Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

campo grande

Atenção! Na sexta-feira 6 de julho à tarde não haverá expediente na ADUFMS-Sindicato em Campo Grande

Imagem baixada de SISIPSEMG (<http://www.sisipsemg.com.br/>)

O Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato), comunica que na próxima sexta-feira 6 de julho à tarde não haverá expediente na sede da entidade em Campo Grande em função do jogo do Brasil contra a Bélgica pelas quartas de final da Copa do Mundo 2018.

Na sexta-feira 6 julho,  o atendimento a docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ao público em geral, na capital sul-mato-grossense, será das 7 às 11 horas.

 

Postado em Sem categoria Tag , , , , , , ,

Atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador em MS começam nesta segunda-feira 30

Uma série de atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador acontece em Mato Grosso do Sul este ano. As ações visam a fortalecer ainda mais as categorias do mundo do trabalho, entre elas o funcionalismo do Estado Nacional. “O governo federal se nega a negociar qualquer reajuste aos servidores públicos da União. Além disso, ameaça retirar direitos históricos. Não podemos ficar parados. Nossa mobilização e nossa unidade são nossa força. Por isso venha manifestar seu descontentamento junto com os colegas e nossos sindicatos”, reforça o convite à participação de todas e de todos.

Em relação ao serviço público federal, a programação enfatiza quatro pontos de luta: “reajuste salarial, já!; revogação da terceirização; cancelamento da reforma trabalhista e da EMC (Emenda Constitucional) 95/2016 que congela o orçamento público por vinte anos; ampliação da participação do governo no custeio dos planos de saúde, contra a reforma da Previdência.”

Em Campo Grande, na Esplanada Ferroviária (perto da Feirona) haverá ato unificado em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as e da democracia nesta segunda-feira 30 de abril a partir das 18 horas, com apresentações artísticas: Muchileiros, João Lucas & Walter Filho, Eco do Pantanal, Juci Ibanez, Los Divinos – Paulo e Geraldo, Teatro Imaginário Maracangalha e Zezinho do Forró. Organizam, promovem e apoiam o ato unificado entidades como  ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems),  Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (SINTSPREV/MS), Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul (Sintect-MS),  Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Campo Grande – MS (Sintracom), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores Mato Grosso do Sul (CUT-MS), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT).  A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), a Frente Brasil Popular, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS) também fazem parte dessa parceria.

A programação segue nesta terça-feira 1º de maio no capital sul-mato-grossense e no interior. Em Campo Grande, na Associação Colônia Paraguaia (rua Ana Luísa de Souza, 610, bairro Pioneiros) haverá ato público do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, às sete horas, organizado pela Frente Brasil Popular, com apoio da CUT-MS; atos esportivos e políticos no Pagode das/os Bancárias/os, das 8 às 13 horas, no Clube das/os Bancárias/os (rua Caldas Aulete, bairro Coopharádio), organizado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campo Grande-MS e Região (SEEBCG-MS); Feijoada do/a Trabalhador/a no Bar Valu (rua Treze de Maio, 4541, bairro São Francisco, a partir das 11 horas), organizada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

No interior de Mato Grosso do Sul estão programados para esta terça-feira (1º de maio) eventos do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador. Em Corumbá acontece ato internacional na fronteira Brasil-Bolívia, a partir das 9h30min, com organização da CUT-MS e da Central Obrera Boliviana (COB).

Na quarta-feira 2 de maio às 19h30min a Professora Doutora Priscila Scudder fará a palestra “Autoritarismo institucional e o desmonte da democracia no Brasil”, no Simted em Aquidauana, rua João Dias, 858, Bairro Alto. O evento está sendo organizada pela ADUFMS-Sindicato (direção de Aquidauana) com apoio do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Aquidauana-MS (Simted).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , ,

ADUFMS-Sindicato em Campo Grande fecha na próxima segunda-feira 30 de abril

Imagem reproduzida de CCM

A ADUFMS-Sindicato comunica que na próxima segunda-feira 30 não haverá expediente na sede da entidade em Campo Grande em função do feriado do 1º de maio (terça-feira), Dia da Trabalhadora e do Trabalhador.

As atividades de atendimento a docentes e outras pessoas se encerram nesta sexta-feira 27, às 17 horas. O expediente externo será retomado na quarta-feira 2 de maio, sempre das 7 às 11 e das 13 às 17 horas.

