Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Nova diretoria da ADUFMS-Sindicato faz primeira reunião de trabalho

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Nova diretoria traça plano de trabalho para os próximos meses – Gerson Jara

A nova direção da ADUFMS-Sindicato, gestão Autonomia Sindical, fez sua primeira reunião na manhã desta segunda-feira (23-05) com objetivo de organizar a agenda de trabalho.

Entre os temas tratados estão as ações do movimento sindical docente frente à nova conjuntura do governo do presidente em exercício Michel Temer e as implicações para as universidades públicas.  A previsão é de que haja aceleração rumo à privatização do ensino superior público, com implementação de medidas já iniciadas no governo Dilma Rousseff.

As medidas no campo administrativo e político apontam para o fortalecimento das universidades/escolas (College) com a priorização da carga horária na atividade de ensino e redução do tempo destinado a pesquisa e a extensão. Pelos atuais cálculos, com base em recentes medidas do Coeg (Conselho de Ensino de Graduação) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) restarão ao/à docente apenas oito horas para as atividades de ensino pesquisa e extensão.

A diretoria da ADUFMS-Sindicato analisou o aumento de medidas de controle e vigilância das atividades docentes por meio de ações como o Sistema de Avaliação de Desempenho da Carreira Docente (SiaDoc), Plano de Atividades Docentes (Padoc), Sistema Acadêmico (Siscad) e Sistema de Gestão de Pós-Graduação (Sigpos).

Essas iniciativas, além de transferir mais responsabilidades administrativas para os/as docentes, punem toda a categoria em detrimento do comportamento de poucos/as profissionais que não cumprem a contento suas funções. Além disso, houve críticas à concentração de atividades profissionais não computadas nos sistemas de avaliação, que muitas vezes não são reais e impossíveis de ser cumpridas em 40 horas semanais.

Essas questões serão objeto de reflexão no I Seminário de Formação Política da ADUFMS-Sindicato, marcado para 3 junho de 2016.

Na programação estão previstas as seguintes palestras:

13 a 15h – Representação docente: função, problemas e desafios – palestrantes: professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães e professor Bruno de Carvalho;

15h30min a 17h – Planejamento de ações para 2016 (diretoria da ADUFMS-Sindicato e Conselho de Representantes Sindicais); e

18 a 22h – Análise de Conjuntura: o que temer no governo Temer?, com Antonio Carlos Victório (Jacaré).

A diretoria aprovou a produção de manifesto em apoio à ocupação do Prédio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Campo Grande por movimentos da área de cultura, a continuidade das ações contra a Lei da Mordaça, cujo veto do prefeito Alcides Bernal (PP) será apreciado pelos/as vereadores/as e apoio ao “Abraço ao HU” (Hospital Universitário), organizado por estudantes e professores/as da Faculdade de Medicina (Famed) e demais cursos da área de saúde. O propósito é de denunciar a falta de condições de trabalho, medicamentos e equipamentos básicos para o atendimento de pacientes.

O Sindicato vem se empenhando na organização do Encontro Preparatório do II Encontro Nacional de Educação. O Encontro Preparatório acontecerá no próximo fim de semana no Campus de Campo Grande (Auditório 2 do Complexo Multiúso) com temas relevantes para garantir avanços na educação: gestão; financiamento; trabalho e formação dos/das trabalhadores/as da educação; avaliação; acesso e permanência; gênero, sexualidade, orientação sexual e questões étnico-raciais.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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50ª REUNIÃO DO COEG: atividades complementares, estágio e TCC  não serão contados como carga horária letiva

Mais uma vez os/as professores/as da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul são surpreendidos/as por uma convocação de reunião, com documentos em pauta que impactam a organização de cursos e consequentemente da docência e dos/as acadêmicos/as. Tudo isso sem nenhuma discussão prévia, mesmo com as constantes tentativas da diretoria da ADUFMS-Sindicato de  discutir essas decisões com a administração da UFMS, todas sem sucesso.

O Sindicato tem, incessantemente, cobrado a democratização dos debates sobre questões que garantam a qualidade das atividades-fim da instituição: ensino, pesquisa e extensão.  Não é papel da direção da entidade administrar a Universidade, mas discutir as decisões que impactam sobre a vida do/a docente.

