Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

Destaque com foto

Greve de caminhoneiras/os: preocupação da ADUFMS-Sindicato e do Sista-MS não sensibiliza reitoria

A apreensão da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, em Mato Grosso do Sul (Sista-MS) em relação à segurança, à integridade, bem como à locomoção de professoras/es e técnicas/os administrativas/os, não ecoa na administração central da UFMS neste período de greve das caminhoneiras/os, movimento justo que reflete em setores essenciais como abastecimento de combustíveis.

As entidades representativas do funcionalismo havia encaminhado na segunda-feira 28 de maio, ao reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Marcelo Augusto Santos Turine, ofício pedindo “suspensão das atividades da UFMS, excetuando as que não possam ser interrompidas, para o que pedimos a estrutura necessária para o deslocamento dos profissionais com segurança, até que a situação seja regularizada, tendo em vista as dificuldades de técnicos administrativos e docentes para se dirigirem a seus respectivos locais de trabalho em todos os campi, incluída a Cidade Universitária em Campo Grande”.

Em uma atitude de risco, que excluiu as/os servidoras/es da UFMS, a reitoria suspendeu as aulas e avaliações durante greve do setor de transportes de cargas secas, diesel, gasolina e outros derivados de petróleo, não dispensando as/os funcionárias/os da instituição.

Mais ainda: em resposta ao documento protocolado pela presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, e pela coordenadora-geral do Sista-MS, Cleodete Candida Gomes, a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Carmem Borges Ortega, empurrou a decisão às administrações setoriais da Universidade. “Para que não haja interrupção das atividades e em caso de real necessidade, sob a responsabilidade das chefias, poderá ser adotado o regime de escalas, com a reposição das horas de trabalho após o restabelecimento das atividades.”

No ofício-resposta (ao lado), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) reforçou o caráter excludente da decisão de suspender as aulas e outros compromissos com alunas/os. “A Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – FUFMS vem acompanhando os desdobramentos da paralisação nacional e  informa que, apesar da suspensão das aulas e atividades avaliativas da graduação e da pós-graduação entre os dias 28 e 30 de maio, as atividades relacionadas aos trabalhos a serem desenvolvidos pelos docentes e técnicos administrativos estão mantidas, razão pela qual solicitamos que sejam utilizados bom senso, sensibilidade e compreensão quanto aos impactos das dificuldades de mobilidade dos servidores, mantendo-se o funcionamento das unidades.”

Na qualidade de entidades que são representantes do funcionalismo da Universidade, a ADUFMS-Sindicato e o Sista-MS pediram no ofício encaminhado na segunda-feira 28 de maio que o magnífico Turine compreendesse a situação pela qual docentes e técnicas/os administrativas/os vêm passando em função das restrições ocasionadas pela greve no setor de transportes de produtos. “Ressaltamos a preocupação, enquanto entidades de representação, quanto à segurança dos servidores desta instituição tendo em vista a instabilidade que pode ser verificada na sociedade quando alguns setores se aproveitam do movimento legítimo da classe trabalhadora na área do transporte para veicular discursos de ódio contra a população e em especial contra os servidores e servidoras públicos”, explicaram as sindicalistas Cleodete e Mariuza Aparecida. Nada disso foi levado em consideração pela administração central da UFMS.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , , , ,

ADUFMS-Sindicato apoia greve de caminhoneiras/os. Veja os motivos!

RECHAÇAMOS QUALQUER MANIFESTAÇÃO DE RETOMADA DA DITADURA EM RESPEITO AOS/ÀS DOCENTES E, EM GERAL, AO POVO BRASILEIRO. A POPULAÇÃO ESTÁ SOFRENDO VIOLÊNCIA NESTE DURO PERÍODO DE NOSSA HISTÓRIA. MANIFESTAMOS NOSSO COMPROMISSO PELA LUTA PERMANENTEMENTE EM DEFESA DA DEMOCRACIA E PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO CULTURAL, POLÍTICA E EDUCACIONAL. PARA LER EM PDF, CLIQUE SOBRE O TEXTO ABAIXO.

 

 

 

 

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,

ADUFMS-Sindicato e Sista-MS pedem à reitoria suspensão de atividades funcionais e docentes na UFMS

As entidades de docentes e de técnicas/os administrativas/os manifestam apreensão em relação à segurança de funcionárias/os públicas/os da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e reconhece a legitimidade das reivindicações de caminhoneiras/os. CLIQUE SOBRE O OFÍCIO PARA LER EM PDF.

