Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Assembleia Geral aprova fusão ao Andes-SN; direção da ADUFMS homologa resultado

Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato

Após conferência de atas, lista de presença e resultado da votação nessa segunda-feira (25/9), a direção da ADUFMS-Sindicato homologou a decisão de fusão da entidade ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN). A Assembleia Geral foi realizada no dia 20 de setembro na Cidade Universitária Campo Grande (foto ao lado) e nos campi de Aquidauana, Três Lagoas, Corumbá, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Chapadão do Sul e Coxim.

Contou com a presença de 85 filiadas/os, dos quais 65 votaram favoráveis à fusão, um voto contrário  e 19 abstenções . Com a totalização, a alteração do Estatuto da ADUFMS-Sindicato foi aprovada, com o quórum de 10% das/os filiadas/os presentes e 3/5 de presença na votação. Com decisão, a ADUFMS-Sindicato deixa de ser um sindicato autônomo e volta a ser seção sindical do Andes-SN.

Para Eblin Joseph Farage, presidenta do Andes-SN, presente à Assembleia Geral em Campo Grande, a conjuntura de ameaça às/aos servidoras/es e ao serviço público requer que a categoria some esforços em torno de uma entidade forte e com tradição de luta em defesa da educação, da universidade e da democracia

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, destaca a obtenção do quórum mínimo para aprovação da fusão ao Andes-SN, lamentavelmente com baixa participação.  Agora, acrescentou, é dar os encaminhamentos administrativos e jurídicos necessários à fusão, que deverá ser homologada no Congresso Nacional do Andes-SN em janeiro  de 2018.

Mariuza Aparecida  ponderou que, mesmo com todo o processo preparatório com reuniões prévias em Campo Grande e no interior, com a presença da Eblin Farage, a participação das/os filiadas/os foi pequena em razão do calendário acadêmico apertado, somado à infinidade de exigências produtivistas da academia, fatores que acabam impactando na participação nos fóruns coletivos de decisão, como diversas/os docentes justificaram. A dirigente lembra que diariamente recebe informações de ataques aos direitos do funcionalismo público que requerem mobilização. A  fusão ao Andes-SN, a opinou a professora Mariuza Aparecida,  “vai fortalecer o nosso movimento e a ADUFMS-Sindicato. “Continuaremos, dessa forma, na defesa da universidade pública, gratuita, laica e socialmente referenciada”.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Assembleia Geral na quarta-feira 6 discute Greve Geral no dia 14 de setembro

A direção da ADUFMS-Sindicato realiza Assembleia Geral na próxima quarta-feira 6 setembro às 8h em primeira convocação no anfiteatro da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC), antigo Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS), Cidade Universitária (Campo Grande) e todos os campi  do interior para repassar informações e discutir  adesão à Greve Geral deliberada no 18 de agosto pelas/os representantes de entidades que compõem o Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

O propósito é de organizar um dia nacional de luta em defesa dos serviços públicos e contra a Reforma da Previdência, em articulação com as/os demais trabalhadoras/es da educação, servidoras/es públicas/os e trabalhadoras/es do setor privado.  É uma das atividades incluídas no calendário de lutas aprovado pelo Setor das Ifes.  Na primeira semana de setembro, os docentes realizarão mobilizações para pressionar parlamentares, nos estados, a votar contra a PEC 287/2016, que prevê o desmonte da Previdência Social.

Aqui em Mato Grosso do Sul a  ADUFMS-Sindicato convida todas/os docentes a participar da Grito dos Excluídos, com concentração marcada para às 8h, na rua Maracaju, esquina com a rua 14 de Julho. Além de protestar contra a reforma da Previdência, está em pauta o combate à corrupção, o fim da estabilidade no serviço público e os cortes orçamentários para as universidades.

Renata Rena, 1ª vice-presidente da Regional Leste do Andes-SN e uma das coordenadoras do Setor das Ifes, Renata Rena, afirma que a construção dessa agenda surgiu a partir da reunião ampliada do Fórum de Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A instância deliberou pela realização de um dia de luta em setembro em defesa dos serviços públicos e em oposição às contrarreformas. “O Setor das Ifes achou importante definir a data pois já há a indicação de paralisação dos trabalhadores metalúrgicos para o mesmo dia. Vamos apresentar essa proposta ao Fonasefe e a reunião da coordenação nacional da CSP-Conlutas para ser aprovada, e também articular com as demais entidades do Setor da Educação, como Fasubra e Sinasefe”, comenta a docente.

“O momento é agora. Temos que nos mobilizar. É urgente e não podemos esperar. Em várias universidades não há mais recursos para manter seu funcionamento.  Não terminaremos o semestre se a situação se mantiver, e a tendência é que, sem mobilização, a crise deva piorar”, completa Renata Rena.

Outras deliberações

O Setor das Ifes também definiu que os docentes vão articular e fortalecer os Fóruns de Servidores Públicos nos estados, realizando atividades e reuniões ampliadas com a pauta: revogações da EC 95/2016, Contrarreforma Trabalhista e da Terceirização; barrar a contrarreforma da Previdência e o Programa de Desligamento Voluntário.