Postado em Destaque com foto, Sem categoria Tag , , , ,

Direção assina contrato autorizando reforma do salão de eventos da ADUFMS

Ato de assinatura do contrato de reforma foi acompanhado por diretores da ADUFMS-Sindicato

A ADUFMS-Sindicato deu a largada para a reforma da sede Campo Grande.  O contrato para início das obras foi assinado em reunião da diretoria na última segunda-feira (02.04) com a empreiteira  Ricardo Ricarte de Oliveira, no valor R$ 200 mil, desembolsado gradualmente. A seleção aconteceu por meio de edital público feito por uma comissão de professores instituída pelo Conselho de Representantes. Na escolha predominou o valor da obra e a adaptação arquitetônica à rotina funcional da entidade. Os recursos para reforma são provenientes da rubrica Conta Investimento e o gasto autorizado em assembleia da categoria em Campo Grande e do interior.

Sem reforma completa por mais de 10 anos o espaço físico do atual auditório apresenta diversos problemas: gotejamento, rachaduras no reboco, falta de isolamento térmico, falta de isolamento acústico, sistema de fiação depreciado; cozinha fora dos padrões de sanitários; alojamento de pombos e infiltrações.

Projeção da reforma do salão de eventos e da nova fachada lateral do prédio da sede administrativa, que ficará para a segunda etapa.

O prazo contratual para execução das obras é de quatro meses. As intervenções preveem: demolição do piso cerâmico e do forro de madeira; demolição de revestimento de paredes do bar e da cozinha; demolição do palco; execução e regularização do contrapiso; regularização das paredes da cozinha e do bar; novo palco; troca de piso em toda a área do auditório, cozinha e churrasqueira; colocação de forro de gesso térmico; substituição das telhas de barro por telhas metálicas com o isolamento EPS prevendo o aproveitamento da estrutura de madeira; levantamento de parede de alvenaria nas divisas externas do salão; aplicação de lá de vidro entre as paredes para isolamento acústico; assentamento de portas e janelas de vidro temperado; pintura externa e interna de paredes; aplicação de grafiato nas paredes externas; novas instalações elétricas; rede drenagem; colocação de calhas, rufos e pingadeiras; colocação de bancadas, pingadeiras e soleiras em granito; construção de churrasqueira pré-moldada com revestimento de cerâmica de 95 cm de abertura e chaminé; substituição de assentos de vasos sanitários do salão de eventos; pintura do teto dos sanitários, substituição de portas externas; guarnições e fechaduras do banheiro do salão de eventos; mudança do padrão de energia para nova carga projetada e colocação de coifa de chapa metálica sobre o fogão.

A opção de reforma do auditório foi amplamente discutida na direção e no Conselho de Representantes. Primeiramente permitirá a geração de renda por aluguel para eventos externos. Estará sempre disponível para os eventos promovidos pela entidade, como a Festa de Fim de Ano ou do Dia dos Professores, cursos de formação, evitando, assim, gastos extras. A decisão também possibilitará a migração do setor administrativo quando da reforma da sede a ser executada posteriormente com adoção de medidas de acessibilidade.

Fachada lateral receberá pintura e fechado com a colocação de vidro temperado. Foto: Gerson Jara
Revestimento já desgatados serão substituídos em todas as áreas do salão de eventos
Projeto prevê a construção de novo palco em substituição ao atual.

 

 

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato.

Postado em Sem categoria Tag , , , , ,

ADUFMS-Sindicato cobra providências da reitoria sobre buracos na UFMS

Foto: Camila Jara

Em ofício protocolado hoje, 22 de março, a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, solicitou providências quanto aos buracos nas ruas internas da UFMS em Campo Grande.

Para a sindicalista, a preocupação é quanto aos riscos de acidentes nas tentativas de desvios e o prejuízo aos automóveis. “Os/as professores/as solicitam providências por estragos consideráveis nos veículos. Em alguns lugares é quase impossível de circular, como na rua próxima às agências bancárias. Por isso, nós estamos aqui cumprindo a nossa função enquanto sindicato dos/as docentes de apontar para a administração da Universidade os problemas, para que eles possam ser resolvidos o mais rápido possível. Acreditamos que as providências vão ser tomadas imediatamente”.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato 

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , ,

Movimentos de MS promovem jornada de luta contra Reforma da Previdência nesta segunda-feira 19


Entidades do movimento popular e sindical promovem nesta segunda-feira (19-02), a Jornada de Luta contra a Reforma da Previdência. Mesmo com a intervenção federal no Rio de Janeiro, a coordenação da Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul decidiu manter o calendário de mobilização desta segunda-feira  e transformar a paralisação nacional em ações de luta.