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , ,

Lei da Mordaça sufoca denúncias de abuso sexual e da prática de prostituição infantil, alerta pesquisador da UFMS

Na palestra “Liberdade de ensino na escola e na universidade” realizada na segunda-feira (21-05), no auditório da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Campo Grande o Professor  Doutor Tiago Duque do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) alertou que a aprovação do Projeto de Lei 191/2017 (Lei da Mordaça) pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul pode ter efeito contrário ao propósito, estimulando a pedofilia e a prostituição infantil, devido ao cerceamento da discussão sobre sexualidade nas escolas públicas.

O pesquisador reiterou que a maioria dos casos de abuso sexual de criança e adolescentes acontece na família, dentro de casa, praticados por pais, parentes e amigos próximos. A aprovação pode beneficiar também a prostituição infantil, cujo os casos de abuso não são tratados pelo movimento Escola sem Partido. Opina que a proibição de temas envolvendo a educação nas escolas públicas vai sufocar as denúncias que reiteradamente acontece em sala de aula, em razão de laços de confiança estabelecidos com professores e professoras.

Tiago Duque lembrou que o autor inicial do projeto de Lei Escola sem Partido na Câmara de Vereadores, vereador Alceu Bueno (assassinado), foi caçado e processado por prática abusiva envolvendo adolescentes, em Campo Grande.

Evento reuniu docentes e estudantes da UEMS e da UFMS – Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato.

Durante a exposição,  Duque apresentou diversos memes produzidos por meio do programa Escola sem Partido e distribuídos nas redes sociais de círculos religiosos fundamentalistas ou identificados com posturas políticas conservadoras. Analisou o caráter preconceituoso, machista, homofóbico e elitista das criações de qualidade ruim que exploram a imagem de crianças brancas, bem-vestidas, geralmente associadas à propaganda antipetista, antimarxista e anticomunista.

A propaganda veiculada pelo Escola sem Partido e pela Maçonaria ataca a teoria de gênero de forma dogmática, patrocinando o preconceito contra as pessoas não-heterossexuais.  Prega a neutralidade da educadora,  do educador, no ato de ensinar e a objetividade, mitos derrubados pela própria academia que já admite a manifestação da subjetividade no ato de se comunicar, educar, presentes nas artes e em outros fatos culturais.

Para o pesquisador a atuação do Escola sem Partido trabalha o conceito de pânico moral, assentado no pensamento monolítico cristão que fere o princípio do Estado e da escola laicos e para todos/as.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , ,

NOTA DE REPÚDIO À DECISÃO EM LIMINAR QUE SUSPENDEU O CURSO GOLPE DE ESTADO DE 2016, CONJUNTURAS SOCIAIS, JURÍDICAS, POLÍTICAS E O FUTURO DA DEMOCRACIA NO BRASIL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL

Nós, abaixo assinados, manifestamos nosso repúdio à decisão judicial emanada em sede de liminar emitida em Ação Popular proposta pelo Senhor João Henrique Miranda Soares Catan em face da Fundação Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul – liminar concedida pelo Senhor Juiz de Direito Plácido de Souza Neto, da Segunda Vara Cível da Comarca de Paranaíba, Mato Grosso do Sul, em razão dos fatos e fundamentos que seguem: 1) A Liminar concedida pelo respeitado Magistrado Plácido de Souza Neto suspendeu a realização do curso Golpe de Estado de 2016, Conjunturas Sociais, Políticas, Jurídicas e o Futuro da Democracia no Brasil ao acatar, em fase de liminar o argumento do autor e parecer do Ministério Público de que a sua a realização teria caráter político sendo “[…] parte de uma ação coordenada, de natureza política, com o objetivo declarado de “reagir” a um pronunciamento do atual Ministro da Educação que criticava o oferecimento do curso idêntico por universidades públicas localizadas em outra unidade da federação […]” (Plácido de Souza Neto, fls. 198).

O equívoco do Sr. Magistrado ocorre já que, em vez de analisar os tópicos “1.6.1 Justificativas do Projeto” e “1.6.3 Objetivos do Projeto”, que, em ambos os casos, esclarecem as justificativas e objetivos acadêmicos do projeto relacionado as discussões relevantes para o momento político, jurídico, social e histórico que o país passa, tais como as razões de nossa Crise Republicana; razões da fragilidade de nosso sistema político, discussão da evolução do próprio conceito de Golpe de Estado desde o século XVII até os dias atuais, dentre outros temas relevantes, o Magistrado se apega unicamente na análise do tópico “1.6 Informações relevantes para aprovação da proposta” onde se descreve a origem de Cursos “Golpe de Estado de 2016”, na UNB e sua disseminação em todo o país e exterior por conta da tentativa de censura do Ministro da Educação. (http://Protocolo SIGPROJ N. 299388.1621.4961.16032018http://sigproj1.mec.gov.br/projetos/imprimir.php?modalidade=0&projeto_id=299388&local=home&modo=1&original=1).

