Organização sindical dos docentes e das docentes da UFMS

campo grande

Confraternização de fim de ano da ADUFMS-Sindicato acontece na próxima sexta-feira 7 dezembro

Os convites individuais devem ser retirados até sexta-feira 7 dezembro na Secretaria da ADUFMS-Sindicato em Campo Grande, lembrando que, devido às obras de reforma do prédio administrativo, a entidade está funcionando provisoriamente na rua Francisco Alves Castelo, 491, esquina com Rua das Guianas, Vila Ipiranga, perto do Hospital Universitário (HU), fones 67 3346-1514 e 3346-1482.
Os horários de expediente são os seguintes: das 7 às 11h e das 13 às 17h.
Sindicalizadas e sindicalizados têm direito a dois convites sem custo. Acima dessa quantidade, cada convite custa R$ 50,00.
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Protestos contra fim de cursos na UFMS marcam o Sete de Setembro

Caixão simbolizando morte do curso de Ciência da Computação no CPPP – Foto: Késia Caroline Ramires Neves/ADUFMS-Sindicato

Manifestantes levaram à sociedade, no 7 de Setembro, seu descontentamento com a decisão da administração central da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – via canetadas do reitor Marcelo Augusto Santos Turine e do pró-reitor de Graduação, Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho – de suspender e extinguir cursos na instituição. Integrantes da comunidade da UFMS, maior universidade pública do Estado, juntamente com docentes da direção da ADUFMS-Sindicato, portaram faixa para dizer não à medida unilateral do alto escalão da instituição de ensino, pesquisa e extensão.

Manifestantes percorreram rua Treze de Maio no Centro de Campo Grande – Foto: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

Os protestos aconteceram no interior e em Campo Grande. Na fronteira Brasil-Paraguai, estudantes, técnic@s administrativ@s e docentes do Câmpus de Ponta Porã (CPPP) participaram dentro do desfile do 7 de Setembro para exigir que a administração da UFMS não execute a decisão de suspender o ingresso de nova turma no curso de Ciência da Computação no próximo ano naquela unidade.

Campo Grande: Guarda Civil Municipal bloqueia manifestação democrática – Foto: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato

A ADUFMS-Sindicato uniu-se à comunidade fronteiriça para lutar contra as exclusões promovidas pela administração central da UFMS. De acordo com o jornal online Lidernews, “mais de 150 pessoas, entre alunos, técnicos, docentes da comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) de Ponta Porã, e apoiadores da causa, desfilaram nesse 7 de setembro para divulgar os 4 cursos  (Ciência da Computação, Matemática, Pedagogia e Sistemas de Informação), projetos de ensino, pesquisa e extensão da universidade, além de protestar contra a suspensão e fechamento de cursos dentro da UFMS, em particular, protestar contra a suspensão do curso de Ciência da e Computação de Ponta Porã”.

“Destaque ao caixão, que desfilou simbolizando a educação sendo enterrada, descartada por quantitativos financeiros. O caixão aparece para protestar CONTRA A SUSPENSÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO EM PONTA PORÃ. Os alunos seguravam cartazes de data de nascimento do curso (2010) e de suspensão (2018)”, descreve matéria do Lidernews.

“Gritando palavras de ordem – ‘UFMS,  fica’, ‘Câmpus de Ponta Porã, fica’, ‘Ciência da Computação, fica) –, pedindo  para que a UFMS fique com seus cursos na cidade, carregaram um caixão com cartaz ao lado, dizendo: ‘Reitor, não ‘mate’ nossos cursos de graduação da UFMS em Ponta Porã’. ‘Nosso coração bate!!!’”, afirma a diretora de Políticas Educacionais da ADUFMS-Sindicato, Professora Doutora Késia Caroline Ramires Neves.

Grito d@s Excluíd@s – Em Campo Grande, empunhando as faixas “Contra o fechamento de cursos na UFMS” e “Basta” (sem corte de investimentos na educação, sem privatização da pesquisa, sem corte de bolsas, sem cobrança de mensalidade na universidade pública e sem terceirização) a ADUFMS-Sindicato e pessoas defensor@s da universidade pública, laica e referenciada participaram do Grito d@s Excluíd@s logo após o desfile cívico do 7 de Setembro. “A ADUFMS-Sindicato está acompanhando com muita preocupação essa suspensão de oferta de curso por atacado, sem discussão nos colegiados superiores”, reforçou a presidenta da entidade, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães.

