Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

Ato

Grupo em Defesa da Escola Democrática promove ato contra projeto de lei da Escola sem Partido

Presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida, argumenta caráter autoritário da lei

O Grupo em Defesa da Educação Democrática e contra a Lei da Mordaça promoveu ato contra o Projeto de Lei da Escola sem Partido em frente à Câmara de Vereadores de Campo Grande, onde nesta segunda-feira 14 ocorreu audiência pública para discutir o assunto com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ).

O ato convocado pela ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) e a Apolo concentrou mais de cinquenta pessoas em frente ao parlamento campo-grandense. As/os presentes gritavam palavras de ordem denunciando o caráter partidário, fascista e autoritário do Projeto de Lei (PL)  867/2015 em tramitação na Câmara dos Deputados e o PL  8.519/2017, que tramita na Câmara de Vereadores de Campo Grande.

Uma faixa produzida pelas entidades denunciava o caráter partidário do projeto, que visa dar sustentação à candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a presidente da República.  O evento reuniu ativistas da educação básica e superior, sindicalistas, militantes culturais e a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Faed-UFMS), Professora Doutora Ordália Alves Almeida.

A ADUFMS-Sindicato tem atuado diretamente pelo desaprovação e arquivamento do projeto de lei da Escola de Sem Partido, batizado em Campo Grande de Lei da Mordaça. Em 2016 o projeto de lei, na época de autoria do vereador, Paulo Siufi (PMDB), hoje deputado estadual, foi aprovado em dois turnos na Câmara dos Vereadores. Todavia, encontrou forte resistência de estudantes e entidades sindicais ligadas à educação e vetado pelo ex-prefeito Alcides Bernal (PP-MS).  Após o veto, por meio de acordo de liderança foi arquivado. Agora voltou a ser apresentado pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM).

O Fórum contra a Lei da Mordaça e em Defesa da Educação Democrática planeja novas ações na Câmara dos Vereadores de Campo Grande na tentativa de arquivar o projeto de lei que ameaça a liberdade pedagógica do/a professor/a em sala de aula e abre precedentes para que seja punida/o caso venha apresentar pontos de vista sobre a livre orientação sexual, religiosa e política.

Veja o video do ato

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , , , , , , ,

Entidades promovem ato unificado na UFMS pelo fortalecimento da greve

DSC00964
DSCN0564Com a intenção de fortalecer o movimento de greve dentro da UFMS, docentes, estudantes e técnicos/as administrativos/as, promoveram na manhã desta terça-feira ato conjunto em frente à entrada principal da Universidade, no Campus de Campo Grande. A atividade foi encerrada por volta das 8h15min em decorrência da chuva que caiu na Capital sul-mato-grossense.

Durante o ato, os/as participantes bloquearam temporariamente a entrada com faixas de reivindicações e bandeiras, distribuindo panfletos e conversando com os/as trabalhadores/as. A intenção foi de convencer a comunidade universitária sobre a importância do fortalecimento do movimento, num momento considerado crucial das negociações em Brasília.

Na primeira fase da negociação, docentes e técnicos/as administrativos/as reivindicavam 27,3% de reposição salarial em 2016. Esse percentual encaminhado pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais seria uniforme para todas as categorias dos SPFs do Executivo Federal. O governo federal recusou a proposta e acenou com o reajuste de 21,3%, fracionados em quatro vezes, com parcelas sucessivas em 2016, 2017, 2018 e 2019. Em assembleias realizadas pelos sindicatos de base, inclusive pela ADUFMS-Sindicato, a proposta foi recusada, devido à incerteza do comportamento inflacionário nos próximos anos. A primeira parcela, 5,5%, sequer repõe a inflação projetada para 2015, prevista pelo mercado em 9,32% e 5,43% em 2016. Buscando uma negociação, as categorias em greve  reduziram o índice de reposição salarial para 19,7% para o próximo ano, mas na última rodada de negociação o governo federal insistiu no parcelamento plurianual proposto anteriormente e se limitou a fazer um realinhamento nos valores pagos do vale-alimentação, saúde e pré-escola, vinculado à aceitação da contraproposta oficial, também rejeitada pelo Comando de Greve dos/as trabalhadores/as.

DSCN0569
No momento, o Comando Nacional Greve (CNG) do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) e o Proifes-Federação pressionam os ministérios da Educação (MEC) e do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) na busca de um novo acordo que ponha fim às greve, mas ainda não existe data prevista.

