Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

ADUFMS-Sindicato

ADUFMS-Sindicato fecha nesta segunda 14 e na terça-feira 15

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Foto baixada do site Freepik <http://www.freepik.es/foto-gratis/puerta-cerrada_652166.htm>

A ADUFMS-Sindicato comunica que nesta segunda-feira 14 não haverá expediente ao público em sua sede de Campo Grande em função do feriado da República (15 de novembro). Reforçamos que o atendimento a docentes a ao público em geral será retomado na quarta-feira 16, no horário habitual: das 7 às 11h e das 13 às 17h.

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ADUFMS-Sindicato participa de reunião com novo reitor da UFMS

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Marcelo Turine (à esquerda) anunciou nova etapa de diálogo com todos os segmentos representativos da UFMS (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

A convite, representantes da direção da ADUFMS-Sindicato estiveram reunidos na quinta-feira (10-11), com o reitor nomeado pelo Ministério da Educação (MEC), Marcelo Turine, e a vice-reitora eleita, ainda não-empossada, Camila Ítavo. Na conversa,  o Magnífico reiterou a disposição de  restabelecer a relação institucional com o Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul.

Previamente, Marcelo Turine fez a apresentação nominal dos novos pró-reitores e assessores responsáveis pela gestão do gabinete. Convidou a direção da entidade sindical para deixar no passado o clima de disputa eleitoral, adiantando a intenção de fazer a gestão focada no administrativo, sem predominância de ideologia político-partidária, sem discriminação e com critérios e indicadores transparentes na criação de novos cursos, faculdades, institutos e na distribuição de recursos.

Prometeu modernizar a gestão, otimizar gastos nas atividade-meio, com objetivo de preservar os investimentos nas atividades-fim, diante da política de cortes de investimentos adotada pelo governo federal.  Reafirmou ainda a disposição de garantir total transparência nos gastos da instituição, transferir a Ouvidoria para o seu gabinete e manter o diálogo com a direção da ADUFMS-Sindicato para dirimir eventuais problemas da UFMS e na vida universitária. Reiterou a meta de investir na qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação, no fortalecimento da educação fundamental  e nas licenciaturas, além de uma política de diálogo e de respeito aos/às estudantes que agora contarão com uma assessoria especial ligada ao seu gabinete.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato,  em resposta à explanação de Marcelo Turine, reafirmou o propósito de manter a relação cordial, sempre levando em consideração independência da entidade, com o novo reitor, por meio de postura colaborativa nas ações que visam ao fortalecimento da UFMS e da educação em todos os níveis.  Apresentou a int

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Novo reitor, Marcelo Turine (primeiro à direita), adiantou intenção de preserva investimentos no ensino, enxugando gastos nas atividades meio da UFMS

enção de retomar a carta-proposta de trabalho encaminhada aos candidatos a reitor, construída a partir da colaboração de docentes de todos os campi da UFMS, em nova reunião a ser agendada. Destacou entre as prioridades a discussão em torno da carga horária docente, Plano de Atividades Docentes (Padoc),  calendário de reposição de aulas e ações conjuntas objetivando garantir os investimentos na expansão de vagas, permanência, condições de trabalho, qualidade no ensino, pesquisa e extensão.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Unimed: ADUFMS-Sindicato negocia e consegue diminuir reajuste

20161109_170417A exemplo do que ocorreu em 2014 e 2015, a diretoria da ADUFMS-Sindicato negociou com a Unimed e conseguiu reduzir o reajuste de 2016 do plano de saúde. Na modalidade enfermaria a proposta inicial da operadora era majorar a mensalidade em 42%. Após exaustivas discussões, houve redução de vinte pontos percentuais, ficando em 22%, tanto para titular como dependente. A correção entrou em vigor em novembro deste ano. O valor passa de R$ 403,13 por pessoa para enfermaria para R$ 491,82.

As/os docentes e dependentes beneficiárias/os da versão apartamento tiveram reajuste de 13,6%. Atualmente valor pago da modalidade apartamento é de R$ 878,45. A partir de dezembro de 2016 sobe para R$ 997,92.

O número de professores/as filiadas/os tem reflexo direto no valor das mensalidades do plano Unimed conveniado à ADUFMS-Sindicato. Quanto maior o número de sindicalizadas/os, menores serão as taxas. É importante que o/a associado/a converse com seu/sua colega de trabalho e peça para que ele/ela entre em contato com a ADUFMS-Sindicato e se informe sobre as condições para novas adesões.

