Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Nota de pesar pelo falecimento do professor Gelson Feijó Roos

Com pesar, a ADUFMS-Sindicato comunica o falecimento do professor Gelson Feijó Roos no último sábado, 17 de fevereiro. O professor residia em Guarapary/ES e foi esposo da professora aposentada Eliana Mara Ross. O casal trabalhou na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), câmpus de Aquidauana.

Durante sua trajetória, o docente exerceu compromisso com a estruturação da carreira e a organização da categoria, ocupando o cargo de vice-presidente da sub-seção sindical de Aquidauana, na gestão de 2005 a 2007. Era graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (1972). Atuava na área de Clínica Veterinária, anatomia e Fisiologia Animal Comparada.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Debate promovido por entidades da UFMS estimula participação política e social

Frente (esquerda para direita):  Ályson Ladislaw, Waldevino Basílio, Mariuza Aparecida e Krastanov (fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

Os riscos à frágil democracia brasileira, as medidas do Governo Temer contra segmentos como trabalhadoras/es, em proveito do grande capital, o movimento Escola sem Partido e a atuação política de cidadãs e cidadãos pautaram as análises no debate “Crise da Legalidade e Retirada de Direitos” na noite dessa segunda-feira 19 de fevereiro na Unidade 6 da Cidade Universitária Campo Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A ADUFMS-Sindicato, o Centro Acadêmico de Filosofia (Cafil) e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), promoveram o evento que fez parte da recepção às/aos calouras/os de vários cursos da UFMS – entre eles Filosofia, Medicina, Pedagogia, Letras e Ciências Sociais – e da programação da Jornada de Luta contra a Reforma (Contrarreforma) da Previdência.

Um dos pontos destacados no debate foi a necessidade de a academia se aproximar da sociedade, dialogar com as pessoas, ouvir suas ideias para em conjunto traçar projetos de ação política, econômica e social.

Acadêmicas/os veteranas/os, novatas/os, docentes, técnicas/os administrativas/os e outras pessoas lotaram a sala de aula e participaram ativamente, posicionando-se com opiniões originais e intervenções a partir de referenciais teóricos.

O professor búlgaro do Curso de Filosofia da UFMS, Stefan Vasilev Krastanov, abriu o debate. Krastanov instigou o público a atuar concretamente como sujeito político, seja nos movimentos ou fora das organizações. “Tem tempo de reflexão, mas tem tempo de ação. Hoje, mais do que nunca, é tempo de ação.”

Krastanov (microfone) instigou o público a atuar concretamente como sujeito político

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, deu continuidade ao debate. Ela descreveu como setores contrários a um governo que delineou e praticou políticas sociais fizeram “golpe engendrado”. A sindicalista lembrou da permissiva tradição de golpe das oligarquias e elites nacionais. Mariuza Aparecida disse que a última conspiração, posteriormente concretizada, teve como marco 2014, a partir de setores insatisfeitos com a reeleição de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República. A docente explicou que desde 2015, ano da última greve docente em instituições públicas federais de ensino, pesquisa e extensão, que na UFMS durou quatro meses, o movimento sindical do magistério superior, “já vinha alertando” para as consequências de uma crescente reação de facções privilegiadas que se opõem a iniciativas que visem a implementar políticas sociais (redistribuição de renda, acesso amplo à educação formal em todos os níveis) e de estímulo à participação popular.

As mudanças na Previdência propostas pelo governo federal, em tramitação na Câmara Federal, foram antevistas como um procedimento que atinge não só as/os que estão no mercado como também estudantes que serão futuras/os profissionais com formação acadêmica. “As principais vítimas dessa reforma são vocês”, alertou o coordenador-geral do Sista-MS Waldevino Basílio.

O presidente do Cafil, Ályson Ladislaw, argumentou sobre a estratégia de trabalhar a reflexão acompanhada da ação. “É triste a gente ver um país sendo entregue, com o trabalho e a educação sendo tratados como custo”, lamentou o estudante.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Centrais e sindicatos promovem ato contra a Reforma da Previdência

Mulheres da liga camponesa e servidoras da UFMS participam do ato mesmo sob forte chuva – Gerson Jara

Martinha da UFMS denuncia que reforma escraviza as mulheres brasileiras- Gerson Jara

O Fórum dos Servidores Públicos Federais de Mato Grosso do Sul organizou, na segunda-feira, ato contra a Reforma da Previdência em frente ao INSS da rua 26 de agosto. A ação foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Previdência e Seguridade Social – Sintsprev-MS. Contou com a participação do Sista-MS e das centrais CUT e UGT, Sintesp e Adufms-Sindicato.

