Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

Cograd

Sob pressão, Coun rejeita suspensão de curso de graduação da UFMS em Três Lagoas

Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

Com críticas à administração central da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), pressão de estudantes, docentes, técnic@s administrativ@s e sindicatos, ameaças do presidente do Conselho Universitário (Coun), reitor Marcelo Augusto Santos Turine, de tirar manifestantes do Auditório do Complexo do Centro de Formação de Professores (Sedfor), conselheir@s votaram contra a suspensão de ingresso de novas turmas em Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Três Lagoas (CPTL), além de eliminar o termo ‘extinção’ de textos decisórios referente aos cursos de graduação de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Aquidauana (CPAQ) e  História – Licenciatura do Câmpus de Coxim (CPCX).

Ciência da Computação (CPPP): votação desfavorável à suspensão, no Cograd, fez com que o reitor Turine tirasse apreciação no Coun

A reunião ordinária do Coun que decidiu pela não-homologação da resolução 85 (3 de setembro de 2018) ad referendum de suspensão do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do CPTL, “a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2019”, ocorreu na quinta-feira 20 de setembro na Cidade Universitária – Campo Grande.

A essa posição soma-se a votação no Conselho de Graduação (Cograd) na terça-feira 18 de setembro, que derrubou outra decisão unilateral da reitoria e da Pró-Reitoria de Graduação:  a Resolução 413 ad referendum assinada pelo pró-reitor de Graduação, Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, era favorável à “suspensão do Curso de Ciência da Computação – Bacharelado do Câmpus de Ponta Porã [CPPP], a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2019”. Diante de posicionamentos da comunidade universitária, da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), em defesa do curso do CPPP, integrantes do Cograd não homologaram a 413.

Mariuza Aparecida: suspensão de História – Licenciatura no CPCX pode prejudicar formação de docentes para o ensino básico no Norte de Mato Grosso do Sul

A votação desfavorável à medida, no Cograd, fez com que o reitor Turine pedisse que não fosse votada na reunião do Coun a Resolução 89/2018 assinada ad referendum pelo próprio reitor na condição de presidente do Conselho Universitário, com o mesmo propósito da 413. O pedido de Turine foi aceito pel@s conselheir@s do Coun. Com esse posicionamento, fica valendo a decisão do Cograd, pela não-suspensão de Ciência da Computação em Ponta Porã.

Eram nove os cursos suspensos pelo reitor Turine e o pró-reitor de Graduação Ruy Alberto.  As não-homologações das suspensões de Letras no CPTL e Ciência da Computação  no CPPP, consequências das mobilizações que trouxeram estudantes e professor@s desses câmpus a Campo Grande para defender a não-suspensão, fizeram cair para sete o número de cursos de graduação suspensos na UFMS que teve votação favorável ao não-ingresso de novas turmas já a partir do próximo ano.

Os cursos em que houve homologação de resoluções ad referendum pró-suspensão, assinadas sem consistente participação da comunidade universitária, são os seguintes: superiores de Tecnologia em Construção de Edifícios, de Tecnologia em Saneamento Ambiental e de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial – os três estão locados na Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (Faeng); Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, do Câmpus de Nova Andradina (CPNA); Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura,  Turismo Bacharelado, os dois do Câmpus de Aquidauana (CPAQ); e História – Licenciatura do Câmpus de Coxim (CPCX).

O curso de Turismo Bacharelado (CPAQ) foi suspenso a partir do primeiro semestre de 2019 para realização “de estudo que resulte em uma proposta mais detalhada que garanta a sua manutenção para posterior avaliação”. Estudantes da UFMS explicaram que o enfoque do curso em hotelaria não corresponde à demanda da região, que é por turismo de aventura.

Ainda sobre o CPAQ, conselheir@s do Coun homologaram a suspensão do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura, com a exclusão da palavra ‘extinção’. Essa medida possibilita reestruturação e reavaliação do curso.

