Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

Assembleia Geral Extraordinária

Docentes da UFMS adiam discussão sobre greve e vão aderir à paralisação na sexta-feira 11

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Assembleia de professores/as da UFMS em Campo Grande (fotos: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta quarta-feira 9, professores/as da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) adiaram a discussão sobre a greve por tempo indeterminado, mas decidiram aderir à paralisação convocada pelas entidades sindicais para sexta-feira 11 de novembro, quando, em Campo Grande, haverá concentração marcada para 8h, na Praça do Rádio (República). A diretoria da ADUFMS-Sindicato já protocolou na reitoria ofício com cópias para todas as direções unidades setoriais da UFMS, comunicando que a docência vai parar. Após esse tomar conhecimento desse ofício, a assessoria da reitoria entrou em contado com o Sindicato e marcou reunião para esta quinta-feira 10 às 10 horas. A pauta é a paralisação.

Na totalização do resultado da assembleia dos campi, incluindo Campo Grande, professores/as decidiram pela paralisação. Nos campi de Aquidauana e Ponta Porã, as/os docentes foram favoráveis tanto à paralisação quanto à greve.

No geral, as/os participantes deliberaram pela alteração da pauta apresentada inicialmente pela direção da ADUFMS-Sindicato, que convocava a categoria para paralisação ou greve. Antes foram ouvidos posicionamentos contrários e favoráveis aos dois pontos apresentados à categoria.

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Campo Grande: docentes também decidiram participar de audiência sobre a PEC 55, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 55/2016) que tramita no Senado, depois de ser aprovada na Câmara de Deputados como PEC 241, e o Projeto de Lei Complementar (PLP 257), agora Projeto de Lei da Câmara (PLC 54 – Complementar) entraram em discussão na Assembleia, com posicionamentos contra e a favor. No entanto, em Campo Grande, a maioria dos/as participantes aprovou a participação no ato do dia 11 de novembro (sexta-feira), na capital sul-mato-grossense, para reafirmar a rejeição de propostas que cortam verbas públicas para a educação.

Além de engrossar o ato, os/as docentes presentes na Assembleia em Campo Grande decidiram participar da audiência sobre a PEC 55 na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, marcada para o dia 10 de novembro (esta quinta-feira), às 14h, discutir em sala de aula com as/os alunas/os efeitos da 55 na expansão do ensino superior e na carreira dos/as docentes e realizar atividades que promovam maior entendimento sobre os efeitos dos projetos que impactam na carreira e na universidade, além de integrar a caravana que Brasília para protestar no dia da votação da PEC 55 no Senado, com data prevista para 29 de novembro. Essa data de discussão e votação da 55 pelo Senado ainda no foi confirmada.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Padoc: docentes da UFMS vão à Justiça contra exploração  

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Padoc, na avaliação da docência, visa evitar que MEC e UFMS sejam obrigados a arcar com pagamento de horas extras (Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Professores/as da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) autorizaram a direção da ADUFMS-Sindicato a ingressar com ação judicial contra o Padoc (Plano de Atividades Docentes). A decisão aconteceu na Assembleia Geral Extraordinária da quarta-feira 25 de maio, no Auditório 2 do Complexo Multiúso, na Cidade Universitária em Campo Grande, e simultaneamente nos campi do interior.

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Mariuza Aparecida (microfone): Sistema Padoc (Sispadoc) não reflete tempo de trabalho e atividades de grande parte dos/das docentes

A opção judicial é motivada após sucessivas tentativas de diálogo com a reitoria da UFMS, há mais de seis meses, sem nenhuma sinalização positiva e após argumentação, no Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), sobre falhas apresentadas no sistema, em parte, desconsideradas.

Para a nova presidenta do Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, o procedimento aumenta o controle sobre a atividade docente, mas a carga máxima aceita pelo Sistema Padoc (Sispadoc) não reflete o tempo de trabalho e atividades de grande parte dos/das docentes. Em simulação apresentada na Assembleia, a jornada máxima contratual de 40 horas semanais poderá ser preenchida com as aulas e horas de planejamento, ficando apenas oito horas semanais para pesquisa e extensão ou atividades complementares como estágio supervisionando, orientação de trabalho de conclusão de curso (TCC), bancas para concurso, seminários, orientação à iniciação científica, entre outras. A medida embutida no Padoc, na avaliação da docência, visa evitar que o Ministério da Educação (MEC) e a UFMS sejam obrigados a arcar com pagamento de horas extras.

