Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Grupo de docentes da UFMS aderem ao movimento de paralisação contra a reforma da Previdência no dia 15

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As trabalhadoras e os trabalhadores de Campo Grande foram às ruas para protestar contra a PEC 287/reforma da Previdência, na última quarta, dia 15 de março, Dia Nacional de Luta contra a reforma da Previdência. Mesmo com paralisação total dos/as trabalhadores/as transporte coletivo, que também aderiram ao movimento, o ato reuniu mais de 10 mil pessoas.  A ADUFMS-Sindicato, em conjunto com as principais centrais sindicais e entidades de diversos ramos públicos e privados, participaram da atividade na capital com um grupo expressivo de professores/as, cumprindo deliberação aprovada em assembleia, no dia 14 de março, em Campo Grande e nos campi do interior. A mesma manifestação aconteceu nas cidades do interior, em parceria com professores/as da rede pública.

Os/as docentes da UFMS estiveram junto aos/às milhares de professores/as, estudantes, movimento sem terra, indígenas, servidores/as públicos e trabalhadores/as do ramo privado. Portavam faixas e cartazes pedindo “Fora Temer”, “Não à reforma da Previdência e a reforma trabalhista”. Denunciavam os parlamentares de Mato Grosso Sul favoráveis à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016. Bonecos satirizaram o deputado federal Carlos Marun (PMDB), relator do projeto, e os/as deputados/as Eliseu Dionízio (PSD), Tereza Cristina (PSB), Waldemir Moka (PMDB), Henrique Mandetta (DEM), Pedro Chaves (PSD) e Simone Tebet (PMDB). A intenção do movimento organizado aqui no Estado é fazer com que estes parlamentares mudem de posicionamento até a votação da proposta.

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Depois da passeata, mais de 600 professores e militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acamparam em frente ao luxuoso condomínio Damha, no anel rodoviário da BR-163, onde reside Carlos Marun. No local, foram montados barracos de lona por tempo indeterminado.  Os manifestantes foram bem recepcionados por parte dos moradores, que também se posicionaram contrários à reforma.  Nesta quinta-feira, 16 de março, os participantes saíram em caminhada até a casa da deputada federal Tereza Cristina, que já admitiu mudar de posição em relação ao projeto. O mesmo pode acontecer com o senador Waldemir Moka.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, explicou – do caminhão do som que circulava pelas ruas centrais da cidades – que a reforma visa  somente atender os interesses dos bancos privados, aumentando a carteira de clientes para planos privados de aposentadoria e o financiamento permanente da especulação financeira utilizando a dívida pública.

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A dirigente criticou que a reforma põe fim na aposentadoria por tempo de serviço. Atinge duramente os docentes universitários que já ingressam no serviço público de forma tardia, em razão da exigência da titulação, acaba com a aposentadoria aos 25 anos de trabalho, amplia para mais 10 anos de contribuição para as mulheres, quebra a integralidade e paridade salarial, expande o tempo de serviço com novas regras transição e altera o cálculo atualmente feito sobre as maiores contribuições. “Os novos professores só poderão se aposentar com mais de 75 anos de trabalho com o sistema proposto”, alertou.

Para os docentes e as docentes que ainda não completaram a idade com tempo de contribuição pelas regras vigentes atualmente, será instituída a nova regra de transição, ampliando o tempo de serviço.  O cálculo será com base em 50% do valor final da carreira, mais 1% por de contribuição, o que impossibilita, na prática, que os/as servidores/as públicos consigam se aposentar com a integralidade dos salários fixado pelo teto máximo previsto pelo INSS, a menos que avancem sobre a idade limite. As novas regras atingem diretamente os docentes que ingressaram nos últimos 10 anos por concurso público.
(Fotos: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

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Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Direção consegue reduzir percentual de reajuste no convênio com a Uniodonto

Após processo intenso de negociação, a direção da Adufms-Sindicato, por meio do diretor financeiro, Fábio Viduani, conseguiu reduzir o percentual de reajuste anual do convênio de 7% proposta pela Cooperativa para 5%, a valer a parte de fevereiro deste ano.  O reajuste calculado a partir do IGPM acumulado nos últimos 12 meses  incide sobre o plano individual de cada associado e ficou dentro do índice estabelecido pela Agência Nacional de Saúde Complementar ( ANS).

