Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

ADUFMS-Sindicato

Colegiados: representantes da ADUFMS-Sindicato votam favoráveis à criação do Curso de Medicina na UFMS em Corumbá

Uma das maiores reivindicações da população do Oeste de Mato Grosso do Sul, a aprovação do Curso de Medicina para o Campus do Pantanal (CPAN) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) contou com atuação determinante dos representantes da ADUFMS-Sindicato no Conselho Universitário (Coun): os professores Marco Aurélio Stefanes e Fabiano Antonio dos Santos votando favorável.  A iniciativa também teve o voto do professor Osvaldo Nunes Barbosa, que representa a ADUFMS-Sindicato no Conselho Diretor (CD).

As reuniões do CD e do Coun aconteceram no dia 23 de março, respectivamente pela manhã e à tarde. A ADUFMS-Sindicato entende a importância do Curso de Medicina em Corumbá, bem estruturado e com qualidade.

A formação de novos/as profissionais da saúde vem ao encontro da necessidade de resolver a carência desse setor na região pantaneira e fronteira. Contribui também para o atendimento da demanda existente no sistema de saúde do município de Corumbá, ainda com deficit mesmo com a instituição do programa Mais Médicos.

Uma das prioridades do Curso de Medicina em Corumbá será a formação de médico generalista: o médico da família.

O município de Corumbá conta apenas com uma ginecologista para 120 mil habitantes. Sem contar o atendimento dos vizinhos bolivianos. O outro foco serão as doenças próprias da região, com o objetivo de tornar o curso referência no tratamento de enfermidades típicas do Pantanal.

A implantação do Curso de Medicina trará novos recursos para o CPAN, especialmente em termos de infraestrutura, que poderá ser utilizada por todos os cursos, além de movimentar economicamente o município.

O seu projeto pedagógico já está pronto.  O processo agora segue para o Ministério da Educação (MEC), que convocará representantes da universidade e governantes para que possam fazer a defesa da proposta. A implementação dependerá dos recursos federais. A ADUFMS-Sindicato fará as gestões políticas necessárias à administração da UFMS e ao Congresso Nacional para viabilizar estrutura e contratação de profissionais.

IMPRENSA REPERCUTE APROVAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA PARA CORUMBÁ

Corumbá poderá ter curso de Medicina da UFMS em 2017 

Conselho da Federal aprova criação do curso de Medicina em Corumbá

Conselho da UFMS aprova criação de curso de Medicina em Corumbá

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Eleições ADUFMS-Sindicato 2016-2018: candidatos/as inscritos/as

A Comissão Eleitoral Central homologou, por meio da Resolução 01 de 2016, a chapa inscrita à eleição da diretoria do Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato), abriu prazo para recursos (conforme calendário do processo eleitoral) e autorizou a divulgação das candidaturas à eleição da direção da entidade e dos/as inscritos/as individuais à eleição de integrantes do Conselho de Representantes Sindicais.

Apenas uma chapa se inscreveu à eleição da nova diretoria  da ADUFMS-Sindicato. Para a escolha dos/as novos/as integrantes do Conselho de Representantes Sindicais ocorreram 17 inscrições de professores/as não-aposentados/as. Ambas as eleições acontecerão no dia 27 de abril de 2016, das 8 às 19 horas. Em Campo Grande a seção será instalada na sede da ADUFMS-Sindicato. Nos campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) do interior os locais ainda serão definidos.

Também no dia 27 de abril, até 17 horas, serão recebidos os votos de docentes que votarem via correspondência.

Nenhuma chapa de aposentados/as foi inscrita para concorrer ao Conselho de Representantes Sindicais.

As eleições para escolha da diretoria da entidade e dos membros do Conselho de Representantes Sindicais são referentes ao biênio 2016-2018.

