Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Assembleia Geral na quarta-feira 6 discute Greve Geral no dia 14 de setembro

A direção da ADUFMS-Sindicato realiza Assembleia Geral na próxima quarta-feira 6 setembro às 8h em primeira convocação no anfiteatro da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação (FAALC), antigo Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS), Cidade Universitária (Campo Grande) e todos os campi  do interior para repassar informações e discutir  adesão à Greve Geral deliberada no 18 de agosto pelas/os representantes de entidades que compõem o Setor das Instituições Federais de Ensino (Ifes) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

O propósito é de organizar um dia nacional de luta em defesa dos serviços públicos e contra a Reforma da Previdência, em articulação com as/os demais trabalhadoras/es da educação, servidoras/es públicas/os e trabalhadoras/es do setor privado.  É uma das atividades incluídas no calendário de lutas aprovado pelo Setor das Ifes.  Na primeira semana de setembro, os docentes realizarão mobilizações para pressionar parlamentares, nos estados, a votar contra a PEC 287/2016, que prevê o desmonte da Previdência Social.

Aqui em Mato Grosso do Sul a  ADUFMS-Sindicato convida todas/os docentes a participar da Grito dos Excluídos, com concentração marcada para às 8h, na rua Maracaju, esquina com a rua 14 de Julho. Além de protestar contra a reforma da Previdência, está em pauta o combate à corrupção, o fim da estabilidade no serviço público e os cortes orçamentários para as universidades.

Renata Rena, 1ª vice-presidente da Regional Leste do Andes-SN e uma das coordenadoras do Setor das Ifes, Renata Rena, afirma que a construção dessa agenda surgiu a partir da reunião ampliada do Fórum de Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe). A instância deliberou pela realização de um dia de luta em setembro em defesa dos serviços públicos e em oposição às contrarreformas. “O Setor das Ifes achou importante definir a data pois já há a indicação de paralisação dos trabalhadores metalúrgicos para o mesmo dia. Vamos apresentar essa proposta ao Fonasefe e a reunião da coordenação nacional da CSP-Conlutas para ser aprovada, e também articular com as demais entidades do Setor da Educação, como Fasubra e Sinasefe”, comenta a docente.

“O momento é agora. Temos que nos mobilizar. É urgente e não podemos esperar. Em várias universidades não há mais recursos para manter seu funcionamento.  Não terminaremos o semestre se a situação se mantiver, e a tendência é que, sem mobilização, a crise deva piorar”, completa Renata Rena.

Outras deliberações

O Setor das Ifes também definiu que os docentes vão articular e fortalecer os Fóruns de Servidores Públicos nos estados, realizando atividades e reuniões ampliadas com a pauta: revogações da EC 95/2016, Contrarreforma Trabalhista e da Terceirização; barrar a contrarreforma da Previdência e o Programa de Desligamento Voluntário.

O Setor das Ifes ainda indicará ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) o dia 29 de agosto como um dia nacional de fortalecimento e articulação dos Fóruns Estaduais em defesa do serviço público, e à CSP-Conlutas a realização de uma jornada de lutas para enfrentar os ataques aos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários para a construção de uma nova Greve Geral.

Os maiores sindicatos de metalúrgicos do país se reuniram em São Bernardo do Campo (SP) para organizar a luta contra a Lei das Terceirizações e a contrarreforma Trabalhista. Os metalúrgicos preparam uma forte resistência nas ruas, nas fábricas e nas negociações da Campanha Salarial deste ano e, em unidade de ação para barrar os ataques do governo e dos patrões. A categoria marcou um Dia Nacional de Lutas, Protestos e Greves, no dia 14 de setembro. Serão cerca de dois milhões de metalúrgicos mobilizados em todo o país.

