Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

Destaque com foto

Comunidade da UFMS protesta a favor da democracia e contra o autoritarismo

Foto: ARNOR RIBEIRO/ADUFMS-SINDICATO

Estudantes, docentes e técnic@s administrativ@s tornearam o Paliteiro (símbolo da Universidade Federal de Mato Grosso Sul) com faixa de luto em defesa da democracia. Elas/eles protestaram contra a onda repressiva da Justiça Eleitoral e da Polícia a atividades contra o autoritarismo desenvolvidas em instituições públicas de ensino superior, pesquisa e extensão no Brasil.

O ato aconteceu nesta sexta-feira 26 de outubro na Cidade Universitária Campo Grande (UFMS) no fim da manhã e início da tarde. Na manifestação foram lembrados os trinta anos da Constituição Federal de 1988, carta que instituiu direitos humanos e democracia como fundamentais para o exercício da liberdade de expressão no País. Antes do ato, as pessoas se concentraram na entrada da Biblioteca Central.

Integrantes da comunidade universitária gritaram pelo exercício dos direitos democráticos e abominaram qualquer forma de autocracia, governo e Estado repressivos. “Não à censura! Abaixo a ditadura!”, exclamaram @s manifestantes.

A organização de alun@s na UFMS pela democracia e em defesa da universidade pública foi enfatizada nas vozes de protesto. “Nas ruas, nas praças… Quem disse que sumiu?! Viva o movimento estudantil!”, pronunciavam.

Participaram do ato a ADUFMS-Sindicato e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS). A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, reforçou o compromissão dos movimentos “de dizer que a universidade pública pertence ao povo do Brasil”.

A acadêmica Camila Jara alertou contra o processo de extermínio da liberdade constitucional de expressão das ideias, sem qualquer forma de censura. “A gente vai perdendo aos poucos os direitos.”  A imprensa acompanhou a manifestação.

Veja o vídeo da manifestação

Comunidade universitária da UFMS protesta contra repressão dos TREs às universidades brasileiras

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Grupo de universitários promove ato simbólico no Paliteiro contra repressão da Justiça Eleitoral em 26 universidades federais  

Panfleto censurado da Assoiação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande

A face autoritária, partidária e repressiva dos Tribunais Regionais Eleitorais que  tentam silenciar o clamor por democracia dentro das universidades.  São mais 26 universidades que passaram diligências da Polícia Federal ou da Polícia Militar nesta reta final de campanha. Em protesto a repressão e em solidariedade as universidades que  têm sua autonomia violada pelo poder judicário, docentes, alunos e técnicos administrativos estenderão uma faixa preta no Paliteiro, localizado na entrada da UFMS, às 11h30 desta sexta-feira (26.10).

Na quinta-feira, o juiz eleitoral,  Rubens Witzel, do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso do Sul notificou a Reitoria Universidade da Grande Dourados (UFGD), em Mato Grosso do Sul , para proibir a aula pública  “Esmagar o Fascismo”.

A onda facista pela judicialização também chegou a Universidade  Federal de São João de Del Rei, em Minas Gerais. A juíza da 30ª  Zona Eleitoral, Anna Beatriz Rodrigues Rocha, no dia 24 de outubro, determinou no prazo de 48 horas para  a retirada de nota pública do site da instituição de ensino superior: endereço  http://www.ufs.edu.br/noticias_ler.php?codigo_noticias=7207> . Também o bloqueio do impulsionamento da respectiva nota denunciando as possíveis medidas que afetarão a gestão e financiamento das universidades.

De acordo com matéria publicada pelo site Brasil de Fato , “policiais federais armados adentraram Associação Docente da Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG) obedecendo a um mandado de busca e apreensão, expedido pelo juiz eleitoral Horácio Ferreira de Melo Junior, para recolher o “Manifesto em Defesa da Democracia e da Universidade Pública”, assinado pela entidade sindical e aprovado pela categoria em Assembleia. A PF  também levou o HD do computador da assessoria de imprensa do sindicato docente”.