Cartões – As carteirinhas devem estar disponíveis na ADUFMS-Sindicato no prazo de 15 a trinta dias. Mesmo assim, o representante da Unimed, João Batista de Carvalho, garantiu que não haverá qualquer interrupção no atendimento em hospitais, laboratórios, consultórios e outros serviços cobertos pelo plano. Os/as atendentes do/a prestador/a de serviços de saúde devem solicitar autorização dos procedimentos pelo sistema da Unimed, via telefone. Para dúvidas e esclarecimentos, é possível entrar em contato com a Unimed pelos número 67 3389-2500.

Clientes HSBC – Neste mês, os/as professores/as que são clientes do banco HSBC e que autorizaram o débito automático do plano na conta corrente terão de pagar a fatura via boleto bancário, que já foi enviado por e-mail, ainda sem o valor do reajuste. Posteriormente, será enviado outro valor com a diferença a ser paga pelo/a associado/a. Caso não tenha recebido o boleto, entre em contato com a ADUFMS-Sindicato para que seja feito o reenvio.

Contatos ADUFMS-Sindicato:

67 3346-1482 e 67 3346-1514, 98406-9771

adufms@adufms.org.br

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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NOTA DE APOIO AO MOVIMENTO DE OCUPAÇÃO DA UFMS, ‘CAMPUS’ DE TRÊS LAGOAS

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Movimento dos/as estudantes universitários/as e secundaristas tem legitimidade (Foto: Ricardo Ojeda/Perfil News)

Nós, Diretoria da ADUFMS-Sindicato, nos manifestamos em apoio aos/às estudantes, que em um gesto de coragem, ocuparam as dependências da Unidade II do Campus de Três Lagoas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CPTL-UFMS) em defesa de seus direitos de estudar em universidade pública, gratuita e de qualidade, tendo respeitada a sua função precípua de ensino, pesquisa e extensão, com professores bem-remunerados, com carga horária disponível para a formação de excelência a que se propõem.

O movimento dos/as estudantes universitários/as e secundaristas encontra legitimidade porque que todos esses direitos duramente conquistados por meio da Constituição Federal de 1988 estão hoje em risco de ser seriamente comprometidos, se confirmada pelo Senado Federal a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 (55) e do Projeto de Lei Complementar (PLP) 257 (agora Projeto de Lei da Câmara – PLC 54).

Não bastassem essas propostas, o governo federal baixou a Medida Provisória (MP 746/2016), que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), estabelecendo estrutura diferenciada no ensino médio, definindo um projeto tecnicista de formação para os/as filhos/as da classe trabalhadora, retomando a dualidade prevista na Lei 5.692/1971, da ditadura civil-militar, que à época alterou a LDB 4.024/1961, que promovia a isonomia na educação nacional, a exemplo da legislação que era vigente até o início do Governo Temer.

A defesa dos serviços públicos, especialmente os de cunho social que têm como principal objetivo o atendimento à população que deles necessita, é dever de todos/as os/as cidadãos/ãs. Empenhamos nosso apoio e solidariedade ao movimento de ocupação da UFMS, Campus de Três Lagoas.

NENHUM DIREITO A MENOS!

 

DIREÇÃO DA ADUFMS-SINDICATO

GESTÃO AUTONOMIA SINDICAL – 2016-2018

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Propostas do governo federal estrangulam educação pública no Brasil

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Maria Dilnéia (centro): as alternativas seriam a revisão dos valores contabilizados na dívida pública (foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

A aprovação em segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 241/2016, que agora tramita no Senado como PEC 55/2016) por maioria na Câmara dos Deputados significa estrangulamento da educação pública brasileira e torna letra morta o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024. Essa foi a posição defendida pela Professora Doutora Maria Dilnéia Espíndola Fernandes  do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (PPGEdu-UFMS), diretora de Publicações da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (Anpae) e vice-presidenta Centro-Oeste da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), em palestra ministrada para professores/as e estudantes da Rede Municipal de Educação (Reme), na terça-feira (25-10), organizada pelo Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) e pela ADUFMS-Sindicato.

Para a pesquisadora, a única alternativa para reverter a tendência conservadora e privatista na educação brasileira são as manifestações que se espalham por todo o Brasil.