CHAPA INSCRITA PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA DA ADUFMS-SINDICATO

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

AUTONOMIA SINDICAL

  • Presidenta: Mariuza Aparecida Camillo Guimarães
  • Vice-presidente: Moacir Lacerda
  • Secretária-geral: Maria Helena da Silva Andrade
  • 1° secretário: José Roberto Rodrigues de Oliveira
  • Diretor-financeiro: Fábio Henrique Viduani Martinez
  • Diretor-financeiro adjunto: Diego Rorato Fogaça
  • Diretor de Divulgação e Imprensa: Daniel Derrel Santee
  • Diretora de Promoções Sociais, Culturais e Científicas: Fátima Heritier Corvalan
  • Diretor de Assuntos de Aposentadoria: Oswaldo Rodrigues
  • Diretor de Formação e Relações Sindicais: Bruno Peixoto Carvalho
  • Diretor de Políticas Educacionais: Ricardo Pereira de Melo
  • Diretor do Campus de Aquidauana: Edvaldo Correa Sotana
  • Diretor do Campus do Pantanal: Waldson Luciano Corrêa Diniz
  • Diretor do Campus de Três Lagoas: Leandro Hecko

 

 CANDIDATOS/AS INDIVIDUAIS AO CONSELHO DE REPRESENTANTES SINDICAIS

 UFMS

Campus de Campo Grande

  • Adriana da Silva Posso – Instituto de Química (Inqui)
  • Guilherme Rodrigues Passamani – Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS)
  • Jéferson Meneguin Ortega – Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (Faeng)
  • Jesiel Mamedes Silva – Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)
  • Jorge Luis D’Ávila – Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS)
  • José Luiz Guimarães de Figueiredo – Faculdade de Odontologia (Faodo)
  • Juliana Arena Galhardo – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (Famez)
  • Paulo Irineu Koltermann – Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (Faeng)
  • Widinei Alves Fernandes – Instituto de Física (Infi)

Campus de Aquidauana (CPAQ)

  • Olga Maria dos Reis Ferro

Campus de Chapadão do Sul (CPCS)

  • Octávio Barbosa Plaster

Campus de Naviraí (CPNV)

  • Mirella Villa de Araujo Tucunduva da Fonseca

Campus de Nova Andradina (CPNA)

  • Rejane Aparecida Rodrigues Candado

Campus do Pantanal (CPAN)

  • Cláudia Elizabete da Costa Moraes Mondini
  • Fabiano Antonio dos Santos

Campus de Paranaíba (CPAR)

  • Jeferson Camargo Taborda

Campus de Ponta Porã (CPPP)

  • Késia Caroline Ramires Neves

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Entidades sindicais ligadas ao Andes-SN trocam experiência sobre arte e comunicação

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Docentes e dirigentes do Andes-SN fazem balanço das ações de comunicação e artes no movimento sindical docente (foto: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Em oficina nos dias 5 e 6 de dezembro, em Brasilia, jornalistas e diretores de entidades filiadas ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) analisaram e trocaram experiências sobre arte e comunicação dentro das organizações sindicais na greve deste ano. A ADUFMS-Sindicato esteve representando pelo assessor de Imprensa Gerson Canhete Jara.

Nas exposições realizadas por profissionais e professores/as que atuam nos dois segmentos (imprensa e direção sindical) ficou definida a importância da aproximação da arte e da comunicação no fazer comunicativo praticado no movimento docente, visando à incorporação de novas linguagens e formas de expressão. Entre as experiências positivas foram apresentadas peças de publicidade criadas por professores/as de pintura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), utilizadas na greve, e por uma agência de publicidade contratada pela entidade docente da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), atualmente em processo de enfrentamento com o governador daquele estado Rui Costa por cortes de insalubridades, verbas e outros direitos. A Associação dos Docentes de Pelotas também apresentou o portfólio de ações desenvolvidas na comunidade universitária e na região, estreitando as relações com os movimentos sociais com apoio a peças teatrais, festivais de música, shows e denúncias envolvendo a impunidade no incêndio da boate Kiss. Nele morreram mais de 80 alunos da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Dentre as deliberações dos/as participantes, ficou estabelecida a importância de criação dos grupos de comunicação e arte nas seccionais sindicais abrangendo docentes ligados/as às áreas de artes, profissionais de jornalismo e dirigentes das entidades. A intenção é produzir peças publicitárias com mais estética e estruturar uma rede menos verticalizada e mais horizontalizada de comunicação. A parceria visa à incorporação de novas linguagens e formas de intervenção que tentem seduzir os/as filiados/as nas campanhas desenvolvidas, tornando a comunicação mais efetiva e resgatando o apoio às causas dos/as professores/as, superando a distância entre as universidades e a sociedade.