As/os manifestantes percorreram a rua Treze de Maio, no Centro da capital sul-mato-grossense. Por meio de uma atitude criminalizadora, a polícia montou um cordão na esquina com a avenida Afonso Pena para barrar cidadãs, cidadãos e entidades que estavam na caminhada portando faixas e cartazes, pronunciando palavras de ordem. O bloqueio teve o intuito de blindar autoridades enquanto elas estavam no palanque ou se retiravam, incluindo o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Ecoando alto “fascistas e golpistas não passarão!”, após liberação da tropa policial, @s excluíd@s encontraram pela frente o pelotão d@s contrári@s ao democrático protesto.  Atrás das forças oficiais repressivas, ess@s contrári@s xingavam e insultavam as muitas pessoas que participavam da manifestação pedindo mudanças sociais e políticas avançadas de inclusão.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Falecimento da agricultora familiar Maria Josefina da Anunciação

A ADUFMS-Sindicato manifesta consternação pelo falecimento da agricultora familiar aposentada Maria Josefina da Anunciação, ocorrido nesta terça-feira 4 de setembro de 2018, por insuficiência respiratória. O Sindicato se solidariza com parentes e amig@s de Maria Josefina. Mãe da Professora Doutora Vicentina Socorro da Anunciação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS),  Maria Josefina tinha 88 anos de idade.

Seu corpo está sendo velado na Capela da Pax Mundial, avenida Presidente Ernesto Geisel, 3887, em frente ao Horto Florestal em Campo Grande. Maria Josefina será sepultada nesta quarta-feira 5 às nove horas no cemitério Park Monte das Oliveiras, avenida Guaicurus, próximo ao museu José Antônio Pereira, em Campo Grande.

Josefina Maria era uma lutadora pela causa feminista. A docente Vicentina Socorro descreve sua mãe como uma pessoa de grande amizade. “Era de muita luta”, recorda a professora.

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Atenção! Na sexta-feira 6 de julho à tarde não haverá expediente na ADUFMS-Sindicato em Campo Grande

Imagem baixada de SISIPSEMG (<http://www.sisipsemg.com.br/>)

O Sindicato dos Professores das Universidades Federais Brasileiras dos Municípios de Campo Grande, Aquidauana, Bonito, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul (ADUFMS-Sindicato), comunica que na próxima sexta-feira 6 de julho à tarde não haverá expediente na sede da entidade em Campo Grande em função do jogo do Brasil contra a Bélgica pelas quartas de final da Copa do Mundo 2018.

Na sexta-feira 6 julho,  o atendimento a docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ao público em geral, na capital sul-mato-grossense, será das 7 às 11 horas.

 

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Atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador em MS começam nesta segunda-feira 30

Uma série de atividades do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador acontece em Mato Grosso do Sul este ano. As ações visam a fortalecer ainda mais as categorias do mundo do trabalho, entre elas o funcionalismo do Estado Nacional. “O governo federal se nega a negociar qualquer reajuste aos servidores públicos da União. Além disso, ameaça retirar direitos históricos. Não podemos ficar parados. Nossa mobilização e nossa unidade são nossa força. Por isso venha manifestar seu descontentamento junto com os colegas e nossos sindicatos”, reforça o convite à participação de todas e de todos.

Em relação ao serviço público federal, a programação enfatiza quatro pontos de luta: “reajuste salarial, já!; revogação da terceirização; cancelamento da reforma trabalhista e da EMC (Emenda Constitucional) 95/2016 que congela o orçamento público por vinte anos; ampliação da participação do governo no custeio dos planos de saúde, contra a reforma da Previdência.”

Em Campo Grande, na Esplanada Ferroviária (perto da Feirona) haverá ato unificado em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as e da democracia nesta segunda-feira 30 de abril a partir das 18 horas, com apresentações artísticas: Muchileiros, João Lucas & Walter Filho, Eco do Pantanal, Juci Ibanez, Los Divinos – Paulo e Geraldo, Teatro Imaginário Maracangalha e Zezinho do Forró. Organizam, promovem e apoiam o ato unificado entidades como  ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems),  Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (SINTSPREV/MS), Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul (Sintect-MS),  Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul (Sinpol-MS), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Campo Grande – MS (Sintracom), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores Mato Grosso do Sul (CUT-MS), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral dos Trabalhadores (UGT).  A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), a Frente Brasil Popular, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Mato Grosso do Sul (Fetagri-MS) também fazem parte dessa parceria.