Neste sentido, o r. Magistrado demonstra prejulgamento do objetivo acadêmico do curso oferecido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e todas as demais universidade públicas e privadas do país e do exterior afirmando claramente que todos os cursos possuem viés político e fazem parte de uma ação coordenada de natureza política, o que é um absurdo e demonstra a falta de compreensão acadêmica da proposta em análise e todas as demais;

2) O Sr. Magistrado também comete equívoco com relação ao significado do “princípio da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão”, já que parte do pressuposto que um Projeto de Extensão, por si só, não compreende as três atividades ao pesquisar o conteúdo que será exposto, ensinar o conteúdo pesquisado e, por fim, estender referidos ensinamentos ao público alvo formado por membros da comunidade acadêmica e, também, por membros da comunidade local. Em seu equívoco, o r. Magistrado exige que seja comprovado a existência prévia de um Projeto de Pesquisa que tenha se debruçado ao tema Golpe de Estado de 2016. Fica evidente, dessa maneira, a falta de compreensão quanto ao significado do princípio dado ensino, pesquisa e extensão no desenvolvimento de um Projeto de Extensão, no entanto, isso foi fundamental para reforçar o entendimento do r. Magistrado de que o projeto teria viés ideológico-partidário e que se trata, em suas palavras: “[…] de uma ação coordenada de natureza política […]”;

3) O Sr. Magistrado, acredita também, obviamente de forma equivocada, que o Projeto de Extensão “[…] o objetivo do curso não é compartilhar com a comunidade local o conhecimento produzido pela UEMS, mas antes fazer de um movimento político para que determinada narrativa político-ideológica prevaleça no cenário nacional, no caso, a compreensão dos fatos a partir do ponto de vista de um partido político específico, que sentiu-se prejudicado pela atuação do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal” (Plácido de Souza Neto, fls.198).

A confusão e equívoco do r. Magistrado com relação a acusar o Curso de ter cunho político-ideológico ocorre em razão de ter sido citado nos fundamentos bibliográficos do Projeto de Extensão, trechos de falas das documentaristas francesas Frédérique Zingaro e Mathilde Bonnassieux, do documentário “Brasil, o grande salto para trás – Brésil, Le grand bond en arrière”, que por sua vez, faz críticas ao papel desempenhado pelo Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal na Operação Lava Jato.

Neste sentido, chega a ser lamentável a falta de compreensão do r. Magistrado com relação a utilização de uma fonte científica de pesquisa e, a partir de referida fonte, concluir e reforçar seu convencimento de que o curso possui objetivo não de compartilhar informações com a comunidade local e sim realizar um movimento político para determinada narrativa político-partidária;

4) No mesmo sentido, o r. Magistrado se equivoca também ao afirmar que “[…] embora o conteúdo programático do curso apresente sólido embasamento teórico, esse embasamento é claramente enviesado por uma determinada concepção ideológica, exatamente aquela a que se filia o Partido dos Trabalhadores” (Plácido de Souza Neto, fls. 199). Ora! É absolutamente evidente o equívoco do Magistrado! Partindo de seu convencimento, então todos os autores citados na fundamentação teórica para o embasamento acadêmico e científico do curso são partidários ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores? Autores da lavra de: “ANTUNES, Ricardo. Uma esquerda fora do lugar: o governo Lula e os descaminhos do PT. Campinas, SP: Armazém do Ipê, 2006”, aliás que realiza severas críticas ao Partido dos Trabalhadores; ARENDT, Hannah. Crises da República. São Paulo: Perspectiva, 2017, que se debruça as crises republicanas, como a que estamos passando; BAUMAN, Zygmunt; DONSKIS, Leonidas. Cegueira Moral: a perda da sensibilidade na modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 2014, autores que realizam severa crítica a perda dos valores morais da sociedade; TOCQUEVILLE, Alexis de. Da Democracia na América, que discute questões democráticas.