A baixa filiação e nível de participação dos/as professores/as recentemente concursados/as, expostos/as ao produtivismo Lattes, a perspectiva de aposentadoria limitada e obrigatória pelo Funpresp-Exe (Fundo de Previdência do Poder Executivo) entram em pauta nas discussões. Foi sugerida a elaboração de estudos e pesquisas que identifiquem o perfil e motivação da docência recém-ingressada nas universidades federais.

Outra preocupação apresentada foram as dificuldades de compreensão de parte de dirigentes sobre a comunicação e as artes com objeto de investimento e não de gastos, com implicações como acúmulo de função e de ampliação de equipe de trabalho profissional diante das novas mídias.

O assessor de imprensa Gerson Jara fez um relato do trabalho comunicativo desenvolvido pela ADUFMS-Sindicato. Citou entre as iniciativas, o novo site, a potencialização da comunicação nas redes sociais com o compartilhamento de matérias por facebook e whatsApp , peças publicitárias exterior e interna em todo o período de greve, disparos permanentes de conteúdo por e-mails para mais de 900 associados/as, a produção do novo jornal em formato berliner em parceira com estudantes e professores de jornalismo, experiências com víeis artístico com a realização de saraus musicais na ADUFMS Sindicato e na antiga Estação Ferroviária de Campo Grande, cinegreve no Campus da UFMS em Aquidauana, palestras e debates envolvendo questões da política universitária e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, além do abastecimento constante de mais 250 veículos de comunicação do Estado, abordando os objetivos e ações de greve, a defesa da universidade pública e gratuita e contra a atual política econômica. No viés social, a produção de matéria denunciando as ações na máfia do câncer no Hospital Universitário (HU).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato.

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Professores/as da UFMS fazem assembleia nesta quarta-feira 2 para discutir proposta de negociação salarial e de carreiras enviada pelo governo federal em novembro

Ilustração baixada do Vale do Jequitinhonha - Blog do Banu
Ilustração baixada do site Vale do Jequitinhonha – Blog do Banu.

Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) reúnem-se em Assembleia Geral Extraordinária nesta quarta-feira 2 de dezembro às 13h30min para discutir proposta do governo federal de negociação salarial e carreira encaminhada ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) em novembro.

A Assembleia ocorrerá simultaneamente para professores e professoras de todos os campi da UFMS. No Campus de Campo Grande ela acontecerá no Auditório 2 do Complexo Multiúso. A docência lotada no interior terá assembleia em locais escolhidos pelas respectivas representações de cada campus.

O Andes-SN apontou novidade no ofício datado de 18 de novembro de 2015, endereçado à entidade nacional pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), via Secretaria de Relações de Trabalho no Serviço Público (SRT).  Esse novo item é “um elenco de pontos a ser tratados em grupo de trabalho no MEC [Ministério da Educação] e uma proposta de estruturação da malha remuneratória, em três parcelas: 2017, 2018 e 2019”. Essa ideia não havia sido apresentada anteriormente pelo governo federal. Figurariam no estudo desse GT, entre outros, os seguintes itens:

  • “fim da exigência de conclusão de estágio probatório para a promoção acelerada dos professores que estavam na carreira em 01/03/2013;
  • reenquadramento dos professores aposentados da classe adjunto do magistério superior na classe de professor associado;
  • adicional de difícil lotação como incentivo à fixação de docentes em locais de difícil lotação;
  • redefinição dos critérios de concessão do auxílio-transporte;
  • criação de programas de qualificação para os docentes.”

Há, assim como nos contatos anteriores do governo federal com a instituição sindical nacional do Magistério Superior Federal, lacuna em relação a proposições de saídas para a crise por que passam o ensino, a pesquisa e a extensão nas instituições universitárias federais, com colossais cortes de recursos, sucateamento e sobrecarga de atividades imposta a professores, professoras, técnicos administrativos, técnicas administrativas, alunas e alunos.

Reajuste e benefícios – O governo central reapresenta a proposta de reajuste salarial “de 10,8% – sendo 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017”. Durante a greve deste ano, o Magistério Superior Federal recusou esse percentual, porque, segundo o Comunicado n. 45 de 9 de outubro de 2015, formulado pelo então Comando Nacional de Greve (CNG), as “adequações” percentuais “não recompõem as perdas inflacionárias, não consideram as perdas salariais passadas e, na prática, valeriam para 1 ano e 4 meses”.

