Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

reajuste

Direção ADUFMS-Sindicato consegue reduzir reajuste médio de plano de saúde em 25,93%

As negociações da direção da ADUFMS-Sindicato com a Unimed nos anos de 2016 e 2017 sempre foram orientadas no sentido de garantir o menor reajuste para as/os associadas/os, sem perder a qualidade no atendimento oferecido. Em 2016 e 2017 a redução chegou 25,93% só na modalidade enfermaria.

No ano de 2016 a proposta apresentada pela operadora inicialmente era de 42% para enfermaria.

Após intensa negociação, a direção da ADUFMS-Sindicato conseguiu que  o  reajuste caísse 20% ficando em 22%. Dessa forma, a mensalidade na modalidade enfermaria saiu de R$ 403,13 para R$ 491,82.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017.  O índice oficial serviu de base para negociação com a Unimed, que alegou a majoração de diversos procedimentos e reajustes acima do valor proposto pela ANS. Ficou acordado então o reajuste de 22%.

A versão apartamento apresentou em 2016 reajuste de 13,6%, com o valor fixado em R$ 997,92.

Em dezembro de 2017 a operadora apresentou a proposta de reajuste em 13,43% para as modalidades enfermaria e apartamento. Já na proposta de negociação ficou estabelecido o reajuste de 8% na enfermaria e de 7,5% na modalidade apartamento.

A ANS fixou em até 13,55% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2017 e abril de 2018. Os valores ficaram abaixo do percentual autorizado pelo governo.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Nas Ifes, liminar do STF mantém reajuste para ocupantes de cargos de diretor, de funções gratificadas e de coordenação

STF suspendeu MP 805 que postergava ou cancelava ajustes. Supremo apontou contradições do governo federal

Em janeiro de 2018 não haverá reajuste de salário para a maioria do magistério público federal, setor no qual se incluem docentes de instituições públicas de ensino superior. Segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, via Assessoria de Comunicação, e a Divisão de Pagamento da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), neste mês ocorre ajuste salarial apenas para quem tem cargo de diretor (CD), função gratificada (FG) e de Coordenação de Curso (FCC) – confira quadros ao lado e no final do texto. Professoras e professores de instituições federais de ensino superior (Ifes) que ocupem qualquer um desses cargos se incluem nesse reajuste que consta em anexos da Lei 13.328/2016, que “cria, transforma e extingue cargos e funções; reestrutura cargos e carreiras; altera a remuneração de servidores; altera a remuneração de militares de ex-Territórios Federais; altera disposições sobre gratificações de desempenho; dispõe sobre a incidência de contribuição previdenciária facultativa sobre parcelas remuneratórias; e modifica regras sobre requisição e cessão de servidores”.

Por meio de liminar, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski suspendeu os efeitos da Medida Provisória (MP) 805/2017. A 805 “posterga ou cancela aumentos remuneratórios, altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, e a Lei no 10.887, de 18 de junho de 2004, quanto à alíquota da contribuição social do servidor público”. A suspensão da MP ocorreu a partir da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5.809 movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), cujo mérito ainda não foi analisado no plenário do Supremo.

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão não previu o que pode ocorrer, pós-reajuste, se a liminar for cassada ou se o plenário do STF rejeitar a ação do PSOL. “A questão deverá ser analisada no momento em que acontecer e dependerá dos termos da decisão”, informou a pasta por meio da Assessoria de Comunicação. O mesmo posicionamento teve a Projep-UFMS.Trabalhamos apenas com caso concreto, não há o que orientarmos.”

Na hipótese de cassação da liminar de Lewandowski, por meio de algum recurso impetrado, ou de o STF tomar decisão sobre ADI 5.809 favorável ao Governo Temer, outros ajustes para docentes das Ifes (independente de CG, FG, FCC), do ensino básico, técnico e tecnológico (EBTT) estarão comprometidos. É caso do realinhamento de 2018 definido para ter efeito financeiro a partir de 1º de agosto, conforme está estabelecido em anexos da Lei 13.325/2016, que “altera a remuneração, as regras de promoção, as regras de incorporação de gratificação de desempenho a aposentadorias e pensões de servidores públicos da área da educação”.