Na reunião da Frente Brasil Popular de MS, líderes sindicais e dos movimentos sociais demostraram preocupação com a intervenção do governo federal no Estado do Rio de Janeiro. A ação, na opinião de diversos dirigentes, abre precedente para aumentar a repressão aos mais pobres e aos movimentos sociais, sem atacar as causas estruturais que geram a violência, como falta de política de geração de emprego e de distribuição de renda.  Veem a medida como laboratório do aparato repressivo estatal para futuras intervenções nos estados frente à tendência de crescimento das tensões sociais com o aprofundamento da crise econômica e institucional pela qual passa o país após o golpe contra o Governo Dilma.

Mobilização prevista para Campo Grande nesta segunda-feira 19

6:30 – Ato dos eletricitárias/os na Eletrosul – saída para Três Lagoas.

6:30 – Panfletagem das/os técnicas/os administrativas/os – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS) –  nos portões da UFMS em Campo Grande.

7:00 – Ato dos telefônicos.

8:00 – Ato conjunto no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) da rua 26 de Agosto contra a Reforma da Previdência – convocação das entidades ligadas ao serviço público: ADUFMS-Sindicato, Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (Sintsprev-MS) e Sintesp-MS.

9:00 – Mobilização nas agências centrais convocada pelo Sindicato dos Bancários.

9:00 – Mobilização  da Liga Camponesa. Concentração na avenida Afonso Pena com a avenida Duque de Caxias e marcha até a praça da República.

19:00 – Debate na UFMS (Unidade 6): Crise da Legalidade e Retirada de Direitos. Promoção: ADUFMS-Sindicato, Centro Acadêmico de Filosofia (Cafil) e Sista-MS.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , , , , ,

Grupo em Defesa da Escola Democrática promove ato contra projeto de lei da Escola sem Partido

Presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida, argumenta caráter autoritário da lei

O Grupo em Defesa da Educação Democrática e contra a Lei da Mordaça promoveu ato contra o Projeto de Lei da Escola sem Partido em frente à Câmara de Vereadores de Campo Grande, onde nesta segunda-feira 14 ocorreu audiência pública para discutir o assunto com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ).

O ato convocado pela ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) e a Apolo concentrou mais de cinquenta pessoas em frente ao parlamento campo-grandense. As/os presentes gritavam palavras de ordem denunciando o caráter partidário, fascista e autoritário do Projeto de Lei (PL)  867/2015 em tramitação na Câmara dos Deputados e o PL  8.519/2017, que tramita na Câmara de Vereadores de Campo Grande.

Uma faixa produzida pelas entidades denunciava o caráter partidário do projeto, que visa dar sustentação à candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a presidente da República.  O evento reuniu ativistas da educação básica e superior, sindicalistas, militantes culturais e a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Faed-UFMS), Professora Doutora Ordália Alves Almeida.

A ADUFMS-Sindicato tem atuado diretamente pelo desaprovação e arquivamento do projeto de lei da Escola de Sem Partido, batizado em Campo Grande de Lei da Mordaça. Em 2016 o projeto de lei, na época de autoria do vereador, Paulo Siufi (PMDB), hoje deputado estadual, foi aprovado em dois turnos na Câmara dos Vereadores. Todavia, encontrou forte resistência de estudantes e entidades sindicais ligadas à educação e vetado pelo ex-prefeito Alcides Bernal (PP-MS).  Após o veto, por meio de acordo de liderança foi arquivado. Agora voltou a ser apresentado pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM).

O Fórum contra a Lei da Mordaça e em Defesa da Educação Democrática planeja novas ações na Câmara dos Vereadores de Campo Grande na tentativa de arquivar o projeto de lei que ameaça a liberdade pedagógica do/a professor/a em sala de aula e abre precedentes para que seja punida/o caso venha apresentar pontos de vista sobre a livre orientação sexual, religiosa e política.

