Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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ADUFMS-Sindicato em Campo Grande não funciona nesta quinta-feira 29

Arte reproduzida de Dores de Campos ( <https://portaldoresdecampos.com.br>

A ADUFMS-Sindicato comunica que nesta quinta-feira 29 não haverá expediente na sede da entidade em Campo Grande em função do feriadão da Semana Santa. O Sindicato retoma suas atividades de atendimento a docentes e outras pessoas na segunda-feira 2 de abril, sempre das 7 às 11 e das 13 às 17 horas.

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Indústria nacional não apresenta condições para se desenvolver dentro do atual quadro político, defende sociólogo da UFMS

Pof. Manoel Rabelo Junior, do curso de Ciências Sociais da UFMS,, palestra sobre contexto econômico e político no processo de impeachment de Dilma Rousseff

A retomada de um modelo de desenvolvimento da indústria nacional não tem perspectiva dentro do atual Governo Temer. A conclusão foi apresentada pelo professor e geógrafo, Manoel Rabelo Junior, do curso de Ciências Sociais da UFMS, na primeira aula do curso de extensão: “O Golpe de 2016 e a Crise da Democracia no Brasil”, organizada pelo Centro Acadêmico de Filosofia, com o apoio da ADUFMS-Sindicato e do Grupo Práxis UFMS.

O docente avalia que o impeachment da presidenta Dilma Rousseff representou o fim do ciclo de alianças da Nova República, firmado há cerca de 18 anos. A ênfase nesse período, considera, foi mais política do que econômica, pois o País apresentava, na época do impeachment da presidenta Dilma, uma reserva cambial de R$ 369 bilhões, o que lhe garantia certa estabilidade, mesmo com o aumento da dívida pública.  Lembrou que o Brasil era o 4º credor da dívida pública americana, a maior do mundo.

Para o sociólogo, essa situação econômica foi proporcionada pelos recursos dos commodities (produtos primários com comercialização na Bolsa de Valores). Este desempenho permitiu certa autonomia política para o Brasil, reforçado com o pagamento da dívida externa, em 2005.  A partir daí, o Brasil passou a cumprir novo papel no mercado internacional e na configuração dos blocos econômicos. A partir desta decisão passou a atuar numa nova configuração política no cenário internacional, agora, como protagonista. Citou como exemplo mudanças geopolíticas como a retração da Alca (Área de Livre Comércio das Américas) bancada pela política externa norte-americana e a formação do G-20, para fazer frente às decisões do G-7, composto pelas nações mais ricas do Planeta. Para ele, o País assumiu também a posição de financiador externo via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.

Resgatou que, anteriormente, o País viveu um período de estagnação de cerca de 30 anos, conseguindo nas eras Lula e Dilma retomar os investimentos em infraestrutura via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo desenvolvimento de tecnologia de exploração de petróleo em solo profundo, desenvolvido pela Petrobras, conjuntamente com a implantação do Pré-sal no modelo de sistema partilhado. Esse sistema, agora, foi alterado e parte dos lucros que seria destinado para a educação e a saúde, ficará no caixa das empresas multinacionais de energia.

Acrescentou que o País implantou um projeto nacional de desenvolvimento, batizado de “Brasil 2022”. Esse modelo tinha começo, meio e fim. Foi acompanhado com a aquisição de pacotes tecnológicos nas áreas de aviação, telecomunicações e bélica. Com a iniciativa, o País deixaria de ser importador e passaria a ter condições de exportar tecnologia nessas áreas estratégicas.

Para o pesquisador, o Golpe de 2016 foi construído com o apoio estadunidense, em razão da projeção que o País vinha alcançando internac

Estudantes e docentes puderam conhecer o processo histórico de impeachment de governos populares no Brasil

ionalmente. A forma de anular governos popularmente eleitos dentro dos parâmetros “legais” foi testada, anteriormente, em países menores como Honduras, em 2009, no impeachment do presidente paraguaio, Fernando Lugo, em 2012, e na Ucrânia, em 2013. Nesse mesmo ano, “coincidentemente”, estouraram as Jornadas de Junho contra o Governo de Dilma. Essas ações, combinadas com a crise econômica, criaram as condições para o impedimento da presidenta eleita. Naquele momento, explicou, ocorreu a ruptura com a governabilidade pós-Nova República.

Para o historiador, Dilma até que tentou se recompor com o empresariado nacional, numa tentativa de manter a hegemonia política, mas não conseguiu reverter o quadro.

