Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

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Começa o quebra-quebra para a reforma do salão da ADUFMS-Sindicato

Projeto da fachada lateral do salão de eventos após a reforma completa do atual prédio
Operários já começaram a remoção do piso que será totalmente substituído por novo modelo. (Foto Gerson Jara)

O quebra-quebra no salão da ADUFMS-Sindicato começou nesta segunda-feira (09.04). A reforma iniciou com a remoção dos revestimentos (pisos) que já estavam depreciados pelo tempo. A obra está sob a responsabilidade do empreiteiro Ricardo Ricarte de Oliveira e orçada em R$ 200 mil. Prevê a modernização completa do salão de eventos, substituição do piso em todo o espaço, reforma da cozinha e da churrasqueira, pintura interna e externa das paredes, colocação de janelas de vidros temperados na parede lateral de acesso, reforma dos banheiros, novo palco, climatização do ambiente, colocação de isolamento acústico, nova rede elétrica e substituição do telhado de barro por telhas de alumínio com isopor. O término da obras= deverá acontecer no máximo 4 meses.

Mais detalhes! 

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Direção assina contrato autorizando reforma do salão de eventos da ADUFMS

Ato de assinatura do contrato de reforma foi acompanhado por diretores da ADUFMS-Sindicato

A ADUFMS-Sindicato deu a largada para a reforma da sede Campo Grande.  O contrato para início das obras foi assinado em reunião da diretoria na última segunda-feira (02.04) com a empreiteira  Ricardo Ricarte de Oliveira, no valor R$ 200 mil, desembolsado gradualmente. A seleção aconteceu por meio de edital público feito por uma comissão de professores instituída pelo Conselho de Representantes. Na escolha predominou o valor da obra e a adaptação arquitetônica à rotina funcional da entidade. Os recursos para reforma são provenientes da rubrica Conta Investimento e o gasto autorizado em assembleia da categoria em Campo Grande e do interior.

Sem reforma completa por mais de 10 anos o espaço físico do atual auditório apresenta diversos problemas: gotejamento, rachaduras no reboco, falta de isolamento térmico, falta de isolamento acústico, sistema de fiação depreciado; cozinha fora dos padrões de sanitários; alojamento de pombos e infiltrações.

Projeção da reforma do salão de eventos e da nova fachada lateral do prédio da sede administrativa, que ficará para a segunda etapa.

O prazo contratual para execução das obras é de quatro meses. As intervenções preveem: demolição do piso cerâmico e do forro de madeira; demolição de revestimento de paredes do bar e da cozinha; demolição do palco; execução e regularização do contrapiso; regularização das paredes da cozinha e do bar; novo palco; troca de piso em toda a área do auditório, cozinha e churrasqueira; colocação de forro de gesso térmico; substituição das telhas de barro por telhas metálicas com o isolamento EPS prevendo o aproveitamento da estrutura de madeira; levantamento de parede de alvenaria nas divisas externas do salão; aplicação de lá de vidro entre as paredes para isolamento acústico; assentamento de portas e janelas de vidro temperado; pintura externa e interna de paredes; aplicação de grafiato nas paredes externas; novas instalações elétricas; rede drenagem; colocação de calhas, rufos e pingadeiras; colocação de bancadas, pingadeiras e soleiras em granito; construção de churrasqueira pré-moldada com revestimento de cerâmica de 95 cm de abertura e chaminé; substituição de assentos de vasos sanitários do salão de eventos; pintura do teto dos sanitários, substituição de portas externas; guarnições e fechaduras do banheiro do salão de eventos; mudança do padrão de energia para nova carga projetada e colocação de coifa de chapa metálica sobre o fogão.

A opção de reforma do auditório foi amplamente discutida na direção e no Conselho de Representantes. Primeiramente permitirá a geração de renda por aluguel para eventos externos. Estará sempre disponível para os eventos promovidos pela entidade, como a Festa de Fim de Ano ou do Dia dos Professores, cursos de formação, evitando, assim, gastos extras. A decisão também possibilitará a migração do setor administrativo quando da reforma da sede a ser executada posteriormente com adoção de medidas de acessibilidade.

Fachada lateral receberá pintura e fechado com a colocação de vidro temperado. Foto: Gerson Jara
Revestimento já desgatados serão substituídos em todas as áreas do salão de eventos
Projeto prevê a construção de novo palco em substituição ao atual.

 

 

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato.

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Presidenta da ADUFMS-Sindicato defende unificação de servidores/as públicos/as contra reforma da Previdência

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Mariuza Aparecida pede unidade na ação dos/as servidores/as nas atividades contra a reforma da Previdência (fotos: Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato)

A presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, conclamou todos os servidores públicos federais a se unirem na luta contra a reforma da Previdência Social, em curso no Câmara dos Deputados.

