Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

ADUFMS-Sindicato

Andes-SN divulga Carta de Cuiabá

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Plenária do Andes-SN em Cuiabá aprova ações de luta da campanha salarial e em defesa dos direitos dos/as docentes e da universidade

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) divulgou, por meio da Circular 16/2017, a Carta de Cuiabá, documento que sintetiza as discussões e deliberações do 36º Congresso da entidade, realizado na capital mato-grossense entre os dias 23 e 28 de janeiro. O tema do Congresso, que reuniu 350 delegados/as e 70 observadores/as de 73 seções sindicais em sindicatos em Cuiabá, foi “Em defesa da educação pública e contra a agenda regressiva de retirada dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”.

A ADUFMS-Sindicato acompanhou os debates em grupos e os debates temáticos representada pela diretora Maria Helena da Silva Andrade e pelo diretor Diego Rorato Fogaça. Maria Helena elogiou a nível de discussão política entre as/os participantes e o trabalho organizado dos grupos temáticos, como dos/as aposentados/as, sistematizado em cartilhas que estão à disposição dos/as filiados/as à entidade. Sugeriu também a abertura do processo de discussão de filiação da ADUFMS-Sindicato ao Andes-SN, o que possibilitaria o direito a voto nas instâncias e participação ativa nas ações políticas e calendário de luta da entidade.

A Carta de Cuiabá lista as deliberações do Andes-SN para 2017, tais como o ato nacional em defesa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a construção do Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, a busca pela ampliação da unidade em defesa dos direitos e a construção do III Encontro Nacional de Educação (ENE), que será realizado em 2018.

 

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Professora Maria Helena e professor Diego participam como observador/a convidados do Congresso do Andes-SN

O documento também traz a centralidade da luta do Sindicato Nacional para o ano de 2017, aprovada durante o Congresso: “defesa dos serviços públicos e do projeto de educação do Andes-SN, referenciado no Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), lutando pela autonomia e valorização do trabalho docente, construindo ações na luta contra a intensificação da retirada dos direitos, contra a apropriação do fundo público pelo capital, contra a criminalização dos movimentos sociais e contra todas as formas de opressão. Intensificação do trabalho de base, em unidade com a CSP – Conlutas, as entidades da educação e demais organizações do campo classista, na perspectiva da reorganização da classe trabalhadora, pelo Fora Temer e a construção da greve geral”.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Cláudio Gontijo prevê deterioração da política econômica de Temer

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Gontijo: “Temos que sacudir a árvore porque senão o fruto podre não cai” (Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

O professor e economista Cláudio Gontijo traçou uma conjuntura de deterioração da economia brasileira e analisou a situação do país frente a um contexto internacional de mudanças do capital que estão causando incertezas nos cenários nacional, pré e pós-impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), e mundial. “Vivemos um período de profunda transformação e não é só no Brasil”, observou na segunda-feira 30 durante a palestra “A política fiscal do Governo Temer: avaliação, perspectiva e crítica”, a estudantes, docentes e sindicalistas no Auditório 2 do Complexo Multiúso da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) em Campo Grande. O evento fez parte do IV Seminário de Formação Sindical e da III Semana Acadêmica de Economia da UFMS. A palestra resultou de parceria da ADUFMS-Sindicato e do Centro Acadêmico de Economia (Caeco).

De acordo com o pesquisador, o congelamento de recursos para setores como educação, saúde, medida do atual governo federal contida na Emenda Constitucional (EMC) 95/2016 – antes Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016 – não tem sustentabilidade a longo prazo. Docente da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), docente aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), PhD em Economia pela New School for Social Research (NSSR) dos Estados Unidos, Gontijo explicou que o quadro atual do Brasil exige luta consistente por parte da sociedade, dos movimentos sociais, estudantis e sindicais para combater administração federal. “Temos que sacudir a árvore porque senão o fruto podre não cai”, metaforizou sobre a necessidade de engajamento contra o governo federal. “Não temos governo no Brasil. Temos um sindicato do crime”, criticou.

O economista enfatizou a necessidade de atuação crítica dos segmentos sociais brasileiros. Essa ação da sociedade deve ser substanciada pela formação, informação e preparo. Gontijo se inspirou em Vladimir Ilitch Ulianov (Lênin) para justificar a importância de estudar a situação pela qual passa o Brasil e o mundo em um contexto globalizado. “Sem teoria revolucionária, não há prática revolucionária.”  O economista usou essa frase para explicar que é preciso conhecer o que está acontecendo para ir à luta.