A atividade integrou o calendário de jornada de luta nacional contra a tramitação Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/16), relatada pelo deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

Mesmo sob forte chuva, o evento aconteceu com a participação de centenas de servidores. Líderes de diversos sindicatos se revezavam no caminhão de som com pronunciamentos em que contestavam as mentiras propagandeadas pelo Governo Federal sobre o déficit da Previdência e contra os servidores públicos.

O evento contou também com a participação das Mulheres da Liga Camponesa e dirigentes do Movimento Sem-terra.  No ato, elas repudiaram a reforma proposta pelo Governo Temer e que atinge diretamente os direitos previdenciários das trabalhadoras brasileiras, já sacrificadas por receberem menores salários, jornada tripla de trabalho e dificuldades de atingir as atuais regras para requerer os benefícios.

A jornada de luta aconteceu em substituição a greve geral programada para este dia 19 de fevereiro de 2018.

O conjunto de ações desenvolvidas pela Frente Brasil,  Fonasefe-MS e Fórum em Defesa das Universidades Públicas de MS forçaram o Governo Federal a recuar na agenda política e desistir da votação da PEC, temporiamente.

Fotos ato em frente da sede do INSS

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Movimentos de MS promovem jornada de luta contra Reforma da Previdência nesta segunda-feira 19


Entidades do movimento popular e sindical promovem nesta segunda-feira (19-02), a Jornada de Luta contra a Reforma da Previdência. Mesmo com a intervenção federal no Rio de Janeiro, a coordenação da Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul decidiu manter o calendário de mobilização desta segunda-feira  e transformar a paralisação nacional em ações de luta.

Na reunião da Frente Brasil Popular de MS, líderes sindicais e dos movimentos sociais demostraram preocupação com a intervenção do governo federal no Estado do Rio de Janeiro. A ação, na opinião de diversos dirigentes, abre precedente para aumentar a repressão aos mais pobres e aos movimentos sociais, sem atacar as causas estruturais que geram a violência, como falta de política de geração de emprego e de distribuição de renda.  Veem a medida como laboratório do aparato repressivo estatal para futuras intervenções nos estados frente à tendência de crescimento das tensões sociais com o aprofundamento da crise econômica e institucional pela qual passa o país após o golpe contra o Governo Dilma.

Mobilização prevista para Campo Grande nesta segunda-feira 19

6:30 – Ato dos eletricitárias/os na Eletrosul – saída para Três Lagoas.

6:30 – Panfletagem das/os técnicas/os administrativas/os – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS) –  nos portões da UFMS em Campo Grande.

7:00 – Ato dos telefônicos.

8:00 – Ato conjunto no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) da rua 26 de Agosto contra a Reforma da Previdência – convocação das entidades ligadas ao serviço público: ADUFMS-Sindicato, Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (Sintsprev-MS) e Sintesp-MS.

9:00 – Mobilização nas agências centrais convocada pelo Sindicato dos Bancários.

9:00 – Mobilização  da Liga Camponesa. Concentração na avenida Afonso Pena com a avenida Duque de Caxias e marcha até a praça da República.

19:00 – Debate na UFMS (Unidade 6): Crise da Legalidade e Retirada de Direitos. Promoção: ADUFMS-Sindicato, Centro Acadêmico de Filosofia (Cafil) e Sista-MS.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Carta de Salvador aponta para fortalecimento de fóruns coletivos, defesa de direitos, contra as reformas e para construção da greve geral

37º Congresso do Andes acontece em momento efervescente da história social e política do País. Foto – ANDES

A carta de Salvador contendo as deliberações do 37º Congresso do ANDES-Sindicato Nacional  – “Em defesa da educação pública e dos direitos da classe trabalhadora. 100 anos da reforma Universitária de Córdoba”, realizado entre os dias 22 e 27 de janeiro, apresentou as estratégias e táticas de luta do movimento docente no País para os próximos anos.