A programação segue nesta terça-feira 1º de maio no capital sul-mato-grossense e no interior. Em Campo Grande, na Associação Colônia Paraguaia (rua Ana Luísa de Souza, 610, bairro Pioneiros) haverá ato público do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, às sete horas, organizado pela Frente Brasil Popular, com apoio da CUT-MS; atos esportivos e políticos no Pagode das/os Bancárias/os, das 8 às 13 horas, no Clube das/os Bancárias/os (rua Caldas Aulete, bairro Coopharádio), organizado pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campo Grande-MS e Região (SEEBCG-MS); Feijoada do/a Trabalhador/a no Bar Valu (rua Treze de Maio, 4541, bairro São Francisco, a partir das 11 horas), organizada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

No interior de Mato Grosso do Sul estão programados para esta terça-feira (1º de maio) eventos do Dia da Trabalhadora e do Trabalhador. Em Corumbá acontece ato internacional na fronteira Brasil-Bolívia, a partir das 9h30min, com organização da CUT-MS e da Central Obrera Boliviana (COB).

Na quarta-feira 2 de maio às 19h30min a Professora Doutora Priscila Scudder fará a palestra “Autoritarismo institucional e o desmonte da democracia no Brasil”, no Simted em Aquidauana, rua João Dias, 858, Bairro Alto. O evento está sendo organizada pela ADUFMS-Sindicato (direção de Aquidauana) com apoio do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Aquidauana-MS (Simted).

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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ADUFMS-Sindicato em Campo Grande fecha na próxima segunda-feira 30 de abril

Imagem reproduzida de CCM

A ADUFMS-Sindicato comunica que na próxima segunda-feira 30 não haverá expediente na sede da entidade em Campo Grande em função do feriado do 1º de maio (terça-feira), Dia da Trabalhadora e do Trabalhador.

As atividades de atendimento a docentes e outras pessoas se encerram nesta sexta-feira 27, às 17 horas. O expediente externo será retomado na quarta-feira 2 de maio, sempre das 7 às 11 e das 13 às 17 horas.

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Direção assina contrato autorizando reforma do salão de eventos da ADUFMS

Ato de assinatura do contrato de reforma foi acompanhado por diretores da ADUFMS-Sindicato

A ADUFMS-Sindicato deu a largada para a reforma da sede Campo Grande.  O contrato para início das obras foi assinado em reunião da diretoria na última segunda-feira (02.04) com a empreiteira  Ricardo Ricarte de Oliveira, no valor R$ 200 mil, desembolsado gradualmente. A seleção aconteceu por meio de edital público feito por uma comissão de professores instituída pelo Conselho de Representantes. Na escolha predominou o valor da obra e a adaptação arquitetônica à rotina funcional da entidade. Os recursos para reforma são provenientes da rubrica Conta Investimento e o gasto autorizado em assembleia da categoria em Campo Grande e do interior.

Sem reforma completa por mais de 10 anos o espaço físico do atual auditório apresenta diversos problemas: gotejamento, rachaduras no reboco, falta de isolamento térmico, falta de isolamento acústico, sistema de fiação depreciado; cozinha fora dos padrões de sanitários; alojamento de pombos e infiltrações.

Projeção da reforma do salão de eventos e da nova fachada lateral do prédio da sede administrativa, que ficará para a segunda etapa.

O prazo contratual para execução das obras é de quatro meses. As intervenções preveem: demolição do piso cerâmico e do forro de madeira; demolição de revestimento de paredes do bar e da cozinha; demolição do palco; execução e regularização do contrapiso; regularização das paredes da cozinha e do bar; novo palco; troca de piso em toda a área do auditório, cozinha e churrasqueira; colocação de forro de gesso térmico; substituição das telhas de barro por telhas metálicas com o isolamento EPS prevendo o aproveitamento da estrutura de madeira; levantamento de parede de alvenaria nas divisas externas do salão; aplicação de lá de vidro entre as paredes para isolamento acústico; assentamento de portas e janelas de vidro temperado; pintura externa e interna de paredes; aplicação de grafiato nas paredes externas; novas instalações elétricas; rede drenagem; colocação de calhas, rufos e pingadeiras; colocação de bancadas, pingadeiras e soleiras em granito; construção de churrasqueira pré-moldada com revestimento de cerâmica de 95 cm de abertura e chaminé; substituição de assentos de vasos sanitários do salão de eventos; pintura do teto dos sanitários, substituição de portas externas; guarnições e fechaduras do banheiro do salão de eventos; mudança do padrão de energia para nova carga projetada e colocação de coifa de chapa metálica sobre o fogão.