O Setor das Ifes ainda indicará ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) o dia 29 de agosto como um dia nacional de fortalecimento e articulação dos Fóruns Estaduais em defesa do serviço público, e à CSP-Conlutas a realização de uma jornada de lutas para enfrentar os ataques aos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários para a construção de uma nova Greve Geral.

Os maiores sindicatos de metalúrgicos do país se reuniram em São Bernardo do Campo (SP) para organizar a luta contra a Lei das Terceirizações e a contrarreforma Trabalhista. Os metalúrgicos preparam uma forte resistência nas ruas, nas fábricas e nas negociações da Campanha Salarial deste ano e, em unidade de ação para barrar os ataques do governo e dos patrões. A categoria marcou um Dia Nacional de Lutas, Protestos e Greves, no dia 14 de setembro. Serão cerca de dois milhões de metalúrgicos mobilizados em todo o país.

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato

Com informações do site do Andes-SN

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Docentes fazem assembleia nesta segunda-feira 26; na pauta, reformas trabalhista e da Previdência

Assembleia Geral 26 de junhoDocentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) fazem na Cidade Universitária em Campo Grande e em todos os câmpus da interior assembleia geral nesta  segunda-feira 26 para debater e deliberar sobre Greve Geral na sexta-feira 30 de junho.  Antes de discutir sob o movimento paredista centrado na luta contra as propostas do governo federal que, se aprovadas no Congresso Nacional, vão causar forte impacto com a eliminação de direitos trabalhistas e previdenciários, haverá informes.

A assembleia acontecerá simultaneamente no mesmo dia (segunda-feira 26 de junho, às 13h30min) em Campo Grande e nos campi do interior de Mato Grosso do Sul. Na Capital sul-mato-grossense, as/os professoras/es vão se reunir no Anfiteatro da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC), antigo Anfiteatro do CCHS, na Cidade Universitária. No interior a assembleia será em espaços definidos pelas representações locais.

Confira abaixo posicionamento das centrais sindicais sobre a primeira derrota do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017 (reforma trabalhista) em comissão do Senado Federal.

NOTA OFICIAL

 São Paulo, 21 de junho de 2017

VITÓRIA no CAS fortalece luta da classe trabalhadora

 Parabenizamos os bravos senadores e senadoras – Ângela Portela (PDT), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT), Regina Sousa (PT), Otto Alencar (PSD), Hélio José (PMDB), Eduardo Amorim (PSDB), Lídice da Mata (PSB), Randolfe Rodrigues (Rede) – que, no dia 20 de junho de 2017, votaram contra o relatório da proposta de reforma trabalhista, o PLC 38/2017, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

Esta proposta acaba com direitos trabalhistas consagrados pela Constituição Federal e sua rejeição na CAS, por 10 a 9, foi uma vitória para os trabalhadores.

Ficou demonstrado que a luta no Congresso Nacional somada à luta do povo nas ruas foi capaz de desequilibrar a base de apoio de Michel Temer e alcançar esse importante resultado. Neste contexto, as centrais sindicais e seus sindicatos filiados têm desempenhado um papel crucial de resistência e pressão, desde que esta nefasta reforma trabalhista foi proposta.

Embora a tramitação prossiga e os trabalhadores ainda estejam ameaçados, a derrota política sofrida pelo governo, que já dava como certa a aprovação da proposta em todas as instâncias, fortalece a nossa luta e alerta a sociedade para o que está em jogo com as reformas trabalhista e previdenciária.

Essa vitória comprova a importância e a grandeza da luta e da unidade da classe trabalhadora contra a retirada dos direitos sociais, contra os ataques à CLT e contra o fim da Previdência Social.

Seguiremos, desta forma, sempre firmes e mobilizados em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Antonio Neto

Presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

Adílson Araújo

Presidente da CTB – Central dos Trabalhadores Brasileiros

Vagner Freitas

Presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força

Presidente da Força Sindical

José Calixto

Presidente da NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores

Ricardo Patah

UGT – União Geral de Trabalhadores.

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REFORMAS: NOTA DA ADUFMS-SINDICATO À COMUNIDADE ACADÊMICA DA UFMS. ASSEMBLEIA GERAL DE DOCENTES ACONTECE DIA 9 DE NOVEMBRO

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Ilustração baixada do site do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, Comunicação Gráfica e Serviços Gráficos de Jundiaí (<http://sindigraficos.org/site/ate-ministros-do-tst-e-mais-de-15-juizos-sao-contra-projeto-de-reforma-trabalhista-do-governo-temer/>)

Vivemos momentos de intensa preocupação com o destino do serviço público no Brasil e, em especial, com o projeto de universidade pública, gratuita e de qualidade pelo qual as/os intelectuais brasileiras/os lutaram desde a década de 1930 e que consolidamos na Constituição Federal de 1988.