O site do Andes-Sindicato Nacional, informou que “na noite de terça-feira (23.11), a Faculdade foi alvo da ação de fiscais do TRE-RJ e da Polícia Militar. Eles entraram no local sem mandado de busca e apreensão e retiraram uma bandeira com os dizeres “Direito UFF Antifascista”./ “Os agentes teriam alegado que combatiam a “propaganda política negativa”. Horas depois, os estudantes hastearam novamente a bandeira”.

O site informou que ainda que “Mariana Trotta, 1ª vice-presidente da Regional Rio de Janeiro do ANDES-SN , estava presente na manifestação de quarta-feira (24) , avalia que a ação do TRE demonstra que a própria justiça eleitoral considera haver uma candidatura fascista. “[O TRE] entende que essas organizações [estudantis] estão se opondo a uma candidatura, estão fazendo debate eleitoral”, avalia.

Mandato do TRE-MS determinando a suspensão da aula pública “Esmagar o Fascismo” a ser ministrada na UFGD

Na Universidade Federal da Bahia (UFBA) o Comitê de Estudantes em Defesa da Democracia foi monitorada por quatro homens que se identificaram como policiais civis. A docente que coordenava o  trabalho explicou que não poderiam ficar no local. Ao começar se ausentar sinalizaram uma arma com os dedos, símbolo da campanha do candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro.

Já totalizam mais de 26 universidades acionanadas judicilamente ou por ações de policiais:

  1. ADUFCG (Campina Grande)
  2. UFJS (São João Del Rei)
  3. UFGD (Grande Dourados)
  4. UFERSA (Rural do Semi-Árido)
  5. UFFS (Fronteira Sul)
  6. UEPB (não vi documento).
  7. Declaração do reitor da UFBA denunciada ao Ministério Público.
  8. UFF (Niterói)
  9. UFRJ
  10. UFPA (Iguarapé-Açu),
  11. UniRio (Rio de Janeiro)
  12. UFMG,
  13. Unilab (Palmares)
  14. Cepe-RJ
  15. Unilab-Fortaleza
  16. UNEB (Serrinha)
  17. UFU (Uberlandia),
  18. UFG
  19. UFRGS
  20. UCP (Petropolis)
  21. UFSJ
  22. UERJ
  23. ADURGS
  24. IFSC
  25. IFRJ – Campus de Campos.
  26. UNIRIO

 

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Evento da ADUFMS-Sindicato em comemoração ao Dia do Professor e da Professsora reune mais de 200 pessoas 

Confira mais de 400 imagens da festa. Clique sobre as fotos deste texto (Fotos: Ernesto Franco)

A festa comemorativa ao Dia do Professor e da Professora no Buffet Romeu e Julieta reuniu mais de 200 convidad@s na sexta-feira (19-10) em Campo Grande.

Com música, o cardápio de entrada foi liberado nas primeiras horas. Docentes ativ@s e aposentad@s aproveitaram a ocasião para conversar, rever velh@s amig@s e falar sobre o momento pelo qual passa o Brasil.

Animad@s ao som da Banda Lilás, @s presentes dançaram até a madrugada de sábado, embalad@s por gêneros musicais, como MPB, rock, bolero e sertanejo universitário.
A presidenta da ADUFMS-SindicatoMariuza Aparecida Camillo Guimarães, fez a saudação inicial. A sindicalista reafirmou a disposição da entidade em defender os interesses da categoria e da universidade pública.
O clima da polarização política se expressou no evento. O professor Paulo Cesar Duarte Paes, representante do Sindicato no Conselho Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Coun-UFMS), pediu a palavra para alertar todo a categoria sobre o projeto de destruição da universidade pública.

O mesmo alerta foi dado pelo diretor de Assuntos de Aposentadoria da ADUFMSOswaldo Rodrigues. O filiado não se intimidou e pediu votos para o candidato Haddad, na sua opinião o mais preparado para governar o Brasil e compromissado com a universidade pública, gratuita. Recebeu aplausos, acenos de lenço vermelho,  mas também vaias de um grupo que reagiu, contestando a posição do docente.