As medidas do Governo Temer questionadas na Corte máxima do Judiciário brasileiro espezinham direitos das/os docentes conquistados na greve de 2015 e incorporados em anexo da Lei 12.772/2012. Temer e seus/suas aliados/as suspenderam, por exemplo, a tabela I (Carreira de Magistério Superior) do anexo III da 12.772, cuja redação havia sido “dada pela Lei 13.325, de 2016”.

Na liminar favorável à suspensão dos efeitos da MP 805, Ricardo Lewandowski (STF), aponta contradição do governo federal.  “Não se mostra razoável suspender um reajuste de vencimentos que, até há cerca de 1 (um) ano, foi enfaticamente defendido por dois Ministros de Estado e pelo próprio Presidente da República como necessário e adequado, sobretudo porque não atentaria contra o equilíbrio fiscal, já que os custos não superariam o limite de gastos públicos e contariam com previsão orçamentária, justamente em um dos momentos mais graves da crise econômica pela qual, alegadamente, passava o país.

O ministro Lewandowski explicou que as/os servidoras/es federais seriam “duplamente afetados pelo mesmo ato [MP 805]. Primeiro, por cercear-se um reajuste salarial já concedido mediante lei; depois por aumentar-se a alíquota da contribuição previdenciária, que passa a ser arbitrariamente progressiva, sem qualquer consideração de caráter técnico a ampará-la”.

 

 

 

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

 

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Unimed: ADUFMS-Sindicato negocia e consegue diminuir reajuste

20161109_170417A exemplo do que ocorreu em 2014 e 2015, a diretoria da ADUFMS-Sindicato negociou com a Unimed e conseguiu reduzir o reajuste de 2016 do plano de saúde. Na modalidade enfermaria a proposta inicial da operadora era majorar a mensalidade em 42%. Após exaustivas discussões, houve redução de vinte pontos percentuais, ficando em 22%, tanto para titular como dependente. A correção entrou em vigor em novembro deste ano. O valor passa de R$ 403,13 por pessoa para enfermaria para R$ 491,82.

As/os docentes e dependentes beneficiárias/os da versão apartamento tiveram reajuste de 13,6%. Atualmente valor pago da modalidade apartamento é de R$ 878,45. A partir de dezembro de 2016 sobe para R$ 997,92.

O número de professores/as filiadas/os tem reflexo direto no valor das mensalidades do plano Unimed conveniado à ADUFMS-Sindicato. Quanto maior o número de sindicalizadas/os, menores serão as taxas. É importante que o/a associado/a converse com seu/sua colega de trabalho e peça para que ele/ela entre em contato com a ADUFMS-Sindicato e se informe sobre as condições para novas adesões.

Cartões – As carteirinhas devem estar disponíveis na ADUFMS-Sindicato no prazo de 15 a trinta dias. Mesmo assim, o representante da Unimed, João Batista de Carvalho, garantiu que não haverá qualquer interrupção no atendimento em hospitais, laboratórios, consultórios e outros serviços cobertos pelo plano. Os/as atendentes do/a prestador/a de serviços de saúde devem solicitar autorização dos procedimentos pelo sistema da Unimed, via telefone. Para dúvidas e esclarecimentos, é possível entrar em contato com a Unimed pelos número 67 3389-2500.

Clientes HSBC – Neste mês, os/as professores/as que são clientes do banco HSBC e que autorizaram o débito automático do plano na conta corrente terão de pagar a fatura via boleto bancário, que já foi enviado por e-mail, ainda sem o valor do reajuste. Posteriormente, será enviado outro valor com a diferença a ser paga pelo/a associado/a. Caso não tenha recebido o boleto, entre em contato com a ADUFMS-Sindicato para que seja feito o reenvio.