Todos esses autores e muitos outros, já que o desenvolvimento dos 16 módulos do curso e do 17º módulo que é de  avaliação, que exigiu o estudo e levantamento bibliográfico de mais de 60 autores nacionais e estrangeiros. Então todos esses autores estão com suas obras tomada por viés político-ideológico Petista? Já que, nas palavras do r. Magistrado “[…] esse embasamento é claramente enviesado por uma determinada concepção ideológica, exatamente aquela que se filia o Partido dos Trabalhadores” (Plácido de Souza Neto, fls. 199),

5) O respeitado Magistrado e o membro do Ministério Público, Senhor Ronaldo Vieira Francisco, se equivocam ainda com relação à compreensão do Princípio da Pluralidade, senão vejamos: “Além disso, como bem apontado pelo Parquet Estadual, os elementos colacionados aos autos indicam a inobservância do pluralismo de ideias exigido pelo art. 206, inc. III, da Constituição Federal” […] Não se verifica, ao menos em uma análise superficial, qualquer diversidade de pontos de vista”. […] 2 – Inclusão de textos e autores que exponham o ponto de vista de que o processo de impedimento ex-presidente da República Dilma Roussef foi legítimo, como forma de assegurar o pluralismo de ideias (art. 206, inciso III, CF)” (Plácido de Souza Neto, fls 190 e 201).

Fica evidente, diante da manifestação do Parquet e do r. Magistrado que, na compreensão de ambos, o Princípio da Pluralidade, exigiria que qualquer assunto discutido na universidade deveria levar em conta diversos lados, ou seja, Se formos discutir na universidade, diante da compreensão aqui observada de referido princípio, do tema Democracia, obrigatoriamente teremos que discutir e apresentar autores a favores do Fascismo e do Nazismo, por exemplo, a guisa de observação do princípio da pluralidade.

É óbvio o equívoco do membro do Parquet e do r. Magistrado já que o princípio ora em discussão possui a função, justamente, de garantir que todos os assuntos possam ser discutidos no âmbito universitário. É claro que a única exceção para o princípio da pluralidade seria a discussão à guisa de imposição de discurso de ódio na universidade, porém, discutir as razões do surgimento dele na história da humanidade, o próprio princípio em questão garante;

6) Importante registrar o Pacto de São José da Costa Rica, o Pacto de Direitos Civis e Políticos, as resoluções número 39 e 40 da ONU, Organização das Nações Unidas, por meio de seu Comitê de Direitos Econômicos Sociais e Culturais, nossa Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, nossa LDB, dentre outros importantes estatutos legais, garantem de forma vigorosa à liberdade de Cátedra, o direito de ensinar e de aprender. Além disso, o Projeto do Curso Golpe de Estado de 2016 ofertado pela UEMS, passou por todos os trâmites administrativos para sua aprovação. O COUNI – Maior Conselho Universitário da UEMS votou moção de desagravo e apoio ao curso. O Comitê de ética, após provocação da Ouvidoria da UEMS se reunião e emitiu Parecer reiterando as condições éticas de aprovação do curso e apoio à liberdade de Cátedra dos docentes da UEMS.

7) Tantos equívocos, compreensíveis para quem não pratica o hábito cotidiano do desenvolvimento da pesquisa, da ciência, das atividades acadêmicas, infelizmente, o Sr.Magistrado chega à conclusão que está havendo a malversação de recursos públicos, senão vejamos: “Não obstante, quando se utiliza a estrutura de uma universidade pública, com mobilização de agentes públicos, a Constituição Federal exige, não apenas pede ou sugere, o respeito ao pluralismo ideológico”. (Plácido de Souza Neto, fls. 200).

Diante de todo o exposto neste manifesto é que entendemos ter havido um equívoco do r. Magistrado ao conceder a Medida Liminar de suspensão do curso ofertado pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade de Paranaíba, medida que certamente irá provocar danos irreparáveis ao curso já que prejudica todo o calendário acadêmico e depõe contra a seriedade dos docentes envolvidos no curso com relação a percepção da comunidade local que pode interpretar, também de forma equivocada, as razões do curso.