As bebidas foram servidas à vontade. Um barmanserviu bebidas artesanais.
Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

 

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Por uma Frente Ampla em Defesa da Democracia

 Andifes

As eleições para a Presidência da República e para o Congresso Nacional constituem o momento mais significativo do exercício da cidadania em nosso País. Nesse contexto, os reitores das Universidades Federais, reunidos na Andifes, consideram essencial reafirmar valores definidores da Universidade Pública, como liberdade de opinião e de expressão, bem como os direitos humanos, tomados pela Constituição Federal Brasileira como fundamentos da sociedade democrática. Nesse sentido, foi elaborado o documento “Educação Para a Democracia e o Desenvolvimento”, no qual se defende a expansão do ensino superior público, com inclusão social e excelência acadêmica, expressas nos laços indissolúveis entre ensino, pesquisa e extensão universitários. A Andifes fez chegar esse documento a todos os candidatos à Presidência, os quais foram convidados a dialogar com o conjunto dos reitores. Alguns candidatos aceitaram o convite, outros agradeceram, justificaram a ausência e disponibilizaram suas propostas e, ainda, uns poucos ignoraram.

A Andifes tornou públicas suas posições e contribuições, visando a enriquecer e aprofundar o debate. Infelizmente, o espírito do debate, essencial à educação brasileira, bem como à democracia, não tem preponderado em todo o processo eleitoral. Na disputa eleitoral, de forma muito preocupante, ganhou vida e dimensão uma proposta autoritária e de claro rebaixamento dos valores civilizatórios, que ademais incentiva formas explícitas de discriminação de segmentos sociais tradicionalmente oprimidos, manifestando conivência com práticas de violência moral, física ou simbólica, como forma de resolução de conflitos ou imposição de visão de mundo. Esse ambiente aponta um futuro ameaçador para a sociedade brasileira. E também ameaçador para a educação e a universidade. Primeiro, ao renunciar à garantia constitucional de direito a uma educação pública e gratuita. Segundo, ao também hostilizar a autonomia da universidade pública, que conta com idêntica garantia constitucional, voltando-se contra dirigentes e toda a academia.

Quando o medo impera sobre a argumentação, e direitos são restringidos; quando conquistas sociais são comprometidas, e instituições responsáveis pela formação de cidadãos, pela produção de ciência, cultura e arte, veem sua imagem maculada, a Andifes não pode se omitir. É nossa obrigação alertar a sociedade para o impasse atual que nos pode comprometer o futuro como sociedade, atingindo esse específico patrimônio da humanidade que são as universidades públicas. A sociedade brasileira vê-se assim desafiada a examinar, com profundidade, as propostas apresentadas pelas atuais candidaturas, sendo imperioso rejeitar os discursos e as práticas que motivam e respaldam a violência e os ataques às instituições, aos valores da democracia participativa e aos direitos humanos.

Dessa forma, dada a gravidade do momento, os reitores das Universidades Federais, reunidos na Andifes, conclamam ao debate e à mobilização toda a academia brasileira. Essa, certamente, é uma preocupação que extrapola os contornos da academia. Portanto, conclamam, igualmente, todos que prezam pelos valores em risco a se juntarem para a construção de uma Frente Ampla em Defesa da Democracia. Somente a sinergia de um esforço de brasileiros, de todos os cantos e credos, plural e diverso, pode frear essa marcha de insensatez. Recusamo-nos a aceitar que um futuro obscuro seja inevitável. Queremos preservar o direito de divergir, de ter opinião e identidade. O tempo é agora, o lugar na história é este, e os responsáveis somos nós.

Brasília, 17 de outubro de 2018.

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Presidenta da ADUFMS recebe medalha do Mérito Educativo Campo-Grandense

Eduardo Romero (REDE) coloca  medalha de mérito educativo em Mariza Guimarães, em solenidade na Câmara de Vereadores.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Guimarães, recebeu nesta terça-feira (15.10), a Medalha Legislativa do Mérito Educativo Campo-grandense, ortogada pela Câmara de Vereadores e indicação do vereador Eduardo Romero (REDE), egresso da curso de Jornalismo e do mestrado em Comunicação da UFMS.