Recentemente aconteceu a aprovação do Plano de Atividades Docentes (Padoc). A  despeito de nossas reivindicações, inclusive,  a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Preg) foi convidada ano pela ADUFMS-Sindicato e pelo Comando de Greve para estar presente em uma das assembleias para apresentação e discussão do Plano, durante o movimento paredista do ano passado. Mas nenhum/a representante da Preg compareceu para discutir o assunto com a docência.

De antemão, o Padoc  traz aspectos prejudiciais definidos na Resolução 136 de 3 de dezembro de 2015, do Conselho Diretor (CD), que estabelece no artigo 11 a carga horária das atividades letivas, excluindo destas, no Parágrafo Único, as atividades complementares, estágio e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), para os quais não se contará carga horária letiva, mas apenas cumprimento da sua carga horária total, desconsiderando as condições adversas de trabalho para suas execuções.  Uma desses obstáculos é a falta de transporte para monitoramento e avaliação dos estágios.

Para o Padoc, é necessário fazer a seguinte conta: se você tem pesquisa ou extensão com fomento interno, terá de cumprir no mínimo 10 horas de atividades letivas. Com mais duas horas para cada uma dessas somam-se trinta horas, restando 10 horas de  atividades de estágio, TCC, mais pesquisa e extensão.

Agora, com essa nova regulamentação a ser discutida na próxima reunião do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), a preocupação da direção da ADUFMS-Sindicato se multiplica, pois a proposta traz novas denominações para a organização das atividades docentes, em minuta (ver artigos abaixo) a ser discutida na reunião que será na próxima sexta-feira 4 de março.

Art. 7º O Projeto Pedagógico do Curso deverá explicitar o quantitativo de carga horária das Componentes Curriculares Disciplinares desenvolvidas nas seguintes atividades: I – Atividades Teórico-Práticas (ATP-D); II – Atividades Experimentais (AES-D); III – Atividades de Prática como Componente Curricular (APC-D); IV – Atividades de Campo (ACO-D); e V – Outras Atividades de Ensino (OAE-D). Parágrafo único. As Atividades de Prática como Componente Curricular são obrigatórias nos cursos de Licenciatura.

Art. 8º Para fins desta Resolução as Componentes Curriculares não Disciplinares são: I – Atividades Complementares (ACS-ND); II – Atividades Orientadas de Ensino (AOE-ND); III – Atividades de Extensão (AEX-ND); IV – Trabalho de Conclusão de Curso (TCC-ND); e V – Exame Nacional de Desempenho (Enade).

Estas últimas deverão contar para integralização do curso, mas não são disciplinas.

A ADUFMS-Sindicato pergunta:

O QUE É ISTO AFINAL???

AUMENTO DE CARGA HORÁRIA NÃO-LETIVA?

A ADUFMS-Sindicato ESTÁ DE OLHO. CONCLAMAMOS OS/AS DOCENTES QUE SE SENTIREM PREJUDICADOS/AS A ESTAR NA REUNIÃO DO COEG, A REALIZAR-SE EM 4 DE MARÇO DE 2016, ÀS 8h30min, NA SALA DE ATOS DA REITORIA,  PARA COIBIRMOS MAIS ESSA AÇÃO PREJUDICIAL AO NOSSO TRABALHO.

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Coeg aprova calendário de conclusão do 1º semestre com parte das recomendações do Comando de Greve

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Conselheiros/as estabeleceram prazo para conclusão do primeiro semestre de 2015 (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aprovou nesta sexta-feira (16-10) o calendário de reposição de aulas do primeiro semestre de 2015. Praticamente, a instância homologou o que foi acertado com as direções de centros, faculdades, escolas, campi e institutos na última terça-feira 13. Fixou-se o início do calendário acadêmico de conclusão do primeiro semestre como retroativo a 13 de outubro (terça-feira passada). A data final das reposições de aulas e outras atividades do primeiro semestre é 28 de novembro.   Foram incorporadas diversas reivindicações encaminhadas pelos/pelas docentes ao Comando de Greve, como a expansão do segundo semestre até abril de 2016.

As/as conselheiras/os só não acataram o pedido do Comando de evitar a concomitância da continuidade do primeiro semestre de 2015 com o segundo semestre de 2015, situação que motivou ação da ADUFMS-Sindicato e que ainda está em fase de apreciação na Justiça.