Também não houve alteração nos valores propostos para os benefícios: “auxílio-alimentação (R$ 458,00), assistência à saúde (o valor atual per capita médio passa de R$ 117,78 para R$ 145,00) e assistência pré-escolar (o valor atual per capita médio passa de R$ 73,07 para R$ 321,00), a partir de janeiro de 2016”, segundo ofício enviado ao Andes-SN.

Carreiras – Entre as outras propostas elencadas pelo governo central, que, segundo o MPOG, visam “à conclusão das negociações iniciadas em maio do corrente ano” (2015), estão “Progressão e Promoção Funcional nas Carreiras: devidas a partir da conclusão dos interstícios; fim da exigência de conclusão do estágio probatório para a mudança de regime de trabalho; [e] harmonização da estrutura salarial das carreiras a partir dos parâmetros acordados em 2012”.  O Planejamento propõe implementar esse último item (a harmonização) “em três etapas: 1/3 em agosto de 2017, 1/3 em agosto de 2018 e 1/3 em agosto de 2019”.

O presidente do Andes-SN, Paulo Rizzo, recomenda cautela na avaliação do posicionamento do MPOG-SRT. “Estamos críticos à proposta, que deve ser analisada pelas assembleias locais. O governo quer amarrar um acordo de quatro anos, até 2019, que aponta para uma perda de 1/3 do Vencimento Básico (VB) em regime de Dedicação Exclusiva (DE).”

A vice-presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, explica que “outra questão que está em evidência nas propostas, e que [também] sugere [cuidado] na análise, é um princípio voltado para um modelo de universidade que contraria a defesa que o Andes-SN historicamente tem feito de uma universidade pública, gratuita, laica e socialmente referenciada. O modelo voltado para a sociedade como um todo está em risco com as proposições que se encontram hoje no Congresso Nacional”

A ADUFMS mantém contato com o Sindicato Nacional para discutir e fornecer subsídios à docência no sentido de que a categoria tenha condições de analisar e interpretar, na Assembleia Geral Extraordinária desta quarta-feira 2 de dezembro, o que as propostas do MPOG-SRT apontam efetivamente.

LEIA MAIS

Íntegra da proposta do governo federal para negociação – Ofício 23540.2015-MP.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Sindicato negocia com Unimed e consegue reajuste mais baixos de planos de saúde conveniados

A diretoria da ADUFMS-Sindicato, da mesma forma que em 2014, conseguiu negociar com Unimed Campo Grande percentuais menores de reajuste nos planos de saúde enfermaria e apartamento. Já em vigor, o novo valor da mensalidade da versão enfermaria foi majorado em 13%. O plano apartamento terá acréscimo de 9% a partir de dezembro deste ano.

Na modalidade enfermaria, a proposta inicial encaminhada pela Unimed Campo Grande era de 32,49% para a renovação do contrato, com o valor mínimo de reajuste fixado pela direção da operadora em 25,37%.

A direção da ADUFMS recusou o percentual e alegou a impossibilidade de manter o contrato com o reajuste proposto pela Unimed, encaminhando a contraproposta de 9,8%, tendo como parâmetro a inflação anual prevista por meio do Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Em resposta, a Unimed reduziu o percentual antes apresentando à direção do Sindicato para 19%, sob a alegação de que os preços vigentes no plano são extremamente especiais, além de serem fiscalizados pelo Conselho Fiscal da operadora e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e estarem abaixo dos contratos participativos em âmbito municipal. Porém, com as justificativas apresentadas pela diretoria da ADUFMS-Sindicato, o reajuste da modalidade enfermaria foi fixado em 13%.

A mensalidade do convênio ADUFMS-Sindicato-Unimed Campo Grande, referente ao mês de novembro, foi debitada sem reajuste na conta dos/as sindicalizados/as que fazem parte do plano enfermaria. Isso ocorreu porque a negociação para elevar o custo do benefício que permite acomodações coletivas em hospitais e clínicas ainda não tinha sido concluída.

Como agora o Sindicato já concluiu a negociação do plano enfermaria, a diferença referente ao ajuste na mensalidade, neste mês, foi debitada no dia 11 de novembro, complementando o novo valor contratual.  A partir de dezembro, o novo valor da mensalidade será debitado integralmente.