A escolha do vereador aconteceu em decorrência do trabalho de Mariúza em defesa da escola pública no ensino fundamental, médio e agora superior. Também foi homeneada a professora Vera Lucia Guerra da UEMS, egressa do curso de Pedagogia da UFMS.

A diretora da Faculdade de Educação (Faed) da UFMS, Ordália Almeida, compôs a mesa de trabalho, representando a UFMS.

Como presidenta da ADUFMS-Sindicato e coordenadora do curso de Pedagogia da UFMS, campus de Campo Grande, Mariuza tem levantada a voz e promovendo diversas atividades em defesa da educação pública e contra os avanços privatizantes que visam desmontar a universidade gratuita, laica, para todos e socialmente referenciada.

No sindicato, a dirigente tem denunciado o autoritarismo e adoções de medidas verticalizadas pela atual administração, além da sobercarga de trabalho e do produtivismo sem limites incorporados pelas instituições federais de ensino com base no sistema privado superior.

Mariuza tem advertido sobre os riscos da emenda constitucional 95/2016 (PEC 55-2016) que congela os investimentos da educação e na saúde pública por 20 anos e medidas, o corte de orçamento para as universidades e adoção de que põem fim a estabillidade no emprego no serviço público, acompanhado pelo crescente aumento dos gastos com a contratação de serviços terceirizados.

Assessoria de imprensa da ADUFMS Sindicato.

 

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Legislativo de Campo Grande homenageia dirigente da ADUFMS-Sindicato nesta segunda-feira 15

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Professora Doutora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Faed-UFMS) será homenageada nesta segunda-feira  (15 de outubro) com a Medalha Legislativa do Mérito Educativo Campo-Grandense.  Proposição do vereador Eduardo Romero, a outorga acontecerá às 19 horas na Câmara Municipal de Campo Grande, Plenário Oliva Enciso, em sessão solene.

O título é um reconhecimento do trabalho desenvolvido pela docente-pesquisadora na área educacional, sindicalista,  e seu engajamento em defesa do ensino público, laico e socialmente referenciado.

Mariuza Aparecida Camillo Guimarães graduou-se em Pedagogia (1987) pela UFMS, onde fez  Especialização em Educação Especial (2000), Mestrado (2005) e Doutorado (2012) em Educação. Atuou como docente na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul bem como técnica e coordenadora pedagógica na área de Educação Especial.

No ensino superior foi docente na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp,  atual Universidade Anhanguera-Uniderp), na Associação de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul (FCG-Facsul), na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Coordenadou o Curso de Pós-Graduação em Educação Especial no Instituto de Qualificação Profissional Libera Limes. Integrou o Conselho Estadual de Educação (CEE-MS), representando os movimentos populares, no período de 2003 a 2007, tendo ocupado a presidência desse órgão na Gestão 2006-2007. Pela UEMS, foi suplente no CEE-MS de 2008 a 2011.

Exerceu docência no Câmpus de Aquidauana da UFMS (2011 a 2014). Ainda no CPAQ coordenou o Curso de Pedagogia (2011-2012) e a Gestão Acadêmica, no período de agosto de 2013 a fevereiro de 2014.

Atualmente está lotada na Faed-UFMS-Campo Grande, onde coordena o Curso de Pedagogia, mandato 2018-2020. É efetiva do Grupo de Estudos e de Investigação Acadêmica nos Referenciais Foucaultianos (Geiarf-UFMS-CNPq). Colaborou no projeto de pesquisa “A participação da UEMS para a Construção da Educação Inclusiva em MS” e “Ensino Fundamental de Nove Anos: Regulamentação x Implementação” (UEMS/UFMS/UFGD). Foi coordenadora do Projeto de Pesquisa “Os discursos da educação inclusiva pelos professores dos anos iniciais do ensino fundamental”, no período de 2014 a 2016. Coordenou os projetos de extensão “Curso Básico em Libras”; “Curso de Aperfeiçoamento em Libras”, Seminários Temáticos em Educação Especial (2011-2013).