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Padoc na pauta: professor Antonio Firmino de Oliveira Neto durante a Assembleia Geral Extraordinária em Campo Grande

O preenchimento do Sispadoc pelos/as professores/as é uma exigência do MEC, e sua implantação vem sendo cumprida de forma verticalizada pela administração da UFMS, sem diálogo com a entidade representativa dos/das docentes. Além do Padoc, os/as professores/as são obrigados/as a preencher outros sistemas de controle e avaliação: o SiaDoc (Sistema de Avaliação de Desempenho da Carreira Docente), o Sistema Acadêmico (Siscad), o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), além de relatórios de produção obrigatórios, de pesquisa e extensão, publicação de artigos, correção de provas, trabalhos e elaboração de projetos de pesquisa.  A ADUFMS-Sindicato já propôs a unificação do sistema, com o cruzamento de dados já disponíveis em todos os sistemas, todavia o pedido não foi considerado.

Toda uma gama de atividades, na avaliação dos/das docentes, não é possível dentro de jornada de 40 horas semanais e veio acompanhada por medidas que aumentaram a carga horária das disciplinas de 50 minutos para 60 minutos, expansão da carga horária dos cursos e do número mínimo de aulas obrigatórias, ampliação do número de estudantes em salas de aula. Para a categoria, o preenchimento burocrático de diversos sistemas retira cada vez mais o/a professor/a da atividade docente para a administrativa, sem o suporte necessário de técnicos/as educacionais.

A assembleia deliberou que os/s professores/as preencham o sistema mas que, quando da entrega da versão impressa à coordenação do curso, seja registrado o tempo real de atividade desenvolvida a mais e que não pode ser registrado no Padoc, pois o envio é bloqueado. Caso a coordenação não aceite o relatório, chame duas pessoas para testemunhar a negativa.

 O documento deve ser protocolizado e uma cópia encaminhada à ADUFMS-Sindicato para subsidiar a ação judicial. Os/as docentes lotados/as em Três Lagoas (CPTL), Aquidauana (CPAQ), Corumbá (CPAN) podem encaminhar a cópia às respectivas sedes da entidade, nesses campi. Nos demais campi, o conteúdo deve ser enviado direto para a Secretaria do Sindicato em Campo Grande, que também centralizará o recebimento dos dados entregues nas sedes da ADUFMS-Sindicato nos campi de Três Lagoas, do Pantanal (Corumbá) e Aquidauana. Ou seja, as secretarias do Sindicato no CPTL, no CPAQ e no CPAN ficarão incumbidas de enviar à Secretaria da ADUFMS-Sindicato em Campo Grande.

 

ABRAÇO AO HU

Na Assembleia, a docência homologou a decisão de fortalecer o ato “Abraço ao HU”, nesta terça-feira 31 de maio às 10h, no portão principal do hospital em Campo Grande, convocado pelo Centro Acadêmico de Medicina Gunter Hans (Camed). O objetivo é denunciar a falta de condições de trabalho e ensino no Hospital Universitário. Faltam medicamentos básicos como dipirona e material de uso cotidiano em procedimentos cirúrgicos, mesmo a após a liberação de R$ 4,5 milhões de custeio por parte do Ministério da Saúde.

 LEI DA MORDAÇA

Também foi homologada a decisão de continuar as ações contra a Lei da Mordaça, desenvolvidas em parceria com a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Diretório Central das e dos Estudantes da UFMS, além de outras entidades estudantis de Campo Grande e movimentos ligados à arte. Na semana passada a direção da ADUFMS-Sindicato esteve reunida com vereadores e pediu a manutenção do veto à Lei pelo prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP).