ABÍLIO JÚNIOR VANELI – ADVOGADO

AILTON DE SOIZA – DOCENTE – UEMS

ALESSANDRO MARTINS PRADO – DOCENTE – UEMS

CARLA VILLAMAINA CENTENO – DOCENTE – UEMS

CINTIA REGINA DE SOUZA – ADVOGADA OAB/MS18.305

CLAUDIO LOPES – DOCENTE – UFMS

DJALMA QUERINO DE CARVALHO – DOCENTE – UEMSDOMINGOS MANOEL CÂNDIA DA SILVA – SERVIDOR DA 6ª VARA FEDERAL

DE CURITIBA

ELISABETH MARIA DE MENDONÇA SILVA – DOCENTE – UEMS

EUCLIDES GARCIA PAES DE ALMEIDA – PROFESSOR APOSENTADO

FERNANDO MACHADO DE SOUZA – FUNCIONÁRIO PÚBLICO – PROFESSOR

GISELLE MARQUES DE ARAUJO – DOCENTE – ADVOGADA OAB/MS4966

GLACIANE VAREIRO PEREIRA – AGRÔNOMA – DIRETORA DE ESCOLA

HENRANANI DORINDO PIRAN – DISCENTE – UEMS

HUGO SCHAYER SABINO – DOCENTE – UEMS

ILÍDIA APARECIDA DA SILVA MENEZES – DOCENTE – ADVOGADA

ILMAR RENATO GRANJA FONSECA – ADVOGADO OAB/MS 15.050

IRANI SERENZA F. ALVEZ

JEMERSON QUIRINO DE ALMEIDA – DOCENTE – UEMS

JOÃO VIRGÍLIO TAGLIAVINI – DOCENTE – UFSCAR

JOCIMAR LOMBA ALBANES – DOCENTE UEMS

JOSÉ CARLOS M. DA SILVA FILHO – DOCENTE – PUC/RS

JULIANA PASSOS DE CASTRO – DOCENTE – UNIVERSIDADE FEDERAL DE

PERNAMBUCO

JUNIOR TOMAZ DE SOUZA – DOCENTE

KEYLA ANDREA SANTIAGO OLIVEIRA – DOCENTE

LUANA DA SILVA CARDOSO DE CASTRO – PEDAGOGIA – UEMS

LUIZ DA SILVA PEIXOTO – FILÓSOFO – DIRETOR DE ESCOLA

LUIZ ESPECIATO – PROFESSOR E DIRETOR DE ESCOLA

MAIANNY ALVES – DOCENTE – DOUTORANDA USP

MÁRCIO COIMBRA MASSEI – PROCURADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO –

OAB/SP 150.017

MARCIO CONSUELO PORTO GONTIJO – ADVOGADO

MARCOS ANTONIO VIEIRA – DOCENTE – UEMS – ADVOGADO OAB/MS 6068

MARIA FERNANDA FERREIRA DE MORAES – DISCENTE, DIREITO – FIPAR

MARIA SILVIA ROSA SANTANA – DOCENTE – UEMS

MÁRIO LÚCIO GARCEZ CALLIL – DOCENTE – UEMS

MARLON LEAL RODRIGUES – DOCENTE – UEMS

MAYANE FERREIRA SHIOZUKA MACHADO DE SOUZA – FUNDAÇÃO

ESTADUAL DE SAÚDE DE APARECIDA DO TABOADOMILKA HELENA CARRILHO SLAVEZ – DOCENTE – UEMS

MONICA FONSECA WEXELL SEVERO – DOCENTE – UEMS

MONICA REGINA PEREIRA DE SOUZA – PEDAGOGA

MONIQUE LUZIA DE SOUZA

NELSON DE MIRANDA – ADVOGADO

ODIVALDO DE ARRUDA INOCENCIO – APOSENTADO

PAULO CESAR ENDO – PSICNALISTAS PELA DEMOCRACIA

PAULO EDYR BYENO DE CAMARCO – DOCENTE – UEMS

PEDRO CRUZ ALFAIA NETO – PSICÓLOGO

RAFAELLA CRISTINA DA SILVA – GRADUADA EM CIÊNCIAS SOCIAIS –

RECEPCIONISTA (CASSEMS)

RENATA LOURENÇO – DOCENTE – UEMS

RENATO FERREIRA LOPES – DISCENTE – UEMS

ROBSON LUBAS ARGUELHO – DOCENTE – EBTT IFMS

ROSANGELA GONÇALVES SOROMENHO – ADVOGADA/SOCIÓLOGA

SHIRLEY MARIA ALVES – FUNCIONÁRIA PÚBLICA ESTADUAL

SIMONE SILVEIRA DOS SANTOS – DOCENTE – UEMS

SINOMAR FERREIRA DO RIO – DOCENTE – UEMS

TIAGO RESENDE BOTELHO – DOCENTE – ADVOGADO – DOCENTE UFGD

UGO HENRIQUE DIAS DE FRANCA – DISCENTE DIREITO UEMS – AUXILIAR

ADMINISTRATIVO

VIVIANE DÉBORA DA SILVA PAULA UGA – DISCENTE – UEMS

VOLMIR CARDOSO PEREIRA – DOCENTE – UEMS

NOTA DE REPÚDIO À DECISÃO EM SEDE DE LIMINAR EM AÇÃO

POPULAR QUE SUSPENDEU O CURSO GOLPE DE ESTADO DE 2016,

CONJUNTURAS SOCIAIS, JURÍDICAS, POLÍTICAS E O FUTURO DA

DEMOCRACIA NO BRASIL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO

GROSSO DO SUL

– UEMS

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , ,

Nita Freire recebe nesta quinta-feira 17 em Três Lagoas título de Doutora ‘Honoris Causa’

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

 

A Professora Doutora em Educação Ana Maria Araújo Freire recebe nesta quinta-feira 17 o título de Doutora Honoris Causa. O ato de entrega da honraria começa às 19 horas no Auditório II do Câmpus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CPTL-UFMS). A cerimônia faz parte da XIX Semana de Educação no CPTL-UFMS. Organizada pelo Curso de Pedagogia, a semana começou nessa quarta-feira 16 e termina no próximo sábado 19. Tem como tema principal os conceitos e ensinamentos do educador Paulo Freire na área da pedagogia e da educação em geral.

