, acesso à Reitoria). É mais uma manifestação em defesa da universidade pública, gratuita, laica, de qualidade e de uma eficaz política de assistência estudantil com ampliação do número de bolsas-permanência e por moradia para alunas/os.

Também é um grito contra a progressiva mercantilização da educação superior que assola Mato Grosso do Sul e todo o Brasil. Pesquisa realizada pelo Professor Doutor aposentado das universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e Metodista de Piracicaba (Unimep), Valdemar Sguissardi, sistematizada no livro


Estudo diagnóstico da política de expansão da (e acesso à) educação superior no Brasil 2002-2012


, que ainda não foi publicado, aponta situação alarmante sobre a expansão privado-mercantil no ensino universitário do Brasil, sob o aval do governo federal, por meio, principalmente, do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Dados comparativos do período 1999-2010, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), pesquisados por Sguissardi, já mostravam estrondoso crescimento do negócio privado na educação superior no Brasil e a gravidade dessa situação. “Os índices relativos às matrículas presenciais são: total das matrículas em IES públicas: 75,7%; em IES privadas comun./confes. [comunitárias/confessionais]: -32,3%; e em IES privadas particulares: 420,0%.”


Protesto

– O ato A Greve Continua! é uma ação conjunta do Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (

ADUFMS-Sindicato

), do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no Estado de Mato Grosso do Sul (

Sista-MS

), do Diretório Central das e dos Estudantes da Universidade Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (

DCE-UFMS

).



Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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