No cálculo considerou-se a relação existente entre os preços setoriais, os índices de incidência na utilização média dos procedimentos cobertos, a carga tributária incidente sobre as cooperativas odontológicas, com o compromisso contratual de manter a qualidade dos serviços prestados.

VALORES ATUALIZADOS

Titular/dependente e agregado

Taxa de inscrição R$ 10,00

Mensalidade        R$ 25,63

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  ADUFMS participa em Terenos de audiência sobre reforma da Previdência

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Marco Aurélio: “Só a sonegação das empresas ultrapassa R$ 400 bilhões contabilizados na dívida ativa do INSS” (Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Cumprindo agenda programada pela Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul (FBP-MS), a ADUFMS-Sindicato esteve participando de audiência pública sobre a reforma da Previdência, em Terenos. No debate, a entidade foi representada pelo Professor Doutor em Ciências da Computação, Marco Aurélio Stefanes, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a convite do vereador Gerson Terra (PT) proponente da atividade. Na palestra, o docente alertou que o modelo de sociedade desenhado por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 aponta para o aprofundamento da pobreza, a exclusão social e a concentração de renda nos bancos e setores rentistas minoritários da sociedade brasileira.

O debate ocorrido na quinta-feira (23-02) atraiu mais de 230 pessoas que lotaram o plenário do Centro Cultural Senador Ramez Tebet. Contou com a participação de servidores/as públicos/as, trabalhadores/as do setor privado, trabalhadores/as rurais e empresários que ouviram atentamente Marco Aurélio e a economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em Mato Grosso do Sul,  Andréia Ferreira.

Como resultado, ficou instituído comitê contra a reforma da Previdência no município de Terenos e a apresentação de Moção de Repúdio às medidas previstas, que deverá ser encaminhada a todos/as os/as deputados/as.

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Público acompanha explicações sobre impacto da reforma da Previdência

Ficou recomendado o apoio na mobilização para um grande ato no dia 15 de março convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) que prevê acampamento, em Mato Grosso do Sul, em frente aos locais de moradia de cinco deputados federais e três senadores favoráveis à reforma.

Marco Aurélio fez duras críticas à PEC 287/2016. Apontou como pontos prejudiciais à população o fim da aposentaria por tempo de serviço, a ampliação de no mínimo 65 anos de idade para que homens e mulheres tenham acesso ao benefício, mudança na base de cálculo com o respectivo aumento nos percentuais do fator moderador e do tempo de contribuição, com redutores que achatam ainda mais os valores pagos a aposentados/as e pensionistas.

No caso de servidor/a público/a, complementou o docente, a PEC ameaça a integralidade e a paridade, ampliando o tempo de serviço. Alertou para os prejuízos da reforma aos/às trabalhadores/as rurais, com o novo sistema deixando de ser familiar, sob desconto da nota produtora, e passando a ser individual.

Para o professor universitário, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), relator da PEC 287/2016 na Câmara, não tem moral para aprovar medidas que retiram direitos dos/as trabalhadores/as que cumprem religiosamente com suas contribuições para aposentar, enquanto ele mesmo gasta o dinheiro público com passagens para visitar ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na cadeia.