O evento contará com mesas-redondas, minicursos, oficinas e apresentação de trabalhos científicos, todos voltados ao tema da educação como ferramenta para uma sociedade melhor.

A coordenadora da semana, Professora Doutora Silvana Bispo, ressalta a importância do evento. “É um marco para a educação de Três Lagoas e região porque traz uma discussão sobre a educação libertadora, crítica e humanizadora na perspectiva de Paulo Freire. Entre os convidados e palestrantes existe uma vasta experiência nos aspectos práticos e teóricos de Paulo Freire. Os conteúdos discutidos e transmitidos serão de grande aproveitamento para os presentes”, afirma.

Homenageada – Ana Maria Araújo Freire, chamada carinhosamente de Nita por amigas/os, nasceu em Recife (PE), no dia 13 de novembro de 1933. Ana Maria é mestre e doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Filha de educadores, casou-se em 1988 com Paulo Freire, educador e importante filósofo brasileiro, cujo trabalho influenciou e ainda influencia a educação dentro e fora do Brasil.

Após a morte do marido em 1997, Ana Maria vem agindo como sucessora legal da obra de Paulo Freire, organizando e publicando os livros inéditos dele e traduzindo obras do pesquisador para outras línguas.

O título Doutora Honoris Causa, com o qual Nita Freire será homenageada, representa o reconhecimento do valor da pesquisadora em sua área de atividade e consequentemente na sociedade, por seus méritos e atitudes.

 

 

 

 

 

SERVIÇO

XIX Semana de Educação da UFMSEducar para a libertação: concepções de Paulo Freire.

QUANDO: 16 (19h), 17 (19h), 18 (19h) e 19 (7h30min) de maio de 2018

LOCAL: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Câmpus 2 Três Lagoas, avenida Ranulpho Marques Leal, 3484.

 

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,

O balcão de negócio da educação superior

Sguissardi: “O ensino superior é uma commodity” (fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

Já há algum tempo a educação superior vem sendo rentável negócio do capital no mundo globalizado. No Brasil as palavras usais não mais dão conta de compor o universo semântico de pesquisadores que se dedicam a estudar a mercantilização da formação de cidadãs e de cidadãos na universidade. Políticas estatais transformam as instituições universitárias em valoroso produto no balcão da iniciativa privada.

Muito além de simples nomenclaturas, os neologismos são instrumentos para se buscar entender, por meio de pesquisas, mecanismos intangíveis com o uso de conceitos convencionais no campo da educação universitária.

Na palestra Alguns Desafios Atuais da Educação Superior no Brasil, ocorrida dia 4 de maio na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em Campo Grande, durante o colóquio Educação Superior e os Desafios da Década,  organizado pela ADUFMS-Sindicato, pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Política de Educação Superior Mariluce Bittar (Geppes-MB) e pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu-UFMS), com apoio da Faculdade de Educação (Faed),  o Professor Doutor Valdemar Sguissardi – docente aposentado das universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e Metodista de Piracicaba (Unimep) – analisou a mercadização, a  mercadorização e a commoditycidade da universidade no país. “O ensino superior é uma commodity”, definiu o pesquisador que, de acordo com seu Currículo Lattes, atua “principalmente nos seguintes temas: educação superior, política de educação superior, reforma da educação superior, público e privado na educação superior.”

A commoditycidade sintetiza o crescente avanço da universidade brasileira como mercadoria, um negócio como outro qualquer. No livro Da universidade à commoditycidade: ou de como e quando, se a educação/formação é sacrificada no altar do mercado, o futuro da universidade se situaria em algum lugar do passado (editora Mercado das Letras, 2017), os pesquisadores Lucídio Bianchetti e Valdemar Sguissardi usam esse neologismo que “resumiria essa nova característica das Instituições de Educação Superior que grassam país afora, especialmente nos centros urbanos mais populosos, onde a presença de clientela, seja pelo número, seja pela pressão para ‘diplomar-se’, está assegurada”.

