Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

DEBATE

ADUFMS-Sindicato concentra-se no Dia da Mulher e assembleias gerais para avaliar ações contra a reforma da Previdência

 

Presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida, protesta contra o fim da aposentadoria especial dos/as professores/as e aumento em cinco anos na idade mínima da aposentadoria para mulheres (foto: Sérgio Souza Júnior)

A semana de trabalho da ADUFMS-Sindicato ficou concentrada na preparação das assembleias gerais desta terça-feira 14 de março – em Campo Grande e nos campi do interior – e em atividades relativas ao Dia da Mulher.

No dia 7 de março,  a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães e o vice-presidente da entidade, Moacir Lacerda, participaram do debate sobre a conjuntura econômica e social do Brasil, em um ciclo de palestras que contou com a participação do sociólogo e cientista político, Emir Sader, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da estudante Ana Júlia Ribeiro, uma das líderes do movimento secundarista nas ocupações das escolas públicas no Paraná em 2016.

Segundo Ana Júlia Ribeiro, houve desafios na construção do movimento estudantil em rede, independente de partidos políticos. Os movimentos de ocupação nas escolas públicas resistiram às mudanças previstas na reforma do ensino médio e, mesmo “vencidos”, questionaram a forma de implantação da nova lei. “Fomos um dos poucos movimentos de enfrentamento contra o Governo Temer em 2016. Causamos muita dor cabeça na realização dos processos eleitorais e no Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]”, comentou sobre as formas de atuação dos e das estudantes secundaristas.

Já o dia 8 de março foi marcado pela participação da direção e funcionárias da ADUFMS-Sindicato na distribuição do Panfleto da Mulher na UFMS, Cidade Universitária, em Campo Grande. O material foi produzido com a finalidade de explicar os tipos de violência praticados contra as mulheres e as alternativas para o seu enfrentamento, assim como algumas leis de respaldo e telefones úteis para denúncia em casos de violência, em Mato Grosso do Sul (Delegacias da Mulher, Casa da Mulher Brasileira e Segurança da UFMS) em todo o país (Disque-Denúncia 180). O panfleto impresso foi entregue acompanhado de um bombom a cada mulher. No mesmo dia, a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, participou do Ato da Mulher pelo Direito de Aposentar, em frente à sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Campo Grande.

Na sexta-feira, 10 de março, a ADUFMS-Sindicato acompanhou a realização da palestra sobre a reforma da Previdência promovida pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e realizou atendimento jurídico itinerante em Três Lagoas. Na atividade em Três Lagoas, os/as professores/as puderam esclarecer dúvidas sobre direitos trabalhistas e administrativos com a Assessoria Jurídica do Sindicato. A presidenta do entidade também participou de reunião para organização das ações de paralisação dos/as trabalhadores/as contra a reforma da Previdência, por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/2016), marcada para o dia 15 de março, em Campo Grande, com concentração a partir das 9h, na Praça do Rádio Clube/Praça da República.

Para explicar a importância da atividade, Mariuza Aparecida participou de um vídeo enviado a todos/as os/as filiados/as, conclamando a categoria para participar da atividade e alertando sobre os riscos da reforma da Previdência na vida dos/as docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Outro vídeo explicativo, sobre Campanha Salarial e Reestruturação da Carreira, frente as PEC 241/2016 (Câmara dos Deputados) depois transformada em PEC 55 (Senado Federal) – agora Emenda Constitucional (EMC 95/2016) – e o  Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, aprovado e transformado em Projeto de Lei da Câmara (PLC) 54/2016, que resultou na Lei Complementar n. 156/2016 (“Estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal; e altera a Lei Complementar nº 148, de 25 de novembro de 2014, a Lei nº 9.496, de 11 de setembro de 1997, a Medida Provisória nº 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, a Lei nº 8.727, de 5 de novembro de 1993, e a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000”).

Assista: Mariuza fala sobre importância da assembléia do dia 14 de março

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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  ADUFMS participa em Terenos de audiência sobre reforma da Previdência

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Marco Aurélio: “Só a sonegação das empresas ultrapassa R$ 400 bilhões contabilizados na dívida ativa do INSS” (Fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

Cumprindo agenda programada pela Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul (FBP-MS), a ADUFMS-Sindicato esteve participando de audiência pública sobre a reforma da Previdência, em Terenos. No debate, a entidade foi representada pelo Professor Doutor em Ciências da Computação, Marco Aurélio Stefanes, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a convite do vereador Gerson Terra (PT) proponente da atividade. Na palestra, o docente alertou que o modelo de sociedade desenhado por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 aponta para o aprofundamento da pobreza, a exclusão social e a concentração de renda nos bancos e setores rentistas minoritários da sociedade brasileira.