A opção de reforma do auditório foi amplamente discutida na direção e no Conselho de Representantes. Primeiramente permitirá a geração de renda por aluguel para eventos externos. Estará sempre disponível para os eventos promovidos pela entidade, como a Festa de Fim de Ano ou do Dia dos Professores, cursos de formação, evitando, assim, gastos extras. A decisão também possibilitará a migração do setor administrativo quando da reforma da sede a ser executada posteriormente com adoção de medidas de acessibilidade.

Fachada lateral receberá pintura e fechado com a colocação de vidro temperado. Foto: Gerson Jara
Revestimento já desgatados serão substituídos em todas as áreas do salão de eventos
Projeto prevê a construção de novo palco em substituição ao atual.

 

 

Assessoria de imprensa da ADUFMS-Sindicato.

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ADUFMS-Sindicato cobra providências da reitoria sobre buracos na UFMS

Foto: Camila Jara

Em ofício protocolado hoje, 22 de março, a presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida Camillo Guimarães, solicitou providências quanto aos buracos nas ruas internas da UFMS em Campo Grande.

Para a sindicalista, a preocupação é quanto aos riscos de acidentes nas tentativas de desvios e o prejuízo aos automóveis. “Os/as professores/as solicitam providências por estragos consideráveis nos veículos. Em alguns lugares é quase impossível de circular, como na rua próxima às agências bancárias. Por isso, nós estamos aqui cumprindo a nossa função enquanto sindicato dos/as docentes de apontar para a administração da Universidade os problemas, para que eles possam ser resolvidos o mais rápido possível. Acreditamos que as providências vão ser tomadas imediatamente”.

 

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato 

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Movimentos de MS promovem jornada de luta contra Reforma da Previdência nesta segunda-feira 19


Entidades do movimento popular e sindical promovem nesta segunda-feira (19-02), a Jornada de Luta contra a Reforma da Previdência. Mesmo com a intervenção federal no Rio de Janeiro, a coordenação da Frente Brasil Popular em Mato Grosso do Sul decidiu manter o calendário de mobilização desta segunda-feira  e transformar a paralisação nacional em ações de luta.

Na reunião da Frente Brasil Popular de MS, líderes sindicais e dos movimentos sociais demostraram preocupação com a intervenção do governo federal no Estado do Rio de Janeiro. A ação, na opinião de diversos dirigentes, abre precedente para aumentar a repressão aos mais pobres e aos movimentos sociais, sem atacar as causas estruturais que geram a violência, como falta de política de geração de emprego e de distribuição de renda.  Veem a medida como laboratório do aparato repressivo estatal para futuras intervenções nos estados frente à tendência de crescimento das tensões sociais com o aprofundamento da crise econômica e institucional pela qual passa o país após o golpe contra o Governo Dilma.

Mobilização prevista para Campo Grande nesta segunda-feira 19

6:30 – Ato dos eletricitárias/os na Eletrosul – saída para Três Lagoas.

6:30 – Panfletagem das/os técnicas/os administrativas/os – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e dos Institutos Federais de Ensino, no Estado de Mato Grosso do Sul (Sista-MS) –  nos portões da UFMS em Campo Grande.

7:00 – Ato dos telefônicos.

8:00 – Ato conjunto no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) da rua 26 de Agosto contra a Reforma da Previdência – convocação das entidades ligadas ao serviço público: ADUFMS-Sindicato, Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social no Estado de Mato Grosso do Sul (Sintsprev-MS) e Sintesp-MS.

9:00 – Mobilização nas agências centrais convocada pelo Sindicato dos Bancários.

9:00 – Mobilização  da Liga Camponesa. Concentração na avenida Afonso Pena com a avenida Duque de Caxias e marcha até a praça da República.

19:00 – Debate na UFMS (Unidade 6): Crise da Legalidade e Retirada de Direitos. Promoção: ADUFMS-Sindicato, Centro Acadêmico de Filosofia (Cafil) e Sista-MS.