Durante a palestra Alguns Desafios Atuais da Educação Superior no Brasil, o professor Valdemar Sguissardi apresentou e esmiuçou dados sobre o negócio em que se transformou a universidade privada no país. Em um gráfico elaborado pelo Professor Doutor aposentado da Universidade Federal de Goiás (UFG), Nelson Cardoso Amaral, o professor Sguissardi historiou o quanto o privado vem dominando a formação de pessoas desde o início da ditadura civil-militar em 1964. Naquele ano do golpe, as matrículas em universidades públicas correspondiam a 61,6%. As instituições de ensino superior privadas detinham 38,4 % das matrículas/os em 1964.

Ao final dos dez primeiros anos dos governos autoritário-repressivos, em 1974, chegando a 63,5% das matrículas, o setor privado já superava as matrículas públicas. Em 1974 as matrículas no setor público haviam caído para 36,4%.

Até 1985 os percentuais permaneceram favoráveis ao setor privado com brandas oscilações que não interferiram radicalmente ao ponto de reverter a situação. A partir de 1995, com a política neoliberal implantada pelos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), houve queda vertiginosa das matrículas no setor público, até 2002: de 39,8% para 24,7%. À medida que caíam as matrículas públicas aumentavam as do setor privado: de 60,2% em 1995 para 69,8% em 2002.

“O Estado é muito mais uma arena de combate entre interesses públicos e privados”Nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), embora em menor escala, as matrículas do setor privado continuaram subindo com uma ligeira situação estática em 2010.

A situação a partir de 2011 prosseguiu praticamente inalterada com pequeno decréscimo nas matrículas públicas até 2016, ano ao qual se estende a abrangência do gráfico. Nas instituições privadas o número de matrículas cresceu de 73,7% em 2011 para em torno de 75,3% em 2016.

Abarcando o último governo de FHC e os dois de Lula da Silva, as instituições de educação superior públicas (federal, estadual e municipal) aumentaram suas matrículas de 886.561 (1999) para 1.461.696 (2010). Nesse período (1999-2010) as matrículas nas instituições privadas de ensino superior particulares elevaram-se avassaladoramente: de 651.362 em para 3.386.923.

Nesse cenário, Valdemar Sguissardi explica que “o Estado é muito mais uma arena de combate entre interesses públicos e privados”. Pelos dados apontados, o privado tem nocauteado o público, o que demonstra os pendores do Estado Nacional no sentido de estimular a mercadização da educação superior.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,

Diretor da ADUFMS-Sindicato em Aquidauana condena limitação de espaços para discussões na UFMS e palestrante crítica autoritarismo nas universidades

Diretor da ADUFMS-Sindicato em Aquidauana, Carlos Martins media debate em palestra proferida pela Professora Doutora Priscila Xavier da UFMT-Rondonópolis  (FOTOS: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Na abertura da palestra “Autoritarismo Institucional e o Desmonte da Democracia no Brasil”, ocorrida quarta-feira 2 de maio no SIMTED de Aquidauana o diretor da ADUFMS-Sindicato no Câmpus de Aquidauana da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CPAQ-UFMS) Carlos Martins Junior reclamou da burocracia criada para reserva dos auditórios e anfiteatros da UFMS. Para ele a exigência mínima de 15 dias de antecedência, aprovada pelo Conselho Diretor, reforça o excesso de controle e limita o debate democrático dentro da instituição.

Diante das dificuldades criadas para realização do evento dentro da UFMS, o presidente do SIMTED de Aquidauana, Florêncio Garcia Escobar enalteceu a oportunidade da parceria com a ADUFMS-Sindicato: “Vamos construir a luta. Construir este momento. Construir a resistência. E a nossa entidade é parceira. Coloca-se à disposição do movimento estudantil e da ADUFMS-Sindicato. O dirigente resgatou que nos anos oitenta houve o enfrentamento à Ditadura e a resistência ao autoritarismo, como o movimento contra o pagamento de taxas dos alunos pelas universidades públicas.

Estudantes e professores/as ouviram críticas feitas pela palestrante ao racionalismo cartesiano nas universidades

Na palestra, a Professora Doutora Priscila de Oliveira Xavier Scudder criticou a ingerência política do senador licenciado e atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, na criação da Universidade Federal de Rondonópolis e de cursos destinados a atender tão somente o agronegócio, enquanto a cidade e o próprio campus da UFMT viram as costas para a realidade das comunidades indígenas que vivem na periferia da cidade, ingerem veneno das lavouras e indústrias instaladas na cidade e convivem com a destruição ambiental e ainda são acusadas de colocar incêndio nas matas. “Você tocaria fogo na própria casa”, indagou. Como exemplo de descaso da UFMT e dos pares docentes, citou a quota de 4 vagas para etnia em cursos com sobras de vagas e o fato de ser, até então, a única negra do Departamento de História ou caso de professor que conseguiu criar a disciplina História do Continente Africano e assim que pediu transferência a disciplina foi extinta.