Os grupos temáticos discutiram e deliberaram ações contrarreformas e ataques promovidos pelo Governo Temer. Denunciou a seletividade na justiça na condenação do ex-presidente Lula e fizeram o balanço das mobilizações desenvolvidas nos anos de 2016 e 2017.

O principal desafio apontado pelos 415 delegados (as), 122 observadores(as),  ligados a 82 secções sindicais, foi o fortalecimento da unidade do movimento sindical, com vistas a deter as reformas em curso.

Deliberou ainda pela construção de lutas permanentes e de greve geral no serviço público com o eixo “Fora Temer. Nenhum direito a menos”.

A maioria dos delegados homologou a permanência do ANDES – Sindicato Nacional na Central CSP-Conlutas alicerçada no compromisso de aprofundamento da democracia interna e maior vinculação ao movimento sindical e social.

Também foram tiradas ações contra a Medida Provisória (MP) 805/17 que posterga ou cancela aumentos remuneratórios para os exercícios subsequentes, altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990, dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, e a Lei no 10.887, de 18 de junho de 2004, quanto à alíquota da contribuição social do servidor público e a outras questões. Ela aumenta o desconto previdenciário de 11% para 14%, impondo a reprodução para os estados e municípios.

O PL (projeto de lei) 116/17 que estabelece a demissão de servidores (as) públicos (as) por insuficiência de desempenho” e a MP 792/2017 são também alvos de luta pelo conjunto do movimento sindical docente.

Para tanto, convocam todas as centrais sindicais para a construção de uma greve geral unificada, de caráter nacional.

Os delegados presentes ao Congresso também repudiaram as ações autoritárias da Polícia Federal e de setores do judiciário contra gestores e servidores das universidades públicas.  Reafirmou a defesa do SUS e caráter social da saúde pública,  contra a obrigatoriedade de planos privados  na área e o processo de privatização dos hospitais universitários.

O Congresso deliberou ainda pelo fortalecimento do Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP), fortalecimento da SBPC e estudos sobre os critérios de avaliação do CAPES, por meio de seminário nacionais e locais.

Deliberou-se também pela publicação de estudos referentes ao regime de trabalho nas universidades públicas, educação à distância, projetos de criação do Fundo Patrimonial, Base Curricular Nacional, Reforma do Ensino Médio, inclusão de pessoas com deficiência e formação docente.

Os congressistas reafirmaram a posição do ANDES-SN pela legalização do aborto; contra o a PEC 181/15 que impede e criminaliza a prática abortiva em casos de estupro, risco de morte e de anencefolia.

Na mesma direção, deliberou-se por criação de espaços dentro das universidades para denúncia e atendimento contra homofobia, LGTBfobia, capacitismo, xenofobia, romafobia e preconceito geracional.

A plenária também homologou a aprovação da ADUFMS-Sindicato ao ANDES-SN.

 

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Nota de pesar pelo falecimento do professor Roberto Ortiz Paixão

Foto reproduzida do site da UEMS (<http://www.uems.br/noticias/detalhes/nota-de-falecimento-123144>)

A ADUFMS-Sindicato comunica, com pesar, o falecimento do professor da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Roberto Ortiz Paixão, ocorrido nesta sexta-feira 9 pela manhã. Roberto fazia tratamento contra câncer. Seu corpo está sendo velado na capela do Cemitério Memorial Park em Campo Grande, rua Francisco dos Anjos, s/n (pela avenida Senador Filinto Müller, no sentido centro-bairro, à esquerda), bairro Santa Branca. O sepultamento será neste sábado 10 de fevereiro às 8h30min no Memorial Park.

O docente atuou nos cursos de Licenciatura Plena em Geografia, Bacharelado em Geografia e do Mestrado Profissional em Educação, na Unidade Universitária da UEMS em Campo Grande. Segundo nota da UEMS, Roberto era “coordenador do Grupo de Estudo em Fronteira, Turismo, Território (Gefronter), articulador da Rede Universitária da Rota de Integração Latino-Americana (UniRila)”.