A palestra aconteceu no Auditório 2 do Complexo Multiúso da UFMS em Campo Grande (Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

 

Gontijo apresentou e comentou eslaides com gráficos e quadros que expuseram a grave situação a que chegou ao Brasil. O PhD em Economia mostrou que antes mesmo da crise política já havia o prenúncio de que a economia e os investimentos sociais entrariam em colapso.

O professor expôs um gráfico sobre a queda das exportações brasileiras entre março de 2014 e novembro de 2015. Nesse período as médias anuais de vendas ao exterior ficaram abaixo de US$ 20 bilhões, caindo para aproximadamente US$ 15 bilhões em novembro de 2015, primeiro ano do segundo mandato de Dilma Rousseff (PT).

O economista apontou que foi um erro da então presidenta acreditar que Joaquim Levy como ministro da Fazenda iria pôr o Brasil nos trilhos. Levy, uma sugestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi, de acordo como a análise de Gontijo, uma leitura incorreta que Dilma fez sobre o que estava acontecendo na economia. As medidas adotadas pelo governo federal na época deterioraram a receita a partir de 2014, com declínio do superávit. Houve aumento da dívida líquida do setor público e a inflação subiu, mas não houve redução do investimento bruto.

Segundo Gontijo, o desgaste do Governo Dilma e aos segmentos que a apoiavam, pelas forças de oposição, partiu do diagnóstico negativo da economia e da sua gestão administrativa.  Citou como fatores o “descontrole dos gastos públicos; aceleração inflacionária; explosão do dólar; corrupção nas estatais; ambiente de incerteza para os negócios; redução dos investimentos externos; aparelhamento pelo PT da máquina pública (ineficiência); crise econômica; ‘Pedaladas Fiscais’ (crime de responsabilidade)”.

As ditas ‘pedaladas fiscais’, razão do impedimento de Dilma, não são consideradas por Gontijo como crime. Com experiência em administração de recursos oficiais, o economista citou o caso da Caixa Econômica Federal (CEF), que assumiu compromissos do governo federal que não tiveram a devida cobertura orçamentária. Para honrar operações relativas a programas sociais como Bolsa Família, Seguro-Desemprego e abono salarial, a CEF teve que arcar com R$ 34,2 bilhões. O pesquisador definiu tal atitude como “inadimplemento contratual”. Na interpretação do economista, “não existe essa história de ‘pedalada’. Isso é invenção”. Embora aponte falhas no Governo Dilma, o professor assegura que isso não seria motivo legal para cassar o mandato da presidenta.

As eras Lula e Dilma propiciaram gigantesco incremento nas reservas cambiais do Brasil. Dados apresentados por Cláudio Gontijo sustentam que de 2003 a 2015 a reserva cambial do país chegou a US$ 378 bilhões. De 1994, ano em que Fernando Henrique Cardoso foi eleito para assumir seu primeiro mandato na Presidência da República, até o final do segundo governo FHC (2002), a reserva cambial brasileira atingiu US$ 38 bilhões.

Clique AQUI e confira o conteúdo referencial da palestra “A política fiscal do Governo Temer: avaliação, perspectiva e crítica”, do professor Claúdio Gontijo.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Presidenta da ADUFMS-Sindicato fala sobre conjuntura brasileira em evento da CUT-MS

O evento teve a presença de sindicalistas e integrantes de movimentos sociais (Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)
Evento teve presença de sindicalistas e integrantes de movimentos sociais (Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, participou na terça-feira 10 do Café com Debate promovido pela Central Única dos Trabalhadores em Mato Grosso do Sul (CUT-MS) e conclamou as/os participantes a fortalecer as mobilizações contra a reforma da Previdência, pelo movimento Fora Temer e pelas eleições gerais. Ao lado do presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Roberto Magno Botareli Cesar, a sindicalista fez análise da conjuntura político-econômica nacional e mundial. A docente elencou os desafios apresentados aos movimentos sindical e social.