Os cortes previstos na educação comprometem as metas de expansão de oferta da educação e do financiamento do direito à educação estabelecidas para 2024. Comprometem a expansão de oferta de vagas pelos centros de Educação Infantil (Ceinfs). Nas creches, a meta do PNE era de elevar de 2,7 milhões de matrículas (25,4%) em 2013 para 5,4 milhões de matriculados (50%). Outro calcanhar de aquiles da educação brasileira, a expansão do ensino médio, também fica inviabilizada. O salto de 8,3 milhões de matrículas em 2013 (45%) para 10,2 milhões (85%) fica praticamente inatingível, abrindo reserva de mercado para as empresas do setor educacional.

As medidas contidas na PEC 55/2016 também atingem duramente a expansão de vagas nas instituições federais de ensino superior, com redução na oferta de cursos, contratação de professores/as, congelamento das progressões de níveis e letras, nas políticas permanência na graduação e na pós-graduação, que já eram incipientes.

Ficam impraticáveis as metas estabelecidas pelo PNE para o ensino superior de elevar os investimentos na graduação de R$ 24,8 bilhões – 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – e na pós-graduação de R$ 1,7 bilhão (0,04% do PIB) fixadas em 2014 para respectivamente R$ 67,4 bilhões (1,39% do PIB) e R$ 4,88 bilhões (0,13% do PIB), nas duas modalidades. As medidas aprovadas pela Câmara praticamente congelam a expansão prevista de elevar as matrículas nas universidades públicas para 1,9 milhão, do universo de 7,8 milhões de matriculados/as, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O congelamento de vagas ou até mesmo redução de matrículas beneficia diretamente os grandes grupos econômicos educacionais que disputam uma invejável reserva de mercado no ensino superior. Dá sequência à reserva de mercado para o setor privatista. Conforme a pesquisadora, somente 21% da população brasileira conseguiu completar a graduação, enquanto na Argentina as/os formadas/os chegam a 61% da população. Um exemplo do filão de mercado no segmento foi a fusão milionária entre o Grupo Kroton e a Anhanguera – a última troca de ações estimada em R$ 5 bilhões. O novo grupo está avaliado em cerca de R$ 12 bilhões, cifra que representa o dobro da chinesa New Oriental, segunda colocada.

Maria Dilnéia alerta que toda essa mudança acontece sob a alegação do crescimento descontrolado da despesa primária, em ritmo maior do que o crescimento do PIB, mas com nova definição da meta de resultado primário. O então Governo Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei n. 1 de 2016-CN que previa um superávit de R$ 2,7 bilhões, podendo chegar a um déficit de R$ 96,7 bilhões. Revisado por Temer, o novo projeto fixou, em cenário totalmente pessimista para economia nacional, a meta do déficit nas contas públicas em R$ 170,5 bilhões. Esse valor incluiu o déficit primário de R$ 113,9 bilhões e R$ 56,6 bilhões referentes aos passivos e despesas já contratadas. Com destaque de R$ 19,9 bilhões devidos à renegociação de dívida dos estados e outros passivos e mais R$ 21,2 bilhões pelo descontingenciamento de despesas.

No entanto, levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) sobre a “PEC nº 241/2016: o novo regime fiscal e seus possíveis impactos” (Nota Técnica. Set. 2016, n. 161) apontou uma despesa média de 12% das receitas em 2015, mesmo nível registrado em 1998. Já as receitas caíram abruptamente de 16% para 2% (média em 2015). Ou seja, o Brasil enfrenta uma grave crise de arrecadação, em razão da política de desoneração e incentivo fiscal e do desaquecimento da economia, combinados com o aumento da dívida pública, que hoje consome 43% do orçamento da União, agravado com a política de juros altos praticada pelos dois últimos governos.

Para Maria Dilnéia, as alternativas seriam a revisão dos valores contabilizados na dívida pública por meio de auditoria e a instituição de novos impostos sobre grandes fortunas, frente ao corte de investimentos em setores fundamentais para desenvolvimento e a justiça social no País, como a educação, a saúde e a assistência social.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato em Campo Grande não terá expediente nos dias 10 a 12 de outubro

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Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato), comunica que da segunda-feira 10 a quinta-feira 12 de outubro não haverá expediente em sua sede em Campo Grande.