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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CARTA-COMPROMISSO: NOSSO CANDIDATO TEM DE SER COMPROMETIDO COM EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE

Estas eleições vão decidir o rumo da universidade pública brasileira. Mais que eleger  presidente  ou presidenta da República comprometido/a com a educação pública de qualidade, gratuita e socialmente referenciada, temos de eleger uma bancada expressiva de deputados/as estaduais, deputados/as federais e senadores/as comprometidos/as com os interesses do nosso segmento. É necessário barrar os  avanços dos grupos privatistas que se alojaram no Ministério da Educação (MEC), o produtivismo estafante, a perseguição e o medo instalados em nosso ambiente de trabalho.

Precisamos de segurança, estabilidade e motivação para continuar contribuindo para o desenvolvimento científico e tecnológico da sociedade brasileira.

Por isso, apresentamos aqui os compromissos que devem ser abraçados pelos candidatos e pelas candidatas nos/nas quais vamos votar, formulados pelo coletivo de educadores/as da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e que contemplam, em certa medida, nossas aspirações.

Votem bem! Votem na defesa do nosso trabalho e da universidade pública gratuita e de qualidade.

Mariuza Aparecida Camillo Guimarães

Presidenta da ADUFMS-Sindicato

COMPROMISSO COM AS/OS DOCENTES DAS IFES

  • Papel imperativo na recomposição do quadro docente das instituições federais de ensino superior (Ifes), considerando o déficit acumulado nas últimas décadas (vagas não-repostas decorrentes de aposentadoria, de invalidez, de morte, de demissões) e necessidade de ampliação do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).
  • Proposição de projetos de lei voltados à garantia da manuntenção de concursos públicos nas instituições de ensino superior (IES), de modo a prevalecer a contratação unicamente pelo Regime Jurídico Único (RJU), via concursos públicos. Substitutos/as apenas em situações eventuais de excepcionalidade.
  • Ação efetiva para garantia de proporcionalidade entre a ampliação do número de matrículas e a ampliação do número de cargos docentes, preferencialmente em regime de dedicação exclusiva, e técnico-administrativos em educação, conforme projeção de necessidades definida de forma autônoma em cada unidade acadêmica, com autorização de concursos efetivos, espaço físico e equipamentos adequados.
  • Apoio à retomada do processo de discussão entre servidor@s públic@s e o governo, a fim de definir as Diretrizes Gerais para Planos de Carreira d@s Servidores Públic@s (DPC), que incluam: a) carreira única para todas/os docentes das Ifes; b) remuneração integral e isonômica d@s integrantes de mesmo nível de carreira, unificando os percentuais correspondentes à titulação e regime de trabalho.
  • Proposição de projetos de lei para a incorporação de todas as gratificações ao vencimento, assegurando isonomia salarial pela remuneração integral e uniforme do trabalho prestado pel@ profess@r do mesmo nível da carreira, mesmo regime de trabalho e mesma titulação, regime de dedicação exclusiva como parte estrutural da carreira e do projeto de educação, paridade salarial entre ativ@s e aposentad@s.
  • Defesa dos direitos de todos/as docentes das diferentes carreiras e setores que compõem a categoria: educação superior e da ensino básico, técnico e tecnológico  (EBTT).