Para Mariuza, o cenário brasileiro aponta a continuidade da política agressiva do Governo Temer no desmonte do serviço público, contra as conquistas dos/as trabalhadores/as, por meio de medidas neoliberais iniciadas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e adotadas pelo PMDB atualmente de forma mais radical, atendendo aos interesses do grande capital. “Os setores de direita [conservadores] não admitem sequer qualquer processo de negociação com nossas entidades representativas dos[as] trabalhadores[as]”, reclamou.

A sindicalista aponta que o modelo econômico adotado por Temer não vai tirar o país da crise econômica e é risco de retrocesso, visto que medidas em curso no país – como o congelamento de gastos previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, aprovada no Congresso Nacional tornando-se a atual Emenda Constitucional (EMC) 95 – foram implantadas em outros Estados Nacionais. “Mudar a economia não resolve o problema das crises cíclicas do capitalismo”, enfatiza.

Os danos das ações do Governo Temer endossadas pela maioria do Congresso e pelos grandes veículos de comunicação, na opinião de Mariuza, começam a revelar a sua face. Ela citou, entre os retrocessos, o reajuste do salário mínimo abaixo da inflação após 13 anos de sucessivos aumentos, o que vai impactar diretamente no consumo; a retirada da exclusividade da Petrobras na exploração do pré-sal; o desmantelamento do Plano Nacional da Educação (PNE); a Medida Provisória (MP) 746/2016, que prevê a reforma do ensino médio, aos moldes do estabelecido na ditadura civil-militar, que destinava os/as filhos/as dos/as trabalhadores/as ao curso profissionalizante-tecnicista e os/as dos ricos/as à universidade; a aprovação da PEC 55/2016 (atual EMC 95) limitando os investimentos em saúde, assistência e educação, combinada com o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 54/2016, agora Lei Complementar (LCP) 156/2016, que impõe renegociação da dívida aos estados, obrigados a tomar medidas que atingem a qualidade dos serviços públicos, congela salários do funcionalismo e acelera a terceirização, inclusive da área de educação.

A dirigente sindical inferiu que as mobilizações contra a corrupção abriram caminho para o conservadorismo de inspiração neofascista. Lembrou que não mais interessa ao grande capital a globalização da economia e sim investimentos em regiões do planeta que ofereçam mão de obra barata e facilidades de operação. “O que estamos verificando é que o staf ministerial de Temer compactua com essa política, tem, na sua totalidade, pessoas denunciadas ou envolvidas em esquemas de corrupção, com a inversão do projeto popular de combate à corrupção para atender interesses corporativistas”. Acrescentou que o sentido ético da honestidade é patrimônio dos/as trabalhadores/as, associado à solidariedade de classe, pois nos demais setores a competitividade predomina e estimula, assim, a busca do sucesso a qualquer preço. Mariuza sugeriu ainda como tarefa para 2017 a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte Exclusiva, porque a atual Constituição Federal, apesar de avanços e conquistas cidadãs, tornou-se uma “colcha de retalhos”.

Para a sindicalista, o envolvimento da sociedade na campanha Nem Um Direito a Menos, a gestação embrionária de um modo de organização produtivo-socialista que supere o capitalismo e o fortalecimento da Frente Brasil Popular são ações necessárias. “Chegar ao governo não significa chegar ao poder, precisamos de ocupar os espaços institucionais de decisões, combinado com mobilizações permanentes em defesa da democracia, da cidadania e das nossas conquistas”, destacou.

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Sindicato entrega pauta de reivindicações a reitor da UFMS

dsc00157A direção da ADUFMS-Sindicato se reuniu na manhã de quarta-feira 28 de dezembro com o novo reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Prof. Dr. Marcelo Augusto Santos Turine.  Na ocasião, a presidenta da entidade, Profa. Dra. Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, entregou carta de reivindicações apresentadas pela categoria durante o processo de escolha do reitor e da vice-reitora. O documento foi entregue oficialmente contendo diversos pontos referentes à gestão administrativa, condições de trabalho docente e sugestões de melhorias nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

A principal discussão foi estabelecida em torno da proposta de retirada do Plano de Atividades Docentes (PADOC) devido à sua sobreposição com outros procedimentos com os mesmos propósitos, tais como o Sistema de Avaliação de Desempenho da Carreira Docente (SIADOC), Sistema Acadêmico (SISCAD), Sistema de Gestão de Pós-Graduação (SIGPOS), Sistema de Gerenciamento de Projetos (SIGPROJ), entre outros, que já vêm sobrecarregando as professoras e os professores. Sobre essa questão o pró-reitor de Ensino de Graduação, Prof. Dr. Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, esclareceu que o PADOC serve como instrumento de planejamento e acompanhamento docente, diferentemente dos objetivos dos demais sistemas.