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato

Com informações do site do Andes-SN

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Dirigentes sindicais consideram positivas as ações do Comitê contra as Reformas da Previdência e Trabalhista

Sindicalista fazem balanço positivo das mobilizações contra as reformas do Governo Temer – G. Jara

Mesmo com a aprovação da reforma trabalhista pelo Congresso, as/os integrantes do Comitê Estadual Contra as Reformas Previdenciária e Trabalhista, composto por mais de oitenta entidades sindicais, do movimento popular, cultural e agrário, consideraram como positiva as ações políticas e mobilizações desenvolvidas no sentido de pressionar parlamentares e influenciar a opinião pública sob o retrocesso das alterações encaminhadas pelo Governo Temer que agridem direitos conquistados.

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, alertou que as medidas adotadas pelo Governo Temer não vão resolver a crise econômica, penalizando mais uma vez a/o servidor/a público/a e outras/os as/os trabalhadoras/es, concedendo benefícios para os setores empresarial e banqueiro. Citou o estrangulamento orçamentário das universidades, com cortes em bolsas de pesquisa, iniciação científica e até falta de papel higiênico nos banheiros, quadro que pode ser agravado a partir de setembro, quando as rubricas de financiamento se esgotarão.

As/os dirigentes de organizações que fazem parte do Comitê apontaram  como aspectos positivos a unidade e o salto organizativo das entidades mesmo com a pluralidade de concepções e práticas diferenciadas sobre a condução da lutas sindical e de outros movimentos. Entre as ações de resistência citaram  a veiculação de spots e entrevistas coletivas concedidas pelo Comitê, a fixação de outdoors denunciando parlamentares que votaram contra os interesses da classe trabalhadora.

Houve um trabalho de contrainformação com propósito de contrapor as campanhas mediáticas e manipuladoras promovidas pelas entidades empresariais, que agiram de forma ostensiva em sincronia com os governos federal e estaduais com propósito de desmobilizar e neutralizar qualquer reação dos/as trabalhadores/as, inclusive cooptando sindicalistas com a promessa de retorno do imposto sindical.

Além do papel de planejar, arrecadar fundos, construir agenda política com mobilizações permanentes, o Comitê produziu milhares de panfletos, cartilhas, adesivos, esclarecendo as categorias e a população em geral sob as perdas de direitos advindas da reforma da Previdência e da trabalhista, distribuídos em Campo Grande e nas principais cidades do Estado bem como veiculou spot de rádio com o mesmo conteúdo.

O poder de denúncia das centrais sindicais, dos sindicatos, movimentos social e cultural por meio propagandas suscitaram a reação das entidades empresariais que financiaram o golpe contra as/os trabalhadores/os.  Um dos outdoors veiculado em Campo Grande denunciou que as entidades patronais receberam mais de R$ 30 milhões de recursos públicos e de descontos na folha de pagamento das/os trabalhadoras/os para fazer campanha contra os/as próprios/as trabalhadores/as e associando o valor à corrupção da Petrobras. A campanha foi elaborada com base em informações a partir de emenda apresentada pelo senador Ataíde Oliveira (PSDB-RO) que encaminhou emenda à reforma trabalhista pedindo o fim do imposto compulsório para as entidades patronais.

Os valores debitados involuntariamente nas folhas de pagamento dos/as trabalhadores/as não têm sequer monitoramento do Tribunal de Contas da União (TCU). Como forma de retaliação, o Sebrae-MS está recorrendo contra a denúncia feita via outdoor pedindo de danos morais no valor de R$ 100 mil. O procedimento judicial está em fase de contestação jurídica pelas/os representantes sindicais, sob o argumento de cerceamento da liberdade de expressão, visto que os valores apresentados na campanha estão disponíveis ao público.