A partir daí, com a condução de Temer à presidência, o País começou a ser submetido à normatização econômica de inspiração neoliberal, alicerçada nas políticas do Banco Mundial e do Consenso de Washington. Agora, vigoram os interesses internacionais sobre os nacionais, citando, como exemplo, a mudança do regime de exploração do Pré-sal e a retomada de privatização das empresas públicas.

O professor também fez a retrospectiva histórica da efetivação de golpes no sistema democrático brasileiro. Comparou que toda vez que o País passa por processos de modernização produtiva e de projeção no mercado internacional, os governos de aspirações populares são derrubados à revelia do processo democrático. Mencionou como exemplo as pressões para atender o mercado externo, que combinaram com o suicídio do então presidente Getúlio Vargas, a renúncia de Jânio Quadros e a destituição do presidente João Goulart. Nesses períodos, complementa, predominaram políticas econômicas com ênfase desenvolvimentista nacional, também incorporadas pelos governos militares.  E, agora, mais recentemente,  combinou com o impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff.

Lembrou que antes do Governo Lula, o País rezou a cartilha do Banco Mundial e do Consenso de Washington sob o comando de Fernando Henrique, com a predominância política do Estado Mínimo e a estagnação econômica. Nesse período, a Nação brasileira perdeu sua capacidade de planejamento e investimentos, com a venda de empresas estratégicas como a Vale do Rio Doce.

Anfiteatro do LAC ficou lotado e parte dos alunos acompanhou a palestra por telão colocado pelo Práxis

Este cenário, na visão do docente, rompeu-se com a eleição de Lula, retomando o papel do Estado como indutor do desenvolvimento econômico. Ao mesmo tempo em que reconheceu a importância do agronegócio na indução econômica do País, o estudioso criticou o conservadorismo e a agenda política imposta pelo agronegócio. Exemplificou que esse segmento social incorpora teses como a quebra das barreiras alfandegárias, enquanto os produtos americanos há mais de 150 anos contam com alta proteção de mercado contra a concorrência internacional. Este modelo internacional, abraçado por lideranças do segmento, “ mantém o País no modelo agrário exportador adotado historicamente, relegando outras potencialidades do País na produção e geração de tecnologias e na diversificação produtiva”.

O professor citou como sintoma desta política o congelamento do orçamento público por 20 anos, a retirada das empresas do País no setor de construção civil na África, espaço ocupado pelas empresas chinesas, o desemprego de mais de 24 milhões de brasileiros, a venda subavaliada das reservas de petróleo e, agora, as águas.

Enfatizou que o fortalecimento do Estado é crucial para o mercado, pois não existe liberalismo sem Estado e que a política do Estado Mínimo abre as portas do Brasil para outros países. No atual modelo, conclui, “ O Brasil não tem mais condições para desenvolver a indústria nacional”.

Assessoria de imprensa da ADUFMS

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DOCENTE, FILIE-SE! BAIXE A FICHA DE FILIAÇÃO EM ‘LINK’ NO FINAL DESTE TEXTO

Foto: AlexMax www.fotosearch.com.br

ADUFMS-Sindicato informa a todas/os os e as docentes interessados/as em se filiar a nossa entidade representativa que estamos com conflito no retorno eletrônico da ficha de filiação. Dessa forma não foi possível localizar algumas fichas preenchidas eletronicamente. No momento estamos trabalhando para solucionar o problema.

Assim, solicitamos que os e as docentes que encaminharam pedido de filiação baixe a ficha disponível nos links  de filiação  (FICHA DE FILIAÇÃO no final deste texto, em PDF e em DOC), preencha e encaminhe para o e-mail adufms@adufms.org.br ou por foto no whatsApp 67  98406-9771. Pedimos desculpa pelos contratempos.

Aproveitamos o ensejo e pedimos a participação de todas/os em nossas assembleias e o apoio das/os associadas/os no sentido de ampliar a quantidade de filiação, visto os grandes desafios que temos que enfrentar este ano, como a reabertura da campanha salarial, a luta contra a emenda constitucional que congela os gastos públicos, contra a terceirização e a precarização das nossas condições de trabalho.

FICHA DE FILIAÇÃO – PDF

FICHA DE FILIAÇÃO – DOC

Diretoria da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato cobra providências da reitoria sobre buracos na UFMS

Foto: Camila Jara

Em ofício protocolado hoje, 22 de março, a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, solicitou providências quanto aos buracos nas ruas internas da UFMS em Campo Grande.