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Servidores/as do  Executivo federal em plenária do Sindsep-MS

Como convidada à Assembleia Geral Ordinária do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais do Estado de Mato Grosso do Sul (Sindsep-MS), Mariuza pediu que categoria a some forças nas atividades programadas pela ADUFMS-Sindicato, entre elas a Roda de Conversa sobre a Reforma de Previdência e as Mudanças na Legislação Trabalhista, que suprimem direitos históricos da classe trabalhadora, a acontecer no dia 17 de fevereiro, às 16h, na sede da ADUFMS-Sindicato em Campo Grande, seguida de Sarau Cultural às 18h, e da Plenária Estadual da Frente Brasil Popular no dia 18 de fevereiro às 9h na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Cidade Universitária de Campo Grande, Auditório 2 do Complexo Multiúso, com palestra do ex-ministro da Previdência Social, Marcelo Gabas, abordando também a temática da reforma previdenciária.

Na assembleia do Sindsep-MS, a categoria homologou o nome de Mariuza Aparecida para compor a Comissão Eleitoral responsável pela organização do pleito para a nova direção da entidade. Em rápida explanação, a dirigente recomendou que todas as forças políticas presentes na categoria se unissem em torno de uma chapa para direção, evitando divisões, no momento em que todos/as os/as servidores/as devem focar a sua energia em agenda unificada de luta, que inclusive prevê greve geral em  março contra as reformas em curso.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Audiência pública: professor define MP da reforma do ensino médio como atraso

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Público lotou plenário da ALMS para debater e criticar MP 746 (fotos: Carol Caco/ADUFMS-Sindicato). Para acessar todas as imagens da audiência pública, clique sobre uma das fotos deste texto

A audiência pública Reforma do Ensino Médio – MP 746/2016 aconteceu na última sexta-feira (18/11) no plenário Deputado Júlio Maia da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS). A ADUFMS-Sindicato esteve presente, em conjunto com diversas entidades e pessoas, para se posicionar conta a Medida Provisória (MP) 746/2016, que propõe reforma urgente no ensino médio sem consultar a população e as/os especialistas em educação, além de retomar o caráter tecnicista do ensino como nos tempos da ditadura civil-militar, sem incentivo ao pensamento crítico. Além desses efeitos, a MP afetará o ensino superior, pois não leva em consideração que impactos terá nos cursos de licenciatura, já que algumas disciplinas perdem a obrigatoriedade, como é o caso das Artes e Educação Física.

A mesa de debate foi composta pelo deputado estadual e presidente da ALMS, Junior Mochi, pelo senador por Mato Grosso do Sul Pedro Chaves (Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado relator da 746), ambos proponentes da audiência, a secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Marta Vanelli, a secretária de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul Maria Cecilia Amendola da Motta, o reitor da Universidade Estácio do Rio de Janeiro Ronaldo Mota, o Professor Doutor especialista em educação Antônio Carlos do Nascimento Osório e a vice-presidente MT/MS da União Nacional dos Estudantes (UNE) Amanda Anderson. O objetivo foi fomentar a discussão sobre a MP e ouvir as entidades ligadas à educação.

O plenário lotado pedia – entre uma discussão e outra – que o senador Pedro Chaves se posicione contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, antes 241, que será votada no

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Componentes da mesa que debateram com cidadãos/ãs a nova reforma do ensino médio

Senado Federal no próximo dia 29. A PEC representa um desmonte no serviço público. Os gastos da União serão congelados por 20 anos, inclusive com serviços básicos como a saúde e educação, afetando diretamente o/a trabalhador/a.

 

O Professor Doutor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Guilherme Passamani​, representou a ADUFMS-Sindicato. Depois de muita insistência, teve o seu pedido de fala aceito e destacou que a reforma do ensino médio é sinônimo de atraso para a educação e prejudicará o acesso das classes menos favorecidas economicamente ao ensino superior. “[A MP 746] fecha a UFMS para os filhos dos pobres, os filhos da periferia, para aqueles que são pretos, para aqueles que são pardos, para aqueles que são indígenas. Esta medida provisória é um retrocesso.”

A MP fere ainda o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), uma vez que ambos foram construídos com muita discussão por profissionais ligadas/os à educação e diversas manifestações ao logo da história, o oposto da iminente reforma, colocada com urgência sem discussão e sem consulta à população. A vice-presidente MT/MS da UNE, Amanda Anderson, ressaltou que é necessário discutir o modelo atual do ensino médio, mas que isso não deve ser feito por MP e às pressas.

A 746 tramita no Senado Federal e de acordo com a última Prorrogação do prazo, tem até o dia 02/03/2017 para ser votada.

Assista ao vídeo da análise de Guilherme Passamani sobre a 746.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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