A exemplo do Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do CPAQ, integrantes do Coun aprovaram a suspensão do Curso de História – Licenciatura, com eliminação do termo ‘extinção’ do texto. A presidenta da ADUFMS-Sindicato Mariuza Aparecida Camillo Guimarães (conselheira do Coun) explicou que não há, em instituição pública, outra graduação em História no Norte de Mato Grosso do Sul, o que, por se tratar de licenciatura, pode deixar as escolas da educação básica da região com carência de professor@s na área. A História do CPCX vai passar por reavaliação. Está suspensa a entrada de novas turmas a partir do primeiro semestre 2019.

Uma das críticas mais contundentes de integrantes do Coun foi sobre a suspensão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira, do CPNA. Conselheiros argumentaram que a decisão do reitor Turine e do pró-reitor de Graduação Ruy Alberto foram tomadas sem que se levassem em consideração posicionamentos das instâncias colegiadas da UFMS em Nova Andradina: conselhos de Curso e de Câmpus.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Conselho de Graduação suspende 8 cursos da UFMS a partir de 2019

Alun@s do curso de Ciência da Computação de Ponta Porã acompanham votação que derrubou resolução que suspendia a entrada em 2019 – Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

Por maioria, docentes que compõem o Conselho de Graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Cograd-UFMS) aprovaram atos ad referendum assinados pelo presidente da instância, Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, e reitor da instituição, Marcelo Augusto Santos Turine. O colegiado suspendeu o oferecimento de oito cursos de graduação a partir de 2019. A decisão deverá ser homologada em reunião do Conselho Universitário nesta quinta-feira (20-09), às 14 horas, no auditório do Sedfor (Centro de Formação de Professores). Nela serão debatidas as polêmicas e as críticas levantadas terça-feira 18 por alguns/algumas representantes durante a reunião do Cograd.

Apenas Ciências da Computação de Ponta Porã conseguiu derrubar a resolução em votação apertada, comemorada pel@s estudantes que acompanharam o debate.

Outra resolução polêmica, amplamente discutida no Cograd, foi a extinção do curso de Literatura – habilitação em Literatura de Três Lagoas, suspenso por 14 favoráveis e 8 contrários.

A representação da unidade criticou que a medida dependia de melhor avaliação, pois a decisão de fechar a graduação poderia prejudicar a entrada no mestrado e doutorado com foco na mesma área e avaliação 5 no Capes. O argumento, no entanto, não sensibilizou a maioria do colegiado.

Durante boa parte das discussões ficou patente o descontentamento quanto a forma e os indicadores usados para justificar a decisão de suspender os cursos a partir de 2019. Os docentes cobraram que os relatórios de avaliação enviados para as coordenações não foram discutidos nos colegiados de cursos com o tempo necessário. Alguns apresentavam distorção no quantitativo de professores disponíveis para atuar curso,  desconsiderava os professores afastados para pós-graduação. Não considerava ainda outros requisitos de avaliação de sustentação da universidade pública: ensino, pesquisa e extensão, publicações científicas e a avaliação do próprioExame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Não considerava a greve de quase três meses no ano de 2012, fato que motivou vários alunos a desistirem do curso. A condensação de três semestres em apenas um ano em 2017 também levou a exaustão professores e alunos focados no fechamento da carga horária e comprometeu a qualidade em geral.

O papel da Cograd também foi questionado, uma vez  que não desempenhou adequadamente o papel de monitorar e construir conjuntamente com os colegiados ações que levassem a superar o problema de baixa entrada, permanência e saída de alunos. A medida aconteceu com o curso de Medicina de Três Lagoas para reverter os problemas apresentados para o seu funcionamento e obter melhor taxa de desempenho e apontado como exemplo que deveria ser estendido aos demais cursos problemáticos.

Os indicadores cobrados para suspensão também não atingiram todos os cursos de forma homogênea, procedimento comum em processos de padronização administrativa. A falta divulgação massiva dos cursos oferecidos nas unidades por parte da UFMS recebeu duras críticas. “Muitos sequer sabem que existem unidades da universidade na cidade e os respectivos cursos oferecidos disponíveis”, comentou um representante.