O presidente da ADUFMS-Sindicato, professor José Carlos da Silva, esteve à frente dos entendimentos com a Unimed. O sindicalista apontou avanços em torno do índice que ficou próximo da inflação oficial.

Plano apartamento – A direção da ADUFMS-Sindicato também não aceitou a proposta inicial de reajuste do plano apartamento. Após negociação com a Unimed Campo Grande, conseguiu reduzir a majoração da modalidade apartamento de 13,72% para 9%.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Coeg aprova calendário de conclusão do 1º semestre com parte das recomendações do Comando de Greve

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Conselheiros/as estabeleceram prazo para conclusão do primeiro semestre de 2015 (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aprovou nesta sexta-feira (16-10) o calendário de reposição de aulas do primeiro semestre de 2015. Praticamente, a instância homologou o que foi acertado com as direções de centros, faculdades, escolas, campi e institutos na última terça-feira 13. Fixou-se o início do calendário acadêmico de conclusão do primeiro semestre como retroativo a 13 de outubro (terça-feira passada). A data final das reposições de aulas e outras atividades do primeiro semestre é 28 de novembro.   Foram incorporadas diversas reivindicações encaminhadas pelos/pelas docentes ao Comando de Greve, como a expansão do segundo semestre até abril de 2016.

As/as conselheiras/os só não acataram o pedido do Comando de evitar a concomitância da continuidade do primeiro semestre de 2015 com o segundo semestre de 2015, situação que motivou ação da ADUFMS-Sindicato e que ainda está em fase de apreciação na Justiça.

No entanto, na abertura da reunião do Coeg, o pró-reitor de Ensino de Graduação em exercício, Irineu Sotoma, esclareceu que a orientação é para que os colegiados de cursos e coordenadores/as evitem a sobreposição de disciplinas do primeiro semestre  com disciplinas do segundo. O lançamento de notas, faltas e frequências dos/as estudantes do primeiro semestre, no Sistema Acadêmico Online (Siscad), será final de novembro. O Sistema ficará aberto para os/as coordenadores/as, para que eles/elas, caso seja necessário, façam os ajustes necessários. Os procedimentos relacionados a reposições de aulas ficarão a cargo das coordenações de cursos, observando a concordância dos/as alunos/as.

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Normas dos calendários acadêmicos de 2015 aprovadas pelo Coeg serão publicadas no Boletim de Serviço da UFMS

Nos cursos em que não houve adesão à greve, o calendário do segundo semestre poderá ter continuidade normalmente. O oferecimento  de  disciplinas no segundo semestre deverá observar a conclusão da disciplina anterior, nos casos de exigência do pré-requisito.

Ficou garantido o recesso no período de 21 de dezembro de 2015 a 19 de janeiro de 2016. Houve integrantes do Conselho que pediram informações sobre o período especial, que não está previsto no calendário, mas que é necessário para o ajuste da hora-aula de 40 minutos para 50 minutos, causando o estouro da carga horária em diversos cursos. Sotoma explicou que a questão será objeto de apreciação na próxima reunião do Coeg.

As normas dos calendários acadêmicos de 2015 aprovadas pelo Coeg desta sexta-feira 16  serão publicadas no Boletim de Serviço (BS) da UFMS, compartilhadas e enviadas aos/às docentes. O compartilhamento e o envio do conteúdo aos professores e às professoras ocorrerão quando as deliberações do Conselho de Ensino de Graduação desta sexta-feira 16 constarem no BS.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Greve docente na UFMS completa 107 dias! Professores/as fazem Assembleia nesta quarta-feira 30

Docentes da UFMS completam 107 dias de greve com Assembleia Geral nesta quarta-feira 30 de setembro. Na pauta informes, avaliação e encaminhamentos sobre os próximos passos do movimento. A Assembleia será nos mesmos horário (13h30min) e dia (30-09) para professoras e professores de campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul filiadas/os ou não à ADUFMS-Sindicato.

No Campus de Campo Grande, a reunião acontece no Auditório 2 do Complexo Multiúso. Para docentes do interior, a Assembleia Geral ocorre em locais escolhidos pelas representações de cada campus.