No entanto, na abertura da reunião do Coeg, o pró-reitor de Ensino de Graduação em exercício, Irineu Sotoma, esclareceu que a orientação é para que os colegiados de cursos e coordenadores/as evitem a sobreposição de disciplinas do primeiro semestre  com disciplinas do segundo. O lançamento de notas, faltas e frequências dos/as estudantes do primeiro semestre, no Sistema Acadêmico Online (Siscad), será final de novembro. O Sistema ficará aberto para os/as coordenadores/as, para que eles/elas, caso seja necessário, façam os ajustes necessários. Os procedimentos relacionados a reposições de aulas ficarão a cargo das coordenações de cursos, observando a concordância dos/as alunos/as.

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Normas dos calendários acadêmicos de 2015 aprovadas pelo Coeg serão publicadas no Boletim de Serviço da UFMS

Nos cursos em que não houve adesão à greve, o calendário do segundo semestre poderá ter continuidade normalmente. O oferecimento  de  disciplinas no segundo semestre deverá observar a conclusão da disciplina anterior, nos casos de exigência do pré-requisito.

Ficou garantido o recesso no período de 21 de dezembro de 2015 a 19 de janeiro de 2016. Houve integrantes do Conselho que pediram informações sobre o período especial, que não está previsto no calendário, mas que é necessário para o ajuste da hora-aula de 40 minutos para 50 minutos, causando o estouro da carga horária em diversos cursos. Sotoma explicou que a questão será objeto de apreciação na próxima reunião do Coeg.

As normas dos calendários acadêmicos de 2015 aprovadas pelo Coeg desta sexta-feira 16  serão publicadas no Boletim de Serviço (BS) da UFMS, compartilhadas e enviadas aos/às docentes. O compartilhamento e o envio do conteúdo aos professores e às professoras ocorrerão quando as deliberações do Conselho de Ensino de Graduação desta sexta-feira 16 constarem no BS.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Coeg se reúne extraordinariamente nesta sexta-feira 16 para discutir calendários acadêmicos

Após encontro na terça-feira 13 de outubro da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS-PREG) com diretores/as de centros, campi, faculdades, escola e institutos, em consequência de reunião do Comando Local de Greve (CLG) da ADUFMS-Sindicato na quinta-feira 8 de outubro com o pró-reitor de Ensino de Graduação em exercício, Irineu Sotoma, integrantes do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) se reúnem extraordinariamente nesta sexta-feira (16 de outubro de 2015) às 9 horas para discutir e decidir sobre a “reposição de aulas do primeiro semestre letivo de 2015 e ajustes no segundo semestre letivo de 2015”.

O aviso sobre a reunião, que será na Sala de Atos da Reitoria, ocorreu às pressas por meio do Edital de Convocação n. 3-2015, datado da quarta-feira 14 de outubro, assinado pelo presidente do Coeg, Irineu Sotoma, e publicado no Boletim de Serviço n. 6145 de quinta-feira 15 de outubro de 2015.

Na reunião da quinta-feira 8 deste mês com Sotoma, o CLG apresentou critérios para formulação do calendário de conclusão do primeiro semestre deste ano, interrompido em função da greve docente que durou quatro meses na UFMS.

As argumentações da PROEG aos/às diretores/as de unidades da UFMS foram calcadas em uma minuta na qual se prevê reposição de aulas do primeiro semestre ajustada ao calendário do segundo semestre de 2015, imposto por meio da Resolução ad referendum n. 454 de 14 de setembro de 2015. Na 454, ficou estabelecido o início das atividades do segundo semestre em 13 de outubro de 2015.

A ADUFMS-Sindicato é contra a sobreposição do calendário de conclusão do primeiro semestre ao do segundo, com ou sem ajuste.  Os/as diretores/as que participaram da reunião da última terça-feira se posicionaram que o calendário de conclusão do primeiro semestre deveria ter iniciado no dia 13 de outubro e não o segundo semestre letivo de 2015 (o que de fato ocorreu na terça-feira 13). Apesar de os/as dirigentes de unidades da UFMS terem tomado a decisão de recomeço das aulas do primeiro semestre de 2015 na terça-feira 13 de outubro nenhuma medida foi tomada pela administração da instituição para que esse posicionamento fosse cumprido.

A concomitância das atividades de conclusão do primeiro com as do segundo semestre acarreta problemas como a dificuldade de se oferecer disciplinas de determinado curso para estudantes de outro curso.

Diante do confuso cenário desenhado e posto em prática pela própria administração da UFMS, nesse emaranhado de decisões ad referendum e convocações às pressas do Coeg, como aconteceu no final de agosto e repete-se agora (reunião do dia 16 de outubro), há cursos com inclinação a postergar o início do segundo semestre. Ou seja, começar o segundo período letivo de 2015 só após conclusão do primeiro semestre.