Veja o video do ato

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , , , , , , , , , , ,

Escola sem Partido desqualifica as ciências humanas e a formação para a cidadania

dscn5850
Anticidadania: “Tem de trabalhar com conteúdo técnico específico”, critica Paulo Cesar                                (Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

O movimento Escola sem Partido surgiu dentro de uma perspectiva que aponta um cenário de declínio das ciências humanas e de construção da ideia segundo a qual a escola não tem função de contribuir na formação de cidadãs e cidadãos. Essa análise do professor Paulo Cesar Duarte Paes, integrante da Frente Estadual contra a Lei da Mordaça, assinala para a formação de pessoas no sentido estrito das habilidades para o mercado de trabalho regido pelas leis do capital. “Tem de trabalhar com conteúdo técnico específico”, criticou o docente em sua palestra durante o Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ocorrido na quinta-feira 22 de setembro de 2016 no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) da instituição, na Cidade Universitária em Campo Grande.

Há uma tendência global de desqualificar disciplinas que propiciam a formação crítica na educação formal, como História, Sociologia e Filosofia. Estrutura-se então um conceito   baseado em fundamentos exclusivamente moralistas. “A escola não educa, quem educa são a família e a religião”, observou o educador Paulo Cesar da UFMS ao se contrapor a esse princípio dogmático.

dscn5853
Paulo Cesar (primeiro em pé à direita) durante o Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática

Os conteúdos escolares se restringiriam, por exemplo, a língua e matemática. Difundem-se preceitos de que as instâncias formadoras de professoras e professores que vão atuar nos níveis fundamental e médio do ensino são doutrinadoras. Existe uma construção demonizadora de educadoras e educadores que ministram, na educação básica, aulas de disciplinas classificadas na grande área das ciências humanas.

Exacerba-se a ideologia de que nas universidades somente há espaço para teorias marxistas e feministas, explica Paulo Cesar, posicionando-se, a partir de seus estudos, contra tais opiniões e argumentando a negatividade de discursos direcionados a, entre outros ingredientes, matizes misóginos. Fundamentado em sua experiência como educador, além de suas pesquisas, o docente palestrante refutou esse posicionamento. “Quando há misoginia, quem vai identificar senão pesquisadores/as?”, indagou Paulo Cesar, ao reforçar a importância da educação de gênero.

No primeiro semestres de 2016, o principal mentor de ideias censórias à atuação de docentes em sala de aula havia confirmado participação na Roda Jurídica: Escola sem Partido ou não à Lei da Mordaça?, que estava sendo promovida pelo  pelo Centro Acadêmico Jorge Eustácio Frias   (Cajef/Direito, UFMS), em Campo Grande, mas depois se recusou a participar do evento. Confira texto sobre o debate que seria realizado: Cancelamento de Roda Jurídica: recuo de Miguel Nagib evidencia fragilidade das ideias do movimento Escola sem Partido. 

Histórico – PROFESSORES: NÃO À LEI DA MORDAÇAAdufms-Sindicato participa ativamente de mobilização contra a lei da MordaçaAula na praça República – Lei da Mordaça – Dia 8/4/2016 – 17h – Praça do Rádio;Instrumento de pressão anônimaEntidades acusam parlamentares de ‘jogo político’ com Lei da Mordaça

dscn5836
Estudantes assistem à palestra de Paulo Cesar sobre Escola sem Partido.                                                               LEIA MAIS SOBRE O TEMA (CLIQUE SOBRE OS TÍTULOS ABAIXO)

Inconstitucionalidade, violência de gênero, conteúdos, estética e juventude O professor Paulo Cesar Duarte Paes explicou que a falta de difusão e discussão de gênero na sala de aula “dá peso à violência”. Ele citou um caso de homofobia ocorrido em Ponta Porã (Mato Grosso do Sul), na fronteira Brasil-Paraguai. O pesquisador recordou que naquele município um homossexual foi espancado e executado com um tiro na cabeça. É o processo de estruturação da ‘cultura’ da violência. “Nós vamos sofrer as consequências disso”, alertou Paulo Cesar.

A inconstitucionalidade das propostas do movimento Escola sem Partido, expressas em projetos de lei Brasil afora, como em Campo Grande, onde neste ano, vereadores aprovaram projeto de lei censurando a atuação docente nas salas de aula da Rede Municipal de Ensino (Reme). A decisão conhecida como Lei da Mordaça foi vetada pelo Executivo Municipal. Posteriormente, sob pressão de vários setores da sociedade, teve veto acatado pelo Parlamento do Município. “Eles [os defensores da escola sem partido] lutam contra a Constituição”, argumentou o docente.