O atendimento a docentes e ao público em geral será retomado na quinta-feira 13 de outubro, sempre nos horários das 7 às 11 horas e das 13 às 17h. A interrupção no expediente ocorrerá em função do feriadão que tem como referência terça-feira 11 e quarta-feira 12, respectivamente aniversário da criação do Estado de Mato Grosso do Sul e feriado nacional (dia de Nossa Senhora Aparecida).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

A imagem ao lado foi baixada de mdemaria.biz (<http://mdemaria.biz/wp-content/uploads/2012/08/Porta-fechada-imagem-06.jpg>)

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Conselho Fiscal analisa contas da ADUFMS-Sindicato referentes a 2015

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Lado esquerdo (da frente para o fundo): Luiz Carlos, Alessandro Gustavo e Paulo Cesar – integrantes do Conselho Fiscal. À direita: contador Cleber Augusto. Foto: Arnor Ribeiro/ ADUFMS-Sindicato

O Conselho Fiscal da ADUFMS-Sindicato analisou e se posicionou favorável à aprovação das contas da entidade referentes a 2015. A reunião que auditou a movimentação financeira aconteceu na terça-feira 4 de outubro à tarde na sede do Sindicato em Campo Grande, acompanhada pelo contador Cleber Augusto de Almeida. Além de avaliar as prestações de contas da diretoria da ADUFMS-Sindicato, os conselheiros fiscais – professores  Alessandro Gustavo Souza Arruda, Paulo Cesar Duarte Paes e Luiz Carlos Batista – discutiram os  balancetes analíticos de julho a dezembro do ano passado.

Após análise e detalhamento das contas, os integrantes do Conselho elaboraram parecer com a seguinte conclusão: “o Conselho Fiscal da ADUFMS-Sindicato, pelo exame dos documentos apresentados, é favorável à aprovação dos balancetes – referentes ao ano de 2015 e Balanço Patrimonial de 2015”.

Todos os itens auditados seguiram “as normas contábeis legais [aceitas] no País, [ acompanhadas] dos documentos contábeis obrigatórios, após a verificação minuciosa de todas as peças, realizada por cada um dos Conselheiros”.

O parecer será submetido à discussão e votação em assembleia das/os docentes filiadas/os ao Sindicato, com data a ser definida. A assessoria contábil da entidade vai formular demonstrativo das contas, que será publicado nos meios pelos quais são informadas todas as atividades da ADUFMS-Sindicato: site, Jornal ADUFMS, facebook e e-mail.

Ainda na mesma reunião acataram-se os pedidos de desligamento, do Conselho Fiscal, dos professores Edvaldo Correa Sotana e Ricardo Pereira de Melo. No último pleito para a escolha da nova diretoria da ADUFMS-Sindicato ambos foram eleitos pela chapa Autonomia Sindical para o biênio 2016-2018, tendo que se desligar do Conselho.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Festa comemorativa ao Dia do/a Professor/as reúne mais de 200 pessoas

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Jantar dedicado teve muita música, dança e buffet com pratos variados

O jantar de confraternização relativo ao Dia do/a Professor/a  promovido pela ADUFMS-Sindicato reuniu mais de 200 pessoas em Campo Grande na noite de sexta-feira 23 de setembro. Este ano, a data comemorativa foi antecipada em razão do Calendário Acadêmico da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Oficialmente, o Dia do/a Professor/a é 15 de outubro, mês em que, especificamente neste ano, ocorrerá redução das atividades acadêmicas na UFMS, com exceção do período letivo especial de inverno. O outro semestre acadêmico de 2016 começará em novembro.

A presidenta do Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, fez a apresentação das/os diretoras/es, comentando rapidamente sobre a importância da data para a categoria. O cerimonialista do noite foi professor Antonio Lino Rodrigues de Sá.

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Diretoria do Sindicato e professor Lino (microfone) dando boas-vindas aos/às participantes da festa

A festa contou com apresentação de dança do grupo Bailah. A evolução arrancou aplausos dos participantes pela leveza, harmonia e sincronia dos movimentos.

Houve também a apresentação especial de MPB da professora Maria Helena da Silva Andrade. A bela voz contou com o acompanhamento do Quarteto Samba Choro, responsável pela animação musical até madrugada.

Os presentes puderam desfrutar o cardápio com pratos variados (frios e quentes) de excelente qualidade. Quem perdeu terá a oportunidade de preparar para festa de fim de ano, já em fase de organização.

Veja as fotos dos presentes. Dia dos Professores.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato oferece oficina de Yogaterapia

As doenças ocupacionais provocadas pela fadiga e o estresse físico e mental  fazem parte da rotina acadêmica da universidade.  A pressão por produtividade, a convivência obrigatória com a burocracia administrativa e o acúmulo de tarefas estão adoecendo nossos docentes.  Pensando em sensibilizar a comunidade acadêmica para o problema e despertar as docentes e os docentes para uma atitude de prevenção e de mudança de comportamento, a ADUFMS-Sindicato, em parceria com a instrutora Prema Renata Bastos, está oferecendo aulas de Yogaterapia na sede do sindicato, em Campo Grande. As aulas acontecem às quartas e sextas-feiras, às 8h, com a possibilidade de nova turma, às 17h.