Ação ativa na luta

  • pelo reconhecimento da data-base em 1º de maio para @s servidor@s públic@s e revisão anual dos vencimentos;
  • pela correção salarial com aplicação do índice de 25,63%, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese);
  • pela retirada dos projetos do Congresso Nacional que atacam os direitos d@s SPFs (servid@s públic@s federais);
  • pela efetivação de política salarial permanente com correção das distorções, reposição das perdas inflacionárias e recuperação das perdas históricas;
  • pela defesa da valorização da carreira docente e da eliminação de todas as formas de precarização do trabalho do magistério;
  • pela defesa da recuperação do preceito constitucional original de aposentadoria integral e paridade entre ativ@s e aposentad@s, resguardando o poder aquisitivo dos proventos, a manutenção de direitos e vantagens percebidos quando da aposentadoria;
  • contra o padrão do produtivismo científico;
  • pela defesa de um sistema de avaliação institucional das Ifes de caráter autônomo e democrático, e que essa avaliação seja apenas para fim interno de estudo bem como para definição de estratégias de atuação;
  • pela defesa da eliminação, no sistema de avaliação acadêmica, de qualquer exigência do cumprimento de metas burocrático-gerenciais;
  • contra a utilização de sistemas de operacionalização acadêmica como ferramenta de vigilância, controle e subnotificação do trabalho nas Ifes;
  • pela defesa de Ifes que garantam as boas condições de trabalho, com controle dos fatores determinantes das condições de insalubridade, periculosidade, penosidade que representem qualquer tipo de risco à saúde física e mental d@s docentes e técnic@s administrativ@s em suas atividades acadêmicas;
  • pelo combate a toda e qualquer forma de discriminação, de opressão, de assédio sexual e moral;
  • pelo combate às perseguições àquel@s que lutam em defesa da universidade pública;
  • pela institucionalização de cotas femininas nas eleições dos órgãos internos das Ifes.

 

TÉCNICAS/OS ADMINISTRATIVAS/OS EM EDUCAÇÃO (área federal)

  • Defesa do  Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE, Lei 11.091, de 12 de janeiro de 2005) – não à reestruturação que retira direitos e  desmonta a carreira.
  • Luta para a garantia do piso salarial de três salários mínimos e step de 5%.
  • Realização de estudos e apresentação de projetos de lei para a ampliação do art. 3º da Lei 12.772/2015 para os TAE.
  • Luta pela racionalização dos cargos do PCCTAE.
  • Proposição de projetos de lei para a jornada de trabalho de trinta horas.
  • Ação efetiva para revogação do Decreto 9.262/2018 que extingue cargos e veda concursos públicos.
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NOTA DA ADUFMS-SINDICATO EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA, LAICA , DE QUALIDADE E SOCIALMENTE REFERENCIADA

Fomos surpreendidos/as no dia 27-09-2018 com a publicação da Resolução  112 do Conselho Universitário (Coun) que constituía uma comissão para discutir “assuntos inerentes à privatização das universidades públicas”. Essa comissão cuja finalidade proposta é a de promover debates permanentes no interior da UFMS com vistas a conter as estratégias de privatização em curso.

A universidade pública, gratuita, laica e de qualidade socialmente referenciada foi desde sempre a reivindicação dos movimentos populares e sociais e tem sido nos dois últimos mandatos na ADUFMS-Sindicato a sua principal palavra de ordem

A Resolução foi republicada em 28-09-2018 trazendo uma correção que, apesar de ainda não refletir a ideia proposta, dá uma perspectiva do que se pretende: “discutir assuntos inerentes às ações em curso no país que pretendem avançar com a proposta de privatização das universidades públicas e delinear estratégias em defesa da universidade pública.”

Estamos atentos/as ao que acontece no país e na UFMS. Estaremos divulgando passo a passo as discussões e proposições da citada comissão. Entendemos que a única forma de conter o avanço privatista é por meio do conhecimento aprofundado de suas estratégias de forma a implementar ações que impeçam a sua efetivação.

Reafirmamos o nosso compromisso com a universidade pública, gratuita, laica e socialmente referenciada!

DIRETORIA DA ADUFMS-SINDICATO

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Coun aprova proposição da ADUFMS-Sindicato para barrar medidas privatizantes nas universidades públicas

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, integra comissão para barrar medidas privatizantes na UFMS  (Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Coun-UFMS) aprovou a criação de comissão para discutir e contrapor-se às ações no Brasil que pretendem adotar políticas de privatização das universidades públicas. A proposta foi apresentada  pelo representante da ADUFMS-Sindicato no colegiado, Professor Doutor Paulo Cesar Duarte Paes.  O grupo vai delinear estratégias em defesa das instituições universitárias públicas.