O reitor Marcelo Turine complementou que o controle na distribuição e presença de pessoal nos locais de trabalho vem sendo cobrado pelo Ministério Público Federal (MPF), incluindo a instituição de ponto eletrônico. Em contrapartida, a direção sindical argumentou que o PADOC, da forma como foi proposto e implementado, não passa de uma peça de ficção alimentada com informações dissonantes da realidade, pois várias/os docentes cumprem jornada excedente às quarenta horas e não podem efetuar o registro do tempo real de trabalho. Como proposta alternativa, Turine estabeleceu o compromisso de efetivar a comunicação com outros sistemas, tendo como fonte efetiva de atualização e acompanhamento permanente o Currículo Lattes, que servirá como instrumento para mensurar a atividade da docência.

A ADUFMS-Sindicato reivindicou a instituição de maior prazo para reestruturação administrativa da universidade, que se encontra em curso. Argumentou que quarenta dias para que tal reestruturação seja discutida e implementada são insuficientes para diagnóstico e implantação do novo modelo. A reitoria, por vez, esclareceu que uma comissão vem encaminhando e avaliando as propostas de novas faculdades e institutos, mas apenas daqueles projetos em que os processos já estavam em andamento, com a priorização de unidades com volume sobrecarregado de cursos, como o Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) e o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Campus do Pantanal (CPAN, Corumbá) e Campus de Três Lagoas (CPTL), com base em critérios, bem como indicadores a ser instituídos e aprovados nos conselhos, tais como número de alunos/as, quantidade doutores/as e mestres/as, distribuição da carga docente etc.

A nova administração da UFMS adiantou que não pretende alterar a estrutura organizativa já existente, como os institutos e faculdades. Nesse ponto foi questionado pelo Sindicato se não havia a necessidade prévia de se pensar a representação nas instâncias superiores de decisão e o modelo de universidade, para então se discutir a nova estrutura, sob pena de repetir os erros de gestões anteriores. O reitor alegou que essa é questão administrativa, com base em propostas já em andamento e que havia necessidade de preencher os cargos CD4, fruto da reestruturação interna e fusão de cargos no seu gabinete e nas pró-reitorias. Alertou ainda que, caso a decisão e implementação não fossem rápidas, os cargos poderiam ser resgatados pelo governo federal. Comprometeu-se, por fim, em manter uma administração horizontalizada, tornar mais ágeis as informações sobre as decisões de reestruturação, inclusive com a transmissão das reuniões em tempo real e que mais tarde pretende tratar das questões maiores que demandam a mudança de estatuto da UFMS.

O Sindicato solicitou mais flexibilidade na mobilidade da diretoria da entidade, bem como para as/os representantes sindicais participarem de atividades tais como reuniões, manifestações, seminários, entre outras. O reitor solicitou que os pedidos de liberação devem ser encaminhados às chefias por e-mail, sem dispensar os procedimentos legais, mas promovendo a agilização por meio da tecnologia.

Turine pediu parceria do Sindicato na realização de seminários temáticos para discutir grandes questões atinentes à universidade e ao serviço público: Previdência Social, fortalecimento do Programa de Assistência à Saúde (PAS-UFMS), ensino, pesquisa, extensão e saúde docente. A ADUFMS informou que o Plano de Trabalho da Diretoria para 2017 será definido pelo Conselho de Representantes Sindicais no dia 30/01/2017 e que as temáticas de interesse da Universidade devem ser encaminhadas para apreciação dos/as representantes sindicais.

O reitor informou que vai criar ações que reduzam a evasão estudantil, que garantam o encaminhamento das reclamações à Ouvidoria da UFMS e solicitou apoio do Sindicato no sentido de encaminhar propostas às demandas referentes à rotina administrativa, a docentes e atividades-fim da instituição. Os demais pontos apresentados pela ADUFMS-Sindicato voltarão à pauta em nova reunião prevista para janeiro de 2017.