Em 1994 graduou-se em Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em 1999 defendeu a dissertação O lixo urbano de Aquidauana-MS: diagnóstico, aspectos não-técnicos e medidas mitigatórias, no Mestrado em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Cursou Doutorado em Geografia Humana na USP. A pesquisa para doutoramento resultou na tese Globalização, turismo de fronteira, identidade e planejamento da região internacional de Corumbá/MS (2006).  Publicou textos científicos em periódicos e anais de congresso. A parceria de Roberto com outros pesquisadores rendeu capítulos em livros organizados (obras coletivas), além de o geógrafo lançar, pela editora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o livro Turismo de fronteira – identidade e planejamento de uma região (2006).

De acordo com a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, “Roberto começou a lecionar Geografia em 1997, numa escola rural em Corumbá. Em 2004, entrou para a UEMS, primeiro em Dourados e depois seguindo para Jardim. Em 2010, assumiu a coordenação do curso de Licenciatura em Geografia da UEMS de Campo Grande”.

O professor Roberto deixa sua companheira Maria Helena da Silva Andrade, professora da UFMS, e o filho Pablo de Andrade Paixão. “Toda despedida é dor… tão doce todavia, que eu te diria boa noite até que amanhecesse o dia”, frase de William Shakespeare, postada por Maria Helena no facebook. Acrescentou a companheira de Roberto: “Comunico, já com saudade, que meu companheiro Roberto Ortiz Paixão alçou seu voo rumo à Eternidade, onde dor e sofrimento são palavras desconhecidas.”

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Direção ADUFMS-Sindicato consegue reduzir reajuste médio de plano de saúde em 25,93%

As negociações da direção da ADUFMS-Sindicato com a Unimed nos anos de 2016 e 2017 sempre foram orientadas no sentido de garantir o menor reajuste para as/os associadas/os, sem perder a qualidade no atendimento oferecido. Em 2016 e 2017 a redução chegou 25,93% só na modalidade enfermaria.

No ano de 2016 a proposta apresentada pela operadora inicialmente era de 42% para enfermaria.

Após intensa negociação, a direção da ADUFMS-Sindicato conseguiu que  o  reajuste caísse 20% ficando em 22%. Dessa forma, a mensalidade na modalidade enfermaria saiu de R$ 403,13 para R$ 491,82.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.  O índice oficial serviu de base para negociação com a Unimed, que alegou a majoração de diversos procedimentos e reajustes acima do valor proposto pela ANS. Ficou acordado então o reajuste de 22%.

A versão apartamento apresentou em 2016 reajuste de 13,6%, com o valor fixado em R$ 997,92.

Em dezembro de 2017 a operadora apresentou a proposta de reajuste em 13,43% para as modalidades enfermaria e apartamento. Já na proposta de negociação ficou estabelecido o reajuste de 8% na enfermaria e de 7,5% na modalidade apartamento.

A ANS fixou em até 13,55% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2017 e abril de 2018. Os valores ficaram abaixo do percentual autorizado pelo governo.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Sindicalistas advertem deputados e senadores de MS: Quem votar não volta

Tero Queiroz – MS Notícias

“Vamos pegar pesado contra quem votar contra o povo”

Foto reproduzida de MS Notícias (<http://m.msnoticias.com.br/editorias/politica-mato-grosso-sul/sindicalistas-advertem-deputados-e-senadores-do-ms-quem-votar-nao/77344/>)

Deputados federais e senadores de Mato Grosso do Sul que votarem pela reforma da Previdência vão sofrer as consequências desse ato nas urnas nas eleições deste ano. E para garantir que o povo não se esquecerá (do rosto) de nenhum deles, o movimento sindical do Estado vai promover uma verdadeira “anticampanha eleitoral” para que todos aqueles que votaram contra os interesses da população, sejam lembrados durante a campanha eleitoral. A advertência é da direção do Sista-MS (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul).

“Além de inúmeros estudos que comprovam que a Previdência Social não é deficitária no Brasil, elaborados por pessoas e entidades gabaritadas para isso, temos também o mais recente trabalho da CPI da Previdência, comandada pelo senador Paulo Paim (PT-RS) que comprova isso, ou seja, que os recursos arrecadados seriam sim suficientes para cobrir todas as despesas da Previdência e até sobraria, se não fossem desvios e corrupção, sem contar com sonegação e outras mazelas registradas e comprovadas”, afirma Cleodete Cândida Gomes, da Coordenação Geral do Sista-MS.