Disse ainda que a reforma desaquece a economia que gira o comércio e o setor de prestação de serviços nos pequenos municípios.  Denunciou que o sistema de previdência do Brasil, por lei, é tripartite, sendo os governos e as empresas obrigados a financiar a sua quota-parte, o que não vem acontecendo. “Só a sonegação das empresas ultrapassam a R$ 400 milhões contabilizados na dívida ativa do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]”.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Cograd aprova na íntegra calendários acadêmicos 2017 propostos pela administração central da UFMS

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Proposta da ADUFMS-Sindicato, que defendia intervalo de duas semanas entre semestres, não foi considerada (Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho de Graduação (Cograd), antigo Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), aprovou, em reunião extraordinária na sexta-feira 17, os calendários acadêmicos da Educação a Distância (EaD) e dos cursos presenciais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para os semestres letivos de 2017. A ratificação da proposta da reitoria ocorreu por unanimidade. Houve apenas uma alteração: a data final para registro de oferta de disciplinas passou de 22 dezembro deste ano para 31 de janeiro de 2018.

A proposta da ADUFMS-Sindicato, que defendia intervalo de duas semanas entre semestres, não foi considerada. Já sobrecarregas/os com o encurtamento do segundo semestre letivo de 2016 para 1º de abril de 2017, as/os docentes e os/as estudantes não terão período de descanso no ano letivo de 2017.

O aval do Cograd se encaixou nos interesses da administração, pois, finalizado o tempo letivo 2016/2, o término do segundo semestre 2017 de atividades acadêmicas será dentro do ano civil, o que regulariza os calendários acadêmicos extrapolados desde 2015, em função da greve daquele ano, que durou quatro meses na UFMS.

A administração anterior da Universidade não se preocupou em discutir com estudantes, docentes e técnicas/os administrativas/os medidas que regulamentassem a situação pós-movimento paredista, para o quanto antes regularizar os calendários acadêmicos. Ano passado, a reitoria antecessora deu mais de 45 dias entre os semestres sem nenhuma justificativa plausível. Após o término da greve, a antiga administração central da UFMS não respondeu às diversas solicitações do Sindicato para conversar sobre os calendários acadêmicos.

O próprio pró-reitor de Graduação e presidente do Cograd, professor Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, reconheceu o ‘prejuízo’ que os calendários aprovados vão causar às/aos docentes, às/aos estudantes e às/aos técnicas/os administrativas/os, mas reiterou que é melhor resolver o problema agora.

Em reunião com Ruy e com o chefe da Coordenação de Administração Acadêmica (CAA), Amaury Antônio de Castro Junior, na manhã do dia 6 de fevereiro deste ano, o Sindicato havia apresentado proposta de regularização dos calendários acadêmicos diferente da que foi aprovada na reunião desta sexta 17.  A ideia da diretoria da ADUFMS-Sindicato era de que o primeiro semestre acadêmico de 2017 tivesse 103 dias letivos, mantendo emendas de feriados.  Ainda pela proposta da entidade, o segundo semestre deste ano teria 102 dias letivos, incluindo feriadões. Entre esses semestres letivos haveria intervalo de duas semanas.

A síntese da proposta da reitoria para os cursos presenciais, ratificada unanimemente pelo Cograd, é a seguinte:

Início do 1º semestre/2017:

 

17/04/2017

Encerramento do 1º semestre/2017: 12/08/2017
 

Início do 2º semestre/2017:

 

21/08/2017

Encerramento do 2º semestre/2017: 23/12/2017
Total de dias letivos em 2017: 203 dias
1º semestre/2017: 100 dias
2º semestre/2017: 103 dias

As atividades acadêmicas na modalidade a distância se enquadrarão da seguinte forma:

 

Início do 1º semestre/2017:

 

17/04/2017

Encerramento do 1º semestre/2017: 12/08/2017
 

Início do 2º semestre/2017:

 

24/08/2017

Encerramento do 2º semestre/2017: 23/12/2017
Total de dias letivos em 2017: 233 dias
1º semestre/2017: 116 dias
2º semestre/2017: 117 dias

 

Ambos os calendários serão oficializados por meio de resoluções que serão publicadas no Boletim de Serviços (BS) da UFMS.

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Colegiado também aprovou mudança no sistema de matrículas


Outras aprovações do Cograd
– Antes da aprovação dos calendários acadêmicos foram submetidas à apreciação de conselheiras e conselheiros do Cograd as propostas de alterações na Resolução n. 269 (Regulamento Geral dos Cursos de Graduação, presenciais), de 1º de agosto de 2013, e da Resolução n. 107 (Regulamento do Estágio para acadêmicos de cursos presenciais), de 16 de junho de 2010. As proposições foram aprovadas por unanimidade.