 LEIA MAIS

Reunião do Comando de Greve na PREG tem como consequência convocação de dirigentes da UFMS para discutir calendário de conclusão do 1º semestre de 2015

Íntegra da Circular 37-2015 e minuta da PREG

Critérios e análise sobre o calendário de conclusão do 1º semetre de 2015 – Ofício do Comando de Greve

Comando de Greve cobra definição sobre novo calendário

 Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Calendário acadêmico: ADUFMS e Comando de Greve pedem à Reitoria da UFMS revogação de medida prejudicial à comunidade universitária

O Comando de Greve e a ADUFMS-Sindicato protocolaram nesta quinta-feira 17 de setembro às 15h35min, na Reitoria da UFMS, o Ofício 013-2015 pedindo que a direção da Universidade reveja a Resolução ad referendum n. 454 de 14 de setembro de 2015, “que altera o calendário acadêmico do segundo semestre de 2015 e quebra pré-requisitos de todas as disciplinas dos cursos da” Federal de Mato Grosso do Sul. Solicita-se também que haja discussão sobre esses assuntos nas representações legítimas da comunidade universitária. “Esperamos que a Administração desta instituição reconsidere tal medida e a discuta nas suas instâncias colegiadas.”

A 454 foi emitida unilateralmente pela presidência do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) e publicada na edição 6124 (15 de setembro de 2015) do Boletim de Serviço da UFMS. As/os integrantes do Comando de Greve apontam que “mais uma vez, de forma não-democrática”, emite-se uma resolução ad referendum, o que vem se tornando algo frequente na Instituição.

De acordo com o anexo da Resolução 454, o segundo semestre letivo deste ano começa no dia 13 de outubro. O artigo 2º da medida desconsidera, “em caráter excepcional, a exigência de disciplinas como pré-requisitos em matrículas de disciplinas do segundo semestre letivo de 2015”.

O Comando de Greve considera o conteúdo da 454, inclusive o anexo, como prejudicial aos três segmentos da UFMS: alunos/as, professores/as, técnicos/as administrativos/as. “Manifestamos nossa preocupação e a não-concordância com tais medidas, já que podem acarretar imensos prejuízos aos estudantes, aos funcionários e aos docentes da instituição, uma vez que disciplinas do primeiro e segundo semestres de 2015 serão ministradas concomitantemente nesse período. Isso por si só implicará grandes transtornos acadêmicos e administrativos. Ademais, observamos que a universidade sistematicamente tem decidido pela manutenção dos pré-requisitos em disciplinas nas mais diversas situações, por considerá-la importante para o bom cumprimento das matrizes curriculares dos cursos. No entanto, sem justificativa acadêmica plausível, a referida resolução autoriza a quebra de pré-requisitos em todas as disciplinas dos cursos da UFMS.”

 No documento encaminhado à Reitoria, o Comando expressa que a greve iniciada em 15 de junho de 2015, pauta “reivindicações imprescindíveis para a” instituição universitária custeada com recursos provenientes de impostos pagos por cidadãs e cidadãos: “defesa da universidade pública, gratuita, laica e de qualidade, socialmente referenciada; reestruturação da carreira docente; reajuste de 19,7% para compensação de perdas salariais; contra o corte de recursos para a Educação; contra a contratação de docentes via organizações sociais e terceirização; paridade e valorização salarial entre ativos, aposentados e pensionistas.”

Destaca-se no Ofício o quanto a UFMS vem sendo atingida pela redução de verbas adotada pelo governo federal, “prejudicando as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, uma vez que tais cortes chegaram a 10% no custeio e 50% no investimento, representando uma de perda de cerca de 25 milhões de reais, apenas considerando o exercício de 2015.” O Comando de Greve acrescenta o agravante de “que há previsão de mais cortes de recursos para o exercício de 2016, incluindo a não-liberação da realização de concursos para preenchimento de vagas nas universidades (contrariando leis previamente aprovadas), o fim do abono-permanência e de outros direitos trabalhistas”.