Na tentativa de avançar na negociação, o Proifes-Federação apresentou a proposta de reduzir a reposição de 16%, sendo 10% em 2016 e 6% em 2017, além da efetivação de negociações sobre distorções na carreira na Mesa Nacional de Negociação. A proposta, no entanto, é objeto de crítica pelo Andes-SN e pela direção da ADUFMS- Sindicato, por dividir as categorias na negociação coletiva encaminhada pelo Fórum Nacional dos Servidores Públicos Federais.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto, Principal Tag , , , , ,

Não à mercantilização da universidade! Ato “A greve continua!”, nesta terça-feira 8 em Campo Grande

“…mais de um milhão

Quero ver então a gente, gente

Gente, gente, gente, gente, gente”

(‘Clube da esquina 2’ , Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges).

 

ATO A GREVE CONTINUA! 8 SETEMBRO 2015.insersão textoIsso mesmo! Que a canção inspire a todas e a todos! Muita gente – docentes, estudantes e técnicos/as administrativos/as – protestando nesta terça-feira 8 de setembro a partir das 7 horas em ato no portão principal do Campus de Campo Grande da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, acesso à Reitoria). É mais uma manifestação em defesa da universidade pública, gratuita, laica, de qualidade e de uma eficaz política de assistência estudantil com ampliação do número de bolsas-permanência e por moradia para alunas/os.

Também é um grito contra a progressiva mercantilização da educação superior que assola Mato Grosso do Sul e todo o Brasil. Pesquisa realizada pelo Professor Doutor aposentado das universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e Metodista de Piracicaba (Unimep), Valdemar Sguissardi, sistematizada no livro Estudo diagnóstico da política de expansão da (e acesso à) educação superior no Brasil 2002-2012, que ainda não foi publicado, aponta situação alarmante sobre a expansão privado-mercantil no ensino universitário do Brasil, sob o aval do governo federal, por meio, principalmente, do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Dados comparativos do período 1999-2010, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), pesquisados por Sguissardi, já mostravam estrondoso crescimento do negócio privado na educação superior no Brasil e a gravidade dessa situação. “Os índices relativos às matrículas presenciais são: total das matrículas em IES públicas: 75,7%; em IES privadas comun./confes. [comunitárias/confessionais]: -32,3%; e em IES privadas particulares: 420,0%.”

Protesto – O ato A Greve Continua! é uma ação conjunta do Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato), do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS), do Diretório Central das e dos Estudantes da Universidade Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (DCE-UFMS).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Sem categoria Tag , , ,

Comunidade universitária faz ato nesta quinta-feira 6 para cobrar informações sobre orçamento da UFMS

bannner - abras as contas

 

Sem respostas efetivas que traduzam em práticas por parte da administração da UFMS no repasse de informações (relatórios, orçamento, cortes de recursos, setores afetados da instituição e outras medidas que atingem a comunidade universitária), docentes, estudantes, funcionárias/os técnico-administrativas/os fazem nesta quinta-feira às 9h30min ato em frente à reitoria em Campo Grande.

Em reunião no dia 23 de junho deste ano entre a diretoria da ADUFMS-Sindicato, o Comando Local de Greve, a reitora  Célia Maria Silva Correa Oliveira e pró-reitores/as, a direção da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, assumiu que seriam repassados dados sobre a situação financeira da instituição e como está a formulação de procedimentos de controle das atividades docentes na UFMS (os quais a categoria se queixa de não ter sido chamada para discutir).

Já na primeira reunião da atual diretoria da ADUFMS-Sindicato no dia 9 de setembro de 2014 com a reitora e pró-reitores/as, a gestão da UFMS assumiu que a entidade teria acesso a todos os dados que afetam direta e indiretamente a vida da docência, das/os técnicas administrativas/os e alunos/as em suas atividades cotidianas na Universidade. Mas isso não vem ocorrendo.

A postergação do livre acesso a relatórios sistemáticos, à matriz orçamentária e outras questões vem causando preocupação dos três segmentos da Universidade: alunas/os, professores/as, técnicas/os administrativas/os.

O assunto foi discutido nas assembleias de greve da docência. Uma ampla mobilização para o ato nesta semana foi feita em todos os campi da Federal de Mato Grosso do Sul.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Sem categoria Tag , , , ,