Problemas que se mostram ao longo do tempo

A tese de mestrado em psicologia, desenvolvida pelo a pesquisadora Ana Rita Ferreira, detectou que 62% dos professores universitários sofrem de burnout, doença associada a fadiga física.  Em outro artigo, “condições de trabalho e a saúde do/da professor/a universitário/a”, desenvolvido pelos docentes Maria De Fátima Evangelista Lima e Dario De Oliveira Filho, há queixas constantes de cansaço mental, estresse, ansiedade e nervosismo ou até de doenças como L.E.R. (Lesão por Esforço Repetitivo), tendinite, dores nas costas e depressão.

Foto: Carol Caco
Foto: Carol Caco

 

 

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Defesa dos direitos da docência da UFMS: Sindicato vai às/aos filiadas/os de Corumbá

As/os filiadas/os à ADUFMS-Sindicato em Corumbá manifestaram-se apresentando propostas de outras ações coletivas e individuais na Justiça, em defesa de seus direitos durante duas reuniões com docentes do Campus do Pantanal (CPAN), da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS ),  ocorridas na terça-feira 6 de setembro, nos períodos matutino e noturno.

Estiveram no encontro em Corumbá a presidenta do Sindicato, professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, e a assessora Jurídica da entidade, advogada Ana Silvia Pessoa Salgado Moura.

A professora Mariuza Aparecida disse que ‘’é a primeira reunião de um calendário com as unidades setoriais. Dia 14 de setembro de 2016 está agendado em Aquidauana. Nos demais campi estamos aguardando manifestações dos representantes sindicais. O contato direto com as/os filiadas/os é a nossa prioridade neste momento.’’

De acordo com a advogada Ana Silvia, ‘’é preciso que vocês nos digam qual é a  necessidade para que possamos entrar com as ações específicas. Aquelas que são de caráter coletivo estamos entrando’’.

Também participaram das reuniões com as/os sindicalizadas/os, a dirigente e os dirigentes locais: professora Cláudia Elizabete da Costa Moraes Mondini, professores Fabiano Antonio dos Santos e Waldson Luciano Corrêa Diniz.

Na ocasião foi feita uma avaliação de conjuntura pelo professor Waldson. A professora Mariuza Aparecida falou sobre as atividades do Sindicato, e a advogada Ana Silvia sobre as ações jurídicas impetradas em benefício de categoria.

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Nota de esclarecimento 3: em respeito aos filiados e às filiadas

Dirigimo-nos mais uma vez aos filiados e às filadas a esta Entidade e a toda a comunidade universitária da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Estamos no processo de consulta para a composição da lista tríplice visando à gestão UFMS 2016-2020. Este que é um momento de extrema relevância para as/os docentes e para toda a comunidade universitária, pois entendemos que a reitoria representa a liderança máxima da instituição e a sua postura designa a visibilidade das ações desenvolvidas na UFMS.

Entendendo a importância deste momento, a ADUFMS-Sindicato tomou providências para que o processo se desse de forma democrática e participativa, de forma que a escolha recaia sobre os melhores nomes para tão grande tarefa.

Participamos ativamente da organização do processo por meio de nossas representações nas instâncias que compõem o Colégio Eleitoral e a Comissão Executiva Central. Promovemos os debates, conforme solicitado pelos/pelas professores/as dos campi interior.

Tivemos percalços em razão de nossa atuação, mas todos os procedimentos cabíveis nas comissões organizadoras do processo, bem como as medidas judiciais, foram tomados para coibir a difamação de nossa Entidade, que tem uma bela história de lutas em defesa da categoria durante seus 45 anos de existência. Não admitiremos que essa história seja maculada.

Nossa participação no processo se deu em razão de nossa concepção de que este é o papel do Sindicato: proporcionar aos/as seus/suas filiados/as todas as condições para a tomada de decisão, acreditando que cada um/uma tem competência, capacidade de discernimento para fazer as suas escolhas. Ressaltamos que em nenhum momento esta Entidade expressou posição à categoria por um ou outro candidato.