A Lei da Mordaça, na avaliação da diretoria da ADUFMS-Sindicato, é inconstitucional, fere a liberdade pedagógica das/os professoras/professores e da escola, contraria documentos já aprovados, como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996) e o Plano Nacional de Educação (PNE), pois cerceia as discussões política, de gênero, raça e etnia nas escolas municipais de Campo Grande.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Docentes da UFMS discutem Padoc em assembleia na quarta-feira 25 de maio

Professoras e professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul discutem, em Assembleia Geral Extraordinária na quarta-feira 25 de maio de 2016, o Plano de Atividades Docentes (Padoc). A assembleia começará às 8 horas simultaneamente para docentes de todos os campi da UFMS. No Campus de Campo Grande ela acontecerá no Auditório 2 do Complexo Multiúso. No interior, será em locais indicados pelas representações de cada campus.

 

Comunicado da diretoria da ADUFMS-Sindicato sobre o Padoc

 

Caras e caros colegas docentes,

 

Temos recebido muitas demandas sobre o preenchimento do sistema do Plano de Atividades Docentes (Padoc), que inclusive já foi objeto de três solicitações de audiência com a reitora em 2016, todas sem resposta positiva.

Tentamos, antes da aprovação do Padoc, por diversas oportunidades, discutir com a reitora e com a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Preg) esse dispositivo, pois já prevíamos que o sistema, da forma como vinha sendo proposto e pensado, não atenderia ao objetivo de expressar, de fato, as atividades docentes de forma apropriada, mas nossos apelos e contribuições não foram ouvidos.

Agora, na implementação e preenchimento do Padoc, os/as docentes estão percebendo que o sistema não permite o registro de todas as atividades desenvolvidas, se considerada a própria norma do Padoc articulada com a da definição da carga horária docente e as atribuições constantes no Regimento (artigo 64), o que certamente trará prejuízos, posto que as atribuições ultrapassarão a carga horária contratual (20/40) com a UFMS.

Nesse sentido, definimos a realização da Assembleia Geral Extraordinária para o dia 25/05/2016, às 8h, em todos os campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, para discutirmos encaminhamentos sobre o Padoc e as consequências desse plano a professoras/es da UFMS.

Orientamos que os/as docentes não preencham o referido sistema até que definamos coletivamente a nossa posição.

Aquelas e aqueles docentes que já enviaram podem solicitar à direção da unidade setorial a liberação para complementação de dados e posterior reenvio após a definição da Assembleia Geral Extraordinária, tendo em vista que o prazo final é dia 4 de junho do corrente ano.

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Professores/as da UFMS fazem assembleia nesta quarta-feira 2 para discutir proposta de negociação salarial e de carreiras enviada pelo governo federal em novembro

Ilustração baixada do Vale do Jequitinhonha - Blog do Banu
Ilustração baixada do site Vale do Jequitinhonha – Blog do Banu.

Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) reúnem-se em Assembleia Geral Extraordinária nesta quarta-feira 2 de dezembro às 13h30min para discutir proposta do governo federal de negociação salarial e carreira encaminhada ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) em novembro.

A Assembleia ocorrerá simultaneamente para professores e professoras de todos os campi da UFMS. No Campus de Campo Grande ela acontecerá no Auditório 2 do Complexo Multiúso. A docência lotada no interior terá assembleia em locais escolhidos pelas respectivas representações de cada campus.

O Andes-SN apontou novidade no ofício datado de 18 de novembro de 2015, endereçado à entidade nacional pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), via Secretaria de Relações de Trabalho no Serviço Público (SRT).  Esse novo item é “um elenco de pontos a ser tratados em grupo de trabalho no MEC [Ministério da Educação] e uma proposta de estruturação da malha remuneratória, em três parcelas: 2017, 2018 e 2019”. Essa ideia não havia sido apresentada anteriormente pelo governo federal. Figurariam no estudo desse GT, entre outros, os seguintes itens:

  • “fim da exigência de conclusão de estágio probatório para a promoção acelerada dos professores que estavam na carreira em 01/03/2013;
  • reenquadramento dos professores aposentados da classe adjunto do magistério superior na classe de professor associado;
  • adicional de difícil lotação como incentivo à fixação de docentes em locais de difícil lotação;
  • redefinição dos critérios de concessão do auxílio-transporte;
  • criação de programas de qualificação para os docentes.”