Também estiveram na reunião os Profs. Drs. Fábio Henrique Viduani Martinez (diretor financeiro da ADUFMS-Sindicato), Guilherme Rodrigues Passamani (CCHS), do Conselho de Representantes Sindicais, Prof. Dr. Antonio Firmino de Oliveira Neto (representante de coletivos) do Campus de Aquidauana (CPAQ), José Roberto Rodrigues de Oliveira (primeiro secretário da ADUFMS-Sindicato) a Profa. Dra. Fátima Heritier Corvalan (diretora de Promoções Sociais, Culturais e Científicas da ADUFMS-Sindicato), a vice-reitora da UFMS, Profa. Dra. Camila Celeste Brandão Ferreira Ítavo e a assessora da reitoria da UFMS em atendimento aos sindicatos, Profa. Dra. Elizabeth Maria Azevedo Bilange.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Trabalhadores/as da UFMS se confraternizam em Aquidauana

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Fotos: Joao Doarth

Na quarta-feira 7 dezembro foi realizada a confraternização de final de ano do Campus de Aquidauana (CPAQ), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Na ocasião,  docentes, técnicos/as, funcionários/as se reuniram para celebrar mais um ano de trabalho. Familiares dos/as trabalhadores/as também estiveram presentes.

Diferentemente do ano anterior, a confraternização de 2016 foi organizada conjuntamente pela ADUFMS-Sindicato, Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), Associação Recreativa dos Servidores da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (ASSUFMS) e Direção de Campus.

A cerimônia de confraternização aconteceu na Associação Cultural Nipo de Aquidauana (Acenba) e contou com diversas atividades, como discurso, bebidas, jantar, dança, show musical. Teve início às 21h30min do dia 7 e se estendeu até as 3h do dia 8.

Que 2017 seja melhor que o ano que finda, com muita luta e resistência!!!

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ADUFMS-Sindicato/Aquidauana

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Festa de fim de ano da ADUFMS-Sindicato reúne mais 300 docentes, familiares e amigos/as

A festa de fim de ano da ADUFMS-Sindicato completou um ciclo formado por muitas ações em 2016. O evento aconteceu na última sexta-feira 16 e reuniu mais de trezentas/os convidadas/os na sede da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Mato Grosso do Sul (Adepol-MS), em Campo Grande. A confraternização teve a presença de docentes da capital e outros campi da UFMS, de pró-reitores e do novo reitor Marcelo Turine. Durante a festa – que avançou madrugada adentro – houve sorteio de prêmios, jantar com cardápio variado, bebidas e show da banda Lilás, que animou o pessoal com estilos musicais dançantes.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato Mariuza Aparecida Camillo Guimarães deu boas-vindas aos/às  convidados/as e pontuou que no ano de 2016 entidade cumpriu seu papel e esteve à frente das lutas em defesa da educação, das conquistas sociais e trabalhistas, resistindo às investidas do Governo Temer contra o serviço público.

A organização da festa e animação da banda ganhou elogios de diversos/as participantes que pediram a continuidade da agenda social da ADUFMS-Sindicato.

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PARA ACESSAR ÁLBUM COM TODAS AS FOTOS DA CONFRATERNIZAÇÃO EM CAMPO GRANDE CLIQUE SOBRE QUALQUER UMA DAS IMAGENS DESTE TEXTO!

 

Fotos: Diogo Gonçalves

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Presidenta da ADUFMS-Sindicato participa de debate na X Semana de Ciências Sociais da UFMS

Professores/as apresentaram perspectivas sobre o cenário político brasileiro (Foto: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Do dia 7 até o 9 de dezembro acontece a X Semana de Ciências Sociais da UFMS, no campus de Campo Grande.  No primeiro dia do evento, a Mesa 2 teve como tema “A Situação Política Brasileira” e contou com a presença da presidenta da ADUFMS-Sindicato, Profª Drª Mariuza Aparecida Camillo Guimarães e dos/a professores/a da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) Drº Victor Garcia Miranda, Drº Marcelo da Silveira Campos e Drª. Maria Gabriela Guillén Carías.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato evidenciou o cenário de medidas que estão em tramitação, articuladas pelo governo, como a PEC 55/2016 (antes 241/2016), o PLC 54/2016 (antes PLP 257/2016), a reforma da previdência e reforma do ensino médio, que interferem diretamente nos/as trabalhadores/as. Para a professora, o momento político atual é muito preocupante, pois as medidas que foram aprovadas ou estão em processo de aprovação, são difíceis de se reverter.