O artigo 27 da Resolução 269 foi mudado. Sua nova redação ficou da seguinte forma: “a confirmação de matrícula será feita na data prevista no Calendário Acadêmico, podendo ser feita online pelo acadêmico quando este estiver de acordo com o resultado da fase de inscrição online.” Segundo o parágrafo único do 27, “caso o acadêmico discorde ou não faça a confirmação online no prazo, a confirmação da matrícula poderá ser realizada pelo Coordenador de Curso, na presença do acadêmico.”

Na Resolução 107 mudaram-se os artigos 16, 17, 19 e 37. Após publicação no BS eles passaram a ter, respectivamente, as seguintes redações: “a relação entre a UFMS e as concedentes se estabelecerá por Termo de Compromisso, firmado diretamente entre as partes ou por meio de Agente de Integração, com interveniência da direção da Unidade Setorial; o processo de formalização do Termo de Compromisso será iniciado na Unidade Setorial do curso do acadêmico e será homologado pela Proaes, que analisará os aspectos técnicos e legais da proponente de campo de estágio; os procedimentos para quando a concedente for profissional liberal deverão ser os mesmos descritos no art.18 deste Regulamento; a COE deverá enviar à Proaes, ao final de cada ano, um relatório resumido a respeito dos estágios desenvolvidos, em formulário próprio.” Na 107 também ocorreram alterações no caput do artigo 18 e em seu parágrafo segundo; no inciso I do artigo 41; bem como nos incisos I (revogado), II, IV, V, VI e VII (revogado) do artigo 42. Ainda na Resolução 107, foi acrescido o artigo 42-A. O caput e o parágrafo terceiro do artigo 43 tiveram nova redação. O artigo 44 sofreu alteração. Continuando na 107, foram mudados os incisos I, II, XIII, XIV, XV (revogado), XVII e XVIII do artigo 45. No artigo 46 alterou-se a redação do inciso III e foi revogado o VI. Revogaram-se o parágrafo único do artigo 19, os incisos I e VII do 42, o inciso XV do artigo 45 e o inciso VI do artigo 46.

 A reunião extraordinária do Cograd aconteceu na Sala de Videoconferência da Faculdade de Computação (Facom), na Cidade Universitária da UFMS em Campo Grande. Conselheiros dos campi de Coxim, Chapadão do Sul e Paranaíba participaram por meio do sistema de videoconferência.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato e FBP-MS organizam debate sobre reforma da Previdência com presença de ex-ministro

O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, em coletiva após reunião sobre alternativas ao fator previdenciário, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
Ex-ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas (Valter Campanato/Agência Brasil)

O ex-ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, participa no próximo sábado (18-02) às 9h, no Auditório 2 do Complexo Multiúso da Cidade Universitária da UFMS, em Campo Grande, da plenária da Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul (FBP-MS) do debate “Conjuntura, a luta por garantia dos direitos e a reforma da Previdência”.

Conforme informações contidas no site Wikipédia, Carlos Gabas é funcionário de carreira da Previdência, ingressando em 1985  na função de agente administrativo no ex-Iapas, atual Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foi consultor e avaliador do Programa de Qualidade do Governo Federal em 2001 e 2002. A seguir, assumiu a coordenação de qualidade do Projeto Novo Modelo de Gestão do INSS. De janeiro de 2003 a julho de 2005 foi o responsável pela Superintendência do INSS em São Paulo, convidado pelo então ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini.

Em 8 de agosto de 2005, assumiu a Secretaria-Executiva do Ministério da Previdência Social na gestão do ex-ministro Nelson Machado Filho. Gabas ficou até 2 de outubro quando a pasta da Previdência foi fundida com o Trabalho e Emprego. Em seu lugar assumiu Miguel Rossetto.