Waldevino Basílio, também da coordenação do sindicato garante: “Vamos pegar pesado contra quem votar contra o povo. Quem votar, não volta no ano que vem para a Câmara Federal ou Senado, pois faremos um trabalho intenso, junto com sindicatos, federações e outras organizações sindicais, para impedir a reeleição do parlamentar que trair o povo”, afirma.

O resultado dos trabalhos da CPI da Previdência, instalada no Congresso Nacional, apontou que anualmente são mais de R$ 30 bilhões desviados da Previdência, pelo Governo, para outros fins alheios ao que deveria ser o único objetivo: atender aos aposentados.

O senador Paulo Paim informa que foi elaborada uma cartilha popular sobre o resultado dessa CPI e que contém todos os dados apurados durante seis meses de trabalho, com uma investigação séria e juntada de documentos diversos.

A coordenadora Cleodete Cândida explica que a cartilha traz também a informação de que em dez anos o governo federal retirou da seguridade social mais de um trilhão e meio de reais para a DRU (Desvinculação das Receitas da União). “Como podem saquear dessa forma o dinheiro da Previdência, que de fato não é deficitária? Não podemos permitir que o povo trabalhador brasileiro pague a conta desses gigantescos desvios. Vamos reagir e dizer aos nossos parlamentares que não aceitamos essa reforma e que quem votar a favor dela, não voltará ao Legislativo no próximo ano”, afirmou.

O Sista-MS rebate algumas mentiras que o governo tem pregado por todo o país, por exemplo, a informação de que sem a reforma o país vai quebrar. Na verdade, segundo o sindicato, o Ministério da Fazenda revelou que o Regime Geral de Previdência Social deixou de arrecadar R$ 57,7 bilhões com isenções e renúncias fiscais no ano passado. Em 10 anos essas renúncias superarão a economia pretendida com a reforma no mesmo período.

Além disso, segundo o sindicato, o governo esconde que deixa de cobrar R$ 427,73 bilhões dos grandes devedores da Previdência e que distribui benefícios tributários para grupos econômicos privilegiados. “Isso é inconcebível e não é divulgado no país e muito menos debatido e/ou contestado por nossos parlamentares”, ressalta Basílio.

Além dessas, existem inúmeras outras “mentiras” usadas pelo governo para ludibriar o povo, alerta o Sista-MS, que pede à população e especialmente aos servidores públicos, para que procurem se informar dessas inverdades e que somem forças com o movimento sindical de sua cidade, seu Estado e do país, para que essa nessa luta o trabalhador brasileiro não seja vencido por uma minoria que está no poder e que luta para manter regalias e privilégios de uma seleta parcela da população.

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Entidades em MS intensificam luta contra reforma da Previdência

Reunião do Fonasefe e do Fonacate – Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

O Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) planejam intensificar atividades em fevereiro para impedir que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 de reforma da Previdência seja aprovada em primeiro turno na Câmara Federal.

Adilson Oliveira (à esquerda) e José Roberto (centro)

Integrantes de organizações sindicais do Fonasefe e representantes do Fonacate se reuniram na terça-feira 6 no Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul (Sindjufe-MS). As/os sindicalistas formaram comissão de cinco pessoas que vão discutir a mobilização de cidadãs e cidadãos sul-mato-grossenses contra o desmanche do sistema previdenciário oficial do Estado brasileiro. A data nacional de luta será no próximo dia 19, quando se cogita começar os debates sobre a PEC 287  na Câmara dos Deputados. Depois de prevista para o próximo dia 20, o governo mudou novamente a data de votação da PEC para o dia 28 de fevereiro.

Adilson Oliveira: reformas de Temer beneficiam grandes industriais e banqueiros

As entidades sindicais de servidoras/es da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) participaram da reunião. Pela ADUFMS-Sindicato estava o primeiro-secretário da entidade, professor José Roberto Rodrigues de Oliveira. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), esteve representado pelo seu coordenador de Políticas Sociais, o técnico administrativo Adilson Oliveira.

O primeiro-secretário da ADUFMS-Sindicato, José Roberto Rodrigues de Oliveira, informou às/aos cerca de 20 sindicalistas que se reuniram no Sindjufe-MS que a organização docente da UFMS está disposta a realizar atividades dentro da universidade, envolvendo panfletagem e diálogo com a comunidade universitária a respeito dos resultados negativos ao povo brasileiro, caso seja aprovada a reforma da Previdência.