Durante as falas dos integrantes da mesa era consenso a ideia que a esquerda brasileira precisa ser reinventada, pois ela passa por uma crise, o que não necessariamente é algo negativo, e esta ruptura pode gerar uma mudança. A Profª Drª Maria Gabriela Guillén Carías enfatizou que este processo deve ser feito pelas bases, sem deixar que a luta de classes seja esquecida.

O evento conta com mesas de discussão em todos os dias do evento. Os Grupos de Trabalho acontecem no dia 8 das 8h às 11h e os minicursos, no dia 9, também das 8h às 11h. A programação completa pode ser acessada pela página da X Semana de Ciências Sociais da UFMS no Facebook.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Audiência pública: professor define MP da reforma do ensino médio como atraso

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Público lotou plenário da ALMS para debater e criticar MP 746 (fotos: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato). Para acessar todas as imagens da audiência pública, clique sobre uma das fotos deste texto

A audiência pública Reforma do Ensino Médio – MP 746/2016 aconteceu na última sexta-feira (18/11) no plenário Deputado Júlio Maia da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS). A ADUFMS-Sindicato esteve presente, em conjunto com diversas entidades e pessoas, para se posicionar conta a Medida Provisória (MP) 746/2016, que propõe reforma urgente no ensino médio sem consultar a população e as/os especialistas em educação, além de retomar o caráter tecnicista do ensino como nos tempos da ditadura civil-militar, sem incentivo ao pensamento crítico. Além desses efeitos, a MP afetará o ensino superior, pois não leva em consideração que impactos terá nos cursos de licenciatura, já que algumas disciplinas perdem a obrigatoriedade, como é o caso das Artes e Educação Física.

A mesa de debate foi composta pelo deputado estadual e presidente da ALMS, Junior Mochi, pelo senador por Mato Grosso do Sul Pedro Chaves (Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado relator da 746), ambos proponentes da audiência, a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Marta Vanelli, a secretária de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul Maria Cecilia Amendola da Motta, o reitor da Universidade Estácio do Rio de Janeiro Ronaldo Mota, o Professor Doutor especialista em educação Antônio Carlos do Nascimento Osório e a vice-presidente MT/MS da União Nacional dos Estudantes (UNE) Amanda Anderson. O objetivo foi fomentar a discussão sobre a MP e ouvir as entidades ligadas à educação.

O plenário lotado pedia – entre uma discussão e outra – que o senador Pedro Chaves se posicione contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, antes 241, que será votada no

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Componentes da mesa que debateram com cidadãos/ãs a nova reforma do ensino médio

Senado Federal no próximo dia 29. A PEC representa um desmonte no serviço público. Os gastos da União serão congelados por 20 anos, inclusive com serviços básicos como a saúde e educação, afetando diretamente o/a trabalhador/a.

 

O Professor Doutor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Guilherme Passamani​, representou a ADUFMS-Sindicato. Depois de muita insistência, teve o seu pedido de fala aceito e destacou que a reforma do ensino médio é sinônimo de atraso para a educação e prejudicará o acesso das classes menos favorecidas economicamente ao ensino superior. “[A MP 746] fecha a UFMS para os filhos dos pobres, os filhos da periferia, para aqueles que são pretos, para aqueles que são pardos, para aqueles que são indígenas. Esta medida provisória é um retrocesso.”

A MP fere ainda o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), uma vez que ambos foram construídos com muita discussão por profissionais ligadas/os à educação e diversas manifestações ao logo da história, o oposto da iminente reforma, colocada com urgência sem discussão e sem consulta à população. A vice-presidente MT/MS da UNE, Amanda Anderson, ressaltou que é necessário discutir o modelo atual do ensino médio, mas que isso não deve ser feito por MP e às pressas.

A 746 tramita no Senado Federal e de acordo com a última Prorrogação do prazo, tem até o dia 02/03/2017 para ser votada.