À docência atribui-se relevância na difusão e debate com as/os estudantes sobre questões relacionadas a direitos humanos a partir de trabalho de contextualização dentro da sala de aula. “O professor tem o papel de transformar conteúdos”, ponderou Paulo César. Segundo o docente, vive-se hoje a “negação do estético”, e “os espaços para a nossa juventude crescer são poucos”.  (Mais imagens, clique sobre qualquer das três fotos maiores)

Cajef anuncia cancelamento do evento ‘Roda Jurídica: Escola sem Partido ou não à Lei da Mordaça?”.

Nota de repúdio da ADUFMS-Sindicato à “Lei da Mordaça”

ADUFMS-Sindicato retoma ações contra a Lei da Mordaça

Docente da UFMS debate Lei da Mordaça nesta sexta 29 

 

‘Lei da Mordaça’: mantenham o veto, defende sociólogo

 

Não à Lei da Mordaça: docentes pedem a vereadores de Campo Grande que mantenham veto

Carta de Repúdio entregue a vereadores/as de Campo Grande pelo reverendo Hugo Sanchez: Igreja Anglicana manifesta-se contra a Lei da Mordaça

Vereadores de Campo Grande mantêm veto à Lei da Mordaça, mas novo projeto será elaborado

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto, Sem categoria Tag , , ,

Adufms-Sindicato participa ativamente de mobilização contra a lei da Mordaça

20160407_103335
Vice-presidenta da ADUFMS tem apresentado argumentos contrários a iniciativa por impedir a liberdade de ensino nas escolas – Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

A direção da ADUFMS-Sindicato concentrou as ações nesta semana nas mobilizações contra  o projeto de lei 8.242/16 – Escola Sem Partido, de autoria do vereador Alceu Bueno. O parlamentar foi obrigado a renunciar por envolvimento em pedofilia,  mais o projeto foi assumido pelos vereadores da Bancada da Bíblia, o médico católico Paulo Siufi (PMDB)  e líder evangélico, Herculano Borges  (Solidariedade) e outros. As entidades de classes ligadas à educação, artistas, estudantes e intelectuais batizaram o projeto com a Lei da Mordaça, por obrigar afixação de cartazes em sala de aula, proibindo os professores de ministrarem  contéudos considerados “doutrinários”, contendo ideologia de partidos políticos, sexualidade e de relação de gênero.

Na quinta-feira (31.30), diretores/ras da ADUFMS-Sindicato participaram da manifestação em frente ao auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul. Foram proibidos, na abertura, de adentrar o espaço, para conhecer detalhes do projeto de lei  Escola  Sem Partido, patrocinado pelo Instituto Conservador, e apresentado pelo advogado  Miguel Nagib e que inspirou o projeto na Câmara de Vereadores de Campo Grande.  Após gritos de palavra de ordem denunciando o envolvimento da OAB com o Golpe Militar de 1964, os presentes conseguiram acompanhar parte da palestra.

Dirigentes, como o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul-Fetems, Roberto Botareli  foi hostilizado por alguns membros da plateia, simpatizantes da candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC ). Roberto que estava no fundo do auditório foi pressionado a sentar na cadeira do auditório  por membro do Instituto Conservador.  Um deles portando calça camuflada, deixando transparecer que era militar. Botareli,  todavia, resistiu e ficou no fundo do auditório. Lembrou que a Ditadura havia acabado. Depois foi chamado para o confronto físico, mas não aceitou a provocação.

Na palestra, o advogado Miguel Nagib criticou trechos e prefácio de obras do educador Paulo Freire. Condenou conteúdos ministrados em publicações adotadas pelo MEC sobre sexualidade e  posteres de facebook em que  educadores convidando estudantes  para apoiar e participar  das campanhas salariais e mobilizações da categoria.

 Ao apresentar, de forma manipuladora, o inverso do projeto, a “ Escola Com Partido”, os contrários a lei protestaram e reagiram com palavras de ordem, chamando o palestrante de golpista e facista. Mesmo com mediação de uma professora da UFMS, que se propôs a realizar seminário para discutir de forma mais profunda o projeto, professores e representantes das categorias foram cerceados de falar. Com o clima tenso, o promotor do evento acabou encerrando evento sob  vaias (dos contrários) e aplauso (dos favoráveis).