Desejamos que no dia 4 de agosto a categoria exerça seu direito democrático de escolha e que aquele/a que for aclamado/a pela Consulta à Comunidade Universitária seja o/a representante desta instituição que nos é tão cara: a UFMS.

 

ADUFMS-Sindicato

Diretoria

A ILUSTRAÇÃO DO DESTAQUE FOI BAIXADA DO SITE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA).

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ADUFMS-Sindicato realiza debates para exposição de propostas dos/as candidatos/as a reitor e a vice-reitora

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Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato

Com intuito de fomentar a discussão sobre as alternativas para elevar a qualidade da gestão administrativa, do ensino, da pesquisa e da extensão na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a ADUFMS-Sindicato organizou nesta terça-feira 26 às 19h  no anfiteatro da Geografia do Campus de Três Lagoas o debate entre as chapas que concorrem à consulta na  comunidade universitária, no próximo dia 4 de agosto. Os nomes votados comporão a lista tríplice para a gestão 2016-2020 da Universidade. No governo Dilma, os mais votados (reitoria e vice-reitoria), independente do sistema de voto, sempre foram nomeados.

Na segunda-feira (25-07), às 16h, aconteceu o debate em Campo Grande (foto) no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS). Participaram o candidato a reitor Marco Aurélio Stefanes e sua candidata a vice-reitora, Alexandra Ayach, da chapa MUDE, que aproveitaram o espaço para detalhar as diretrizes administrativas para a Instituição.  Sob a alegação de que o debate havia sido organizado pela entidade sindical, o candidato a reitor Marcelo Turine  e a candidata Camila Ítavo, ambos da chapa Juntos Somos UFMS, não participaram do debate.

A ADUFMS-Sindicato explicou em nota que a iniciativa de marcar os debates foi motivada pelo fato de a Comissão Eleitoral transferir a responsabilidade de organizar os debates nos campi para os/as candidatos/as, mesmo diante dos pedidos dos/as representantes docentes para que a Comissão organizasse os debates. Dessa forma, como entidade representativa e parte interessada no fomento da discussão dos rumos da Universidade, o Sindicato, após decisão de diretoria, decidiu bancar os debates, como tradicionalmente aconteceu nas consultas anteriores. Um dos argumentos é de que a nova gestão da UFMS administrará o orçamento de mais R$ 593 milhões, a  quarta maior receita pública de Mato Grosso do Sul, e a comunidade universitária tem direito de fazer perguntas e questionamentos sobre as decisões a ser tomadas pelos novos gestores.

Ainda estão marcados para os debates em Aquidauana, dia 27-07 às 19h no anfiteatro Dóris Mendes Trindade e em Corumbá, no dia 28-07 às 18h no anfiteatro Salomão Baruki. Já no dia 2 de agosto, às 8h30, no teatro Glauce Rocha, na UFMS-Campo Grande, acontecerá o único debate marcado ad referendum pela presidência da Comissão Eleitoral.

De acordo com dados da UFMS, estarão aptos a votar 21,8 mil pessoas, sendo 1.367 professores/as, 1.994  técnicos/as administrativos/as, conforme a Divisão de Registros e Movimentação, além de cerca de 18.439 alunos/as. O sistema de votação é o proporcional. Nele o peso do docente é de 75%, contra 15% dos técnicos/as administrativos/as e 15% de estudantes. Mesmo com  30% do total de votantes, administrativos/as e acadêmicos/as podem decidir a consulta em caso de divisão de votos dos/das professores/as para compor a lista tríplice de reitoráveis e vice-reitoráveis que será  encaminhada para apreciação do Ministério da Educação com a respectiva  sanção presidencial dos/as indicados/as. A ADUFMS-Sindicato defende o fim da votação proporcional com base no número dos/as votantes e não sobre o universo de eleitores/as  e  a instituição do voto paritário que aplica o mesma proporção para os três segmentos.

A votação para as chapas concorrentes acontecerá no dia 4 de agosto, no horário das 8h às 21h, com exceção o Hospital Universitário, onde  a votação começará às 6h, em razão de especificidades do trabalho nessa unidade.  Serão distribuídas urnas nos campi da Instituição espalhados por Mato Grosso do Sul: Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Pantanal, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas. Poderão votar estudantes dos cursos presenciais e a distância espalhados por diversos municípios de Mato Grosso do Sul. Serão 22 pontos de votação distribuídos  em campi, faculdades, institutos, escola, centros de pesquisas, laboratórios e pró-reitorias.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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