Assista ao vídeo da análise de Guilherme Passamani sobre a 746.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Na praça para não perder direitos! Dia Nacional em Defesa da Educação contra PEC 55 e PLC 54

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Protesto: centenas de pessoas na Praça do Rádio em Campo Grande (fotos: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato

Como programação do Dia Nacional em Defesa da Educação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016 (241) e o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 54/2016, antes Projeto de Lei Complementar (PLP) 257, um grupo de docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) participou ativamente do ato que reuniu mais de 1,5 mil manifestantes na Praça da República (Rádio) em Campo Grande no dia 11/11. Docentes da Rede Municipal de Ensino (Reme) e da UFMS decidiram paralisar as atividades no mesmo dia como forma de manifestação contra os cortes de verbas para educação e saúde, congelamento dos salários, desmonte do Plano Nacional de Educação (PNE) e do serviço público, por meio da terceirização, e transferência da receita da União para o sistema financeiro privado.

O ato foi convocado pela ADUFMS-Sindicato e ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública) e a Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul (CUT-MS).

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, alertou para o risco de privatização do ensino superior público para beneficiar os grupos educacionais multinacionais.  Ponderou que somente 21% da população brasileira tem acesso ao ensino superior, cuja expansão está comprometida com o iminente corte de gastos.  Na visão da sindicalista, a PEC 55 congela salários e pode desmantelar a carreira docente do ensino superior com o congelamento das progressões.

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Maracangalha: arte de tocar o imaginário para conscientizar

Além da presença de entidades ligadas aos movimentos sociais como a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) e sindicatos municipais ligados à educação da região de Campo Grande,  o Grupo de Teatro Imaginário Maracangalha esteve no ato e encenou críticas aos cortes de gastos públicos primários patrocinados pela PEC 55 e pelo PLC 54, em contradição com jantares promovidos pelo Planalto, reajustes salariais de 41% diferenciado para o Judiciário e outras carreiras do Executivo, além da falta de democracia.

Em Corumbá, em sintonia com o Dia Nacional de Luta, a ADUFMS-Sindicato promoveu palestra sobre as consequências da PEC 55 no descumprimento das metas do PNE. Ocorreu também passeata conjunta com as/os professoras/es do ensinos fundamental e médio, estudantes e demais categorias do serviço público pelas principais ruas da cidade.

Acompanhe como foi o dia de luta em Campo Grande em vídeo produzido pela Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato (clique sobre a última imagem abaixo).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Nota de apoio ao movimento de ocupação da UFMS, ‘Campus’ de Paranaíba

Nós, diretoria da ADUFMS-Sindicato, nos manifestamos em apoio aos/às estudantes que em um gesto de coragem ocuparam as dependências do Campus de Paranaíba (CPAR) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016 (antes 241) na defesa do direito à educação em consonância com o movimento nacional de ocupações.

Esses movimentos por todo o país encontram sua legitimidade na defesa dos direitos conquistados em lutas ao longo da história. Hoje tais direitos são ameaçados pela PEC 55 e pelo Projeto de Lei da Câmara (PLC) 54/2016 anteriormente Projeto de Lei Complementar (PLP) que amarra ainda mais que a PEC 55 e o orçamento de estados, bem como municípios em troca da renegociação da dívida com a União.

Não bastassem essas propostas, o Governo Federal baixou a Medida Provisória (MP 746/2016), que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)/1996, estabelecendo estrutura diferenciada no ensino médio, definindo um projeto tecnicista de formação para os/as filhos/as da classe trabalhadora, retomando a dualidade prevista na Lei 5.692/1971, da ditadura empresarial civil-militar, que na década de 1970 alterou a LDB 4.024/1961, que promovia a isonomia na educação nacional, a exemplo da legislação que era vigente até o início do governo Temer.

A defesa dos serviços públicos, especialmente os de cunho social – que têm como principal objetivo o atendimento à população que deles necessita – é dever de todos/as os/as trabalhadores/as. Empenhamos nosso apoio e solidariedade ao movimento de ocupação da UFMS no CPAR.

NENHUM DIREITO A MENOS!

 

DIREÇÃO DA ADUFMS-SINDICATO

GESTÃO AUTONOMIA SINDICAL – 2016-2018

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Professores e pesquisadores criticam mudanças no ensino médio realizadas por meio de MP

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Mesa-redonda contou com as reflexões do Professor Doutor em Filosofia, Ricardo Pereira de Melo (segundo da direita para a esquerda) – fotos Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

Como continuidade ao dia nacional de protestos e paralisações (11/11), um grupo de professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul  participou de mesa-redonda sobre a Medida Provisória (MP) 746/2016 (edição extra do Diário Oficial da União de 23-09-2016, página 1 e página 2), no I Congresso de Ensino de Ciências, Educação Ambiental e Saúde (Coneceas) e na II Reunião Técnica de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências, em auditório do Complexo Multiúso, na Cidade Universitária da UFMS em Campo Grande. A 746 estabelece uma  nova reforma no ensino médio.