A Resolução n. 112, de 20 de setembro de 2018, foi republicada no Boletim de Serviço (BS), a pedido do Sindicato, visto que o primeiro conteúdo gerou interpretação contrária ao sentido proposto, pois dava a entender que a discussão era em torno da privatização da UFMS.

Comissão aprovada no Coun foi proposta pelo professor Paulo Cesar Duarte Paes (centro), representante da ADUFMS-Sindicato no Coun

O diretor de Divulgação e Imprensa da ADUFMS-Sindicato, Professor Doutor Antonio Firmino de Oliveira Neto, explicou que a primeira redação da resolução estava confusa, subjetiva em relação àquilo que fora proposto e definido como objetivo da comissão.

Integram a Comissão de Assessoramento a pró-reitora de Planejamento, Orçamento e Finanças, Dulce Maria Tristão,  a Professora Doutora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães (presidenta da ADUFMS-Sindicato), o técnico administrativo Augusto Cesar Portella Malheiros (que vai presidir os trabalhos), os professores doutores Henrique Mongelli, Paulo Cesar Duarte Paes e Fernando Rodrigo Farias.

A finalidade da comissão é atuar de forma antiprivatizante visando à defesa das instituições públicas de ensino superior.

A intenção é criar movimento político que vá além da comissão, com  promoção de eventos, seminários de discussão em defesa da UFMS e outras instituições públicas de ensino, pesquisa e extensão. Atuar sobretudo antes das eleições presidenciais debatendo quais são @s candidat@s que defendem a instituição pública e quais são @s privatistas.

Antissuspensão – A criação da comissão também consistiu em uma forma de reação às suspensões de sete cursos na UFMS aprovadas na mesma reunião do Coun, ocorrida dia 20 setembro de 2018. Sob protestos de estudantes, docentes ligados/as à ADUFMS-Sindicato e de técnic@s administrativ@s da UFMS, contrári@s à homologação das suspensões, @s integrantes do Coun conseguiram reverter a decisão ad referendum da administração central que estabelecia suspensão do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Três Lagoas (CPTL), não homologando a Resolução 85 (3-09-2018).

Antes dessa posição,  votação no Conselho de Graduação (Cograd) em 18 de setembro de 2018 derrubou outra decisão unilateral da reitoria e da Pró-Reitoria de Graduação:  a Resolução 413 ad referendum assinada pelo pró-reitor de Graduação, Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, era favorável à “suspensão do Curso de Ciência da Computação – Bacharelado do Câmpus de Ponta Porã [CPPP], a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2019”. Diante de posicionamentos da comunidade universitária, da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), em defesa do curso do CPPP, integrantes do Cograd não homologaram a 413.

O resultado desfavorável à medida, no Cograd, forçou o presidente do Coun, reitor Marcelo Augusto Santos Turine, a pedir que não fosse votada na reunião do Conselho Universitário a Resolução 89/2018 assinada ad referendum,  com o mesmo propósito da 413. O pedido de Turine foi aceito pel@s conselheir@s do Coun. Com esse posicionamento ficou valendo a decisão do Cograd pela não-suspensão de Ciência da Computação em Ponta Porã.

NOTA DA ADUFMS EM DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

 

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Sob pressão, Coun rejeita suspensão de curso de graduação da UFMS em Três Lagoas

Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

Com críticas à administração central da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), pressão de estudantes, docentes, técnic@s administrativ@s e sindicatos, ameaças do presidente do Conselho Universitário (Coun), reitor Marcelo Augusto Santos Turine, de tirar manifestantes do Auditório do Complexo do Centro de Formação de Professores (Sedfor), conselheir@s votaram contra a suspensão de ingresso de novas turmas em Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Três Lagoas (CPTL), além de eliminar o termo ‘extinção’ de textos decisórios referente aos cursos de graduação de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Aquidauana (CPAQ) e  História – Licenciatura do Câmpus de Coxim (CPCX).