Para a sindicalista, a preocupação é quanto aos riscos de acidentes nas tentativas de desvios e o prejuízo aos automóveis. “Os/as professores/as solicitam providências por estragos consideráveis nos veículos. Em alguns lugares é quase impossível de circular, como na rua próxima às agências bancárias. Por isso, nós estamos aqui cumprindo a nossa função enquanto sindicato dos/as docentes de apontar para a administração da Universidade os problemas, para que eles possam ser resolvidos o mais rápido possível. Acreditamos que as providências vão ser tomadas imediatamente”.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato 

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Professor Wladimir alerta sobre riscos de privatização e denuncia medidas anticonstitucionais adotadas pelo STF

Comunidade docente pôde refletir sobre o discurso neoliberal construído pelo aparelho mediático do País  (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

A roda de conversa “O projeto neoliberal e o fim da universidade pública” , organizada pelo grupo Práxis UFMS  contou com a palestra do professora Wladimir Tadeu Baptista Soares, professor do Departamento de Medicina Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Na roda ministrada na segunda-feira (19-03) no auditório do Laboratório de Análise Clínica (LAC) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Cidade Universitária Campo Grande, com apoio da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino , no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), o pesquisador e advogado denunciou que a principal meta do Banco Mundial é a privatização da educação e da saúde brasileira em todos níveis. O processo, explica, tem como propósito extinguir as empresas públicas seguindo orientação da  política neoliberal, com os dois sistemas passando por aquilo que classifica como processo de “macdonização”.

Defende a tese que esta ação acontece por meio de ação midiática que incuti na população uma propaganda negativa de que tudo que é estatal é mal administrado, fonte de corrupção e deficitário e que tudo que é gerido pelo sistema privado é eficiente e gera resultados positivos. A questão, opina, deve ser bem relativizada, pois historicamente o Estado sempre financiou a iniciativa privada no País e internacionalmente. Exemplificou que na crise americana no segundo semestre de 2008, o Banco Federal Americano doou dinheiro para salvar os bancos privados e as grandes montadoras daquele país. Criticou que o modelo neoliberal em fase de implantação no Brasil no atual Governo apregoa a competitividade, a meritocracia, em substituição a valores universais como a solidariedade humana, a construção de uma sociedade igualitária e a paz mundial.

O médico ponderou, no entanto, que a entrada do segmento privado no sistema público visa tão somente restringir o acesso aos serviços públicos e gerar lucros para apadrinhados políticos e rentistas, aumentando as diferenças sociais e a pobreza. Condenou veemente a parceria público privado (PPs), na sua opinião, um sistema criado com o objetivo de gerar lucro para iniciativa privada, cercada por corrupção e fonte de desvio do dinheiro público.

Wladimir Tadeu defendeu fortalecimento das universidades e empresas públicas; ele relativizou o modelo de gestão privado no público

O dirigente destacou que nos países que o melhores Índices de Desenvolvimento Humano – IDH como a Finlândia, a Noruega e Suíça, a educação e a saúde são 100% pública, pois é uma forma de garantir a igualdade de oportunidades. Apontou como desvio de finalidade a destinação de quase 53% do orçamento público para o pagamento do serviço da dívida pública, alimentando os ganhos de bancos privados e rentistas.

Alertou ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) descumpre a Constituição Federal quando permite a cobrança de mensalidades na pós-graduação nas universidades públicas e a exploração dos hospitais universitários pela EBSERH, ato que fere o princípio da gratuidade no atendimento a saúde e a vocação educacional destas instituições de ensino.

Vladimir denunciou que a criação da EBSER tinha como objetivo modernizar a gestão hospitalar, mas virou um pesadelo com o saldo negativo da empresa pública, de caráter privado, saltando para cerca de R$ 70 milhões e com a folha de pagamento consumindo mais 80% do orçamento disponibilizado, principalmente na remuneração de cargos comissionados.

Conclamou as forças de esquerdas, progressistas e nacionalistas a se unirem para contrapôr o modelo liberal em implantação pelas forças conservadoras, que no momento são unitárias e não se dividem.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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MAIS UMA VOZ FOI CALADA! MAS NÃO CALARÃO A VOZ DE UMA MULTIDÃO!