O debate ocorrido na quinta-feira (23-02) atraiu mais de 230 pessoas que lotaram o plenário do Centro Cultural Senador Ramez Tebet. Contou com a participação de servidores/as públicos/as, trabalhadores/as do setor privado, trabalhadores/as rurais e empresários que ouviram atentamente Marco Aurélio e a economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em Mato Grosso do Sul,  Andréia Ferreira.

Como resultado, ficou instituído comitê contra a reforma da Previdência no município de Terenos e a apresentação de Moção de Repúdio às medidas previstas, que deverá ser encaminhada a todos/as os/as deputados/as.

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Público acompanha explicações sobre impacto da reforma da Previdência

Ficou recomendado o apoio na mobilização para um grande ato no dia 15 de março convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) que prevê acampamento, em Mato Grosso do Sul, em frente aos locais de moradia de cinco deputados federais e três senadores favoráveis à reforma.

Marco Aurélio fez duras críticas à PEC 287/2016. Apontou como pontos prejudiciais à população o fim da aposentaria por tempo de serviço, a ampliação de no mínimo 65 anos de idade para que homens e mulheres tenham acesso ao benefício, mudança na base de cálculo com o respectivo aumento nos percentuais do fator moderador e do tempo de contribuição, com redutores que achatam ainda mais os valores pagos a aposentados/as e pensionistas.

No caso de servidor/a público/a, complementou o docente, a PEC ameaça a integralidade e a paridade, ampliando o tempo de serviço. Alertou para os prejuízos da reforma aos/às trabalhadores/as rurais, com o novo sistema deixando de ser familiar, sob desconto da nota produtora, e passando a ser individual.

Para o professor universitário, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS), relator da PEC 287/2016 na Câmara, não tem moral para aprovar medidas que retiram direitos dos/as trabalhadores/as que cumprem religiosamente com suas contribuições para aposentar, enquanto ele mesmo gasta o dinheiro público com passagens para visitar ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na cadeia.

Disse ainda que a reforma desaquece a economia que gira o comércio e o setor de prestação de serviços nos pequenos municípios.  Denunciou que o sistema de previdência do Brasil, por lei, é tripartite, sendo os governos e as empresas obrigados a financiar a sua quota-parte, o que não vem acontecendo. “Só a sonegação das empresas ultrapassam a R$ 400 milhões contabilizados na dívida ativa do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]”.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Candidatos/as à reitoria e à vice-reitoria confrontam programas de gestão da UFMS para 2016-2020. Comunidade universitária participa ativamente do debate

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Debate entre reitoráveis e vice-reitoráveis (fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)
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Público assiste a debate atentamente

Estudantes, docentes e técnicos/as administrativos/as lotaram o teatro Glauce Rocha em Campo Grande na manhã de terça-feira 2 de agosto para debater com os candidatos a reitor e as candidatas a vice-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul propostas de gestão da instituição no quadriênio 2016-2020. A polarização de posições políticas, aliadas a concepções administrativo-acadêmicas, marcou as intervenções e questionamentos entre debatedores/as e os três segmentos da UFMS: administrativas/os, professoras/es e acadêmicas/os. As candidaturas a reitor, Marcelo Turine (Juntos Somos UFMS) e Marco Aurélio Stefanes, do Movimento por Uma UFMS Diferente (MUDE), bem as candidatas a vice-reitora, Camila Ítavo e Alexandra Ayach, começaram o debate expondo seus currículos e pontos dos programas administrativos.

O candidato Turine definiu as discussões programáticas para reitoria e vice-reitoria da UFMS como um embate de visões e perspectivas. “Esse é o momento de debater ideias e sonhos.” A participação democrática na UFMS foi um dos aspectos mencionados pelo outro postulante ao cargo de reitor: Marco Aurélio. Ele enfatizou que a Universidade precisa ser uma “instituição séria, republicana”.