Para presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, a decisão de fechar cursos sem ampla discussão com as instâncias da UFMS acende o sinal vermelho para os docentes, uma vez que terão dificuldades de fechar a carga horária e recente portaria publicada pelo presidente Temer permite a transferência pessoal para outras instituições e até mesmo demissões por excesso de pessoal nos órgãos de origem. Cobra que a atual administração não vem efetivando os compromissos assumidos em campanha com a comunidade universitária: oferecimento de moradia estudantil, restaurante universitário com preços acessíveis, transporte, segurança, ampliação de Bolsa Permanência e de projetos de iniciação científica. “A decisão da administração de fechar cursos é o caminho mais fácil para adequar o corte de orçamento superior a R$ 70 milhões promovido pela MEC em 2017. Para nós educação pública não rima com lucro, não é gasto é investimento”, criticou.

ABAIXO-ASSINADO

O curso de Ciências da Computação é que mais vem se mobilizando contra a suspensão do curso em 2019. Assim que os docentes foram informados da possibilidade de suspensão promoveram audiência pública na Câmara de Vereadores, manifestação “Fica UFMS e fica Ciências da Computação” com faixas e cartazes criticando a medida. Coletaram abaixo-assinado junto a comunidade com mais de 1.000 assinaturas de cidadãos pela permanência da graduação. Vieram de ônibus a Campo Grande para acompanhar a reunião do Cograd.

A representação da unidade pediu mais tempo para melhorar os indicadores de entrada, permanência e saída de alunos da graduação. Ressaltou que os docentes e estudantes vêm atuando na divulgação junto as escolas de ensino médio da região. Negociam parcerias e convênios de extensão com a Prefeitura e Câmara de Vereadores visando garantir bolsas para estudantes com baixa renda familiar.

Além disso, tomou decisões pedagógicas como quebra de pré-requisito para disciplinas, reestruturação do PPC, aceleração de alunos em atraso, reoferta de disciplina, sensibilização do corpo docente, dentre outras, com objetivo de melhorar a taxa de permanência, cujo efeitos poderão ser avaliados somente a médio e longo prazo. O curso também apresenta bom indicadores de produção científica e desenvolvimento de projetos de extensão junto à comunidade.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Conselho de Graduação da UFMS debate extinção de cursos nesta terça-feira 8

As/os docentes integrantes do Conselho de Graduação da Universidade Federal Mato Grosso do Sul (Cograd-UFMS) debatem e votam nesta terça-feira (18-09) às 8h, no auditório do Sedfor (Centro de Formação de Professores), Cidade Universitária Campo Grande, o pacote de surpresas da reitoria que suspende e/ou extingue nove cursos de graduação  a partir de 2019 e não 22, como foi divulgado antecipadamente pela Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato. Quatro cursos têm possibilidade de extinção definitiva. outros cinco em estudos mediante medidas de incrementação de procura e outros quatro já extintos do sistema de cadastro do MEC e que poderiam ser reoferecidos à sociedade sul-mato-grossense.

As decisões aconteceram por ad referendum assinadas pelo presidente do Conselho de Graduação Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho e pelo presidente do Conselho Universitário (Coun), reitor Marcelo Augusto Santos Turine. As resoluções foram publicadas no Boletim de Serviço n. 6870  de 4 de setembro de 2018.  Agora terão que ser aprovadas pelo Coun em que a adminstração contém maioria absoluta de representantes.

A ADUFMS-Sindicato critica a medida que acontece de forma verticalizada,  tecnicista, sem diálogo e no fim de Governo Temer.  Agindo dessa forma, mais uma vez a administração da UFMS contraria os compromissos assumidos na campanha em que prometeu trabalhar por mais moradia estudantil, assistência, ampliação de bolsa de iniciação científica e permanência.

O pacote visa adequar os gastos da UFMS aos cortes promovidos pelo Ministério da Educação (MEC). Só em 2017 os valores chegaram a cerca de R$ 70 milhões.

Para o Sindicato a decisão vem ao encontro da política de privatização gradativa iniciada pelo MEC. A entidade entende que a decisão ataca os sintomas e não as causas da baixa procura de alun@s pela graduações oferecidas.