Contatos ADUFMS-Sindicato:

67 3346-1482 e 67 3346-1514, 98406-9771

adufms@adufms.org.br

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Sindicato negocia com Unimed e consegue reajuste mais baixos de planos de saúde conveniados

A diretoria da ADUFMS-Sindicato, da mesma forma que em 2014, conseguiu negociar com Unimed Campo Grande percentuais menores de reajuste nos planos de saúde enfermaria e apartamento. Já em vigor, o novo valor da mensalidade da versão enfermaria foi majorado em 13%. O plano apartamento terá acréscimo de 9% a partir de dezembro deste ano.

Na modalidade enfermaria, a proposta inicial encaminhada pela Unimed Campo Grande era de 32,49% para a renovação do contrato, com o valor mínimo de reajuste fixado pela direção da operadora em 25,37%.

A direção da ADUFMS recusou o percentual e alegou a impossibilidade de manter o contrato com o reajuste proposto pela Unimed, encaminhando a contraproposta de 9,8%, tendo como parâmetro a inflação anual prevista por meio do Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

Em resposta, a Unimed reduziu o percentual antes apresentando à direção do Sindicato para 19%, sob a alegação de que os preços vigentes no plano são extremamente especiais, além de serem fiscalizados pelo Conselho Fiscal da operadora e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e estarem abaixo dos contratos participativos em âmbito municipal. Porém, com as justificativas apresentadas pela diretoria da ADUFMS-Sindicato, o reajuste da modalidade enfermaria foi fixado em 13%.

A mensalidade do convênio ADUFMS-Sindicato-Unimed Campo Grande, referente ao mês de novembro, foi debitada sem reajuste na conta dos/as sindicalizados/as que fazem parte do plano enfermaria. Isso ocorreu porque a negociação para elevar o custo do benefício que permite acomodações coletivas em hospitais e clínicas ainda não tinha sido concluída.

Como agora o Sindicato já concluiu a negociação do plano enfermaria, a diferença referente ao ajuste na mensalidade, neste mês, foi debitada no dia 11 de novembro, complementando o novo valor contratual.  A partir de dezembro, o novo valor da mensalidade será debitado integralmente.

O presidente da ADUFMS-Sindicato, professor José Carlos da Silva, esteve à frente dos entendimentos com a Unimed. O sindicalista apontou avanços em torno do índice que ficou próximo da inflação oficial.

Plano apartamento – A direção da ADUFMS-Sindicato também não aceitou a proposta inicial de reajuste do plano apartamento. Após negociação com a Unimed Campo Grande, conseguiu reduzir a majoração da modalidade apartamento de 13,72% para 9%.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Professores da UFMS preparam mobilização para pressionar governo a negociar

Ainda sem conseguir negociar com o governo federal, os professores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) preparam para a próxima semana, no dia 27, uma mobilização para pressionar o governo federal a negociar com a categoria. “Estamos em uma situação de impasse porque o governo disse que convocaria uma reunião até fim de julho e nada foi feito”, fala José Carlos, presidente da Adufms (Sindicato dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Segundo José Carlos já houve por parte do governo a sinalização de a negociação se estender até 18 de setembro. “Provavelmente o projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) vai ser entregue com atraso, por causa das negociações que ainda estão travadas”, explica. Na tentativa de resolver a negociação salarial, a categoria enviou na semana passada um projeto de reajuste de 19% para ser aplicado em 2016, e que segundo o comando de greve até agora não teve posicionamento por parte do governo.
“O governo federal não está sabendo negociar com os servidores federais”, diz José Carlos que ainda ressalta que os professores esperam pelo desfecho da greve para poder reorganizar o calendário acadêmico.
E neste ano a greve deve ser tão longa como a ocorrida em 2012, quando os professores deflagaram paralisação em 15 de junho retornando as aulas em setembro. A greve neste ano que começou em 15 de junho ainda não teve solução.
Greve
Os profissionais reivindicam reajuste de 27%, e reestruturação da carreira com progressão funcional entre um nível profissional e outro.
Em todo o Estado são aproximadamente 17 mil acadêmicos, sendo 8 mil em Campo Grande. Mato Grosso do Sul ainda conta com universidades federais em Aquidauana, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.
 Fonte: Midiamax
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