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Juntos Somos UFMS: Camila Ítavo e Marcelo Turine
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Movimento por uma UFMS Diferente (MUDE): Alexandra Ayach e Marco Aurélio

A cerca erguida para “proteger” a reitoria na Cidade Universitária em Campo Grande, apontada por segmentos da comunidade como um subterfúgio para evitar que manifestantes entrem no prédio da administração central, tornou-se metáfora para reflexão sobre os problemas da UFMS, como a demanda por mais docentes. “Nossas grades [cercas] são a falta de professor”, metaforizou Turine. Em outro momento do debate, o reitorável da chapa Juntos Somos UFMS prometeu uma administração sem obstáculos a docentes, discentes e técnicas/os administrativas/os. “A reitoria estará aberta.”

O reitorável Marco Aurélio disse que o cercamento do espaço da administração central configura uma universidade fechada à discussão de seus problemas. “Essa grade simboliza a falta de diálogo com a comunidade.” Segundo o candidato da chapa MUDE, a UFMS é uma instituição ultrapassada em relação à contemporaneidade. “Esse modelo de universidade já não cabe mais no século XXI.”

A ideia de uma universidade referência, sintonizada com seu tempo, embute a necessidade de planejar para definir com mais critérios a obtenção e a destinação de dinheiro para viabilizar projetos de ensino, pesquisa e extensão. Nesse sentido, o candidato Marcelo Turine discorreu, em uma de suas falas durante o debate, sobre a criação de setor específico dentro da UFMS para gerenciar as verbas. “É fundamental institucionalizar a captação de recursos”, ponderou Turine. O gerenciamento de fundos para a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul seria, de acordo com o candidato, por meio de uma agência direcionada exclusivamente para esse propósito.DSCN4934

DSCN4996Para Marco Aurélio, é preciso que haja uma sinergia, uma coesão interna para captação de recursos. O reitorável justificou essa necessidade de simetria citando a insuficiência de estrutura nos cursos de pós-graduação da UFMS. “Faltam salas de aula para os pós-graduandos estudarem.”

Candidatas a vice-reitora – A necessidade de política que contemple integrantes de comunidade da UFMS de todas as etnias, das mais diversas sexualidades (homossexualidade, heterossexualidade, bissexualidade, transexualidade, entre outras designações) e respeite decisões de ter ou não ter religião foi um dos assuntos debatidos pelas candidatas a vice-reitoria Alexandra Ayach, do Movimento por Uma UFMS Diferente (MUDE), e Camila Ítavo (Juntos Somos UFMS). “A diversidade não pode ser só no discurso”, alertou Alexandra Ayach durante o debate. “A nossa bandeira é o respeito a todos e a todas”, argumentou Camila Ítavo.

Serviço – A consulta à comunidade da UFMS visando à escolha do reitor e da vice-reitora acontece nesta quinta-feira 4 de agosto em todos os campi. Começou às 8h e vai até as 21h. Com exceção do Hospital Universitário (HU) em Campo Grande, onde as mesas receptoras de votos estão funcionando desde as 6h. O término da votação no HU é também às 21h. Em todos os locais, no interior e na capital, a votação ocorre ininterruptamente.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

 

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ADUFMS-Sindicato promove terceiro debate dos candidatos/as à reitoria da UFMS em Aquidauana

A ADUFMS-Sindicato organizou na última quarta-feira (27/07) o terceiro debate (foto) para apresentação de propostas de trabalho dos reitoráveis e das vice-reitoráveis da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) gestão 2016-2020. O evento aconteceu às 19h,  no anfiteatro Dóris Mendes Trindade, no Campus de Aquidauana (CPAQ).

A exposição foi mediada pela jornalista Débora Cabrita e contou com as presenças do candidato a reitor e da candidata a vice-reitora  do Mude, respectivamente Marco Aurélio Stefanes  e Alexandra Ayach Anache.  A chapa Juntos Somos UFMS, encabeçada pelo professor  Marcelo Turine (candidato a reitor) e Camila Ítavo (candidata a vice-reitora), não participaram do evento. Alegaram que o certame foi organizado pela entidade sindical e que estariam presentes somente do debate oficial, convocado ad referendum pela Comissão Eleitoral, para dia 2 de agosto 8h30min, no teatro Glauce Rocha, Cidade Universitária da UFMS em Campo Grande.

O Ciclo de Debates organizado pela ADUFMS-Sindicato se encerra nesta quinta-feira 28,  no Campus do Pantanal (CPAN) em Corumbá. Às 18h está marcado o debate no anfiteatro Salomão Baruki do CPAN.