MARIUZA A. C. GUIMARÃES – Presidenta da ADUFMS-Sindicato, professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

 

Foto reproduzida de Nossa Política (<https://nossapolitica.net/2018/03/quem-era-marielle-franco/>)

Choro por Marielle (foto) e por tantos que tombaram na luta. Ressuscitaram no facebook um post que atribuem ao pastor Claudio Duarte, por quem tenho admiração e, se fez o comentário, errou. Não é que não nos importamos com as vidas perdidas no Rio de Janeiro. Nos importamos muito, por isso lutamos por um mundo melhor. Por isso Marielle lutava e por isso perdeu sua vida.

Cansaço imenso de tentar explicar que não defendemos bandidos, mas que defendemos a vida, a liberdade, o direito de falar, de morar, de comer e, sobretudo, a dignidade de todas as pessoas.

Que bom seria que as pessoas não precisassem roubar, matar, que o mundo fosse um bom lugar para todos e todas. Que todos os bens pudessem estar disponíveis para todxs. Mas não é assim. Alguns dependem do Estado. Outros dependem de lutadores e lutadoras como Marielle e tantas outras lideranças que perdem as suas vidas e pelas quais choramos, pois sabemos que não se perdeu uma vida, mas que, além disso, calou-se uma voz que defende direitos, que defende dignidade, que defende o amor, a solidariedade, o compartilhamento. Nós, que somos militantes de tantas causas, deixamos nossas vidas para servir. Abrimos mão de família, de privilégios e de tantas outras coisas para lutar pela dignidade de tantos. Choro porque há uma intensa incompreensão do que significa uma vida que luta, que se coloca a serviço de outras pessoas. Nós, lideranças da classe trabalhadora, não temos um exército de pessoas que nos servem, mas continuamos na luta. Muitas vezes o motorista é o amigo, a amiga que se dispõe e que as vezes também perde a vida como aconteceu com o motorista que estava com Marielle, Anderson Pedro Gomes, que apesar de nada ter visto na mídia, deveria também ser um militante, pois assim são os que trabalham com os parlamentares de esquerda.

Choro porque calaram a voz de Marielle, mas acredito firmemente que sua morte não será vã. Outrxs jovens se levantarão em todos os recantos do Brasil. A luta de Marielle e de outrxs, cujas vozes foram caladas continuará.

MARIELLE! PRESENTE!

ANDERSON! PRESENTE!

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Assembleia geral de Campo Grande aprova novo regimento interno de seção sindical do ANDES-SN

A assembleia dos docentes de Campo Grande, reunida na última quarta-feira (14.03.2017), às 8h, no Auditório da FALC-UFMS, aprovou com alterações o novo regimento interno da ADUFMS – Seção Sindical do ANDES. A direção da entidade aguarda o resultado das assembleias nos campi para consolidar e encaminhar a ata final e o respectivo pedido de registro em cartório e a homologação da filiação ao ANDES – Sindicato Nacional. A medida também visar evitar a vacância do ponto de vista de gestão financeira e administrativa da entidade. Garantir que as obrigações estatutárias, como aprovação anual das contas pelo Conselho Fiscal, sejam cumpridas integralmente ao final do mandato.

Professores de Campo Grande aprovam regimento interno, reforma do prédio da ADUFMS e a prorrogação de mandato em até um ano.A assembleia de Campo Grande também aprovou a prorrogação do mandato da atual diretoria para no máximo um ano. A medida visa consolidar o processo de migração da ADUFMS-Sindicato em seção sindical do ANDES. Desta forma o processo eleitoral previsto para acontecer em maio deverá acontecer somente após a regularização jurídica e a consolidação da filiação ao Sindicato Nacional.  Os presentes também indicaram à nova direção colegiada o preenchimento dos cargos vagos na atual diretoria, em razão de doença, aposentadoria ou motivos pessoais. O atual estatuto da ADUFMS-Sindicato era omisso neste ponto e deixava a direção executiva sem alternativa frente a estas circunstâncias.

Em linha gerais, o novo regimento da ADUFMS como seção Sindical do ANDES incorpora as características de representação multicampi da UFMS. Prioriza a discussão e as decisões coletivas. Transforma as atuais seções sindicais em subseções sindicais, com assento na direção colegiada. As reuniões desta instância poderão ser abertas a participação dos filiados. Incorporou também a participação virtual dos representantes sindicais como forma de democratizar as decisões e reduzir custos com diárias e deslocamentos dos participantes.

Prof. Fábio Viduani apresenta slide com a nova fachada da sede administrativa da ADUFMS-Sindicato.