Além da disputa no campo da propaganda, o Comitê apontou como ganho a participação de pessoas de Mato Grosso do Sul que foram em mais de 42 ônibus no movimento Ocupa Brasília, uma das maiores delegações participantes do País. De todo o Brasil mais 150 mil trabalhadoras/es protestaram contra as reformas e pediram Fora Temer. A avaliação do Comitê destacou também a organização de uma passeata com cerca oitenta mil trabalhadores/as, numa das maiores passeatas organizadas por entidades laborais e sociais de Mato Grosso do Sul. Houve sucessivas ações de mobilizações contra as medidas em adoção pelo governo federal, de retirada de direitos.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Mobilização em Campo Grande pede “Fora Temer” e refuta reformas contra trabalhadoras/es


Docentes da UFMS participaram do ato que teve concentração na praça Ary Coelho, seguindo pelas principais ruas e avenidas do Centro de Campo Grande (Foto: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato)

A mobilização da Greve Geral, no último dia 30 de junho, em Campo Grande, reuniu cerca de 5 mil pessoas que pediram “Fora Temer” e “Diretas, já!”, mesmo enfrentando a tentativa de enfraquecimento orquestrado pelas forças conservadoras em âmbito local e nacional. Os manifestantes também expressaram por meio de palavras de ordem e faixas o descontentamento com as medidas em curso, como a reforma da Previdência (PEC 287/2016), reforma trabalhista (PL 6787/2016) e a terceirização (PL 4302/98). Na abertura do ato, a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, salientou que o presidente Michel Temer não tem envergadura moral para propor reformas que prejudiquem os trabalhadores e os servidores públicos, diante de tantos escândalos envolvendo o seu nome, dos seus ministros e da sua base de sustentação no Congresso Nacional.

Cerca de 30 professores da UFMS dos campi de Campo Grande e Aquidauana participou do ato portando as bandeiras da ADUFMS-Sindicato e as faixas repudiando a reforma Previdência e trabalhista. A participação seguiu a decisão da categoria em assembleia ocorrida nos campi da UFMS no dia 26 de junho, em que optou pela adesão à Greve Geral do dia 30 de junho, apesar do baixo número de participação dos/as docentes nas assembleias. A participação no ato também foi menor em relação à última Greve Geral, no dia 28  de abril.

O Governo Federal também atuou de forma política para desmobilizar a Greve Geral. Reprimiu o movimento ameaçando o corte de ponto dos servidores públicos federais por meio de ofício expedido pelo Ministério de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e acenou com a volta do imposto sindical para que a Força Sindical e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) não jogassem força na mobilização.  O Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo de Campo Grande) recebeu notificação da Justiça do Trabalho ameaçando desconto R$ 770 mil referente a greve do ano de 1994. Outro elemento que impactou o movimento foi a baixa adesão dos professores das redes estadual e municipal, acumulados por calendários de reposição.

Mesmo com adesão menor, o movimento de greve serviu para denunciar o quadro de corrupção generalizada do Governo Temer e pressionar os parlamentares do estado em relação às reformas, com crítica principalmente à posição assumida pela Senadora Simone Tebet (PMDB), aos senadores Valdemir Moka (PMDB) e Pedro Chaves (PSC) e aos deputados federais Carlos Marun (PMDB), Elizeu Dionizio (PSL), Teresa Cristina (PSB) e Geraldo Resende (PMDB).

 

Clique aqui para acessar a galeria de fotos da Greve Geral em Campo Grande/MS

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Sindicato convida professores/as para debater projeto Escola Sem Partido e condena Lei da Mordaça

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Duarte tem retrocesso nas políticas de direitos de humanos diante da onda fascista  (Foto: Gerson Jara)

A ADUFMS-Sindicato está participando ativamente das mobilizações contra o Projeto de Lei 8.242/2016, batizado por educadores/as e estudantes como a Lei  da Mordaça, de autoria do  ex-vereador, Alceu Bueno e encampado pelo vereador  vereador Paulo Siufi (PMDB).  No domingo, diversos professores da UFMS participaram de manifestação na Praça da República e depois de caminhada até a sede da prefeitura.

A mobilização continua nesta segunda-feira,  com a ADUFMS-Sindicato e as entidades contrárias a Lei da Mordaça, convidando toda comunidade universitária para participar de debate na Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), às 19 horas, para discutir o projeto de lei da Mordaça.

A organização do ato contou com o apoio estrutural da entidade. Mais seis de professores da instituição ocuparam o microfone para criticar o projeto de lei, considerado inconstitucional e que fere as orientações do Plano Nacional de Educação (PNE) e a própria LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação).

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Professores da UFMS tiveram participação determinante na manifestação contra Lei da Mordaça

Entre os absurdos,  o projeto de lei proíbe que temas relacionados a  sexualidade e gênero não sejam discutidos em sala de aula.  Além disso, dDSC01683etermina que as instituições de ensino público tenham cartazes que “orientem” o que o professor pode e/ou não deve debater em sala de aula.

A Professora Doutora e presidente da regional Centro-Oeste da Anped (Associação Nacional de Pós-Graduação e de Pesquisa em Educação), Maria Dilnéia Espíndola, esteve presente à manifestação. Indignada com a iniciativa, escreveu o artigo NA ESCOLA DO NADA, O QUE É QUE SE ENSINA? NADA! Ele foi publicado no site da ADUFMS-Sindicato e encaminhado a órgãos da imprensa para publicação.

Para o professor Paulo Duarte Paes, o projeto de lei faz parte do pacote dentro da onda conservadora que vem assolando o País, proposto por pessoas que não tem nenhum conhecimento da área educacional e de forte tendência fascista,  pois interfere diretamente na liberdade pedagógica de professores. Suspeita que entidades como a Fundação Milênio, bancada pela Rede Globo e empresas multinacionais, interessadas em desestabilizar a democracia na América Latina, patrocine este tipo de iniciativa que se prolifera por todos o País e que precisa ser barrada na mobilização, sob pena de retrocessos na política de direitos humanos e no sistema educacional brasileiro.

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Prof. Moacir, diretor da ADUFMS, registrando manifestação contra a Lei da Mordaça.

Para o diretor financeiro Marco Aurélio Stefanes iniciativas com estas fazem partem do movimento Escola Sem Partido. Integra o conjunto de reações de forças conservadoras  que querem cercear a reflexão e o debate democrático nas escolas, cerceando o debate sobre temas centrais para construção de uma sociedade igualitária, com questão de gênero, raça e cidadania. Defendem bandeiras retrógradas com o conceito de que família seja resultado da união entre, homem e mulher, enquanto a família deve ser resultados de várias formas de amor.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Vigília Cantata de Greve acontece nesta segunda-feira 5 na UFMS em Campo Grande

“Meu salário

Desvalorizou” (Dívidas, Branco Mello/Arnaldo Antunes)

“Cadê a Educação?/ O capital comeu/ A verba onde é que está?/ O capital comeu/ Cadê a Petrobras?/ Corrupção comeu/ Nem aposentadoria sobreviveu.” É o Xote da Greve, composto durante reuniões do Comando Nacional (CNG) em Brasília. Vamos cantar nosso protesto, nossos refrões de indignação.

O Comando de Greve da ADUFMS-Sindicato realiza nesta segunda-feira 5 de outubro, no corredor central do Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CCHS-UFMS), Campus de Campo Grande, a Vigília Cantata de Greve, a partir das 9 horas (horário de Mato Grosso do Sul).

A vigília faz parte do Ato Nacional dos/as Docentes Federais em Greve que acontece nesta segunda-feira 5 às 9 horas (horário de Brasília) em frente ao Ministério da Educação.

Segundo texto publicado na página do CNG no site do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, na quarta-feira 30 de setembro, “Marinalva Oliveira, 1ª vice-presidente do ANDES-SN, ressalta que o governo só tem se movimentado para se reunir com os grevistas quando há mobilização e pressão, logo se faz necessária a manifestação do dia 5. ‘No dia 24, devido à ausência de reuniões por parte do MEC com o CNG do ANDES-SN, mesmo com insistente solicitação dos docentes, os professores em greve definiram uma ação mais radicalizada, para que o MEC respondesse à nossa pauta de reivindicações’, afirmou”.

No dia 24 de setembro, em decorrência da ocupação docente no Ministério da Educação (MEC), Renato Janine Ribeiro, então titular da pasta, assumiu que receberia nesta segunda-feira 5, os/as professores/as para retomar as negociações. Mas houve o anúncio da saída de Janine Ribeiro e a confirmação da volta de Aloizio Mercadante ao cargo de ministro da Educação. Até o final da última semana, o governo federal não tinha confirmado a reunião no MEC e nem a que ocorreria no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Greve docente na UFMS completa 107 dias! Professores/as fazem Assembleia nesta quarta-feira 30

Docentes da UFMS completam 107 dias de greve com Assembleia Geral nesta quarta-feira 30 de setembro. Na pauta informes, avaliação e encaminhamentos sobre os próximos passos do movimento. A Assembleia será nos mesmos horário (13h30min) e dia (30-09) para professoras e professores de campi da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul filiadas/os ou não à ADUFMS-Sindicato.

No Campus de Campo Grande, a reunião acontece no Auditório 2 do Complexo Multiúso. Para docentes do interior, a Assembleia Geral ocorre em locais escolhidos pelas representações de cada campus.

Andes-SNO Comando de Greve (CNG) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, por meio do Comunicado 43, de 26 de setembro, avaliou as recentes atividades do movimento paredista nacional, entre elas as manifestações no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e no Ministério da Educação (MEC), no dia 24 de setembro, que culminaram na ocupação do gabinete de Janine Ribeiro, ministro da Educação, e na confirmação de uma reunião entre ele e o CNG para o dia 5 de outubro.

O documento definiu ainda novos encaminhamentos para a próxima semana de mobilização, como a construção do Dia de Luta e Mobilização em Defesa da Educação Pública na mesma data em que deverá ocorrer a reunião com o ministro Janine.

Entre os encaminhamentos estão realização de assembleias gerais até o dia 1º de outubro, para avaliação da conjuntura e das perspectivas da greve nacional dos/as docentes federais; intensificar a pressão direcionada aos deputados federais e senadores, nos estados e no Congresso Nacional, pela rejeição da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 395/2014, que permite a cobrança de cursos de especialização em instituições públicas.

Paulo Rizzo, presidente do Andes-SN, avalia que a greve iniciou enfrentando um difícil processo de ajuste e cortes, que deixaram grande parte das IFEs na penúria, e, portanto, fez-se fundamental a pauta de defesa do caráter público das instituições. “A greve é uma resistência à retirada de direitos e de orçamento. Em setembro esses ataques foram aprofundados e passaram a exigir uma luta mais ampla, que abranja toda a classe trabalhadora, para que possamos resistir”, diz o docente.

O presidente do Andes-SN reforça que as assembleias desta semana devem refletir sobre quais são os próximos passos contra esses ataques. “Necessitamos de ações unificadas, tanto dentro das IFEs, quanto com os demais SPFs e o restante da classe trabalhadora. Nesse cenário de ataques, não conquistaremos muito lutando sozinhos”, conclui o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.

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Campo Grande: categoria aprova contas da ADUFMS-Sindicato, além de destinação de recurso para mobilização e Fundo de Greve

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Assembleia para avaliar contas do Sindicato (fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

Docentes de Campo Grande filiadas/os à ADUFMS-Sindicato discutiram e aprovaram nessa terça-feira 25 à tarde as contas referentes aos meses de abril de 2014 a março de 2015, o balanço patrimonial, além do demonstrativo de resultado do exercício 2014, e votaram favorável à destinação de 40% dos R$ 118.938,38  (sobra de recursos referentes ao ano passado) ao Fundo de Mobilização e de Greve, para atividades da categoria (atos, protestos, manifestos e outras ações político-sindicais).