Ciência da Computação (CPPP): votação desfavorável à suspensão, no Cograd, fez com que o reitor Turine tirasse apreciação no Coun

A reunião ordinária do Coun que decidiu pela não-homologação da resolução 85 (3 de setembro de 2018) ad referendum de suspensão do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do CPTL, “a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2019”, ocorreu na quinta-feira 20 de setembro na Cidade Universitária – Campo Grande.

A essa posição soma-se a votação no Conselho de Graduação (Cograd) na terça-feira 18 de setembro, que derrubou outra decisão unilateral da reitoria e da Pró-Reitoria de Graduação:  a Resolução 413 ad referendum assinada pelo pró-reitor de Graduação, Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, era favorável à “suspensão do Curso de Ciência da Computação – Bacharelado do Câmpus de Ponta Porã [CPPP], a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2019”. Diante de posicionamentos da comunidade universitária, da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), em defesa do curso do CPPP, integrantes do Cograd não homologaram a 413.

Mariuza Aparecida: suspensão de História – Licenciatura no CPCX pode prejudicar formação de docentes para o ensino básico no Norte de Mato Grosso do Sul

A votação desfavorável à medida, no Cograd, fez com que o reitor Turine pedisse que não fosse votada na reunião do Coun a Resolução 89/2018 assinada ad referendum pelo próprio reitor na condição de presidente do Conselho Universitário, com o mesmo propósito da 413. O pedido de Turine foi aceito pel@s conselheir@s do Coun. Com esse posicionamento, fica valendo a decisão do Cograd, pela não-suspensão de Ciência da Computação em Ponta Porã.

Eram nove os cursos suspensos pelo reitor Turine e o pró-reitor de Graduação Ruy Alberto.  As não-homologações das suspensões de Letras no CPTL e Ciência da Computação  no CPPP, consequências das mobilizações que trouxeram estudantes e professor@s desses câmpus a Campo Grande para defender a não-suspensão, fizeram cair para sete o número de cursos de graduação suspensos na UFMS que teve votação favorável ao não-ingresso de novas turmas já a partir do próximo ano.

Os cursos em que houve homologação de resoluções ad referendum pró-suspensão, assinadas sem consistente participação da comunidade universitária, são os seguintes: superiores de Tecnologia em Construção de Edifícios, de Tecnologia em Saneamento Ambiental e de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial – os três estão locados na Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (Faeng); Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, do Câmpus de Nova Andradina (CPNA); Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura,  Turismo Bacharelado, os dois do Câmpus de Aquidauana (CPAQ); e História – Licenciatura do Câmpus de Coxim (CPCX).

O curso de Turismo Bacharelado (CPAQ) foi suspenso a partir do primeiro semestre de 2019 para realização “de estudo que resulte em uma proposta mais detalhada que garanta a sua manutenção para posterior avaliação”. Estudantes da UFMS explicaram que o enfoque do curso em hotelaria não corresponde à demanda da região, que é por turismo de aventura.

Ainda sobre o CPAQ, conselheir@s do Coun homologaram a suspensão do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura, com a exclusão da palavra ‘extinção’. Essa medida possibilita reestruturação e reavaliação do curso.

A exemplo do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do CPAQ, integrantes do Coun aprovaram a suspensão do Curso de História – Licenciatura, com eliminação do termo ‘extinção’ do texto. A presidenta da ADUFMS-Sindicato Mariuza Aparecida Camillo Guimarães (conselheira do Coun) explicou que não há, em instituição pública, outra graduação em História no Norte de Mato Grosso do Sul, o que, por se tratar de licenciatura, pode deixar as escolas da educação básica da região com carência de professor@s na área. A História do CPCX vai passar por reavaliação. Está suspensa a entrada de novas turmas a partir do primeiro semestre 2019.

Uma das críticas mais contundentes de integrantes do Coun foi sobre a suspensão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, do CPNA. Conselheiros argumentaram que a decisão do reitor Turine e do pró-reitor de Graduação Ruy Alberto foram tomadas sem que se levassem em consideração posicionamentos das instâncias colegiadas da UFMS em Nova Andradina: conselhos de Curso e de Câmpus.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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