Sobre o pedido de desapropriação da seção sindical da ADUFMS de Aquidauana por parte da UFMS, a assembleia autorizou a direção a fazer as negociações ou os encaminhamentos jurídicos necessários, visto que a construção com recursos próprios da ADUFMS foi autorizada em 2013 pelo Conselho Universitário, na gestão do professora  Célia Maria Correa Oliveira. O procedimento de regularização de cedência ou de comodato não foi encaminhado pelo pró-reitora competente época, entretanto foi feito de boa fé com então direção presidida pelo professor Paulo Aidamus.

A assembleia também aprovou o projeto de reforma fatiada na sede da ADUFMS-Sindicato de Campo Grande. O projeto arquitetônico da nova planta foi projetado em telão.  Regulariza o atual prédio, adequando ao código de obras e uso do solo. O custo total apresentado no memorial prevê investimentos iniciais da ordem de R$ 460 mil, disponível na rubrica conta investimento patrimonial. Cinco empresas apresentaram os projetos, inclusive em parceria com professores da Faeng-UFMS e foi escolhido o que menor orçamento e adaptação às necessidades financeira, administrativa, social e pedagógica da entidade.

A assembleia autorizou a execução da primeira parte da obra que prevê a reforma total do salão de festa da ADUFMS-Sindicato. Contempla banheiro, cozinha, colocação de vidro na fachada na lateral, telhado, isolamento acústico, sistema de segurança e de refrigeração. Também a efetivação de pequenas obras prevendo a acessibilidade em ambos os prédios.

A decisão de reformar primeiramente o salão foi analisada do ponto vista de economia. Gerará mais demanda por aluguel, pois o espaço ficará mais adequado e convidativo para festas e atividades promovidas pela direção, associados ou terceiros.

Assessoria de imprensa da ADUFMS Sindicato.

 

 

 

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UFMS abre inscrições para disciplina ‘O golpe de 2016 e a crise da democracia do Brasil’

O colegiado do Curso de Filosofia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com o apoio da ADUFMS-MS, Sista-MS e o grupo Práxis, promoverá, com a colaboração multi e interdiscplinar de diversos cursos, faculdades e centros, a oferta de disciplina optativa “O golpe de 2016 e a crise da democracia do Brasil”.

A primeira aula acontecerá no dia 20/03 às 19 horas no Anfiteatro da FAALC na Cidade Universitária da Federal em Campo Grande. As inscrições seguem até o dia 27/03 por meio de cadastro eletrônico (link no final do texto) ou diretamente na Secretaria do Curso de Filosofia.
Até momento o curso já tem mais de 40 inscrições. O oferecimento da disciplina é a soma de forças e empenho coletivo da comunidade acadêmica brasileira no sentido de incentivar análise crítica e de qualidade do recente fato histórico. A disciplina segue ementa e bibliografia da iniciativa pioneira da UnB, proposta pelo Prof. Luis Felipe Miguel.

Na UFMS a matéria contará com a participação de 16 professores de diferentes especialidades e tem o apoio da ADUFMS (Sindicato dos docentes da universidade) e do CAFIL (Centro Acadêmico do Curso de Filosofia).

PRÁXIS UFMS

A disciplina também faz parte das ações do coletivo Práxis UFMS, grupo que se destina a divulgação, organização e recebe sugestões de ações práticas, tais como manifestações, eventos, inserções, intervenções que manifestem a indignação da comunidade acadêmica diante da contínua retirada de direitos em todos os âmbitos. O grupo é plural, suprapartidário e continente às diferentes posições da esquerda dispostas a lutar pelo retorno ao Estado Democrático de Direito.

Faça sua inscrição no link: http://bit.ly/InscrDiscipGolpe
Confirme sua presença no evento no Facebook: http://bit.ly/EventoDisciplina
Informações: filo.fach@ufms.br

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Delegadas/os da etapa estadual da Conape reafirmam compromisso de trabalhadoras/es da educação com ensino público

Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

Participantes da etapa sul-mato-grossense da Conferência Nacional Popular de Educação (Conape) reforçou a disposição de luta contra o desmonte e os retrocessos na educação pública orquestrados pelo Governo Temer.