Não bastassem as distorções de calendários acadêmicos por sucessivas decisões antidemocráticas e a desconsideração da continuidade da greve, a Resolução 454/2015 traz, no final de seu anexo, a previsão de que as aulas do primeiro semestre de 2016 devam começar em 13 de abril.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Carta aos coordenadores e aos diretores: conclamamos nossos/as colegas que estão em cargos de direção e coordenação a respeitar a decisão democrática da categoria de estar em greve e que não endossem atitudes que reforcem o divisionismo orquestrado pela gestão da UFMS

Comando Local de Greve/2015 – UFMS

 

A intensa articulação do movimento grevista contribuiu para que em 22 de junho de 2015, o Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), em votação, aprovasse a suspensão do calendário acadêmico a partir de 23 de junho de 2015, conforme a Resolução n. 347. Entretanto, em reunião ocorrida no dia 31 de agosto deste ano, numa convocação feita às pressas, após apresentação de parecer jurídico da Projur, o Coeg tornou sem efeito a suspensão do calendário a partir do dia 23 de junho, posição anteriormente votada e vencida nesse órgão colegiado, a despeito da vontade da Reitoria e de seus pró-reitores, assim como instituiu novo calendário acadêmico.

Essa decisão, antes de ser um ato jurídico, é uma resposta política ao fortalecimento do movimento docente na UFMS, de que as principais expressões foram a retomada do sindicato dos trabalhadores – numa eleição em que disputamos com os velhos pelegos do PROIFES e com uma chapa montada com dirigentes da Reitoria – e a deflagração da greve pelos/as docentes da UFMS. Com essa decisão, mais uma vez, a atual gestão universitária demonstra que responde às nossas demandas com mais burocracia e autoritarismo.

Os docentes da UFMS, em Assembleia Geral, deflagraram o movimento de greve a partir do dia 15 de junho de 2015, tendo como bandeiras de luta a reestruturação da carreira docente, o repúdio à precarização do trabalho e a qualidade da educação pública, gratuita e laica. Essa decisão foi tomada em espaço legítimo e democrático, o que pressupõe que seja respeitada como tal pela Comunidade Universitária.

Nossa greve não foi deflagrada por um ato administrativo e, portanto, não são os atos administrativos da Reitoria e seus pró-reitores que porão fim ao movimento paredista. Afinal, é também contra a condução antidemocrática – a cada dia mais evidente – da gestão da Universidade que lutamos. Nossa greve é o resultado de nossa capacidade de organização e enfrentamento aos ataques contra a Educação Pública no Brasil. Parafraseando o professor Florestan Fernandes, a nossa luta é uma luta dentro da ordem e contra a ordem.

Feitas essas considerações, constata-se que a administração universitária impôs à comunidade acadêmica três calendários: 1) o de professores que, furando o movimento grevista, já concluíram o 1o semestre; 2) o daqueles que, porventura, concluírem o 1o semestre no calendário imposto pela administração; e 3) o calendário dos professores que permanecem em luta no movimento paredista.

É, no mínimo, curioso que em meio a um movimento grevista em que uma das principais alegações para não aderir à greve seria evitar o prejuízo aos estudantes, a administração universitária imponha uma situação escandalosa como essa em que os/as estudantes – a depender do caso – poderão ter de cumprir três calendários diferentes.

Lembramos que nossos alunos são parte integrante de todo processo pautado na integridade de nossas ações em defesa de uma sociedade plenamente livre e que educação não se faz tão-somente em sala de aula. Este é um momento de aprendizagem para todos e a universidade é o locus onde também se faz a formação política para a transformação da sociedade. Eles, os alunos, devem ser respeitados em suas decisões de luta por condições adequadas de permanência na universidade, uma vez que, por força das condições socioeconômicas, a maioria da população brasileira não tem o privilégio de manter seus filhos em uma universidade, mesmo que pública e gratuita.

Em virtude do exposto, conclamamos nossos/as colegas que estão em cargos de direção e coordenação a respeitar a decisão democrática da categoria de estar em greve e que não endossem atitudes que reforcem o divisionismo orquestrado pela gestão da UFMS, nem sejam partícipes desta absurda situação em que teremos de coexistir com três calendários acadêmicos.

Nossa greve é uma, e as conquistas ou derrotas que dela resultarem incidirão sobre todos/as e cada um/a.

Continuamos em luta!

 Comando Local de Greve/2015 da UFMS

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Calendários acadêmicos: deliberações do Coeg não aterrorizam docentes em greve na UFMS

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Fotos da Assembleia do dia 9 de setembro em Campo Grande
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Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

As decisões do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) da UFMS em reunião extraordinária no dia 31 de agosto, expressas nas resoluções 431 e 432 desse colegiado, que respectivamente tornou sem efeito a Resolução Coeg 347 (22 de junho de 2015, de suspensão dos calendários acadêmicos) e redimensiona prazos para o término do primeiro semestre letivo de 2015 voltaram à pauta na Assembleia docente da quarta-feira 9 setembro.