No evento de Aquidauana, o candidato a reitor, Marco  Aurélio Stefanes, expôs as linhas mestras do seu programa de governo: gestão democrática sem grades, acesso e diálogo com a comunidade universitária,  reitoria itinerante, transparência total com publicação de receitas e despesas da UFMS, equidade na distribuição de recursos com critérios instituídos de forma coletiva e homologado pelos conselhos de gestão colegiada, política de permanência com a  criação da moradia estudantil, restaurante universitário noturno, reavaliação e unificação dos sistemas de gestão na UFMS, defesa das conquistas trabalhistas dos/as docentes e técnicos/as administrativos/as, incremento do núcleo de projetos de captação de recursos, ampliação de convênio de ensino, pesquisa e extensão em âmbito nacional e internacional para o fortalecimento da graduação, bom como  da pós-graduação, entre outras propostas.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Vídeos de seminário postados no YouTube subsidiam discussão sobre saída ou não do Proifes-Federação

Edital da Assembleia Geral Extraordinária
Clique sobre a imagem acima para ver em PDF o Edital da Assembleia Geral Extraordinária para discutir saída ou não do Proifes-Federação

A direção da ADUFMS e o Comando de Greve convidam todos/as os/as docentes da UFMS, filiados/as ou não, a assistir aos vídeos (clique sobre as imagens logo após este texto) produzidos pela Assessoria de Imprensa do Sindicato. As produções apresentam as versões dos professores Paulo Marcos Borges Rizzo – Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) – e Eduardo Rolim de Oliveira, da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação), em seminário no qual discutiram-se e debateram-se, entre outros assuntos, política salarial e concepção sindical, abordando inclusive temas polêmicos como a adesão ou não à Funpresp-Exe (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo).

Os vídeos com as discussões e os debates são de suma importância para subsidiar as decisões da categoria. Que isso aconteça de forma democrática, madura, e sirva para preservar a unidade da ADUFMS-Sindicato com base no respeito às decisões majoritárias de professores e professoras, em fóruns de discussão legais e legítimos.

A Assembleia Geral Extraordinária para decidir se a ADUFMS-Sindicato se desfilia ou permaneça no Proifes-Federação acontece nesta quarta-feira 2 de setembro, às 13h30min, simultaneamente em todos os campi da UFMS. Em Campo Grande, a Assembleia é no Auditório 2 do Complexo Multiúso da UFMS. No interior, a Geral Extraordinária ocorre em locais escolhidos pela representação de cada campus.

Desde o segundo semestre de 2014, a ADUFMS, a pedido da categoria, vem desenvolvendo discussões sobre o Proifes-Federação e o Andes-SN. Nos dias 23 e 24 de setembro do ano passado, a entidade docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul promoveu seminário em cuja programação foram incluídos discussão e debate sobre salário, carreira e concepção sindical (Docentes da UFMS analisam políticas sindicais federativas e seccionaisPosições sobre organização sindical e política salarial evidenciam divergências entre Andes e Proifes), com as participações dos presidentes do Proifes-Federação, Eduardo Rolim de Oliveira, e do Andes-SN, Paulo Marcos Borges Rizzo.

A discussão sobre a desfiliação ou não do Proifes foi um dos compromissos assumidos em campanha da Gestão Autonomia Sindical. No primeiro semestre de 2015 (Assembleia realizada dia 15 de abril), as professoras e os professores decidiram pela saída de dirigentes da ADUFMS de cargos do Proifes e pela suspensão de repasses a essa Federação. Aquela deliberação acerca do Proifes não significou desfiliação. A avaliação e votação oficial em relação à saída ou não da Federação acontecem nesta quarta-feira 2 de setembro, conforme Edital da Assembleia Geral Extraordinária.

Antes de se filiar ao Proifes, a ADUFMS era ligada ao Andes-SN, de acordo com decisão da categoria no dia 28 de setembro de 1990. Na Assembleia de 1º de dezembro de 2004, docentes da UFMS optaram pela filiação da ADUFMS ao Proifes, então Fórum dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior, hoje Federação, e a consequente desfiliação do Andes-SN.

Defesa do Andes-SN pelo presidente desse Sindicato Nacional, professor Paulo Marcos Borges Rizzo, com discussão e debate docente.

Defesa do Proifes pelo presidente dessa Federação, professor Eduardo Rolim de Oliveira, com discussão e debate docente

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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