Na palestra, abordará questões relacionadas ao mito do déficit da Previdência Social e as alterações no sistema contidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 que prevê regras iguais para homens e mulheres, tanto para o serviço público quanto para o privado, idade mínima de 65 anos para aposentadoria e exigência de 25 anos de contribuição. A  proposta já esta em tramitação na Câmara e é alvo de crítica do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) e de todas as centrais sindicais do país (assista a vídeo sobre o assunto).

Prévia do Seminário

Como prévia da Plenária, a ADUFMS-Sindicato  promove nesta sexta-feira 17, a Roda de Conversa sobre a Reforma da Previdência com a participação do dirigente nacional do Andes-SN,  Vitor Wagner Neto de Oliveira, Adilson Nascimento dos Santos, da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Gabriel Angeramis Vargas Goulart, do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul (Sindjufe), Fernando Paiva, ex-vice reitor da UFMS e de Lucivaldo Alves do Santos, da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições Públicas de Ensino Superior do Brasil (Fasubra Sindical). Em seguida acontecerá um sarau de confraternização com as/os participantes.

Gabas estará à disposição da imprensa para entrevista coletiva na abertura do evento da Plenária do próximo sábado.

Mais informações, Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato/Frente Brasil – 67 99651-8284 ou 998300281.

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Presidenta da ADUFMS-Sindicato defende unificação de servidores/as públicos/as contra reforma da Previdência

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Mariuza Aparecida pede unidade na ação dos/as servidores/as nas atividades contra a reforma da Previdência (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, conclamou todos os servidores públicos federais a se unirem na luta contra a reforma da Previdência Social, em curso no Câmara dos Deputados.

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Servidores/as do  Executivo federal em plenária do Sindsep-MS

Como convidada à Assembleia Geral Ordinária do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais do Estado de Mato Grosso do Sul (Sindsep-MS), Mariuza pediu que categoria a some forças nas atividades programadas pela ADUFMS-Sindicato, entre elas a Roda de Conversa sobre a Reforma de Previdência e as Mudanças na Legislação Trabalhista, que suprimem direitos históricos da classe trabalhadora, a acontecer no dia 17 de fevereiro, às 16h, na sede da ADUFMS-Sindicato em Campo Grande, seguida de Sarau Cultural às 18h, e da Plenária Estadual da Frente Brasil Popular no dia 18 de fevereiro às 9h na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Cidade Universitária de Campo Grande, Auditório 2 do Complexo Multiúso, com palestra do ex-ministro da Previdência Social, Marcelo Gabas, abordando também a temática da reforma previdenciária.

Na assembleia do Sindsep-MS, a categoria homologou o nome de Mariuza Aparecida para compor a Comissão Eleitoral responsável pela organização do pleito para a nova direção da entidade. Em rápida explanação, a dirigente recomendou que todas as forças políticas presentes na categoria se unissem em torno de uma chapa para direção, evitando divisões, no momento em que todos/as os/as servidores/as devem focar a sua energia em agenda unificada de luta, que inclusive prevê greve geral em  março contra as reformas em curso.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Nota pública da ANPEd sobre a aprovação pelo Senado da MP do Ensino Médio

Enviada por João Marcos Veiga em sex, 10/02/2017 – 09:54

 

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Charge reproduzida do site da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Na última quarta-feira (8/02), o Senado Federal aprovou a Medida Provisória (MP) n. 746/2016 de reforma do Ensino Médio. O texto, que também passou pela Câmara dos Deputados ao final de 2016, seguirá para ser sancionado pelo atual Presidente da República, Michel Temer.

A despeito das modificações realizadas no texto original na Câmara dos Deputados, a ANPEd reitera as críticas que tem feito à MP746 publicadas em nota do dia 23 de setembro de 2016 na qual afirmamos: “MP do Ensino Médio – Autoritária na forma e equivocada em conteúdo”. Acesse aqui a nota.