Há, assim como nos contatos anteriores do governo federal com a instituição sindical nacional do Magistério Superior Federal, lacuna em relação a proposições de saídas para a crise por que passam o ensino, a pesquisa e a extensão nas instituições universitárias federais, com colossais cortes de recursos, sucateamento e sobrecarga de atividades imposta a professores, professoras, técnicos administrativos, técnicas administrativas, alunas e alunos.

Reajuste e benefícios – O governo central reapresenta a proposta de reajuste salarial “de 10,8% – sendo 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017”. Durante a greve deste ano, o Magistério Superior Federal recusou esse percentual, porque, segundo o Comunicado n. 45 de 9 de outubro de 2015, formulado pelo então Comando Nacional de Greve (CNG), as “adequações” percentuais “não recompõem as perdas inflacionárias, não consideram as perdas salariais passadas e, na prática, valeriam para 1 ano e 4 meses”.

Também não houve alteração nos valores propostos para os benefícios: “auxílio-alimentação (R$ 458,00), assistência à saúde (o valor atual per capita médio passa de R$ 117,78 para R$ 145,00) e assistência pré-escolar (o valor atual per capita médio passa de R$ 73,07 para R$ 321,00), a partir de janeiro de 2016”, segundo ofício enviado ao Andes-SN.

Carreiras – Entre as outras propostas elencadas pelo governo central, que, segundo o MPOG, visam “à conclusão das negociações iniciadas em maio do corrente ano” (2015), estão “Progressão e Promoção Funcional nas Carreiras: devidas a partir da conclusão dos interstícios; fim da exigência de conclusão do estágio probatório para a mudança de regime de trabalho; [e] harmonização da estrutura salarial das carreiras a partir dos parâmetros acordados em 2012”.  O Planejamento propõe implementar esse último item (a harmonização) “em três etapas: 1/3 em agosto de 2017, 1/3 em agosto de 2018 e 1/3 em agosto de 2019”.

O presidente do Andes-SN, Paulo Rizzo, recomenda cautela na avaliação do posicionamento do MPOG-SRT. “Estamos críticos à proposta, que deve ser analisada pelas assembleias locais. O governo quer amarrar um acordo de quatro anos, até 2019, que aponta para uma perda de 1/3 do Vencimento Básico (VB) em regime de Dedicação Exclusiva (DE).”

A vice-presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, explica que “outra questão que está em evidência nas propostas, e que [também] sugere [cuidado] na análise, é um princípio voltado para um modelo de universidade que contraria a defesa que o Andes-SN historicamente tem feito de uma universidade pública, gratuita, laica e socialmente referenciada. O modelo voltado para a sociedade como um todo está em risco com as proposições que se encontram hoje no Congresso Nacional”

A ADUFMS mantém contato com o Sindicato Nacional para discutir e fornecer subsídios à docência no sentido de que a categoria tenha condições de analisar e interpretar, na Assembleia Geral Extraordinária desta quarta-feira 2 de dezembro, o que as propostas do MPOG-SRT apontam efetivamente.

LEIA MAIS

Íntegra da proposta do governo federal para negociação – Ofício 23540.2015-MP.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Professoras e professores da UFMS decidem nesta quarta-feira se a ADUFMS-Sindicato se desfilia ou não do Proifes

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Ilustração baixada do blog do Sintuneal

Docentes filiados/as à ADUFMS-Sindicato discutem e decidem nesta quarta-feira 2 de setembro se a entidade sai ou continua na Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação). A Assembleia Geral Extraordinária acontece às 13h30min simultaneamente para sindicalizadas/os de todos os campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Em Campo Grande, a Assembleia é no Auditório 2 do Complexo Multiúso da UFMS. No interior, a Geral Extraordinária ocorre em locais escolhidos pela representação de cada campus.