A Conape estadual reuniu mais de 340 delegadas/os eleitas/os nas conferências municipais, além de pessoas ligadas aos movimentos sociais, sindicais e outros setores ligados ou de apoio à educação. O evento aconteceu em Campo Grande na sexta-feira 9 e no sábado 10 na Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) e em auditório  do Complexo Multiúso da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Segundo a diretora da Faculdade de Educação (Faed-UFMS) e coordenadora do Fórum Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul (FEE-MS), Ordália Almeida, foi um desafio realizar conferência estadual com número expressivo de participantes tiradas/os em 12 conferências intermunicipais, quatro municipais e uma livre, realizada por docentes da UFMS, sem o apoio institucional necessário do Ministério da Educação (MEC) e concretizada devido a persistências das entidades sindicais ligadas à educação, profissionais e secretários comprometidos com o fortalecimento das instâncias de decisão coletiva. Evidenciou esforço desenvolvido pelo Conselho Estadual de Educação CEE-MS, FETEMS, ADUFMS-Sindicato e outras entidades parceiras.

Na abertura do evento, a professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, que integrou a comissão organizadora do evento e coordenou as mesas de trabalho, representando a ADUFMS-Sindicato, resgatou que o auditório da FETEMS a fazia lembrar da trajetória de luta na defesa da educação pública e conquistas salariais e de melhores condições para o magistério sul-mato-grossense.

A docente destacou que a realização da Conape estadual  são a magnitude, a expressão de luta e força que marcam a vida das/os profissionais da educação. Colocou a centralidade da conferência na formulação de políticas públicas. Mariuza Aparecida condenou a lógica mercadológica e conservadora do movimento Escola sem Partido que ataca as bases democráticas na formulação da política educacional pública no País.

Para a professora  a educação é uma prática social adequada a um fim, campo de disputa de projetos e espaço de contradições, que ora apresenta avanços, ora recua, como os retrocessos do atual momento. Defendeu a educação como direito da/o cidadã/ão – ensino laico, gratuito e de qualidade.

As posturas adotadas pelo Governo Temer, opinou Mariuza Aparecida, comprometem as metas de universalização da educação na idade de 4 a 17 anos de idade, gratuita e de qualidade. Abandonam os Ceins (centros de Educação Infantil) à própria sorte.

Destacou ainda a importância da construção de um sistema nacional de educação com base nos eixos estruturantes previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), garantindo o princípio da gratuidade, laicidade e referência social.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Nota de falecimento – professor José Carlos Dorsa Vieira Pontes

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Corpo do ex-diretor do HU foi encontrado em sauna. As causas da morte estão sendo investigadas (Foto: Diário Digital.com.br)

Com pesar, a ADUFMS-Sindicato comunica a morte do professor José Dorsa Vieira Pontes, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Famed-UFMS), ocorrida domingo 11 de março. O docente era filiado à ADUFMS-Sindicato. O velório está marcado para às 12h desta segunda-feira no cemitério Parque das Primaveras.

De acordo com a Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o docente era graduado “em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1989), Especialista em Cardiologia Clínica e Cirurgia Cardiovascular, [tinha] mestrado em Cardiologia & Cirurgia Cardiovascular pela Fundação Cardiovascular São Francisco de Assis (1994) e doutordo em Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular pela Fundação Cardiovascular São Francisco de Assis (1998). [Era] professor ASSOCIADO da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, membro concursado do Serviço de Cirurgia Cardiovascular do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, chefe da Cardiologia Clínica do Hospital Evangélico de Mato Grosso do Sul, ex-presidente da Regional Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e orientador da Fundação Cardiovascular São Francisco de Assis. [Tinha] experiência na área de Medicina, com ênfase em Cirurgia Cardiovascular, atuando principalmente nos seguintes temas: cirurgia cardíaca e insuficiência miocárdica. Ex-chefe do Departamento de Clínica Cirúrgica (2005 -2009). [Ex]-diretor-geral do Núcleo de Hospital Universitário da UFMS (2009-2013)”.

Leia também: Gestão conturbada no HU.

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Titulares da Comissão Eleitoral da ADUFMS-Sindicato elaboram normas para escolha da nova diretoria

Foto: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

A fim de elaborar as normas do processo para a escolha da nova gestão da ADUFMS-Sindicato, titulares da Comissão Eleitoral reuniram-se na manhã de hoje, 12 de março, na sede da entidade, em Campo Grande.

Participaram da reunião a presidente da Comissão, Anamaria Santana da Silva, professora aposentada pelo Câmpus do Pantanal (CPAN) da UFMS , Sheila Denize Guimarães Barbosa, professora na Faculdade de Educação (FAED) da UFMS e Carlos Henrique Aguena Higa, professor na Faculdade de Computação (FACOM) da UFMS.

As eleições estão previstas para o mês de maio deste ano e a Comissão Eleitoral é responsável por todo o processo.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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