Para a pesquisadora há a reprodução da visão eurocêntrica nas universidades presente nas estruturas curriculares e ementas dos cursos, inclusive na área de humanas. Acentuou a dificuldade da academia em aceitar teóricos de outros continentes, como da África e dá própria América Latina nas teses de dissertações, marcada pela obrigatoriedade de citação de autores das escolas de pensamentos europeias. Criticou também o autoritarismo catedrático sobre os alunos, reproduzido por meio de linguagem que afasta os estudantes da ação política, ao invés de ganhá-los para o projeto de defesa da universidade pública e da sociedade inclusiva. Teceu críticas ao mito objetividade e da imparcialidade em projetos de pesquisas, vez que o ser humano não consegue se distanciar da sua formação cultural e sobre ela constrói sua visão de mundo.

Um tanto cética, Priscila Xavier também não enxerga perspectiva de melhoras na qualidade de vida humana e ambiental nos marcos do sistema capitalista. Vê no esgotamento do atual modelo de destruição do sistema capitalista, talvez, a possibilidade de construção de novo processo civilizatório. Não poupou críticas ao machismo, ao preconceito racial, de gênero e orientação sexual presentes nas universidades. Alertou sobre o desmonte da carreira via criação de curso de ensino a distância, para a precarização da atividade acadêmica e pediu a participação de todos nos movimentos de resistência.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , ,

Atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador em MS começam nesta segunda-feira 30

Uma série de atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador acontece em Mato Grosso do Sul este ano. As ações visam a fortalecer ainda mais as categorias do mundo do trabalho, entre elas o funcionalismo do Estado Nacional. “O governo federal se nega a negociar qualquer reajuste aos servidores públicos da União. Além disso, ameaça retirar direitos históricos. Não podemos ficar parados. Nossa mobilização e nossa unidade são nossa força. Por isso venha manifestar seu descontentamento junto com os colegas e nossos sindicatos”, reforça o convite à participação de todas e de todos.

Em relação ao serviço público federal, a programação enfatiza quatro pontos de luta: “reajuste salarial, já!; revogação da terceirização; cancelamento da reforma trabalhista e da EMC (Emenda Constitucional) 95/2016 que congela o orçamento público por vinte anos; ampliação da participação do governo no custeio dos planos de saúde, contra a reforma da Previdência.”

Em Campo Grande, na Esplanada Ferroviária (perto da Feirona) haverá ato unificado em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as e da democracia nesta segunda-feira 30 de abril a partir das 18 horas, com apresentações artísticas: Muchileiros, João Lucas & Walter Filho, Eco do Pantanal, Juci Ibanez, Los Divinos – Paulo e Geraldo, Teatro Imaginário Maracangalha e Zezinho do Forró. Organizam, promovem e apoiam o ato unificado entidades como  ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems),  Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (SINTSPREV/MS), Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul (Sintect-MS),  Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Campo Grande – MS (Sintracom), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores Mato Grosso do Sul (CUT-MS), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT).  A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), a Frente Brasil Popular, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS) também fazem parte dessa parceria.

A programação segue nesta terça-feira 1º de maio no capital sul-mato-grossense e no interior. Em Campo Grande, na Associação Colônia Paraguaia (rua Ana Luísa de Souza, 610, bairro Pioneiros) haverá ato público do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, às sete horas, organizado pela Frente Brasil Popular, com apoio da CUT-MS; atos esportivos e políticos no Pagode das/os Bancárias/os, das 8 às 13 horas, no Clube das/os Bancárias/os (rua Caldas Aulete, bairro Coopharádio), organizado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campo Grande-MS e Região (SEEBCG-MS); Feijoada do/a Trabalhador/a no Bar Valu (rua Treze de Maio, 4541, bairro São Francisco, a partir das 11 horas), organizada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

No interior de Mato Grosso do Sul estão programados para esta terça-feira (1º de maio) eventos do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador. Em Corumbá acontece ato internacional na fronteira Brasil-Bolívia, a partir das 9h30min, com organização da CUT-MS e da Central Obrera Boliviana (COB).

Na quarta-feira 2 de maio às 19h30min a Professora Doutora Priscila Scudder fará a palestra “Autoritarismo institucional e o desmonte da democracia no Brasil”, no Simted em Aquidauana, rua João Dias, 858, Bairro Alto. O evento está sendo organizada pela ADUFMS-Sindicato (direção de Aquidauana) com apoio do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Aquidauana-MS (Simted).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , ,