Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

eliminação de direitos trabalhistas e previdenciários

Docentes fazem assembleia nesta segunda-feira 26; na pauta, reformas trabalhista e da Previdência

Assembleia Geral 26 de junhoDocentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) fazem na Cidade Universitária em Campo Grande e em todos os câmpus da interior assembleia geral nesta  segunda-feira 26 para debater e deliberar sobre Greve Geral na sexta-feira 30 de junho.  Antes de discutir sob o movimento paredista centrado na luta contra as propostas do governo federal que, se aprovadas no Congresso Nacional, vão causar forte impacto com a eliminação de direitos trabalhistas e previdenciários, haverá informes.

A assembleia acontecerá simultaneamente no mesmo dia (segunda-feira 26 de junho, às 13h30min) em Campo Grande e nos campi do interior de Mato Grosso do Sul. Na Capital sul-mato-grossense, as/os professoras/es vão se reunir no Anfiteatro da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC), antigo Anfiteatro do CCHS, na Cidade Universitária. No interior a assembleia será em espaços definidos pelas representações locais.

Confira abaixo posicionamento das centrais sindicais sobre a primeira derrota do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017 (reforma trabalhista) em comissão do Senado Federal.

NOTA OFICIAL

 São Paulo, 21 de junho de 2017

VITÓRIA no CAS fortalece luta da classe trabalhadora

 Parabenizamos os bravos senadores e senadoras – Ângela Portela (PDT), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT), Regina Sousa (PT), Otto Alencar (PSD), Hélio José (PMDB), Eduardo Amorim (PSDB), Lídice da Mata (PSB), Randolfe Rodrigues (Rede) – que, no dia 20 de junho de 2017, votaram contra o relatório da proposta de reforma trabalhista, o PLC 38/2017, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal.

Esta proposta acaba com direitos trabalhistas consagrados pela Constituição Federal e sua rejeição na CAS, por 10 a 9, foi uma vitória para os trabalhadores.

Ficou demonstrado que a luta no Congresso Nacional somada à luta do povo nas ruas foi capaz de desequilibrar a base de apoio de Michel Temer e alcançar esse importante resultado. Neste contexto, as centrais sindicais e seus sindicatos filiados têm desempenhado um papel crucial de resistência e pressão, desde que esta nefasta reforma trabalhista foi proposta.

Embora a tramitação prossiga e os trabalhadores ainda estejam ameaçados, a derrota política sofrida pelo governo, que já dava como certa a aprovação da proposta em todas as instâncias, fortalece a nossa luta e alerta a sociedade para o que está em jogo com as reformas trabalhista e previdenciária.

Essa vitória comprova a importância e a grandeza da luta e da unidade da classe trabalhadora contra a retirada dos direitos sociais, contra os ataques à CLT e contra o fim da Previdência Social.

Seguiremos, desta forma, sempre firmes e mobilizados em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Antonio Neto

Presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

Adílson Araújo

Presidente da CTB – Central dos Trabalhadores Brasileiros

Vagner Freitas

Presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força

Presidente da Força Sindical

José Calixto

Presidente da NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores

Ricardo Patah

UGT – União Geral de Trabalhadores.

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