Andes-SNO Comando de Greve (CNG) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, por meio do Comunicado 43, de 26 de setembro, avaliou as recentes atividades do movimento paredista nacional, entre elas as manifestações no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e no Ministério da Educação (MEC), no dia 24 de setembro, que culminaram na ocupação do gabinete de Janine Ribeiro, ministro da Educação, e na confirmação de uma reunião entre ele e o CNG para o dia 5 de outubro.

O documento definiu ainda novos encaminhamentos para a próxima semana de mobilização, como a construção do Dia de Luta e Mobilização em Defesa da Educação Pública na mesma data em que deverá ocorrer a reunião com o ministro Janine.

Entre os encaminhamentos estão realização de assembleias gerais até o dia 1º de outubro, para avaliação da conjuntura e das perspectivas da greve nacional dos/as docentes federais; intensificar a pressão direcionada aos deputados federais e senadores, nos estados e no Congresso Nacional, pela rejeição da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 395/2014, que permite a cobrança de cursos de especialização em instituições públicas.

Paulo Rizzo, presidente do Andes-SN, avalia que a greve iniciou enfrentando um difícil processo de ajuste e cortes, que deixaram grande parte das IFEs na penúria, e, portanto, fez-se fundamental a pauta de defesa do caráter público das instituições. “A greve é uma resistência à retirada de direitos e de orçamento. Em setembro esses ataques foram aprofundados e passaram a exigir uma luta mais ampla, que abranja toda a classe trabalhadora, para que possamos resistir”, diz o docente.

O presidente do Andes-SN reforça que as assembleias desta semana devem refletir sobre quais são os próximos passos contra esses ataques. “Necessitamos de ações unificadas, tanto dentro das IFEs, quanto com os demais SPFs e o restante da classe trabalhadora. Nesse cenário de ataques, não conquistaremos muito lutando sozinhos”, conclui o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

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Calendário acadêmico: ADUFMS e Comando de Greve pedem à Reitoria da UFMS revogação de medida prejudicial à comunidade universitária

O Comando de Greve e a ADUFMS-Sindicato protocolaram nesta quinta-feira 17 de setembro às 15h35min, na Reitoria da UFMS, o Ofício 013-2015 pedindo que a direção da Universidade reveja a Resolução ad referendum n. 454 de 14 de setembro de 2015, “que altera o calendário acadêmico do segundo semestre de 2015 e quebra pré-requisitos de todas as disciplinas dos cursos da” Federal de Mato Grosso do Sul. Solicita-se também que haja discussão sobre esses assuntos nas representações legítimas da comunidade universitária. “Esperamos que a Administração desta instituição reconsidere tal medida e a discuta nas suas instâncias colegiadas.”

A 454 foi emitida unilateralmente pela presidência do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) e publicada na edição 6124 (15 de setembro de 2015) do Boletim de Serviço da UFMS. As/os integrantes do Comando de Greve apontam que “mais uma vez, de forma não-democrática”, emite-se uma resolução ad referendum, o que vem se tornando algo frequente na Instituição.

De acordo com o anexo da Resolução 454, o segundo semestre letivo deste ano começa no dia 13 de outubro. O artigo 2º da medida desconsidera, “em caráter excepcional, a exigência de disciplinas como pré-requisitos em matrículas de disciplinas do segundo semestre letivo de 2015”.

O Comando de Greve considera o conteúdo da 454, inclusive o anexo, como prejudicial aos três segmentos da UFMS: alunos/as, professores/as, técnicos/as administrativos/as. “Manifestamos nossa preocupação e a não-concordância com tais medidas, já que podem acarretar imensos prejuízos aos estudantes, aos funcionários e aos docentes da instituição, uma vez que disciplinas do primeiro e segundo semestres de 2015 serão ministradas concomitantemente nesse período. Isso por si só implicará grandes transtornos acadêmicos e administrativos. Ademais, observamos que a universidade sistematicamente tem decidido pela manutenção dos pré-requisitos em disciplinas nas mais diversas situações, por considerá-la importante para o bom cumprimento das matrizes curriculares dos cursos. No entanto, sem justificativa acadêmica plausível, a referida resolução autoriza a quebra de pré-requisitos em todas as disciplinas dos cursos da UFMS.”