Segundo o coordenador de Políticas Sociais do Sista-MS, Adilson Oliveira, as mudanças que vêm sendo proposta pelo governo golpista de Michel Temer com o respaldo de seus/suas aliados/as têm como finalidade beneficiar grandes industriais e banqueiros.

Entre as ações previstas para ser desenvolvidas por sindicalistas e integrantes de outros movimentos em Mato Grosso do Sul está conversa com cinco parlamentares da bancada do Estado alinhados ao governo federal na Câmara dos Deputados. Pensando nas eleições que acontecem este ano, o grito nas manifestações antirreforma da Previdência é “se votar, não volta!”. É uma referência à campanha eleitoral de 2018 e à votação parlamentar da PEC 287/2016. Ou seja, o/a parlamentar que votar a favor da reforma e se candidatar à reeleição terá um não nas urnas.

Em outra frente de atuação propõe-se contrapor ao que vem sendo apregoado na mídia, que, em linhas gerais, difunde conteúdos defendendo, explícita ou implicitamente, alterações na Previdência. As entidades sindicais de trabalhadoras/es pretendem utilizar de recursos de divulgação como outdoor, panfletos, spots em rádio, carro e motos com sistemas de som em Mato Grosso do Sul, antes e durante as manifestações.

A ideia é alavancar ainda mais o descontentamento do povo brasileiro em relação às medidas propostas pelo Governo Temer para mexer na Previdência. Os cidadãos e as cidadãs têm resistido a mudanças previdenciárias que agridam direitos conquistados e consolidados.

No próximo dia 19 haverá duas frentes de manifestações: uma em Brasília e outra nos estados.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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CGU e PF investigam fraudes no Hospital Universitário da UFMS e no Hospital Regional

Fotos: Valdenir Rezende/Correio do Estado

Operação Again apura sobrepreço em licitações e desvio de materiais hospitalares. Prejuízo apurado é de R$ 3,2 milhões

 

Na quinta-feira 25 de janeiro, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) participou da Operação Again em Mato Grosso do Sul (fotos). A ação, deflagrada em parceria com a Polícia Federal (PF), visa desarticular organização criminosa responsável por fraudes a licitações e desvios de recursos públicos no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap-UFMS) e no Hospital Regional, ambos na capital Campo Grande.

De acordo com as investigações, o esquema fraudava licitações causando sobrepreço nos produtos adquiridos. A apuração constatou ainda o recebimento de produtos com prazo de validade e qualidade inferiores ao previsto nos contratos. Além disso, há indícios de que os integrantes da organização criminosa desviavam os materiais hospitalares – comprados com a finalidade pública de atender à população – para serem utilizados em clínicas particulares.

A organização criminosa também é investigada por tentar dificultar as fiscalizações do CGU. Até o momento, os desvios ocasionaram prejuízo de aproximadamente R$ 3,2 milhões, num universo de R$ 6 milhões em contratos analisados.

O esquema contava com o envolvimento de servidores públicos que recebiam vantagens ilícitas das empresas envolvidas nas fraudes a licitações, com ênfase no setor de hemodinâmica (método diagnóstico e terapêutico que usa técnicas invasivas, como o cateterismo, para obtenção de dados acerca de cardiopatias). As propinas pagas eram dissimuladas de diversas formas, tais como pagamentos de viagens e transferências de veículos de alto valor.

Estão sendo cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS) e Belém (PA), com a participação de aproximadamente 100 policiais federais e 16 auditores do CGU. Dos investigados, dois tiveram decretada medida cautelar de uso de tornozeleira eletrônica. A operação recebeu o nome de “Again” em alusão ao fato de se tratar de esquema semelhante ao desarticulado pela Operação Sangue Frio, em março de 2013, dessa vez com novos integrantes.

 

CGU – Publicado em 25/01/2018, 9h39min. Última modificação: 25/01/2018, 09h47min

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ADUFMS-Sindicato divulga balanço financeiro do exercício de 2016

O balanço financeiro é a prestação de conta que a ADUFMS-Sindicato disponibiliza aos/às sindicalizados/as para que possam acompanhar a contabilidade da entidade. Nele há informações de valores como contribuições, despesas com manutenção, entre outros.

Confira abaixo as informações detalhadas do exercício de 2016

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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