Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

entidades

Conape 2018 – Manifesto Carta de Belo Horizonte. A educação como espaço de resistência

Os acontecimentos dos últimos dias, com os movimentos atuais e a crise institucional provocada pela política equivocada e entreguista do governo golpista de Michel Temer na Petrobras, apontam para possibilidades sérias e preocupantes de acirramento ainda maior das consequências do golpe. A construção da falácia da suposta quebra da Petrobras, entregue a uma gestão feita por e para rentistas, interessa diretamente à política neoliberal repaginada cujo objetivo é a transformação dos direitos sociais, a educação incluída, em serviços e mercadorias. Lucra o capital financeiro, um dos suportes do golpe. Sofrem os/as trabalhadores/as, estudantes e todo o povo, submetidos não apenas à destruição de um patrimônio nacional imprescindível, que inviabiliza a implementação das políticas educacionais conquistadas após muita luta, nos últimos anos, como o próprio Plano Nacional de Educação (PNE), mas também sob a ameaça concreta de um rompimento democrático ainda mais profundo.”  CLIQUE SOBRE SOBRE O TEXTO VERMELHO PARA LER A CARTA DE BELO HORIZONTE EM PDF.

 

 

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , ,

Greve de caminhoneiras/os: preocupação da ADUFMS-Sindicato e do Sista-MS não sensibiliza reitoria

A apreensão da ADUFMS-Sindicato e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, em Mato Grosso do Sul (Sista-MS) em relação à segurança, à integridade, bem como à locomoção de professoras/es e técnicas/os administrativas/os, não ecoa na administração central da UFMS neste período de greve das caminhoneiras/os, movimento justo que reflete em setores essenciais como abastecimento de combustíveis.

As entidades representativas do funcionalismo havia encaminhado na segunda-feira 28 de maio, ao reitor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Marcelo Augusto Santos Turine, ofício pedindo “suspensão das atividades da UFMS, excetuando as que não possam ser interrompidas, para o que pedimos a estrutura necessária para o deslocamento dos profissionais com segurança, até que a situação seja regularizada, tendo em vista as dificuldades de técnicos administrativos e docentes para se dirigirem a seus respectivos locais de trabalho em todos os campi, incluída a Cidade Universitária em Campo Grande”.

Em uma atitude de risco, que excluiu as/os servidoras/es da UFMS, a reitoria suspendeu as aulas e avaliações durante greve do setor de transportes de cargas secas, diesel, gasolina e outros derivados de petróleo, não dispensando as/os funcionárias/os da instituição.

Mais ainda: em resposta ao documento protocolado pela presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, e pela coordenadora-geral do Sista-MS, Cleodete Candida Gomes, a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Carmem Borges Ortega, empurrou a decisão às administrações setoriais da Universidade. “Para que não haja interrupção das atividades e em caso de real necessidade, sob a responsabilidade das chefias, poderá ser adotado o regime de escalas, com a reposição das horas de trabalho após o restabelecimento das atividades.”

No ofício-resposta (ao lado), a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) reforçou o caráter excludente da decisão de suspender as aulas e outros compromissos com alunas/os. “A Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – FUFMS vem acompanhando os desdobramentos da paralisação nacional e  informa que, apesar da suspensão das aulas e atividades avaliativas da graduação e da pós-graduação entre os dias 28 e 30 de maio, as atividades relacionadas aos trabalhos a serem desenvolvidos pelos docentes e técnicos administrativos estão mantidas, razão pela qual solicitamos que sejam utilizados bom senso, sensibilidade e compreensão quanto aos impactos das dificuldades de mobilidade dos servidores, mantendo-se o funcionamento das unidades.”

Na qualidade de entidades que são representantes do funcionalismo da Universidade, a ADUFMS-Sindicato e o Sista-MS pediram no ofício encaminhado na segunda-feira 28 de maio que o magnífico Turine compreendesse a situação pela qual docentes e técnicas/os administrativas/os vêm passando em função das restrições ocasionadas pela greve no setor de transportes de produtos. “Ressaltamos a preocupação, enquanto entidades de representação, quanto à segurança dos servidores desta instituição tendo em vista a instabilidade que pode ser verificada na sociedade quando alguns setores se aproveitam do movimento legítimo da classe trabalhadora na área do transporte para veicular discursos de ódio contra a população e em especial contra os servidores e servidoras públicos”, explicaram as sindicalistas Cleodete e Mariuza Aparecida. Nada disso foi levado em consideração pela administração central da UFMS.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , , , ,

Comitê contra Reformas da Previdência e Trabalhista em MS delibera pela construção da 2ª Greve Geral

Comitê contra a reforma eleitoral
Dirigentes avaliaram que medidas antirreformas ganharam força com o movimento Ocupa Brasília (Fotos: Elvio Vargas)

O Comitê contra as Reformas da Previdência e Trabalhista, composto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Corrente Sindical Classista (CST) e Central Brasileira de Sindicatos (CBS), Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil  (CTB) e mais de quarenta sindicatos dos setores público e prive Trabalhadoras ado, em reunião ocorrida na terça-feira (30-05), tiraram como principal tarefa a construção da segunda Greve Geral entre os dias 25 a 30 junho. O objetivo do movimento é barrar as reformas da Previdência e Trabalhista, fortalecer o Fora Temer e a convocação de eleição direta para escolha do novo presidente da República.