Essa conquista que nos é tão cara está em vias de sofrer retrocesso por meio das reformas em curso no País. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 257 – agora em tramitação no Senado como Projeto de Lei da Câmara (PLC) n. 54 – e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241 (PEC 55 no Senado), já aprovados na Câmara, alteram respectivamente a organização das carreiras das/os servidoras/es públicas/os – usando como argumento a renegociação das dívidas da União com os estados e municípios – e a forma da destinação de recursos para a implementação de políticas públicas, incluindo a saúde e a educação que têm percentuais mínimos de investimento definidos constitucionalmente e já insuficientes.

Há outros projetos de lei em tramitação, tais como: Projeto de Lei Complementar (PLP) 181/2015, o Projeto de Lei (PL) 3.337/2015 e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 204/2016, que legalizam o repasse de recursos públicos a instituições de direito privado ou empresas públicas independentes, como é o caso da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A Ebserh, empresa pública de direito privado, hoje administra o Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e, por ser de direito privado, não está sujeita às normas de funcionamento, fiscalização e transparência que devem reger uma instituição pública. Destaca-se, no bojo das reformas em curso, a Reforma da Previdência, que penaliza ainda mais as/os servidoras/es públicas/os, em especial as/os docentes, na medida em que estabelece idade mínima para aposentadoria aos 65 anos, independente de contribuição, bem como unifica as previdências públicas e privadas, tomando como base o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Diante desse quadro, a ADUFMS-Sindicato tem acompanhado os ataques do governo e do parlamento e participado ativamente com outros movimentos sociais de manifestações, reuniões e construções coletivas contra o descalabro que se apresenta hoje no Brasil, quando o Governo Temer atribui à classe trabalhadora as mazelas do Estado brasileiro causadas essencialmente pela corrupção e desvios de recursos provenientes da impunidade que sempre norteou as relações de poder no País.

Perante esses ataques às nossas condições profissionais e de vida, não nos curvaremos. Assumimos como nossa tarefa a defesa incondicional de nossos direitos aderindo à luta por NENHUM DIREITO A MENOS, juntamente com as/os demais servidoras/es públicas/os federais, estaduais e municipais, com as/os estudantes e com os setores produtivos da classe trabalhadora que atuam em defesa de serviços públicos de qualidade disponíveis para toda a população.

Assembleia Geral  – A respeito da GREVE GERAL, que se ensaia entre as/os servidoras/es públicas/os federais, estaduais e municipais, entre as/os estudantes e em outros setores da classe trabalhadora, a posição da ADUFMS-Sindicato será definida em Assembleia Geral no dia 9 de novembro de 2016, às 8 horas, no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) da UFMS em Campo Grande e nos demais campi da Universidade no mesmo dia e horário para a qual conclamamos os/as docentes que compareçam.

A ADUFMS-Sindicato somos todos e todas! O que nos fortalece é a nossa decisão coletiva!

 

A DIRETORIA

Gestão Autonomia Sindical – ADUFMS-Sindicato 2016-2018

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Trabalhadoras e trabalhadores de MS organizam programação do 1º de Maio

banner programação classe trabalhadora (1) (2)Dia 1º de Maio! Dia Internacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras! A Central Única dos Trabalhadores em Mato Grosso do Sul (CUT), conjuntamente com a  CTB (Central Sindical Brasileira), Movimento Sem Terra, sindicatos rurais e urbanos, partidos políticos de esquerda e o movimento popular organizaram agenda com diversas programações que visam celebrar a data e reivindicar avanços nos direitos trabalhistas.

A ADUFMS está participando da construção dessa agenda e na próxima segunda-feira 4, no Campus de Campo Grande da UFMS, realizará debate sobre os riscos do PL 4.330/04 aos direitos conquistados pelas trabalhadoras e pelos trabalhadores na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

A participação da categoria docente da Federal de Mato Grosso do Sul é fundamental para mostrar a insatisfação de todas e de todos contra as tentativas sorrateiras das forças conservadoras de aspiração neoliberal,  de cortar conquistas e direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, utilizando a força do Congresso e setores da imprensa, fazendo o governo federal refém, para impor seu projeto econômico de Estado mínimo, cortando verbas do orçamento para educação, jogando a conta do excesso de gastos públicos sobre a classe trabalhadora.

Somente com muita disposição e luta teremos capacidade de derrotar a receita neoliberal de gestão do Estado, construir agenda unificada das trabalhadoras e  dos trabalhadores capaz de forçar o governo federal a adotar uma política de retomada do crescimento econômico, redução da inflação e arquivamento da PL 4330/04 da terceirização entre outras iniciativas.

Para controlar os gastos públicos existem outros caminhos:  revisão da política de incentivos fiscais, reforma tributária, redução do duodécimo de todos os poderes, corte de cargos comissionados, tributação das grandes fortunas e dos lucros excessivos dos bancos, redução do comprometimento da receita do Estado com o pagamento da dívida interna, medidas amargas contra quem sempre lucrou com a crise, sacrificando a maioria da população.

Por isso, conclamamos toda à categoria para ir à luta, participando de todas as atividades de 1º de maio e preparando o ânimo para a Campanha Salarial Nacional das docentes e dos docentes, com assembleias marcadas para o  próximo 7 de maio, em todos os campi da UFMS.

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