É nosso entendimento que surge nesta semana, no Brasil, mais uma lei sem diálogo com a sociedade e que certamente encontrará fortes resistências nas redes educacionais e cotidianos das escolas, tendo em vista o retrocesso que essa reforma representa em relação às conquistas já alcançadas pelas políticas educacionais destinadas ao ensino médio.

À época de seu surgimento, sinalizamos sobre os riscos que essa MP representava para a garantia do direito à educação de qualidade a todos os jovens brasileiros. Em especial, por estimular a fragmentação dos percursos formativos segundo as condições de ofertas das redes e escolas e origens sociais dos estudantes, estimulando o retorno à dualidade de uma escola para os ricos e outra para os pobres. O que foi aprovado no Senado Federal expressa uma efetiva ruptura com um princípio educativo configurado na LDB/1996 que definiu o Ensino Médio como a etapa final da Educação Básica para todos.

Ao longo da tramitação da MP746, o MEC ainda consumiu vultosos recursos públicos com propagandas em rádios, TVs, redes sociais e panfletagem em portas de escolas. Ao mesmo tempo, não fez nenhum movimento no sentido de abrir efetivos canais de diálogo sobre conteúdo e a forma de apresentação da reforma do Ensino Médio que elaborou em consulta a poucos interlocutores. Mesmo diante da oportunidade gerada pela onda de ocupações estudantis em todo o Brasil que se deu em franca oposição à reforma do Ensino Médio proposta. Em resumo, ficaram de fora do processo de discussão os principais atores da construção dessa etapa educativa que, agora em consonância com a reforma, terão uma formação reduzida e voltada para o mercado e o empreendedorismo, na contramão de uma formação integral, crítica e cidadã.

O processo de tramitação da MP do Ensino Médio e seu desfecho demonstram como o Estado brasileiro, nesses últimos meses, está sob o controle daqueles que assumiram o poder com o golpe institucional na Presidência da República, em agosto de 2016. A pressa em aprovar a reforma do Ensino Médio, antes mesmo de seu prazo final constitucional, expressa o que pode fazer uma maioria parlamentar ausente do compromisso de dialogar com os diferentes segmentos da sociedade civil.

A ANPEd aproveita a oportunidade para se solidarizar com seus associados e associadas que acompanharam todo esse processo de diferentes formas, quer seja produzindo artigos científicos e de opinião, concedendo entrevistas para as diferentes mídias ou dialogando com parlamentares, professores e estudantes. E da mesma forma reconhece o valor democrático daqueles e daquelas parlamentares que lutaram a boa luta nas comissões e plenários da Câmara dos Deputados e Senado Federal levantando a bandeira da educação pública, democrática, laica, gratuita e de qualidade, contra as ameaças da reforma do ensino médio provocada pelo governo federal, em contexto de emergência interessada e afogadilho institucional.

Isso tudo nos confirma a urgência da atualização permanente de nossas agendas pela educação pública. Precisamos reunir esforços que nos permitam estreitar a interlocução com as forças da sociedade brasileira comprometidas com a escola pública e a democracia no Brasil. Estejamos juntos, todos nós, indivíduos e entidades que se empenham cotidianamente na luta pela escola pública e pelo direito a um Ensino Médio de qualidade para todos, projeto ameaçado pelo novo arranjo legislativo que o governo Temer, sua base aliada no Congresso e os setores empresariais impuseram à educação com a reforma do Ensino Médio que se configurou com a recente votação no Senado Federal.

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Prograd antecipa encerramento do semestre letivo 2016/2 na UFMS

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aprovou, ad referendum, que antecipa o encerramento do semestre letivo de 2016/2 na instituição para 1º/04/2017. A Resolução 35 de 2 de fevereiro de 2017 consta no Boletim de Serviço (BS) n. 6475 do dia 7 de fevereiro de 2017.