 No documento encaminhado à Reitoria, o Comando expressa que a greve iniciada em 15 de junho de 2015, pauta “reivindicações imprescindíveis para a” instituição universitária custeada com recursos provenientes de impostos pagos por cidadãs e cidadãos: “defesa da universidade pública, gratuita, laica e de qualidade, socialmente referenciada; reestruturação da carreira docente; reajuste de 19,7% para compensação de perdas salariais; contra o corte de recursos para a Educação; contra a contratação de docentes via organizações sociais e terceirização; paridade e valorização salarial entre ativos, aposentados e pensionistas.”

Destaca-se no Ofício o quanto a UFMS vem sendo atingida pela redução de verbas adotada pelo governo federal, “prejudicando as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, uma vez que tais cortes chegaram a 10% no custeio e 50% no investimento, representando uma de perda de cerca de 25 milhões de reais, apenas considerando o exercício de 2015.” O Comando de Greve acrescenta o agravante de “que há previsão de mais cortes de recursos para o exercício de 2016, incluindo a não-liberação da realização de concursos para preenchimento de vagas nas universidades (contrariando leis previamente aprovadas), o fim do abono-permanência e de outros direitos trabalhistas”.

Não bastassem as distorções de calendários acadêmicos por sucessivas decisões antidemocráticas e a desconsideração da continuidade da greve, a Resolução 454/2015 traz, no final de seu anexo, a previsão de que as aulas do primeiro semestre de 2016 devam começar em 13 de abril.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Categoria aprova majoritariamente a saída do Proifes

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Docentes aprovaram por maioria saída do Proifes-Federação (fotos: Gerson Jara)
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Direção-executiva fez opção pela desfiliação (fotos: Gerson Jara)

Em Assembleia histórica na quarta-feira 2 de setembro, com participação de filiados/as (aposentados/as e ativos/as), inclusive da reitora Celia Maria Silva Correa Oliveira, por 164 votos favoráveis, 22 contrários e nove abstenções, os/as docentes da UFMS aprovaram a desfiliação do Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato),  da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico  (Proifes-Federação), após mais de dez anos de vinculação a essa entidade federativa nacional. A Assembleia nos campi de Aquidauana, do Pantanal (Corumbá), Três Lagoas, de Naviraí, de Paranaíba e de Ponta Porã seguiu a mesma tendência de Campo Grande, ou seja, a favor da saída da ADUFMS do Proifes

As discussões, os debates e as decisões sobre o Proifes-Federação foram compromissos assumidos pela Gestão Autonomia Sindical (atual diretoria da ADUFMS-Sindicato). O assunto começou a fazer parte da pauta da categoria docente da UFMS na greve de 2012, com desdobramento em setembro do ano passado, a partir da realização de seminário que, entre outros assuntos, tematizou política salarial e concepção sindical. O evento contou com as participações dos presidentes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Paulo Marcos Borges Rizzo, e do Proifes-Federação, Eduardo Rolim de Oliveira.  Na oportunidade, ambos expuseram o histórico de cada entidade, diferenças ideológicas, conquistas e limitações em defesa da universidade pública, além de propostas de reestruturação da carreira dos/as docentes do Magistério Superior Federal.

Assembleia reitora Celia
Reitora Celia Maria durante a Assembleia

Antes da realização da Assembleia da quarta-feira 2 para decidir os rumos da ADUFMS-Sindicato, vídeos relacionados aos posicionamentos de Rizzo e Rolim durante o seminário, bem como debate sobre Andes-SN e Proifes-Federação no seminário de setembro de 2014, foram colocados à disposição online a todos/as os/as filiados/as e simpatizantes.

A sistemática de disponibilizar conteúdos sobre Andes-SN e Proifes-Federação estendeu-se aos manifestos. Tudo que foi discutido sobre essas duas entidades nacionais foi repassado aos/às sindicalizados/as, publicado no site, na página da ADUFMS-Sindicato no Facebook e enviado por e-mail às/aos associadas/as da entidade com o firme propósito de garantir a independência, autonomia e clareza dos/das docentes no momento da decisão sobre os rumos da categoria.