A exemplo de conteúdos publicados no site da ADUFMS-Sindicato, no Facebook (página da entidade) e do que foi enviado via e-mail sobre o assunto, reiterou-se que as deliberações do Coeg não cancelam a greve, porque só a categoria em assembleia tem poderes para avaliar o movimento paredista, conforme explicou a vice-presidenta da entidade, professora Mariuza Aparecida Camillo Guimarães em Campo Grande.

Ainda de acordo com a docente, a maioria das coordenações de cursos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul tem informado que os/as docentes mantêm-se em greve.

O professor Antônio Carlos do Nascimento Osório interpreta que o primeiro semestre letivo de 2015 não pode ser concluído sem que todos/as alunos/as finalizem suas disciplinas, o que contempla os/as estudantes cujos/as professores/as estejam em greve.

No tocante à força política do movimento, avalia-se que a greve começa a ter impacto no governo federal. O diretor de Divulgação e Imprensa da ADUFMS-Sindicato, professor Antonio Lino Rodrigues de Sá, reforçou a disposição dos/das docentes de prosseguir o movimento paredista. “A gente tem que continuar [a greve]. Não é porque [cancelaram a suspensão] do calendário que [isso] vai nos aterrorizar.” O sindicalista disse que a não-retomada dos calendários acadêmicos não prejudica os/as alunos/as porque, todas as vezes em que há greve, a continuidade das aulas é discutida com os/as professores/as. “Tem que ter diálogo da administração [da UFMS]” com a docência, manifestou Lino ao argumentar como devem ser as tratativas com a direção da Universidade visando ao restabelecimento das atividades acadêmicas da graduação relativas ao primeiro semestre, após o término da greve, ainda sem data prevista.

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Mariuza Aparecida (direita): só a categoria em assembleia tem poderes para avaliar o movimento paredista

Na Assembleia da quarta-feira 9 ARNOR RIBEIRO.POSTADO.TEXTO.SITE.DSCN1422em Campo Grande, ao ser lida a ata da votação favorável à saída da ADUFMS-Sindicato do Proifes-Federação (Assembleia Geral Extraordinária da quarta-feira 2), docentes aplaudiram a decisão. Englobando todos os campi da UFMS, o resultado da Geral Extraordinária do dia 2 de setembro foi o seguinte: 164 votos pela desvinculação do Proifes-Federação, 22 contra e nove abstenções.

Negociação – O professor José Roberto Rodrigues de Oliveira, que atuou recentemente no Comando Nacional de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) em Brasília, como delegado da ADUFMS-Sindicato, relatou na Assembleia de quarta-feira 9 em Campo Grande que há uma disposição do governo federal não fazer acordo em separado, mas sim em conjunto.  Oliveira observou que a postura do Proifes-Federação é de ficar “calado” nas reuniões conjuntas, mas tende a negociar isoladamente.

Segundo o docente José Roberto, o Andes-SN reitera a posição de que não dá para fazer acordo descartando o Fórum das Entidades Nacionais dos/as Servidores/as Públicos/as Federais e nem aceitar reajuste abaixo da inflação. O Fórum reforça que o ideal é a reivindicação apresentada incialmente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG): 27,3%.

Organização social – Além de aspectos relacionados a salários e reestruturação da carreira docente nas universidades federais, já entrando na pauta extraespecífica lincada à defesa da universidade pública, gratuita, democrática, laica e de excelência, professoras e professores das instituições de ensino superior estão preocupados com uma ideia que vem ganhado força dentro do governo federal: a contração de docentes via organização social (OS).

ARNOR RIBEIRO.POSTADO.TEXTO.SITE.DSCN1419O professor José Roberto Rodrigues de OliveirARNOR RIBEIRO.POSTADO.TEXTO.SITE.DSCN1406a (foto à direita) disse, durante a Assembleia da quarta-feira 9 em Campo Grande, que na Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu-MEC) não se confirma que esteja ocorrendo admissão de docentes para o Magistério Superior Federal via OS. Mas, de acordo com o José Roberto, há, “em maior ou menor grau”, universidades que estão adotando tal procedimento ou procedimento semelhante. Oliveira citou como exemplo a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Prossigamos na luta…, inarredáveis!