Para a presidenta da ADUFMS-Sindicato, professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, a decisão interfere diretamente na rotina da Universidade. A professora relaciona a resolução aprovada e à discussão sobre o Calendário Acadêmico de 2017 da UFMS. “Nós apresentamos proposta à Prograd relativa ao calendário acadêmico, tentando estabelecer uma possibilidade razoável no que se refere aos intervalos entre semestres, respeitando a oferta de período especial. A nossa preocupação não é apenas de compatibilizar o Calendário Acadêmico de 2017 dentro do calendário do ano civil de 2017. Nós buscamos tal compatibilização, mas observando critérios da qualidade, do direito dos/as estudantes, e também do direito de descanso dos/as docentes. Fica expresso nessa resolução qual procedimento a instituição adotará, qual seja, o de compactação de semestres, trabalhando com o limite dos dias letivos estabelecidos legalmente. Nós retomaremos a conversa se percebermos que haverá prejuízos para os/as docentes, os/as estudantes e para os/as técnicos/as administrativos/as”.

A ADUFMS-Sindicato insiste na garantia da qualidade do processo e na garantia do descanso dos/as professores/as, de forma que haja aproveitamento do semestre. Confirmando tal postura, representantes do Sindicato entregaram proposta de regularização do calendário acadêmico da UFMS para 2017 à Prograd em reunião no dia 6 de fevereiro de 2017.

Caso algum/a docente entenda que foi prejudicado/a com a antecipação do encerramento do período de 2016/2, solicitamos a gentileza de procurar o Sindicato para análise dos procedimentos que podem ser adotados.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Docentes que receberam circular cobrando diploma devem se dirigir à ADUFMS

Diversos/as docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) estão recebendo Circular Interna cobrando a entrega do diploma de especialização, mestrado e doutorado original à Pró-Reitoria  de Gestão de Pessoas (Progep) sob ameaça de ter as progressões e promoções das carreiras cortadas da folha de pagamento.

A direção da ADUFMS-Sindicato, seguindo deliberação do Conselho de Representantes Sindicais, reunido na terça-feira 31 de janeiro, solicita que as/os professoras/es que receberam a Circular Interna n. 001/2017 entrem em contato com a Assessoria Jurídica da entidade para analisar os aspectos legais da medida e, se necessário, ingressar com ação judicial nas instâncias necessárias.

A CI justifica a medida em função de acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação à Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa). O diploma deverá ser entregue no prazo de 180 dias.

A progressão e a promoção na carreira de diversas/os docentes aconteceram mediante protocolização da ata de aprovação pela banca examinadora na Progep, em razão da demora burocrática na expedição do certificado definitivo. A partir daí, considerando os interstícios legais, o/a professor/a passou a incorporar a titulação no pagamento.

No entanto, em virtude da desorganização administrativa verificada na gestão anterior, diversas/os docentes encaminharam a documentação necessária  diretamente à Progep-RTR, solicitada  à época por telefone, sem protocolização. Os certificados e documentos necessários foram extraviados e as/os professoras/es não foram notificados por CI comunicando o fato.  A ADUFMS-Sindicato recomenda que os procedimentos de cobrança de documentos ou entrega sejam feitos de forma oficial por meio de CI e devidamente protocolizado, para evitar prejuízos ao exercício profissional.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Andes-SN divulga Carta de Cuiabá

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Plenária do Andes-SN em Cuiabá aprova ações de luta da campanha salarial e em defesa dos direitos dos/as docentes e da universidade

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) divulgou, por meio da Circular 16/2017, a Carta de Cuiabá, documento que sintetiza as discussões e deliberações do 36º Congresso da entidade, realizado na capital mato-grossense entre os dias 23 e 28 de janeiro. O tema do Congresso, que reuniu 350 delegados/as e 70 observadores/as de 73 seções sindicais em sindicatos em Cuiabá, foi “Em defesa da educação pública e contra a agenda regressiva de retirada dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A ADUFMS-Sindicato acompanhou os debates em grupos e os debates temáticos representada pela diretora Maria Helena da Silva Andrade e pelo diretor Diego Rorato Fogaça. Maria Helena elogiou a nível de discussão política entre as/os participantes e o trabalho organizado dos grupos temáticos, como dos/as aposentados/as, sistematizado em cartilhas que estão à disposição dos/as filiados/as à entidade. Sugeriu também a abertura do processo de discussão de filiação da ADUFMS-Sindicato ao Andes-SN, o que possibilitaria o direito a voto nas instâncias e participação ativa nas ações políticas e calendário de luta da entidade.