O diretor financeiro da ADUFMS-Sindicato, Marco Aurélio Stefanes, fez a defesa da desfiliação do Proifes-Federação. Apontou o atrelamento dessa entidade nacional ao governo federal e o esvaziamento das instâncias de decisão, em função das consultas online, como fatores que atrapalharam a continuidade da filiação ao Proifes. Argumentou ainda a postura adotada pela ex-direção da ADUFMS na condução da greve em 2012, quando reiteradamente apostou na desmobilização da categoria, o que levou vários/as professores/as indignados/as a construir o movimento de forma paralela, pelo Comando de Greve.

A professora Anamaria Santana apresentou histórico da trajetória em defesa da universidade pública pelo Andes-SN, da época em que era estudante, período no qual brigavam contra o processo de privatização e esvaziamento do ensino superior público por meio do Geres (Grupo Executivo para a Reformulação da Educação Superior). Ao ingressar na UFMS como docente, Anamaria foi surpreendida com a saída da ADUFMS do Andes-SN e filiação da entidade docente da UFMS ao Proifes, sem discussão democrática e aprofundada.11149476_1670306513216251_1328754067539925783_n

A professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães criticou a postura cupulista do Proifes-Federação, substituindo a discussão e mobilização da categoria pela consulta online. Na sua avaliação, a saída do Proifes significa um marco na retomada do sindicalismo combativo na UFMS.

Já a professora Maria Dilnéia disse que a desfiliação expressou o compromisso de luta contra o processo de privatização e desmonte da universidade pública posto em prática pelo atual governo nacional, eleito com o compromisso de fortalecer e ampliar o ensino superior público, mas que, pelas atuais políticas orçamentária e educacional, transfere o oferecimento de vagas e o financiamento superior a R$ 10 bilhões para instituições particulares de ensino.

Com a decisão tomada na Assembléia, com maior número de professores/as, a ADUFMS-Sindicato passa a ser autônoma, com vida jurídica própria e alinhamento político ao Andes-SN, como já vem acontecendo nesta greve. A filiação ou não ao Andes-SN dependerá de discussões e alterações estatutárias futuras.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Campo Grande: categoria aprova contas da ADUFMS-Sindicato, além de destinação de recurso para mobilização e Fundo de Greve

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Assembleia para avaliar contas do Sindicato (fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

Docentes de Campo Grande filiadas/os à ADUFMS-Sindicato discutiram e aprovaram nessa terça-feira 25 à tarde as contas referentes aos meses de abril de 2014 a março de 2015, o balanço patrimonial, além do demonstrativo de resultado do exercício 2014, e votaram favorável à destinação de 40% dos R$ 118.938,38  (sobra de recursos referentes ao ano passado) ao Fundo de Mobilização e de Greve, para atividades da categoria (atos, protestos, manifestos e outras ações político-sindicais).

A apreciação e a deliberação sobre esses assuntos ocorreram em Assembleia Geral Extraordinária no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CCHS-UFMS).

O resultado geral da Assembleia Extraordinária, que inclui as decisões de professoras e professores sindicalizadas/os em todos os campi da UFMS, ainda não foi totalizado. De acordo com a votação em Campo Grande, os 60% restantes dos R$ 118.938,38 (exercício 2014) serão destinados a investimentos e custeio da ADUFMS-Sindicato.

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Docentes aprovaram destinação de 40% do saldo positivo referente a 2014 para Fundo de Greve e atividades sindicais de mobilização

Antes de serem submetidos à Assembleia Geral Extraordinária, as receitas, os gastos e o patrimônio foram auditados pelo Conselho Fiscal do Sindicato. O demonstrativo do resultado do exercício de 2014 (janeiro a dezembro) está detalhado na página 10 da edição de agosto de 2015 do Jornal ADUFMS.

Mobilização e Fundo de Greve – A destinação de 40% do saldo positivo referente a 2014 para o Fundo de Mobilização e de Greve da categoria docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul será um componente importante para o custeio do movimento grevista. Este ano, todo o mês de julho até 17 de agosto, foram gastos na greve R$ 37.760,22. Essas despesas correspondem, por exemplo, a impressão de material de divulgação (como faixas e panfletos), diárias, passagens (destinadas a docentes que vão a Brasília para atuar no Comando Nacional de Greve) e a auxílio-deslocamento. Em junho (a partir do início do movimento, no dia 15) foram destinados R$ 8.990,00.

 Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato   

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