Desde o segundo semestre de 2014, a ADUFMS, a pedido da categoria, vem desenvolvendo discussões sobre o Proifes-Federação e o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). Nos dias 23 e 24 de setembro do ano passado a ADUFMS promoveu seminário em cuja programação foi incluído debate sobre concepção sindical (Docentes da UFMS analisam políticas sindicais federativas e seccionaisPosições sobre organização sindical e política salarial evidenciam divergências entre Andes e Proifes), com as participações dos presidentes do Andes-SN, Paulo Marcos Borges Rizzo (CLIQUE VÍDEO 1 ABAIXO), e do Proifes-Federação, Eduardo Rolim de Oliveira (CLIQUE VÍDEO 2 ABAIXO).

No primeiro semestre de 2015 (Assembleia realizada no dia 15 de abril), as professoras e os professores decidiram pela saída de dirigentes da ADUFMS de cargos do Proifes e pela suspensão de repasses a essa Federação. Aquela deliberação acerca do Proifes não significou desfiliação. A avaliação e votação oficial em relação à saída ou não da Federação acontecem nesta quarta-feira 2 de setembro, conforme Edital da Assembleia Geral Extraordinária.

Antes de se filiar ao Proifes, a ADUFMS era ligada ao Andes-SN, conforme decisão da categoria no dia 28 de setembro de 1990. Na Assembleia de 1º de dezembro de 2004, docentes da UFMS optaram pela filiação da ADUFMS ao Proifes, então Fórum dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior, hoje Federação, e a consequente desfiliação do Andes-SN. (Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato).

VÍDEO 1

CLIQUE SOBRE A IMAGEM ABAIXO PARA VER, OUVIR, A ANÁLISE E O PONTO DE VISTA DO PRESIDENTE DO ANDES-SN,PAULO MARCOS BORGES RIZZO, SOBRE SALÁRIO, CARREIRA, CONCEPÇÃO SINDICAL, ALÉM DE DISCUSSÃO E DEBATE SOBRE ESSES ASSUNTOS.

VÍDEO 2

CLIQUE SOBRE A IMAGEM ABAIXO PARA VER, OUVIR, A ANÁLISE E O PONTO DE VISTA DO PRESIDENTE DO PROIFES-FEDERAÇÃO, EDUARDO ROLIM DE OLIVEIRA, SOBRE SALÁRIO, CARREIRA, CONCEPÇÃO SINDICAL, ALÉM DE DISCUSSÃO E DEBATE SOBRE ESSES ASSUNTOS.

 

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Docentes da UFMS participam na próxima terça 25 de assembleias para apreciação das contas da ADUFMS-Sindicato e discutir a greve

Edital de Convocação AG 25-08-2015
Clique sobre a imagem acima para ter acesso ao Edital da Assembleia Geral Extraordinária em PDF

Professores e professoras filiados/as à ADUFMS-Sindicato avaliam na próxima terça-feira 25 as contas da entidade dos meses de abril de 2014 a março de 2015, o balanço patrimonial e o demonstrativo de resultado do exercício do ano passado. A Assembleia Geral Extraordinária para discutir e votar esses assuntos começa às 13h30min simultaneamente em todos os campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande ela será no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS). Para docentes dos demais campi, a Assembleia terá espaço em locais indicados pelas representações locais.

Nesta Assembleia Geral Extraordinária, os/as professores/as sindicalizados/as, além de analisar, vão decidir sobre o parecer do Conselho Fiscal da ADUFMS-Sindicato em relação aos itens citados anteriormente.

Ainda na terça-feira 25, após a Geral Extraordinária, docentes filiados/as e não-filiados/as fazem Assembleia Geral de greve para informes e encaminhamentos acerca dos próximos passos do movimento paredista da categoria na Federal de Mato Grosso do Sul, que terá nesta semana atividades no Centro de Campo Grande. Para os/as professores/as da Capital sul-mato-grossense, a Assembleia de greve será também no Anfiteatro do CCHS. A docência sindicalizada e não-sindicalizada lotada no interior fará essa última Assembleia nos mesmos espaços escolhidos para a Assembleia Geral Extraordinária.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato  

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