 

PLACAR DE CURSOS FECHADOS OU EM FASE DE EXTINÇÃO

SUSPENSOS EM 2019 E AMEAÇADOS DE EXTINÇÃO

1 – Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios da Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo e Geografia  (Faeng).

2 – Curso Superior de Tecnologia em Saneamento Ambiental da Faeng.

3 – Curso de Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Aquidauana (CPAQ).

4 – História – Licenciatura do Câmpus de Coxim (CPCX).

 

OFERECIMENTO SUSPENSO A PARTIR DE 2019

5 – Letras – Licenciatura – Habilitação em Português e Literatura do Câmpus de Três Lagoas (CPTL).

6 – Curso Superior de Tecnologia em Gestão Financeira do Câmpus de Nova Andradina (CPNA).

7 – Curso de Turismo Bacharelado do Câmpus de Aquidauana (CPAQ).

8 – Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial da Faeng.

9 – Curso de Ciência da Computação – Bacharelado do Câmpus de Ponta Porã (CPPP).

EXCLUSÃO DO CADASTRO DO MEC

10 – Engenharia Mecatrônica do Câmpus de Ponta Porã.

11  – Engenharia Civil e Engenharia Elétrica do Câmpus de Naviraí (CPNV).

12 – Cursos de Graduação em Engenharia Civil do Câmpus de Nova Andradina.

13 – Engenharia de Biossistemas do Campus de Chapadão do Sul (CPCS)

Assessoria de Imprensa da  ADUFMS-Sindicato

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Cograd aprova na íntegra calendários acadêmicos 2017 propostos pela administração central da UFMS

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Proposta da ADUFMS-Sindicato, que defendia intervalo de duas semanas entre semestres, não foi considerada (Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

O Conselho de Graduação (Cograd), antigo Conselho de Ensino de Graduação (Coeg), aprovou, em reunião extraordinária na sexta-feira 17, os calendários acadêmicos da Educação a Distância (EaD) e dos cursos presenciais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para os semestres letivos de 2017. A ratificação da proposta da reitoria ocorreu por unanimidade. Houve apenas uma alteração: a data final para registro de oferta de disciplinas passou de 22 dezembro deste ano para 31 de janeiro de 2018.

A proposta da ADUFMS-Sindicato, que defendia intervalo de duas semanas entre semestres, não foi considerada. Já sobrecarregas/os com o encurtamento do segundo semestre letivo de 2016 para 1º de abril de 2017, as/os docentes e os/as estudantes não terão período de descanso no ano letivo de 2017.

O aval do Cograd se encaixou nos interesses da administração, pois, finalizado o tempo letivo 2016/2, o término do segundo semestre 2017 de atividades acadêmicas será dentro do ano civil, o que regulariza os calendários acadêmicos extrapolados desde 2015, em função da greve daquele ano, que durou quatro meses na UFMS.

A administração anterior da Universidade não se preocupou em discutir com estudantes, docentes e técnicas/os administrativas/os medidas que regulamentassem a situação pós-movimento paredista, para o quanto antes regularizar os calendários acadêmicos. Ano passado, a reitoria antecessora deu mais de 45 dias entre os semestres sem nenhuma justificativa plausível. Após o término da greve, a antiga administração central da UFMS não respondeu às diversas solicitações do Sindicato para conversar sobre os calendários acadêmicos.

O próprio pró-reitor de Graduação e presidente do Cograd, professor Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho, reconheceu o ‘prejuízo’ que os calendários aprovados vão causar às/aos docentes, às/aos estudantes e às/aos técnicas/os administrativas/os, mas reiterou que é melhor resolver o problema agora.

Em reunião com Ruy e com o chefe da Coordenação de Administração Acadêmica (CAA), Amaury Antônio de Castro Junior, na manhã do dia 6 de fevereiro deste ano, o Sindicato havia apresentado proposta de regularização dos calendários acadêmicos diferente da que foi aprovada na reunião desta sexta 17.  A ideia da diretoria da ADUFMS-Sindicato era de que o primeiro semestre acadêmico de 2017 tivesse 103 dias letivos, mantendo emendas de feriados.  Ainda pela proposta da entidade, o segundo semestre deste ano teria 102 dias letivos, incluindo feriadões. Entre esses semestres letivos haveria intervalo de duas semanas.