 

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Grupo em Defesa da Escola Democrática promove ato contra projeto de lei da Escola sem Partido

Presidenta da ADUFMS-Sindicato, Mariuza Aparecida, argumenta caráter autoritário da lei

O Grupo em Defesa da Educação Democrática e contra a Lei da Mordaça promoveu ato contra o Projeto de Lei da Escola sem Partido em frente à Câmara de Vereadores de Campo Grande, onde nesta segunda-feira 14 ocorreu audiência pública para discutir o assunto com a presença do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ).

O ato convocado pela ADUFMS-Sindicato, Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP) e a Apolo concentrou mais de cinquenta pessoas em frente ao parlamento campo-grandense. As/os presentes gritavam palavras de ordem denunciando o caráter partidário, fascista e autoritário do Projeto de Lei (PL)  867/2015 em tramitação na Câmara dos Deputados e o PL  8.519/2017, que tramita na Câmara de Vereadores de Campo Grande.

Uma faixa produzida pelas entidades denunciava o caráter partidário do projeto, que visa dar sustentação à candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a presidente da República.  O evento reuniu ativistas da educação básica e superior, sindicalistas, militantes culturais e a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Faed-UFMS), Professora Doutora Ordália Alves Almeida.

A ADUFMS-Sindicato tem atuado diretamente pelo desaprovação e arquivamento do projeto de lei da Escola de Sem Partido, batizado em Campo Grande de Lei da Mordaça. Em 2016 o projeto de lei, na época de autoria do vereador, Paulo Siufi (PMDB), hoje deputado estadual, foi aprovado em dois turnos na Câmara dos Vereadores. Todavia, encontrou forte resistência de estudantes e entidades sindicais ligadas à educação e vetado pelo ex-prefeito Alcides Bernal (PP-MS).  Após o veto, por meio de acordo de liderança foi arquivado. Agora voltou a ser apresentado pelo vereador Vinicius Siqueira (DEM).

O Fórum contra a Lei da Mordaça e em Defesa da Educação Democrática planeja novas ações na Câmara dos Vereadores de Campo Grande na tentativa de arquivar o projeto de lei que ameaça a liberdade pedagógica do/a professor/a em sala de aula e abre precedentes para que seja punida/o caso venha apresentar pontos de vista sobre a livre orientação sexual, religiosa e política.

Veja o video do ato

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Escola sem Partido desqualifica as ciências humanas e a formação para a cidadania

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Anticidadania: “Tem de trabalhar com conteúdo técnico específico”, critica Paulo Cesar                                (Fotos: Arnor Ribeiro/ADUFMS-Sindicato)

O movimento Escola sem Partido surgiu dentro de uma perspectiva que aponta um cenário de declínio das ciências humanas e de construção da ideia segundo a qual a escola não tem função de contribuir na formação de cidadãs e cidadãos. Essa análise do professor Paulo Cesar Duarte Paes, integrante da Frente Estadual contra a Lei da Mordaça, assinala para a formação de pessoas no sentido estrito das habilidades para o mercado de trabalho regido pelas leis do capital. “Tem de trabalhar com conteúdo técnico específico”, criticou o docente em sua palestra durante o Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ocorrido na quinta-feira 22 de setembro de 2016 no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS) da instituição, na Cidade Universitária em Campo Grande.

Há uma tendência global de desqualificar disciplinas que propiciam a formação crítica na educação formal, como História, Sociologia e Filosofia. Estrutura-se então um conceito   baseado em fundamentos exclusivamente moralistas. “A escola não educa, quem educa são a família e a religião”, observou o educador Paulo Cesar da UFMS ao se contrapor a esse princípio dogmático.

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Paulo Cesar (primeiro em pé à direita) durante o Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática

Os conteúdos escolares se restringiriam, por exemplo, a língua e matemática. Difundem-se preceitos de que as instâncias formadoras de professoras e professores que vão atuar nos níveis fundamental e médio do ensino são doutrinadoras. Existe uma construção demonizadora de educadoras e educadores que ministram, na educação básica, aulas de disciplinas classificadas na grande área das ciências humanas.

Exacerba-se a ideologia de que nas universidades somente há espaço para teorias marxistas e feministas, explica Paulo Cesar, posicionando-se, a partir de seus estudos, contra tais opiniões e argumentando a negatividade de discursos direcionados a, entre outros ingredientes, matizes misóginos. Fundamentado em sua experiência como educador, além de suas pesquisas, o docente palestrante refutou esse posicionamento. “Quando há misoginia, quem vai identificar senão pesquisadores/as?”, indagou Paulo Cesar, ao reforçar a importância da educação de gênero.