O Comitê ganhou o reforço do movimento artístico e a adesão de estudantes que disputam o Diretório Central das e dos Estudantes (DCE-UFMS), que tiveram a participação ativa na mobilização Ocupa Brasília que congregou mais de 150 mil trabalhadores brasileiros de todos os estados. A intenção é de organizar ato cultural no próximo dia 24 de junho, sábado, envolvendo artistas, atores, músicos. escritores, grafiteiros e pintores.

A ADUFMS-Sindicato esteve presente na atividade, representada pela secretaria geral, Maria Helena da Silva Andrada. A docente na ocasião denunciou a interferência da atual reitor do processo de escolha dos novos diretores de faculdades, desrespeitando a indicação dos mais votados no Faculdade de Educação de Campo Grande e no Centro Universitário de Coxim.

Comitê contra a reforma da previdêncial
Maria Helena (3ª d-e)  denunciou interferência da (Rei)toria no processo de escolha das novas direções da unidades setoriais da UFMS

Paralelo ao trabalho de construção da Greve Geral, as entidades que integram o Comitê se comprometeram em mobilizar trabalhadores para o Ato Diretas Já! marcado para sábado (03.06), 9h, no Calçadão da Barão. Nele será lançado o Plano Popular de Emergência da Frente Brasil.  Na próxima semana, está previsto o debate sobre as Reformas da Previdência e a Trabalhista, dia 10 de junho, 14h, na Câmara de Vereadores de Campo Grande. Em ambas as atividades estão previstas a participação de grupos de teatros e músicos que apoiam o Fora Temer e a Eleição Diretas Já.

Os dirigentes avaliam que a pressão das/os trabalhadoras/es em Brasília, mas o degaste do Governo Temer e do Congresso causado pelo envolvimento nas delações dos empresários do frigorífico JBS atrasou momentaneamente a tramitação dos projetos da reforma, no entanto, houve mudança do cenário político com à disposição do presidente Michel Temer em implantar pontos da reforma da Previdência por meio de medida provisória.

A nova tática do Governo Federal prevê a suavização de medidas em favor dos trabalhadores rurais e dos portadores de necessidades de especiais, no entanto, busca penalizar ainda mais os servidores públicos federais. O impasse para viabilização da MP esbarra na necessidade de mudanças na Constituição Federal para que as regras de aposentadoria no serviço público sejam alteradas.

Os participantes também decidiram ampliar a pauta de reivindicação apresentada pelo Comitê Contra a Reforma da Previdência e Trabalhista, incluindo pautas como desmilitarização das polícias, reforma do judiciário, regulamentação da mídia, fortalecimento do SUS, auditoria da Dívida Pública e reforma tributária que desonere o trabalhador e taxe os lucros e grandes fortunas.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , ,

Fiems não deixa sindicalistas participarem de debate sobre reforma da previdência com parlamentares

ato fiems
Sindicalistas foram barrados e não tiveram acesso aos elevadores (Foto: Andréia Cercarioli/Fetricon)

Um grupo de sindicalistas de Campo Grande ligadas/os ao Comitê Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista tentou participar da reunião convocada pela Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems) na segunda-feira (15-05) com o propósito de pressionar parlamentares do Estado para que votem favoráveis ao PLC  38/2017, em discussão no Plenário do Senado e mais três comissões da Casa: de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS).

Mesmo representando as entidades de classe de trabalhadores/as e servidores/as públicos/as de expressão, as/os dirigentes não obtiveram acesso ao recinto, sob a alegação de falta de espaço na sala de reunião, e foram impedidas/os de pegar o elevador.  A presidenta da ADUFMS Sindicato Mariuza Aparecida Camillo Guimarães participou da atividade e criticou a falta de postura democrática do setor empresarial, que sequer admite a discussão do contraditório.

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Fetricon) Weberton Sudário (Corumbá) foi o único a adentrar ao recinto, por compor o Conselho Administrativo da Entidade. Na ocasião apresentou argumentos contrários às medidas contidas no projeto de lei já aprovado na Câmara dos Deputados.

Após a rápida ação da Fiems, mesmo sob forte chuva, as entidades que compõem o Fórum contra as Reformas da Previdência e Trabalhista voltou a se reunir nesta terça-feira, na sede da Fetricon-MS. A ação visa organizar a caravana para  Brasília no próximo dia 24. A expectativa é de mobilizar 20 ônibus de Mato Grosso do Sul.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,