A apreciação e a deliberação sobre esses assuntos ocorreram em Assembleia Geral Extraordinária no Anfiteatro do Centro de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (CCHS-UFMS).

O resultado geral da Assembleia Extraordinária, que inclui as decisões de professoras e professores sindicalizadas/os em todos os campi da UFMS, ainda não foi totalizado. De acordo com a votação em Campo Grande, os 60% restantes dos R$ 118.938,38 (exercício 2014) serão destinados a investimentos e custeio da ADUFMS-Sindicato.

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Docentes aprovaram destinação de 40% do saldo positivo referente a 2014 para Fundo de Greve e atividades sindicais de mobilização

Antes de serem submetidos à Assembleia Geral Extraordinária, as receitas, os gastos e o patrimônio foram auditados pelo Conselho Fiscal do Sindicato. O demonstrativo do resultado do exercício de 2014 (janeiro a dezembro) está detalhado na página 10 da edição de agosto de 2015 do Jornal ADUFMS.

Mobilização e Fundo de Greve – A destinação de 40% do saldo positivo referente a 2014 para o Fundo de Mobilização e de Greve da categoria docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul será um componente importante para o custeio do movimento grevista. Este ano, todo o mês de julho até 17 de agosto, foram gastos na greve R$ 37.760,22. Essas despesas correspondem, por exemplo, a impressão de material de divulgação (como faixas e panfletos), diárias, passagens (destinadas a docentes que vão a Brasília para atuar no Comando Nacional de Greve) e a auxílio-deslocamento. Em junho (a partir do início do movimento, no dia 15) foram destinados R$ 8.990,00.

 Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato   

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Professores da UFMS preparam mobilização para pressionar governo a negociar

Ainda sem conseguir negociar com o governo federal, os professores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) preparam para a próxima semana, no dia 27, uma mobilização para pressionar o governo federal a negociar com a categoria. “Estamos em uma situação de impasse porque o governo disse que convocaria uma reunião até fim de julho e nada foi feito”, fala José Carlos, presidente da Adufms (Sindicato dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Segundo José Carlos já houve por parte do governo a sinalização de a negociação se estender até 18 de setembro. “Provavelmente o projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) vai ser entregue com atraso, por causa das negociações que ainda estão travadas”, explica. Na tentativa de resolver a negociação salarial, a categoria enviou na semana passada um projeto de reajuste de 19% para ser aplicado em 2016, e que segundo o comando de greve até agora não teve posicionamento por parte do governo.
“O governo federal não está sabendo negociar com os servidores federais”, diz José Carlos que ainda ressalta que os professores esperam pelo desfecho da greve para poder reorganizar o calendário acadêmico.
E neste ano a greve deve ser tão longa como a ocorrida em 2012, quando os professores deflagaram paralisação em 15 de junho retornando as aulas em setembro. A greve neste ano que começou em 15 de junho ainda não teve solução.
Greve
Os profissionais reivindicam reajuste de 27%, e reestruturação da carreira com progressão funcional entre um nível profissional e outro.
Em todo o Estado são aproximadamente 17 mil acadêmicos, sendo 8 mil em Campo Grande. Mato Grosso do Sul ainda conta com universidades federais em Aquidauana, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.
 Fonte: Midiamax
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Comando Local de Greve fará no sábado 8 mobilização em Naviraí

O Comando Local de Greve realiza no próximo sábado 8, na cidade de Naviraí, a 2ª Manhã de Mobilização do Movimento Grevista. O evento ocorrerá na esquina da avenida Weimar Gonçalves Torres e da rua Alagoas, no Centro, das nove às 11 horas. Docentes, técnicos/as administrativos/as e acadêmicos/a do Campus de Naviraí  da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) vão participar de panfletagem esclarecendo à população os motivos da greve. Serão exibidas faixas e cartazes com as reivindicações de todas as categorias. Haverá música, declamação de poemas e outras atividades artísticas.

É importante a participação de todas e de todos para fortalecer a luta pela universidade pública.
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