Com a repercussão do projeto na mídia, na quarta-feira, a  professora Mariuza Camillo participou de debate, na FM Blink, com o vereador Paulo Siufi. Argumentou a inconstitucionalidade da lei 8.242/16  , pois fere princípios da LDB e do Plano Nacional de Educação, aprovado em âmbito do município pelos vereadores e que garante  a discussão de conteúdos  que tratam sobre política, questão de gênero, raça e sexualidade  Para a dirigente, a matéria fere autonomia pedagógica da escola e do professor.

No mesmo dia, Mariuza participou de coletiva conjunta convocada pela Fetems na reunião do Conselho de presidentes e representantes sindicais ligados a Educação estadual.  No espaço, o professor  de Ciências Sociais, Guilherme Rodrigues Passamani, do Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade da UFMS,  concedeu entrevista a diversos órgãos da imprensa sobre a importância destes conteúdos na formação de crianças e adolescentes.

Na quinta-feira, a direção da ADUFMS-Sindicato  engrossou a mobilização contra o projeto, na Câmara de Vereadores. Depois concedeu  entrevista em programa jornalístico do SBT. Já o professor Gulherme foi escolhido pela Fetems para defender posição contrária ao projeto de lei, cobrando maior discussão em torno do projeto e que colocando os professores da UFMS á disposição para subsidiar o projeto. O discurso será disponibilizado nos próximos dias nas redes sociais. A sessão foi suspensa e o projeto acabou não entrando em segunda votação.

Pela contagem,  dois vereadores, Luisa Ribeiro (PPS) e Eduardo Romero (Rede Sustentável) votaram contrário ao projeto na primeira votação , na segunda votação manterão a posição. Já outros 8 vereadores admitem rever o voto favorável ao projeto, no entanto, caso o projeto seja vetado pelo prefeito Alcides Bernal (PP), serão necessários mais seis votos favoráveis para que o projeto não se transforme em Lei. A tática do movimento pelo rejeição da matéria é convencer os demais vereadores a reverem sua posição.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,

Professores de Campo Grande vão às ruas e paralisam três dias por cumprimento do piso salarial

DSC01536

DSC01541
Professores cobram que prefeito Alcides Bernal cumpra lei municipal do piso salarial do magistério – Foto Gerson Jara

Professores de Campo Grande foram às ruas nesta quarta-feira (16.03) convocado pelo Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública ACP. A categoria exige que o prefeito Alcides Bernal cumpra a lei municipal do piso (5.411/14) que alinha os salários ao piso nacional da categoria. Sob a alegação de dificuldade de caixa e descumprindo compromisso assumido com a categoria, o chefe do executivo recorreu judicialmente para impedir o reajuste garantido por lei. Agora assumiu o compromisso de retirar a ação e pediu mais 40 dias para apresentar a sua contraproposta.
O percentual de reajuste para integralização em 2016 é de 11,36%, mais 8,46% do reajuste do ano passado já dev

DSC01533
Professores apresentam reivindicações a população de Campo Grande – Foto Gerson Jara

ido pelo atual prefeito, mesmo com a categoria propondo o parcelamento ao então prefeito, em exercício, Gilmar Olarte. Atualmente, o professor em início de carreira ganha R$ 1.697,37 por 20 horas.
Em nota, Bernal tenta manipular a opinião pública dizendo que o piso pago aos professores é R$ 5.092,00 por jornada de 20 horas. Todavia, este valor é referente ao piso do professor em fim de carreira, com mais 25 anos de atividade no magistério.
Os professores da educação básica de Campo Grande também reivindica a implantação de eleição para diretor de escola, compromisso até o momento descumprido por Bernal, mais democracia na escola, visto que professores vem sendo pressionados por alguns diretores para não aderir a paralisação de três dias, melhorias na merenda escolar e contra toda e qualquer iniciativa de reorganização das escolas, transferindo a gestão OSs (Organização Sociais), OCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse público), em fase de implementação nos governos do PSDB de Goiás e São Paulo, e que vem provocando protestos de estudantes e do magistério.

Postado em Destaque com foto Tag , , , , ,