A síntese da proposta da reitoria para os cursos presenciais, ratificada unanimemente pelo Cograd, é a seguinte:

Início do 1º semestre/2017:

 

17/04/2017

Encerramento do 1º semestre/2017: 12/08/2017
 

Início do 2º semestre/2017:

 

21/08/2017

Encerramento do 2º semestre/2017: 23/12/2017
Total de dias letivos em 2017: 203 dias
1º semestre/2017: 100 dias
2º semestre/2017: 103 dias

As atividades acadêmicas na modalidade a distância se enquadrarão da seguinte forma:

 

Início do 1º semestre/2017:

 

17/04/2017

Encerramento do 1º semestre/2017: 12/08/2017
 

Início do 2º semestre/2017:

 

24/08/2017

Encerramento do 2º semestre/2017: 23/12/2017
Total de dias letivos em 2017: 233 dias
1º semestre/2017: 116 dias
2º semestre/2017: 117 dias

 

Ambos os calendários serão oficializados por meio de resoluções que serão publicadas no Boletim de Serviços (BS) da UFMS.

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Colegiado também aprovou mudança no sistema de matrículas


Outras aprovações do Cograd
– Antes da aprovação dos calendários acadêmicos foram submetidas à apreciação de conselheiras e conselheiros do Cograd as propostas de alterações na Resolução n. 269 (Regulamento Geral dos Cursos de Graduação, presenciais), de 1º de agosto de 2013, e da Resolução n. 107 (Regulamento do Estágio para acadêmicos de cursos presenciais), de 16 de junho de 2010. As proposições foram aprovadas por unanimidade.

O artigo 27 da Resolução 269 foi mudado. Sua nova redação ficou da seguinte forma: “a confirmação de matrícula será feita na data prevista no Calendário Acadêmico, podendo ser feita online pelo acadêmico quando este estiver de acordo com o resultado da fase de inscrição online.” Segundo o parágrafo único do 27, “caso o acadêmico discorde ou não faça a confirmação online no prazo, a confirmação da matrícula poderá ser realizada pelo Coordenador de Curso, na presença do acadêmico.”

Na Resolução 107 mudaram-se os artigos 16, 17, 19 e 37. Após publicação no BS eles passaram a ter, respectivamente, as seguintes redações: “a relação entre a UFMS e as concedentes se estabelecerá por Termo de Compromisso, firmado diretamente entre as partes ou por meio de Agente de Integração, com interveniência da direção da Unidade Setorial; o processo de formalização do Termo de Compromisso será iniciado na Unidade Setorial do curso do acadêmico e será homologado pela Proaes, que analisará os aspectos técnicos e legais da proponente de campo de estágio; os procedimentos para quando a concedente for profissional liberal deverão ser os mesmos descritos no art.18 deste Regulamento; a COE deverá enviar à Proaes, ao final de cada ano, um relatório resumido a respeito dos estágios desenvolvidos, em formulário próprio.” Na 107 também ocorreram alterações no caput do artigo 18 e em seu parágrafo segundo; no inciso I do artigo 41; bem como nos incisos I (revogado), II, IV, V, VI e VII (revogado) do artigo 42. Ainda na Resolução 107, foi acrescido o artigo 42-A. O caput e o parágrafo terceiro do artigo 43 tiveram nova redação. O artigo 44 sofreu alteração. Continuando na 107, foram mudados os incisos I, II, XIII, XIV, XV (revogado), XVII e XVIII do artigo 45. No artigo 46 alterou-se a redação do inciso III e foi revogado o VI. Revogaram-se o parágrafo único do artigo 19, os incisos I e VII do 42, o inciso XV do artigo 45 e o inciso VI do artigo 46.

 A reunião extraordinária do Cograd aconteceu na Sala de Videoconferência da Faculdade de Computação (Facom), na Cidade Universitária da UFMS em Campo Grande. Conselheiros dos campi de Coxim, Chapadão do Sul e Paranaíba participaram por meio do sistema de videoconferência.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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