No primeiro semestres de 2016, o principal mentor de ideias censórias à atuação de docentes em sala de aula havia confirmado participação na Roda Jurídica: Escola sem Partido ou não à Lei da Mordaça?, que estava sendo promovida pelo  pelo Centro Acadêmico Jorge Eustácio Frias   (Cajef/Direito, UFMS), em Campo Grande, mas depois se recusou a participar do evento. Confira texto sobre o debate que seria realizado: Cancelamento de Roda Jurídica: recuo de Miguel Nagib evidencia fragilidade das ideias do movimento Escola sem Partido. 

Histórico – PROFESSORES: NÃO À LEI DA MORDAÇAAdufms-Sindicato participa ativamente de mobilização contra a lei da MordaçaAula na praça República – Lei da Mordaça – Dia 8/4/2016 – 17h – Praça do Rádio;Instrumento de pressão anônimaEntidades acusam parlamentares de ‘jogo político’ com Lei da Mordaça

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Estudantes assistem à palestra de Paulo Cesar sobre Escola sem Partido.                                                               LEIA MAIS SOBRE O TEMA (CLIQUE SOBRE OS TÍTULOS ABAIXO)

Inconstitucionalidade, violência de gênero, conteúdos, estética e juventude O professor Paulo Cesar Duarte Paes explicou que a falta de difusão e discussão de gênero na sala de aula “dá peso à violência”. Ele citou um caso de homofobia ocorrido em Ponta Porã (Mato Grosso do Sul), na fronteira Brasil-Paraguai. O pesquisador recordou que naquele município um homossexual foi espancado e executado com um tiro na cabeça. É o processo de estruturação da ‘cultura’ da violência. “Nós vamos sofrer as consequências disso”, alertou Paulo Cesar.

A inconstitucionalidade das propostas do movimento Escola sem Partido, expressas em projetos de lei Brasil afora, como em Campo Grande, onde neste ano, vereadores aprovaram projeto de lei censurando a atuação docente nas salas de aula da Rede Municipal de Ensino (Reme). A decisão conhecida como Lei da Mordaça foi vetada pelo Executivo Municipal. Posteriormente, sob pressão de vários setores da sociedade, teve veto acatado pelo Parlamento do Município. “Eles [os defensores da escola sem partido] lutam contra a Constituição”, argumentou o docente.

À docência atribui-se relevância na difusão e debate com as/os estudantes sobre questões relacionadas a direitos humanos a partir de trabalho de contextualização dentro da sala de aula. “O professor tem o papel de transformar conteúdos”, ponderou Paulo César. Segundo o docente, vive-se hoje a “negação do estético”, e “os espaços para a nossa juventude crescer são poucos”.  (Mais imagens, clique sobre qualquer das três fotos maiores)

Cajef anuncia cancelamento do evento ‘Roda Jurídica: Escola sem Partido ou não à Lei da Mordaça?”.

Nota de repúdio da ADUFMS-Sindicato à “Lei da Mordaça”

ADUFMS-Sindicato retoma ações contra a Lei da Mordaça

Docente da UFMS debate Lei da Mordaça nesta sexta 29 

 

‘Lei da Mordaça’: mantenham o veto, defende sociólogo

 

Não à Lei da Mordaça: docentes pedem a vereadores de Campo Grande que mantenham veto

Carta de Repúdio entregue a vereadores/as de Campo Grande pelo reverendo Hugo Sanchez: Igreja Anglicana manifesta-se contra a Lei da Mordaça

Vereadores de Campo Grande mantêm veto à Lei da Mordaça, mas novo projeto será elaborado

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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Adufms-Sindicato participa ativamente de mobilização contra a lei da Mordaça

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Vice-presidenta da ADUFMS tem apresentado argumentos contrários a iniciativa por impedir a liberdade de ensino nas escolas – Gerson Jara/ADUFMS-Sindicato

A direção da ADUFMS-Sindicato concentrou as ações nesta semana nas mobilizações contra  o projeto de lei 8.242/16 – Escola Sem Partido, de autoria do vereador Alceu Bueno. O parlamentar foi obrigado a renunciar por envolvimento em pedofilia,  mais o projeto foi assumido pelos vereadores da Bancada da Bíblia, o médico católico Paulo Siufi (PMDB)  e líder evangélico, Herculano Borges  (Solidariedade) e outros. As entidades de classes ligadas à educação, artistas, estudantes e intelectuais batizaram o projeto com a Lei da Mordaça, por obrigar afixação de cartazes em sala de aula, proibindo os professores de ministrarem  contéudos considerados “doutrinários”, contendo ideologia de partidos políticos, sexualidade e de relação de gênero.