COMUNICADO

 

CARAS/OS COLEGAS E ACADÊMICAS/OS,

A GREVE CONTINUA.TEXTO.SITE
Arte baixada do blog Pelotas de Portas Abertas . com

Lamentamos a ação da administração da UFMS que de forma flagrante descumpre os seus próprios regimentos e realiza uma reunião do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) com convocação duvidosa no Boletim de Serviço no dia 28/08/2015 (sexta-feira) para o dia 31-08-2015 (segunda-feira) 9h, surpreendendo as/os conselheiras/os, sendo que muitas/os nem ficaram sabendo da citada reunião e outras/os foram notificadas/os em sua cidade de origem às 7h da segunda-feira 31, ficando impossibilitadas/os de comparecer, deixando muitas dúvidas quanto à legitimidade de suas decisões.

Esclarecemos    que a decisão da citada reunião do Coeg, bem como a publicação das resoluções Coeg 431 e 432, NÃO INTERFERE NO MOVIMENTO GREVISTA.

A decisão sobre o fim da greve cabe à categoria em Assembleia Geral e, neste momento, o movimento se fortalece em todo o Brasil. O governo federal sente-se pressionado. As negociações estão acontecendo de forma intensa com diversas agendas visando um acordo razoável mediante as reivindicações da categoria.

MANTEMOS A GREVE ATÉ QUE SEJAMOS ATENDIDAS/OS EM NOSSAS REIVINDICAÇÕES, ESPECIALMENTE, NO QUE SE REFERE À DEFESA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA, LAICA, DE QUALIDADE, SOCIALMENTE REFERENCIADA.

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Docentes questionam, em assembleia, convocação às pressas do Coeg e reafirmam que a greve continua

FOTO 2 ASSEMBLEIA DE 2 SETEMBRO DE 2015 GERSON JARA
Foto: Gerson Jara

A Assembleia dos/das docentes da UFMS, ocorrida na quarta-feira (2 de setembro) avaliou as implicações da decisão da última reunião do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), na segunda feira 31 de agosto, de anular a própria deliberação de suspender os calendários acadêmicos, tomada em 22 de junho. Na avaliação do Comando de Greve, a medida teve como propósito a tentativa de esvaziamento do movimento paredista em curso.

Apesar de proposto a inclusão na pauta da próxima assembleia o retorno ao trabalho, tal sugestão foi rejeitada por maioria dos/das presentes à Assembleia da quarta-feira 2, em razão de o governo federal continuar insistindo no parcelamento do reajuste de 21,3% em quatro anos. Na contraproposta apresentada no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), no dia 28 de agosto, o Executivo Nacional reapresentou o parcelamento com 5,5% em 2016, 5% em 2017, 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019.

O MPOG desconsiderou, assim, a proposta do Comando de Greve Unificado dos Servidores Federais, de realinhar (sem fracionamento) os salários em 19,7% para o ano de 2016, mas propôs oficialmente os reajustes do auxilio-alimentação dos atuais R$ 373,00 para R$ 458,00; para assistência saúde (o valor atual per capita médio passaria de R$ 117,78 para R$ 145,00); e assistência pré-escolar (o valor atual per capita alteraria de R$ 73,07 para R$ 321,00).

O Proifes-Federação encaminhou contraproposta paralela à do Comando Unificado, o que é visto com ressalvas pelas direções da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), uma vez que fragiliza as negociações conjuntas das categorias do serviço público federal.

Calendários acadêmicos – A Assembleia dos/das professores/as da UFMS apontou para a necessidade de se questionar a convocação atropelada de representantes do Coeg na última sexta-feira 28 de agosto. A convocatória ocorreu somente por meio do Boletim de Serviço, sem o envio de correspondência eletrônica aos/às representantes, ritual cumprido em todas as reuniões anteriores.

O argumento utilizado de ilegitimidade da representante do Instituto de Química (Inqui), para anular a decisão que suspendia os calendários acadêmicos, não procede, uma vez que a representação da docente no Coeg aconteceu mediante consulta feita à direção do Inqui, na qual foi reafirmado que a professora poderia participar da penúltima reunião, oficialmente, mesmo com o mandato expirado, até a designação de novo representante.

Segundo a representante, ela encaminhou solicitação da suspensão dos calendários acadêmicos, mesmo sem discussão prévia com o Colegiado de Química, em razão do pedido formulado por estudantes, na ocasião, sob ameaça de reprovação por parte de docentes que não aderiram ao movimento de greve.