A Carta de Cuiabá lista as deliberações do Andes-SN para 2017, tais como o ato nacional em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a construção do Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, a busca pela ampliação da unidade em defesa dos direitos e a construção do III Encontro Nacional de Educação (ENE), que será realizado em 2018.

 

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Professora Maria Helena e professor Diego participam como observador/a convidados do Congresso do Andes-SN

O documento também traz a centralidade da luta do Sindicato Nacional para o ano de 2017, aprovada durante o Congresso: “defesa dos serviços públicos e do projeto de educação do Andes-SN, referenciado no Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), lutando pela autonomia e valorização do trabalho docente, construindo ações na luta contra a intensificação da retirada dos direitos, contra a apropriação do fundo público pelo capital, contra a criminalização dos movimentos sociais e contra todas as formas de opressão. Intensificação do trabalho de base, em unidade com a CSP – Conlutas, as entidades da educação e demais organizações do campo classista, na perspectiva da reorganização da classe trabalhadora, pelo Fora Temer e a construção da greve geral”.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Palestra “Crise Econômica atual e seus reflexos sobre a Previdência” que seria ministrada pela Profa. Dra. Denise Lobato é cancelada

Informamos que a palestra “Crise Econômica atual e seus reflexos sobre a Previdência”, que seria apresentada pela Profa. Dra. Denise Lobato Gentil (UFRJ) hoje, 31/01, foi cancelada por motivos pessoais.
Assim que possível, remarcaremos a palestra, pois há grande interesse pelo assunto e pela explanação da professora sobre o assunto.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Circuito Universitário de Cinema começa hoje na UFMS

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Foto: Isabela Hisatomi/Agência Fotográfica UFMS

O Circuito Universitário de Cinema 2017 tem sua primeira exibição hoje, 23 de janeiro, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Fazendo do cinema uma ferramenta de resistência, a terceira edição do evento tem três dias de exibições seguidas de debates. A temática dos filmes e das discussões serão sobre a intolerância, a fim de reforçar a importância dos direitos humanos em contramão à onda de retrocessos que o Brasil tem sofrido.

Nesta segunda-feira, a mostra será do filme “MENINO 23”, que começa às 17h30min, no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS), em Campo Grande. O vídeo-documentário lançado no ano passado é sobre as investigações do historiador Sidney Aguilar em relação a tijolos marcados com a suástica nazista encontrados no interior do Brasil, que revelam a história de meninos órfãos e negros, vítimas de um projeto criminoso de eugenia. Aloizio Silva, o menino 23, sobreviveu para contar. O debate após a exibição terá a presença do Professor Doutor Antônio Carlos do Nascimento Osório, titular da UFMS .

O Circuito conta com a parceira do Núcleo de Estudos Néstor Perlongher – Cidade, Geração e Sexualidade (Nenp) e do Impróprias – Grupo de Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Diferenças, ambos do curso de Ciências Sociais do CCHS.

A entrada é gratuita e aberta à comunidade.

Confira a programação do Circuito

Dia 23/01 (segunda-feira) às 17h30min
Filme MENINO 23
Debatedor: Antônio Carlos do Nascimento Osório, professor titular da UFMS e doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Dia 24/01 (terça-feira) às 13h30min
Filme INTOLERÂNCIA.DOC
Debatedoras: Nuala Lobo Cambará e Eva Camila Cruz. Ambas feministas e integrantes do movimento negro

Dia 25/01 (quarta-feira) às 17h30min
Filme MEU NOME É JACQUE
Debatedores: Miguel Rodrigues de Sousa Neto, professor adjunto da UFMS e doutor em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e Zoe Ibanês, militante Trans.

 

Assessoria de Imprensa ADUFMS-Sindicato

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