Na quinta-feira (31.30), diretores/ras da ADUFMS-Sindicato participaram da manifestação em frente ao auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul. Foram proibidos, na abertura, de adentrar o espaço, para conhecer detalhes do projeto de lei  Escola  Sem Partido, patrocinado pelo Instituto Conservador, e apresentado pelo advogado  Miguel Nagib e que inspirou o projeto na Câmara de Vereadores de Campo Grande.  Após gritos de palavra de ordem denunciando o envolvimento da OAB com o Golpe Militar de 1964, os presentes conseguiram acompanhar parte da palestra.

Dirigentes, como o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul-Fetems, Roberto Botareli  foi hostilizado por alguns membros da plateia, simpatizantes da candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC ). Roberto que estava no fundo do auditório foi pressionado a sentar na cadeira do auditório  por membro do Instituto Conservador.  Um deles portando calça camuflada, deixando transparecer que era militar. Botareli,  todavia, resistiu e ficou no fundo do auditório. Lembrou que a Ditadura havia acabado. Depois foi chamado para o confronto físico, mas não aceitou a provocação.

Na palestra, o advogado Miguel Nagib criticou trechos e prefácio de obras do educador Paulo Freire. Condenou conteúdos ministrados em publicações adotadas pelo MEC sobre sexualidade e  posteres de facebook em que  educadores convidando estudantes  para apoiar e participar  das campanhas salariais e mobilizações da categoria.

 Ao apresentar, de forma manipuladora, o inverso do projeto, a “ Escola Com Partido”, os contrários a lei protestaram e reagiram com palavras de ordem, chamando o palestrante de golpista e facista. Mesmo com mediação de uma professora da UFMS, que se propôs a realizar seminário para discutir de forma mais profunda o projeto, professores e representantes das categorias foram cerceados de falar. Com o clima tenso, o promotor do evento acabou encerrando evento sob  vaias (dos contrários) e aplauso (dos favoráveis).

Com a repercussão do projeto na mídia, na quarta-feira, a  professora Mariuza Camillo participou de debate, na FM Blink, com o vereador Paulo Siufi. Argumentou a inconstitucionalidade da lei 8.242/16  , pois fere princípios da LDB e do Plano Nacional de Educação, aprovado em âmbito do município pelos vereadores e que garante  a discussão de conteúdos  que tratam sobre política, questão de gênero, raça e sexualidade  Para a dirigente, a matéria fere autonomia pedagógica da escola e do professor.

No mesmo dia, Mariuza participou de coletiva conjunta convocada pela Fetems na reunião do Conselho de presidentes e representantes sindicais ligados a Educação estadual.  No espaço, o professor  de Ciências Sociais, Guilherme Rodrigues Passamani, do Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade da UFMS,  concedeu entrevista a diversos órgãos da imprensa sobre a importância destes conteúdos na formação de crianças e adolescentes.

Na quinta-feira, a direção da ADUFMS-Sindicato  engrossou a mobilização contra o projeto, na Câmara de Vereadores. Depois concedeu  entrevista em programa jornalístico do SBT. Já o professor Gulherme foi escolhido pela Fetems para defender posição contrária ao projeto de lei, cobrando maior discussão em torno do projeto e que colocando os professores da UFMS á disposição para subsidiar o projeto. O discurso será disponibilizado nos próximos dias nas redes sociais. A sessão foi suspensa e o projeto acabou não entrando em segunda votação.

Pela contagem,  dois vereadores, Luisa Ribeiro (PPS) e Eduardo Romero (Rede Sustentável) votaram contrário ao projeto na primeira votação , na segunda votação manterão a posição. Já outros 8 vereadores admitem rever o voto favorável ao projeto, no entanto, caso o projeto seja vetado pelo prefeito Alcides Bernal (PP), serão necessários mais seis votos favoráveis para que o projeto não se transforme em Lei. A tática do movimento pelo rejeição da matéria é convencer os demais vereadores a reverem sua posição.

Assessoria de Imprensa da ADUFMS-Sindicato

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