Ao se manifestar na Assembleia, a docente foi aclamada pelos/as colegas no momento de sua fala. “A professora teve uma atitude corajosa”, defendeu Antônio Carlos do Nascimento Osório. Outros professores se manifestaram na mesma linha, questionando a legitimidade da reunião do Coeg convocada e com decisões bastante duvidosas na medida em que diversas representações não puderam se fazer presentes em razão de ter tomado conhecimento da reunião na segunda-feira (31) de manhã em suas respectivas unidades no interior.  A convocação se deu por meio do Boletim de Serviço na sexta-feira (28-08-2015), para a reunião na segunda-feira (31-08-2015) às 9 horas.

Ato – Na próxima terça-feira 8 de setembro às 9 horas, alunos/as, professores/as, técnicos/as administrativos/as fazem manifestação no portão 1 (principal) de acesso ao campus da UFMS em Campo Grande.

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Decisão do Coeg não afeta greve docente na UFMS

Mão Greve Geral
Ilustração: José António

O Comando de Greve comunica às professoras e aos professores da UFMS que a decisão do Conselho de Ensino de Graduação (Coeg) de anular a Resolução 347 de 22 junho de 2015, que suspendia os calendários acadêmicos dos cursos de graduação (presenciais e a distância), Licenciatura em Educação do Campo (Procampo) e Licenciatura Intercultural Indígena Povos do Pantanal (Prolind) não interfere no movimento paredista, que continua em função de até agora o governo federal não ter apresentado contraproposta satisfatória às reivindicações da categoria.

A intransigência do Executivo Federal tem sido o principal obstáculo nas negociações. Nesta segunda-feira 31, em reunião com representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação), mais uma vez o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), por meio do secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça, manteve-se irredutível.

O governo nacional já havia recusado a contraproposta do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais: 19,7% de um só vez em 2016. No que se refere a reajuste, o poder central estacionou nos 21,3% parcelados em quadro vezes – 5,5% em 2016, 5% (2017), 4,75% em 2018 e 4,5% (2019) – enfaticamente rechaçados pelas categorias do serviço público federal, incluindo a docência das universidades federais.

A inércia é reconhecida pelo próprio secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público, Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça, que, segundo o Andes-SN, admite não haver, “até o momento, negociação da proposta e, portanto, não há como fazer acordo com as entidades”. De acordo com Paulo Rizzo, presidente do Andes-SN, “o secretário levará as nossas reivindicações para discutir com os ministros da área econômica a possibilidade de fazer alguma flexibilização na postura do governo. Até o final da semana eles irão dar uma reposta”.

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COEG SUSPENDE CALENDÁRIO ACADÊMICO POR CAUSA DA GREVE

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Docentes acompanharam a reunião do Coeg, que aconteceu na tarde e início da noite desta segunda-feira 22
Após exaustiva discussão, o Conselho de Ensino de Graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Coeg-UFMS) suspendeu o calendário acadêmico. O pedido de suspensão do calendário foi encaminhado pela ADUFMS-Sindicato de acordo com orientação do Comando de Greve. A decisão foi tomada na reunião desta segunda-feira 22 e anula as atividades ensino adotadas por docentes que não aderiram a paralisação, desde da decretação da greve.

Com isso,  as aulas, provas, trabalhos, seminários,  matrículas, estágios e outras atividades foram desconsiderados e voltarão a ser objeto de discussão na próxima reunião do Coeg, em que serão analisados caso a caso.

Para a vice-presidenta da ADUFMS e integrante da Comando de Greve, Mariuza Camillo, avalia que a medida fortalece o movimento paredista que hoje conta à adesão de cerca de 40% dos docentes da UFMS. Além disso, permite a unificação dos procedimentos acadêmicos, no sentido de minimizar os contratempos causados à vida acadêmica e dos docentes.

A Comissão de Ética eleita em assembléia do dia 17 de junho vinha recebendo diversos de orientação quanto a provas, a continuidade das aulas e entregas de trabalho antecipados por professores que não aderiram a greve, numa tentativa de enfraquecer o movimento. “Com o calendário suspenso não existe motivos para a continuidade das aulas”, esclarece a dirigente.

Contatos – Mais informações – Mariúza Camillo 9227-5386

Assessoria de imprensa da ADUFMS

Mais informações, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, 9227-5386.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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