A forma autoritária pela qual as mudanças vêm sendo implementadas – inclusive já com 41 intervenções entre alterações e inclusões na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996)  em função da MP -, sem a participação das entidades representativas da área de educação, bem como influenciadas pelo movimento Escola sem Partido, foi alvo de crítica de quase todas/os as/os participantes.

O diretor de Políticas Educacionais da ADUFMS-Sindicato, Professor Doutor em Filosofia, Ricardo Pereira de Melo, participou do debate A Nova Reforma Curricular do Ensino Médio. Ricardo teceu duras críticas à MP encaminhada a toque de caixa pelo presidente Michel Temer que, juntamente como protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 (55), gerou a ocupação de diversas escolas de ensino médio e universidades Brasil afora.

Para o professor, a 746 em tramitação no Congresso não aponta, em nenhum ponto, para a valorização profissional e salarial do magistério, não leva em consideração as diversas realidades e especificidades da juventude brasileira, ocorre sem diálogo, desconsidera a realidade física e de pessoal das escolas, com o risco de que a expansão da carga horária mínima de oitocentas para 1.400 horas venha dobrar a precariedade na educação média, devido ao corte no orçamento e à redução de verbas para educação, medidas contidas na PEC 55,  já aprovada pela Câmara dos Deputados, em tramitação final no Senado Federal.

De acordo com o Professor Doutor Fabiano Antunes, da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), essas mudanças significam o retorno à alienação da era das cavernas, pois rompe a formulação da política educacional brasileira como política de Estado e desconsidera a contribuição formulada durante dez anos pelas/os educadoras/es expressa no Plano Nacional de Educação (PNE), além das respectivas propostas de ampliação e universalização de vagas em quase todos os níveis. Alertou que o papel da escola é de formar gente, atrair a/o aluna/o para aprender aquilo de que ainda não gosta. Destacou que boas experiências para melhoria da educação adotadas por outros países poderiam ser debatidas, como o atendimento especial a estudantes com dificuldade em Matemática em Cingapura, a contratação de professores auxiliares na Finlândia, a colaboração da educação urbana com a educação rural na China, acrescentadas pela aproximação da universidade com a educação fundamental, patrocinada pela experiência do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid)  em nosso país.

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Educadores/as da educação básica e de universidades fizeram da paralisação um dia de reflexão sobre o quadro educacional brasileiro

A representante da Abrapec-Centro Oeste (Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências), Nilma Araújo da Silva, alertou que a MP não apresenta solução para o principal problema da educação: a desvalorização da/o professora/professor. Questionou o papel de notório saber, para ela uma realidade que já existe e que precariza as condições de trabalho. Citou como exemplo a falta de dez mil docentes de física e cinco mil de química apenas na rede pública de Goiás. Vê como preocupante  a proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a ausência da carga horária mínima.

Para o coordenador de Ensino Médio do Ministério da Educação (MEC), Wisley João Pereira, a MP tem como fator positivo colocar na agenda o novo ciclo de discussões sobre reforma do ensino médio no Brasil que há dez anos se arrasta no Congresso Nacional. Salientou a importância de promover mudanças urgentes no sistema, pois o modelo existente, de 13 disciplinas, não atrai a juventude brasileira, citando a baixa classificação nas avaliações do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) e o alto índice de desistência. Reiterou, no entanto, que mesmo compondo o atual governo, discorda que a reforma seja feita por Medida Provisória e que levará as sugestões e preocupações ao MEC.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato fecha nesta segunda 14 e na terça-feira 15

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Foto baixada do site Freepik <http://www.freepik.es/foto-gratis/puerta-cerrada_652166.htm>

A ADUFMS-Sindicato comunica que nesta segunda-feira 14 não haverá expediente ao público em sua sede de Campo Grande em função do feriado da República (15 de novembro). Reforçamos que o atendimento a docentes a ao público em geral será retomado na quarta-feira 16, no horário habitual: das 7 às 11h e das 13 às 17h.

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